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Entre os pedidos de Natal estão o fim da pandemia e o ressurgimento do futebol brasileiro

Por Lula Terras
Foto: reprodução


A chegada de mais um Natal traz no bojo uma série de pedidos ao Papai Noel, como reza a tradição nesta época do ano. Não tenho dúvidas que no topo dos pedidos está o tão sonhado fim da pandemia, que enlutou milhares de famílias em todo o Mundo. No futebol, que é o esporte mais popular no planeta, a pandemia paralisou inúmeras competições, em vários períodosCom isto, Papai Noel pode agir, conforme pedidos dos torcedores.

Eu já fiz minha cartinha, de próprio punho, e encaminhei ao Polo Norte, onde dizem que ele reside. É uma carta longa, com inúmeros pedidos, alguns que considero importantes, está registrado neste texto. No topo dos pedidos está o fim da pandemia, claro, e a retomada da vida normal do planeta, que está com feridas, difíceis de cicatrizar.

Quero que o futebol volte a rotina, mais popular, menos elitista, que os clubes não sejam tão dependentes de subjugados, por dirigentes, federações e empresários que priorizam transações financeiras em seus negócios no mundo do futebol, deixando os clubes à beira do caos financeiro.


Existe uma novidade que, ainda não dá para ser cravada, como positiva, a compra, pelo empresário e ex-atleta, Ronaldo Nazário. Se der certo e o Cruzeiro conseguir se reerguer, certamente vai servir de exemplo para os demais clubes brasileiros. E, por fim, pedi para que nesta nova realidade, o futebol brasileiro volte de produzir ídolos e retome os bons tempos de conquista de grandes títulos.

FELIZ NATAL!

Que Papai Noel nos presenteie com o velho e bom futebol brasileiro

Por Lula Terras


Estamos às vésperas de mais um Natal, que promete trazer à tona velhas discussões, como o esquecimento para o verdadeiro sentido da comemoração, que é o nascimento de Jesus Cristo. Temos também, a entrada com força do espírito mercantilista, que é a troca de presentes para a felicidade maior do comércio, sem esquecer a existência do Papai Noel, que recebe inúmeros pedidos de presente. 

Com relação ao bom velhinho tenho uma reclamação a fazer, sobre um pedido antigo feito, que seria o resgate do futebol arte do Brasil, e no pacote de presentes, o fim do mercenarismo entre atletas e dirigentes, e o pior, fim da violência entre torcedores. Diante disso, renovo meus pedidos, viu Papai Noel, ainda creio no senhor, que, certamente, também gosta de um futebol bem jogado. 

Para não parecer tão radical, torço e muito, que o senhor esperou até o final deste ano, para indicar ao Santos, a contratação de Jorge Sampaoli, para seu treinador na temporada 2019. Eu vejo nele, todas as condições para alcançar sucesso na Vila Belmiro, justamente, por sua proposta de trabalho casa com o DNA santista, que é jogar para frente, em busca do gol. Mas, não estou convicto, que este seja o tão sonhado presente, que virá para mudar toda a filosofia implantada depois da derrota, na Copa de 1982, com aquela derrota amarga contra a Itália. 

A partir daí, nossos treinadores acovardaram-se e seguiram o exemplo reinante na Europa, que era o Futebol de Resultados. Tudo bem que ainda conseguimos dois títulos mundiais: Em 1994, na disputa dos pênaltis, contra a mesma Itália; e, em 2002, com a Família Scolari, porém foram títulos onde se sobressaíram as qualidades técnicas de alguns atletas. 

É justamente aí que eu me pego, Papai Noel, enquanto os grandes treinadores internacionais evoluíram em seu trabalho, se baseando em variações táticas, privilegiando a técnica individual de cada atleta, no Brasil o que a gente vê, são as formações de famílias, meritocratas, jogadores de confiança e outras baboseiras mais. 

Voltando aos dias de hoje, Papai Noel, torço muito que tenha sido um presente, mesmo que tardio, a chegada de Sampaoli. Espero que ele faça um brilhante trabalho e que inspire os treinadores da nova geração, para que trabalhem o futebol de hoje, inspirados naqueles tempos, em que o Brasil era o País do Futebol. Obrigado!

Papai Noel, quero um presente: a volta do velho e maravilhoso futebol brasileiro

Por Lula Terras

Sabemos que você, Papai Noel, adora jogar futebol

Estamos na véspera do Natal e, como diz a tradição, Papai Noel está aí para atender a todos os pedidos de seus fiéis seguidores. Como guardo na lembrança a fase áurea do futebol brasileiro, tomo a liberdade de fazer um pedido especial ao bom velhinho: tem como trazer de volta aquele futebol de antigamente, quando o talento sobrepunha a força física e aos irritantes ferrolhos que nos foi imposto por treinadores europeus, e agora é imitado, de forma incompetente, pelos treineiros do lado de cá?

