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Marcelo Gallardo e sua passagem pelo Monaco como jogador

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Gallardo teve boa passagem pelo Monaco

Marcelo Daniel Gallardo, ex-meio campista e atual treinador do Al-Ittihad, comemora o seu 47º ano de vida nesta quinta-feira, dia 18 de janeiro de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta profissional, o argentino defendeu as cores do Monaco entre o fim da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Sua chegada no clube do principado aconteceu em 99, alguns anos depois de ser revelado pelo River Plate. Na sua temporada de estreia no futebol do velho continente, Gallardo justificou a sua contratação fazendo oito gols em 28 partidas disputadas. Além disso, formou uma dupla sensacional junto com Ludovic Giuly na linha intermediária do campo. No ano seguinte, conquistou seu primeiro título da Ligue 1 e a Supercopa Francesa.

O elenco do Rouge et Blanc tinha jogadores renomados, como Fabien Barthez, Willy Sagnol, Christian Panucci, David Trezeguet, Rafa Márquez e John Arne Riise. Inclusive, foi com eles que o Monaco fez sucesso no cenário nacional. O meia argentino ainda acabou sendo um dos principais craques e foi eleito o melhor jogador do ano no Campeonato Francês.

Entretanto, o Muñeco teve dificuldades de se firmar na sua terceira temporada. Isso porque, Gallardo ficou descontente com Didier Deschamps, treinador do clube na época, por ter ficado na reserva na metade da temporada 2000/01. 


Com isso, Gallardo, que disputou um total de 127 partidas e marcou 23 gols pelos Monégasques de acordo com o site ogol.com, acabou seguindo os exemplos de Panucci e Marco Simone, e optou por deixar o clube do principado ao fim da temporada.

Na sequência de sua carreira como jogador, o argentino ainda defendeu clubes como Paris Saint-Germain, D.C. United e Nacional-URU, além de outras duas passagens pelo River Plate. Ao se aposentar, se tornou treinador e fez história no comando dos Milionarios entre 2014 e 2022. Após algum período sabático, o técnico assumiu o comando do Al-Ittihad, da Arábia Saudita, no fim de 2023.

A trajetória de Costinha pelo Monaco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Costinha teve uma boa passagem pelo Monaco

Francisco José Rodrigues da Costa, ex-volante e treinador português popularmente conhecido como Costinha, celebra o seu 49º aniversário nesta sexta-feira, dia 1º de dezembro de 2023. Ao longo de sua carreira profissional, o atleta luso teve uma boa trajetória pelo Monaco entro o fim da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Desembarcou no principado em 1997, após atuar em clubes como Oriental, Machico e atuar também no tradicional Nacional da Ilha da Madeira. Apesar do fato de ser desconhecido no próprio país e de nunca ter jogado em uma equipe de elite de futebol português, o meia defensivo foi contratado pelo Monaco, um dos grande times do futebol francês.

Precisou de apenas um ano para se adaptar e a partir da temporada 1998/99, conquistou sua vaga entre os titulares. Nas temporadas subsequentes, fez parte do elenco campeão da Ligue 1 em 1999/00 e da Supertaça da França em 2000/01. Além de tudo isso, suas grandes atuações o levaram a ser convocado para a Seleção de Portugal.


Segundo o site ogol.com, Costinha disputou um total de 122 partidas e marcou seis gols pelo clube vermelho e branco da França. Após encerrar seu vínculo com o Monaco, o volante português veio a defender em equipes como Porto - onde se tornou um ídolo -, Dínamo Moscou, Atlético de Madrid e encerrou a sua carreira na Atalanta, em 2010.

A passagem de Emmanuel Petit pelo Monaco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Emmanuel teve uma boa passagem pelo Monaco

O ex-meia francês Emmanuel Laurent Petit, conhecido apenas como Emmanuel Petit, comemora o seu 53º aniversário nesta sexta-feira, dia 22 de setembro de 2023. No decorrer de sua trajetória futebolística, ele chegou a atuar pelo Monaco entre o fim dos Anos 80 e grande parte dos Anos 90.

Chegou ao clube de principado em 1988, depois de defender as cores do ES Argues. Começou jogando na defesa, assumindo as funções de lateral esquerdo e de zagueiro. Comando por ninguém menos Arsène Wenger, Petit conseguiu o seu espaço na equipe e se tornou titular absoluto nos Molegásques.

O meia disputou um total de 297 jogos com a camisa dos Rouge et Blanc e mesmo não tendo a característica de marcar gols, chegou a balançar as redes adversárias em cinco oportunidades, segundo o site ogol.com. Conquistou uma Copa da França (1990/91) e uma Ligue 1 (1996/97).


Na sequência da sua carreira, Emmanuel se transferiu para o Arsenal, onde foi mais uma vez treinado pelo renomado Wenger e atuou de 97 a 2000. Posteriormente, ainda veio a defender o Barcelona por uma temporada e o Chelsea, entre 2001 e 2004, ano no qual se aposentou.

Thierry Henry - O começo de uma carreira extraordinária no Monaco

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Henry surgiu novo no Monaco e o cacifou para a Copa do Mundo de 1998

Um dos maiores atacantes da história do futebol mundial, completa 45 anos hoje. Thierry Daniel Henry nasceu no dia 17 de agosto de 1977, em Les Ulis, Essonne, na França. O jogador se tornou um craque, reconhecido em todo o mundo, ganhando títulos importantíssimos por alguns clubes.

