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No PV, Ferroviário bate a Ferroviária e conquista o título do Brasileirão Série D invicto

Por Fabio Rocha
Foto: Tiago Pavini / Ferroviária SAF

Belo jogo no PV

O Ferroviário venceu a Ferroviária por 2 a 1, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, neste sábado, dia 16, e conquistou o Campeonato Brasileiro da Série D de forma invicta. A equipe fez uma grande campanha, e foi coroado com o título da competição após um grande jogo em sua casa. 

No jogo de ida da decisão do Campeonato Brasileiro da Série D de 2023, realizado na última quarta-feira, em Araraquara, as duas equipes empataram em 0 a 0. Com isto, quem vencesse no PV ficaria com o título. Em caso de novo empate, a taça seria definida nas penalidades.

A partida começou com muita intensidade, e logo no começo o Ferroviário abriu o placar. No primeiro minuto, Deizinho interceptou um passe na saída de bola adversário, enfiou uma boa bola para Ciel, que chutou fraco, mas o goleiro Saulo rebateu para frente. No rebote, ela voltou para Ciel, que tocou para o meio e Deizinho estava livre para empurrar para o fundo das redes.

O gol mudou totalmente a partida, pois a Ferroviária teve que ter mais iniciativa, já que precisava do empate para voltar ao empate da decisão. A equipe não sentiu o gol, e fez uma forte pressão, criando boas oportunidades, mas não conseguiu concluir com qualidade. 

Aos 34 minutos, após uma cobrança de escanteio, a bola foi cabeceada, mas foi tirada em cima da linha. Os jogadores da Ferroviária pediram gol, mas o VAR analisou e não deu gol, seguindo a decisão de campo.

A equipe não se abateu, e aos 38 minutos, Vitor Barreto recebeu pela esquerda, dominou, ajeitou e acertou o chute na gaveta, empatando a decisão do Brasileirão. O primeiro tempo foi muito agitado, com diversas chances para ambos times, trazendo um grande espetáculo para os telespectadores.

O segundo tempo voltou elétrico, com a Ferroviária um pouco melhor, e teve uma grande chance com Pilar, mas que cabeceou para fora. Logo na sequência, aos 6 minutos, depois de uma boa troca de passes, a bola foi cruzada e Ciel estava livre para chutar e colocar o Ferroviário em vantagem na decisão. 


A Ferroviária não sentiu o gol mais uma vez, e foi para cima em busca do empate, fazendo algumas substituições, tendo mais ousadia para tentar igualar o placar. Porém, a equipe estava com mais dificuldade na criação, e o nervosismo também atrapalhou a equipe. O Tubarão, com a vantagem, fechou muito bem, tentando ampliar o placar em contra-ataque e teve espaço, mas não conseguiu aproveitar as oportunidades, deixando a decisão em aberto até o final.

O campeão Ferroviário e a vice Ferroviária também conquistaram o acesso para o Campeonato Brasileirão da Série C de 2024. Vale lembrar que os semifinalistas Caxias e Athletic também subiram para o terceiro estágio do futebol nacional.

Os 20 anos do título do Jabaquara no Paulistão B3

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jogadores comemorando o título naquele 5 de outubro

O Jabaquara, que é uma das equipes mais tradicionais de São Paulo, conquistava, em 5 de outubro de 2002, o título do Paulistão B3, a então sexta divisão do campeonato estadual. O Jabuca vinha de dois anos (2000-01) sem disputar competições profissionais, por isso acabou voltando para o último escalão do futebol bandeirante.

A equipe como estava voltando de um período ausente, não tinha time para atuar na competição. Porém, o Jabuca acabou fazendo uma parceria com outro time da região, o Santos, para que o time emprestasse alguns atletas para a equipe conseguir brigar pelo título.

O zagueiro Silvio e o meia Jerry foram os grandes destaques dessa parceria, tanto que o meia foi reserva do Diego no ano de 2003 pelo Santos. Até o técnico foi indicação do Peixe, o Márcio Fernandes, que hoje treina o Paysandu.

A primeira fase foi dividida em dois grupos com dez equipes, teve turno e returno, o que gerou 18 partidas. Porém, o grupo um o VOCEM acabou desistindo da competição e deixou a chave com nove equipes. Mas, o Jabuca estava no grupo dois e fez uma excelente campanha.

A equipe fez a melhor campanha disparada com 48 pontos, terminando a primeira fase invicta, com 15 vitórias e três empates. O Jabuca marcou 53 gols e sofreu apenas 10, sendo o melhor ataque e também a melhor defesa, números fantásticos para o time.

O Jabuca chegou com muita moral para o mata-mata e era o grande favorito ao título após sua grande campanha na primeira fase. Nas quartas de finais, a equipe enfrentou o Ranchariense e ganhou fora de casa por 1 a 0 e em casa apenas segurou o empate em 1 a 1, levando a classificação para a semifinal.

A equipe mandava seus jogos em dois lugares diferentes, às vezes era no Caneleira e outras na Vila Belmiro. Na semifinal, o Jabuca enfrentou o Itariri e também fez uma grande atuação fora de casa, ganhando por 3 a 2 e em casa novamente segurou o empate por 0 a 0, garantindo o acesso e a classificação à grande decisão.

Na grande final, o Jabaquara enfrentou a Portuguesa. Mas a Lusa estava com o seu time B, mesmo assim, foi uma decisão fantástica entre as duas equipes. O Jabuca como a melhor campanha acabou tendo direito de mando do último jogo e a equipe decidiu jogar na Vila Belmiro., com o primeiro jogo no Canindé, em São Paulo.


