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A passagem de Luís Fabiano pelo Rennes

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Fabuloso jogou no Rennes no começo dos anos 2000

Nascido em Campinas, cidade popular no interior paulista, o ex-atacante Luís Fabiano Clemente, popularmente conhecido como Luís Fabiano ou Fabuloso, está completando 42 anos de idade nesta terça-feira, dia 8. Apesar de ter sido atuado nas categorias de clubes como Guarani, Ituano, Ponte Preta, e ser muito lembrado por suas passagens pelo São Paulo ao longo de sua carreira, o centroavante chegou a defender o Rennes, antes mesmo de jogar no time do Morumbi.

Pouco depois do Campeonato Brasileiro de 99, Luís Fabiano rumou a França para atuar no Rennes, onde iniciou a sua trajetória no velho continente. Passando por dificuldades em se adaptar, participou de apenas seis partidas nas edições de 1999/00 e 2000/01 da Ligue 1, sem sequer chegar a balançar as redes adversárias.

Por isso, no começo de 2001, retornou ao Brasil e foi emprestado ao São Paulo, onde anotou 30 gols em 50 jogos e se destacou no clube paulistano, tendo uma média de 0,60 gol por jogo. Foi a primeira passagem do Fabuloso pelo Tricolor Paulista.

Depois deste período, Luis Fabiano voltou para a equipe do Rennes, que ainda tinha vínculo com o atleta brasileiro. Permaneceu na França por cerca de 6 meses, mas como não conseguiu conquistar espaço no time vermelho e preto, tornou a vestir a camisa do São Paulo, desta vez em definitivo.


Até o fim de sua carreira no Vasco da Gama em 2017, o centroavante ainda prestou serviços a times como Porto, Sevilla, teve uma terceira passagem pelo Tricolor do Morumbi. Antes de chegar ao Gigante da Colina, ainda jogou no Tianjin Quanjian, da China.

Após surto de Covid-19 adiar jogo, Uefa elimina Tottenham com WO na Europa Conference League

Com informações do ESPN.com.br
Foto: divulgação

Time de Conte foi eliminado do torneio

O Tottenham está eliminado na Europa Conference League. A Uefa decidiu nesta segunda-feira (20) que o clube 'desistiu' da partida diante do Rennes, a última pelo grupo G, após o elenco de Londres sofrer novamente com um surto de Covid-19.

Os ingleses deveriam jogar contra os franceses em 9 de dezembro, mas o jogo foi adiado horas antes do início - com o adversário já em Londres - após uma série de testes positivos que acabaram por forçar o fechamento do centro de treinamento do Tottenham, e que levaram também ao adiamento do jogo contra o Brighton na Premier League.

As negociações começaram a encontrar uma data para reorganizar o jogo antes do prazo final da Uefa, em 31 de dezembro, com o Tottenham até mesmo se candidatando a reagendar seu jogo contra o Leicester pelo Campeonato Inglês, a fim de liberar uma data no meio da semana.

No entanto, esse pedido foi recusado e, sem outra alternativa possível devido ao intenso calendário de jogos em Inglaterra, o Órgão de Recursos da Uefa foi forçado a julgar.

“Após vários casos positivos de COVID-19 que foram identificados por jogadores e funcionários do Tottenham Hotspur FC, o jogo da fase de grupos da UEFA Europa Conference League entre o Tottenham Hotspur FC e o Stade Rennais FC - agendado para ser disputado em dezembro de 9,2021 em Londres, Reino Unido - não pôde ser disputada”, apontou nesta segunda-feira a Uefa em comunicado.

“A questão foi submetida ao Órgão de Controle, Ética e Disciplina da UEFA, para decisão a ser tomada de acordo com o Anexo J dos Regulamentos da UEFA Europa Conference League (época 2021-22).

“Com base no Artigo 30 (4) dos Regulamentos Disciplinares da UEFA e dadas as circunstâncias urgentes da questão, o presidente ad-hoc do Órgão de Controlo, Ética e Disciplina remeteu o caso para o Órgão de Recurso.