O seu auge foi na Inglaterra, quando atuou pelo Arsenal e conquistando alguns títulos, logo depois indo para o Barcelona, onde manteve seu alto desempenho. Mas tudo começou na própria França, quando o jogador passou por algumas equipes pequenas na categoria de base, até chegar no Monaco.

O atacante chegou no Monaco em 1992, com apenas 15 anos, e não demorou muito para subir para o profissional. Em 1994, Henry começou a atuar em algumas partidas pela equipe principal, mostrando seu grande potencial e ficando à disposição do treinador.

Em sua primeira temporada, o atacante jogou apenas 8 jogos, mas conseguiu participar de bons lances, tanto que conseguiu fazer três gols e uma assistência. O seu futebol impressionou nos poucos jogos e na temporada de 1995/96, Henry começou a ser aproveitado em mais tempo, tendo uma importância maior para sua equipe.

Ainda não era um jogador firmado, estava apenas buscando ser protagonista, mas como era muito jovem, as coisas demoraram um pouco. Na temporada de 1995, ele atuou em 22 jogos, entrando em algumas partidas, mas nada de ser titular, mesmo assim fez três gols e deu seis assistências.

A partir da próxima temporada, as coisas mudaram, o jogador se firmou na equipe titular e foi muito importante para sua equipe. Em 1996/97, a equipe do Monaco estava muito entrosada, tudo deu certo para o time, e Henry conseguiu mostrar todo seu potencial.

A temporada foi tão boa para Henry e sua equipe, que o time conseguiu se tornar Campeão Francês e o jogador foi um dos maiores destaques da competição. O atacante terminou a competição com 36 jogos, nove gols e oito assistências, ajudando muito na campanha do título.

Na temporada seguinte o desempenho se manteve do jogador, mas a equipe não conseguiu conquistar nenhum título. Porém, os números de Henry se manteve mesmo com menos jogos na temporada, o atacante participou de 44 jogos, com onze gols e doze assistências.

O Monaco sabia que seria muito difícil segurar o jogador por mais tempo, pois era um grande destaque do seu país, ainda mais por convocação para a sua seleção e conseguindo atuar muito bem. Chegando no final da temporada de 1997/98, o atacante foi campeão do Mundo junto com a França, o que deu mais visibilidade para Henry.


Em 1998/99, seus dias estavam contados na França, todos já sabiam que seria muito difícil continuar na equipe. O atacante ainda fez 19 jogos na temporada, mas saiu no meio dela para atuar na Juventus, porém, ficou pouco tempo na Itália e em 1999/00, se transferiu para o Arsenal.

E na Inglaterra foi onde tudo deslanchou, se tornando um dos melhores jogadores do mundo. Pelo Monaco, o atacante fez ao todo 141 jogos, com 28 gols e 37 anos, durante cinco temporadas.

Ex-atacante do PSG e Monaco tem perna amputada após inúmeras infiltrações durante carreira

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Bruno Rodriguez quando passou pelo PSG

Ex-atacante do Paris Saint-Germain, Monaco e de vários outros clubes da França, Bruno Rodríguez, de 49 anos, tomou uma decisão drástica para acabar com um sofrimento que o acompanha desde que abandonou os gramados. O ex-atleta amputou a perna direita em consequência das múltiplas infiltrações realizadas no tornozelo durante a carreira.

A cirurgia foi realizada na última terça, em Nancy, mas a informação do procedimento só foi divulgada neste sábado na imprensa francesa. O sindicato dos jogadores profissionais da França (UNFP) infomou que a decisão pela operação foi para encerrar um “sofrimento permanente”.

As inúmeras infiltrações foram feitas para aliviar a dor ligada a várias entorses no tornozelo direito. Bruno passou por algumas operações nos últimos cinco anos, segundo o jornal “Le Perisien”, e até desenvolveu um tumor benigno na região. A dor nunca acabou e tornou-se insuportável. A amputação foi “inevitável”, de acordo com relato feito ao veículo.

Rodríguez jogou no PSG entre 1998 e 2000 e ganhou uma Copa da Liga da França. Ele não teve tanto destaque na equipe, mas é lembrado por fazer um gol decisivo em uma vitória por 2 a 1 contra o Olympique de Marselha, em 1999, que acabou com um jejum de 10 anos sem triunfos contra o rival no Campeonato Francês. O Paris publicou uma mensagem de apoio a Bruno.

"O Paris Saint-Germain envia uma mensagem de apoio ao seu ex-atacante Bruno Rodriguez, sua família e seus entes queridos nesta difícil provação. O Clube dá toda a sua força e espera poder recebê-lo o mais brevemente possível no Parque dos Príncipes", diz a nota do PSG.


Rodríguez surgiu no Monaco, onde jogou entre 1991 e 1993, passou por Bastia, Strasbourg, Metz, Bradford (Inglaterra), Lens, Guingamp, Rayo Vallecano (Espanha), Ajaccio e encerrou a carreira no Clermon, em 2006. Atualmente ele vive na cidade onde nasceu, Bastia.

"Foi um dos atacantes que marcou o nosso futebol desde o início dos anos 1990 até ao coração dos anos 2000. A UNFP transmite força e coragem a Bruno Rodríguez, que teve que, fruto da sua carreira futebolística, recorrer à amputação de uma perna devido ao seu sofrimento permanente", diz a nota da associação dos jogadores franceses.

O Curioso do Futebol

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