O Jabuca fez ótimos jogos fora de casa, inclusive suas melhores partidas foi atuando longe de seus domínios. No primeiro jogo da decisão, o Leão da Caneleira já praticamente consolidou o seu título, vencendo seu rival por 4 a 0 em pleno Canindé. Porém a equipe queria bater recordes e gostaria de ser campeão invicto e faltava apenas uma partida para esse acontecimento.

Mas acabou não sendo possível, pois o Jabuca acabou perdendo o último jogo por 3 a 2, na Vila Belmiro, em 5 de outubro de 2002, resultado que o deu o título, mas acabou perdendo a invencibilidade. Mas festa do torcedor do Leão da Caneleira foi grande.

O Corinthians campeão da Copa do Brasil de 2002

Com informações do Corinthians
Foto: Arquivo Corinthians

Corintianos levantam a taça de campeão da Copa do Brasil de 2002

Há 18 anos, o Corinthians conquistava o bicampeonato da Copa do Brasil. Timão e Brasiliense entraram em campo para disputar a final da edição de 2002 da competição. O Alvinegro havia sido campeão do Torneio Rio-São Paulo poucos dias antes. Apesar do favoritismo do clube do Parque São Jorge, a equipe do Distrito Federal mostrou que não tinha chegado na final à toa e travou um duelo muito disputado.

O primeiro jogo contou com Morumbi lotado e uma pressão do Timão durante o jogo inteiro. O Corinthians venceu por 2 a 1, porém, o gol feito fora de casa deu à equipe do Brasiliense a esperança de poder reverter o resultado na partida de volta.

No estádio Boca do Jacaré, em Taguatinga, no Distrito Federal, o Timão entrou em campo com Dida; Rogério, Anderson, Fábio Luciano e Kléber; Fabrício, Vampeta, Ricardinho; Leandro, Gil e Deivid. O jogo esteve equilibrado ao longo do primeiro tempo, até que aos 42 minutos, em cobrança de falta, Wellington Dias abriu o placar para o Brasiliense.


No segundo tempo, o Corinthians entrou com espírito e atitude de campeão. Aos 19 minutos, em jogada pela esquerda, Leandro recebeu passe de Ricardinho, cruzou na entrada da pequena área e Deivid mandou para o fundo da rede, empatando o jogo.

Com o gol, o atacante Deivid se tornou o maior artilheiro em uma edição do campeonato, com 13 gols, o Corinthians conseguiu o resultado necessário e se tornou bicampeão da Copa do Brasil. Depois, houve muita festa dos corintianos.

XV de Jaú bate Inter de Bebedouro e se presenteia com título do Paulistão sub-20 da Segunda Divisão

Com informações do Futebol Interior
Foto: Reprodução FPF TV/MyCujoo

Não teve bolo, mas teve taça no aniversário de XV de Jaú

Teve grito de campeão mais do que especial na manhã desta sexta-feira. Mesmo jogando no Sócrates Stamato, em Bebedouro, o XV de Jaú bateu a Inter de Bebedouro por 2 a 0 e se consagrou campeão do Paulistão da Segunda Divisão sub-20. Foi um presente mais do que especial para o aniversário de 95 anos do Galo de Jaú. É a segunda conquista do time verde e amarelo na competição, já que a primeira ocorreu em 2016. A vitória ainda quebrou a invencibilidade da Inter na competição.

No primeiro jogo, em Jaú, na última sexta-feira, dia 8, o duelo havia terminado empatado em 1 a 1. A igualdade no segundo jogo favorecia a Inter, que tinha vantagem de dois resultados iguais pela melhor campanha ao longo da competição. O Lobo sequer havia perdido no campeonato ainda, até esta sexta. Já para o Galo, só a vitória interessava.


Com o campo molhado, o duelo começou mais truncado, com a primeira chance vindo aos 16 minutos, em cobrança de falta de Alessandro bem defendida pelo goleiro da Inter. Na sequência, o Lobo chegou com Guirão, que cabeceou por cima do gol. Apesar de tentativas dos dois lados, o primeiro tempo terminou com o placar empatado, o que favorecia a Inter. 

Na etapa final, logo de cara, Vinicius Torres levou muito perigo num torpedo de longe em cobrança de falta. Aos 6', porém, numa trapalhada da defesa do time de Bebedouro, a bola sobrou para Luzinel, que tocou para as redes e abriu o placar. A partir do gol, o time da casa passou a pressionar e buscar o empate. Aos 18', Ovelha ofereceu perigo em cobrança de falta. Ainda tentando, aos 28', Gaúcho chutou de muito longe para fora. Aos 37', porém, o gol do título veio na bola aérea, com um cruzamento que ficou pererecando na área e Luzinel marcou o segundo, definindo o título do XV.


A primeira derrota do Lobo na competição foi duríssima para o time de Bebedouro, que acabou perdendo o campeonato. O Galo encerrou o campeonato com 11 vitórias, quatro empates e uma derrota em 16 jogos. Em 2016, o XV de Jaú havia conquistado seu primeiro título do Paulistão da Segunda Divisão sub-20 em cima do Diadema. O XV é o único clube que tem título do Paulistão sub-20 nas duas divisões, já que em 2005 conquistou o título da elite, vencendo o Santos na decisão.

O Curioso do Futebol

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