“O Presidente do Órgão de Recursos da UEFA tomou a seguinte decisão: declarar o jogo da fase de grupos da UEFA Europa Conference League entre Tottenham Hotspur FC e Stade Rennais FC, inicialmente agendado para 9 de dezembro de 2021, como confiscado pelo Tottenham Hotspur FC, que, portanto, é considerado como tendo perdido a partida por 0-3”.

O veredicto significa que o Tottenham está eliminado da competição, pois precisava da vitória em seu último confronto para terminar em segundo lugar. O Vitesse, da Holanda, terminou na vice-liderança do grupo atrás do Rennes.


Em declarações na semana passada, antes de a Uefa determinar o seu destino, Antonio Conte disse: “Queremos jogar. Penso que o Tottenham merece jogar e disputar o último jogo deste grupo. Não jogamos, mas não por culpa nossa. O governo decidiu fechar o nosso centro de treinos e parar tudo durante três dias. Por isso não jogamos”.

“Merecemos a oportunidade de jogar o último jogo e tentarmos avançar para a próxima fase. Não encontramos uma boa solução entre a Uefa e a Premier League, porque é que o Tottenham tem de pagar por isso?”. As regras da Uefa determinam que uma equipe deve ser capaz de contar com pelo menos 13 jogadores aptos, incluindo um goleiro, da sua lista "A" para disputar uma partida.

De virada, Suécia bate a Alemanha e avança na Copa do Mundo Feminina

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Suecas comemoram no segundo gol: vitória sobre a Alemanha

A Suécia é a última seleção a se garantir nas semifinais da Copa do Mundo Feminina de 2019. As suecas venceram a Alemanha, por 2 a 1, neste sábado, dia 29, no Roazhon Park, em Rennes, na França, pelas quartas-de-final da competição, e se garantiram na próxima etapa do torneio, onde vão enfrentar a Holanda.

Para chegar às quartas, a Alemanha, que já conquistou dois títulos mundiais, venceu a Nigéria por 3 a 0 nas oitavas. Já a Suécia despachou o Canadá, pelo placar mínimo. Alemães e suecas decidiram o último torneio olímpico de futebol feminino, em 2016, no Rio de Janeiro, onde as germânicas levaram a medalha de ouro vencendo por 2 a 0.

A Alemanha começou melhor, criando mais chances e a Suécia só chegou com perigo apenas uma vez nos primeiros 15 minutos. Aliás, o 15º minuto foi quando as germânicas abriram o marcador. A defesa sueca saiu jogando errado e as alemãs aproveitam a zaga exposta para sair na frente. Dabritz carregou bem a bola pelo campo de ataque e encontrou na área Lina Magul, que dominou e chutou para vencer a goleira.

Porém, o gol sofrido acordou as suecas, que equilibraram as ações e empataram o marcador aos 22'. Depois de um chutão do campo de defesa, a dupla de zaga alemã vacilou, e Sofia Jakobsson avançou no meio das duas para entrar com liberdade na área e bater para o gol: 1 a 1 em Rennes. Depois, as duas equipes buscaram o gol, mas o primeiro tempo terminou empatado.

Na segunda etapa, logo aos 2 minutos, a Suécia virou o placar. Jakobsson fez boa jogada pela ponta direita e cruzou. Rolfo cabeceou para grande defesa de Schult, que dá rebote. Blackstenius, então, foi esperta e, sozinha, só empurrou a bola para o fundo das redes: 2 a 1 para as suecas no placar do Roazhon Park. Depois, a Alemanha foi para uma grande pressão, mas não conseguiu empatar.

Agora, apenas quatro seleções seguem adiante na Copa Feminina, sendo que só uma é dona de títulos mundiais. Os tricampeões Estados Unidos encaram a Inglaterra (que busca uma vaga inédita na final) terça-feira em Lyon. Já a Suécia, vice em 2003 (caiu diante da Alemanha), enfrenta na quarta, na mesma cidade, a Holanda, classificada pela primeira às semifinais. Os dois jogos serão às 16 horas.

Holanda fica com última vaga nas quartas da Copa do Mundo Feminina ao bater o Japão

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

O gol de pênalti, no fim da partida, que deu a classificação à Holanda

A Holanda foi a última equipe e se garantir nas quartas-de-final da Copa do Mundo Feminina de 2019, que está sendo realizada na França. Encerrando a fase de oitavas do torneio, nesta terça-feira, dia 25, no Roazhon Park, em Rennes, as holandesas bateram o Japão pelo placar de 2 a 1, com o gol da vitória, de pênalti, saindo no fim. Agora, o time laranja terá pela frente a Itália.