Até entendo, Papai Noel, que os mais jovens não tiveram a oportunidade de ver pessoalmente os grandes craques, aqueles que faziam jus a palavra, mostrar seu talento pelos gramados, mas, acho um pecado que o futebol continue sendo o que ele é hoje, da busca por resultados, custe o que custar. Não é justo!

Seleção Brasileira de 1970. Timaço!

Para o senhor ter uma ideia, por viver na Lapônia, que fica na Finlândia, talvez não saiba de um detalhe (apesar de saber muito bem que o senhor adora bater uma bolinha, mesmo em tempos onde a neve toma conta do lugar onde vive), que acredito ser importante. Um dos treinadores mais badalados no mundo, hoje em dia, o espanhol Pep Guardiola, nunca escondeu que seu trabalho é inspirado no futebol arte brasileiro.

Lembro que no Mundial de Clubes de 2011, quando o Barcelona venceu o Santos, na final, por 4 a 0, perguntado sobre como ele havia montado aquele esquema de toque de bola que envolveu o Alvinegro, ele disse o seguinte: "Fiz exatamente o que via quando pequeno a Seleção Brasileira de 1982 jogar. Era a habilidade, toque de bola e movimentação a todo momento. Meu pai me ensinou que o futebol deveria ser assim e apliquei isto ao meu conceito".

É claro que não iremos poder ver mais nos campos craques na estirpe de Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Heleno de Freitas, Zizinho, Julinho Botelho, Pelé, Garrincha, Pepe, Rivellino, Gerson, Tostão, Jairzinho, Reinaldo, Zico e até alguns mais recentes, que já sofreram com o esquema tático retrancado, mas conseguiam se sobressair com o talento, como Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. Mas sim, dá para trazer o espírito do futebol brasileiro de volta.

O time de 1982 encantou o mundo mesmo não ganhando o caneco

Apesar da escassez, temos craques. Neymar, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus são grandes exemplos de que o talento pode ainda florescer por estas terras. É claro que tem que mexer na estrutura das categorias de base e voltar com aquele futebol na rua ou nos campinhos, que era onde surgiam as promessas.

Então, Papai Noel, caso, o senhor continue sem entender o que estou pedindo, vai uma sugestão que, creio irá interferir em sua forma de ver o futebol. Procure assistir vídeos de atuações da seleção brasileira nas Copas de 58, 62, 70 e 82 e verá que tenho razão de pedir isso. Prometo, meu bom velhinho, caso atenda este pedido, não pedir mais nada, nos próximos anos. FELIZ NATAL para todos!

FC Santa Claus - o time do Papai Noel


Se você duvida que Papai Noel exista, saiba de uma coisa: ele tem até time de futebol! Tá certo, ele não é futebolista (e nem vive descendo a lenha, como o Sr. Madruga na piada do Chaves), mas o FC Santa Claus, da cidade de Rovaniemi, na Finlândia, representa o bom velhinho nos campos da Escandinávia.

O FC Santa Claus foi fundado em 1993 na junção de dois clubes do seu município, que é a capital da Lapônia, reconhecidamente como a terra do Papai Noel: Rovaniemen Reipas e Rovaniemen Lappi. Nos gramados, o sucesso da equipe não é dos mais grandiosos, pois ela atualmente joga a Liga Kakkonen, equivalente à Terceira Divisão do Campeonato Finlandês. Em alguns anos, chegou a estar na quarta.

Papai Noel e sua equipe

Como não poderia deixar de ser, o principal uniforme do FC Santa Claus tem o vermelho na cor predominante e detalhes em branco e preto, assim como a vestimenta do bom velhinho. Só não usam gorro porque aí já seria demais. E o mascote nem precisa dizer quem é.

Há pouco tempo, o FC Santa Claus contou com dois brasileiros no elenco, o centroavante Luiz Antônio e Rafael de Oliveira. Outra característica interessante é que o clube também conta com um departamento de Futsal, pois devido ao inverno rigoroso, jogar em um ginásio facilita a prática do esporte.

Papai Noel treinando com o time

Apesar de muito ocupado, Papai Noel faz questão de comparecer aos jogos do FC Santa Claus e ainda pede para os jogadores da equipe se comportarem para recebê-lo em casa no dia 25 de dezembro. Será que ele vai aparecer por aí?

O Curioso do Futebol deseja para todos os seus leitores um Natal de muita paz, felicidade e muita saúde para poder acompanhar o futebol ao redor deste planeta!

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