A classificação para da Holanda para o mata-mata veio com a primeira colocação do Grupo E, onde fez nove pontos, vencendo Nova Zelândia, Camarões e Canadá. Já o Japão, campeão mundial em 2011, foi o segundo do Grupo D, onde empatou em 0 a 0 com a Argentina, venceu a Escócia por 2 a 1 e perdeu para a Inglaterra por 2 a 0.

O jogo começou em ritmo forte. A Holanda mostrava o porque foi a primeira colocada de sua chave, enquanto o Japão tinha mais ímpeto do que apresentou na primeira fase. Mas quem abriu o marcador foram as holandesas: ao 16', Martens aproveitou escanteio à meia altura e desviou de lado de pé, com a bola morrendo no cantinho esquerdo da goleira Yamashita, que nada podia fazer.

Mesmo sofrendo o gol, o Japão não se abateu e continuou em cima, procurando o empate, que aconteceu aos 42 minutos. Iwabuchi deu um passe na área com açúcar para Hasegawa, que não desperdiçou a oportunidade, levando o jogo para o intervalo com o placar e 1 a 1.

No segundo tempo, o Japão passou a dominar as ações. Porém, as nipônicas perderam uma série de chances, que definiria o confronto. Além disto, o castigo veio aos 42'. Miedema chutou forte na área e Kumagai tirou com o braço. Depois de consulta ao VAR e mais três minutos, o pênalti foi confirmado e Martens cobrou com categoria, fazendo o gol da classificação da Holanda.

Com o resultado, a Holanda se garantiu nas quartas-de-final da Copa do Mundo Feminina, onde terá pela frente a Itália. O jogo está marcado para o sábado, dia 29, às 13 horas (de Brasília), no Stade du Hainaut, em Valenciennes.

Alemanha joga "para o gasto" e estreia na Copa do Mundo Feminina vencendo a China

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

O chute de Giulia Gwinn que originou o único gol da partida

A Alemanha, uma das favoritas na Copa do Mundo Feminina de 2019, estreou na competição neste sábado, dia 8, contra a China, no Roazhon Park, em Rennes, na França. Apesar de não ter feito uma grande partida e ainda ter tomando pressão das asiáticas em parte do embate, as germânicas levaram a melhor e venceram pelo placar mínimo.

Campeãs mundiais em 2003 e 2007, além de ser a atual detentora da medalha de ouro olímpica no futebol feminino, a Alemanha sempre entra nas competições como uma das grandes favoritas. Já a China foi uma das grandes seleções do mundo nos anos 90, quando chegou a ser vice-campeã mundial e olímpica, mas atualmente não conquista tantos resultados relevantes e tenta voltar a ser o que foi um dia.

A partida começou com a Alemanha tendo mais posse de bola. Porém, com pouco objetivo e, principalmente, errando muitos passes, o time germânico não conseguia criar muitas chances de gol. Já a China apostava na velocidade de suas jogadoras para armar contra-ataques e, desta forma, teve três chances claras de gol, passando muito perto de ir para o intervalo da partida em vantagem. Porém, como a rede não foi balançada, o primeiro tempo terminou com o placar de 0 a 0.

Na segunda etapa e Alemanha passou a acertar mais os passes, apesar de não ter aumentado muito o poder de criação. Porém, só o fato de o time estar melhor postado e ter mais cuidado quando estava com a bola, tirou da China a possibilidade dos contra-ataques. A situação germânica ainda melhorou aos 21 minutos, quando Giulia Gwinn acertou um chute forte de fora da área, sem chances para a goleira Peng Shimeng: 1 a 0 para a Alemanha, que acabou vencendo a partida.

A Alemanha volta a campo na próxima quarta-feira, dia 12, quando enfrenta a Espanha, às 13 horas, no Stade du Hainaut, em Valenciennes. Já a China joga no dia seguinte, quinta (13), às 16 horas, contra a África do Sul, no Parc de Princes, em Paris.

O Curioso do Futebol

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