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Morre Mendonça, ex-atacante de Santos e Paysandu e que vinha trabalhando como auxiliar do Marília

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Marília AC

Mendonça tinha 57 anos

Uma notícia triste para o futebol do interior de São Paulo. Morreu, de ataque cardíaco, na manhã deste sábado, o ex-atacante Mendonça, de 57 anos, que vinha trabalhando como auxiliar técnico no Marília na preparação para o Campeonato Paulista da Série A3 de 2022.

Nascido em Vitória, no Espirito Santo, no dia 14 de dezembro de 1963, Mendonça iria fazer 58 anos nos próximo dias. Fez 24 jogos pelo Santos, marcando quatro gols. Mendonça foi revelado no futebol do Espírito Santo, onde jogou no Rio Branco e Vitória.

Depois de passagens por América Mineiro e Avaí, chegou ao futebol de São Paulo em 1990 para jogar no Marília. Atuou ainda por Santos e outras equipes, a exemplo de Villa Nova-MG, Inter de Limeira, Juventus, Paysandu, Esportivo de Bento Gonçaves e encerrou a carreira no matogrossense Sorriso.

Depois de encerrar a carreira, Mendonça passou a atuar como auxiliar técnico de vários clubes e nos últimos anos vinha trabalhando no interior de São Paulo. Neste ano, fazia parte da comissão técnico de Betão Alcântara, no Marília.


Veja a nota oficial do Marília - O Marília Atlético Clube comunica com profundo pesar o falecimento de Marcos Lopes Mendonça. Mendonça foi atleta do MAC nos anos 80 e recentemente foi contratado para exercer a função de auxiliar técnico para a temporada 2022.

Mendonça - O ídolo da 'fila' botafoguense

Com informações do Memórias do Esporte
Foto: arquivo

Mendonça foi o grande nome do Botafogo na virada dos anos 70 para os 80

Um dos maiores ídolos do Botafogo, brilhando com a camisa do alvinegro nas décadas de 1970 e 1980, completaria 65 anos, se estivesse vivo, nesse 23 de maio. Mendonça foi um meia criativo, que dava esperanças à torcida da Estrela Solitária em um momento de vacas magras da história do clube.

Milton da Cunha Mendonça nasceu dia 23 de maio de 1956, na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira no Dente de Leite do Bangu A.C. aos doze anos de idade, transferindo-se em seguida para o Botafogo de Futebol e Regatas, pelo qual sagrou-se campeão em 1973 do Torneio Mundial de Cadets em Croix na França.

No clube de General Severiano, Mendonça acompanhou mais como fã do que como colega de trabalho uma geração vitoriosa comandada por craques como Gérson e Jairzinho, ícones da campanha do tricampeonato da Seleção Brasileira em 1970. Em 1975 ganhou sua primeira chance no “time de cima” do Glorioso e não perdeu mais a posição por sete anos seguidos. Jogou no profissional do Botafogo de 1975 a 1982. Pelo alvinegro carioca, marcou 118 gols em 342 partidas.

Estava em campo na final do Torneio Início do Rio de Janeiro em 1977, vencido pelo Botafogo, o qual podemos considerar como o único título oficial conquistado no período em que esteve no alvinegro, pois atuou pelo clube no famoso jejum de títulos que durou 21 anos (de 1968 a 1989).

O gol mais marcante da carreira de Mendonça foi contra o Flamengo em 1981, quando o rubro-negro foi eliminado pelo Botafogo para a disputa das quartas de final do Campeonato Brasileiro. No lance que mais tarde foi apelidado de “Baila Comigo”, Mendonça deu dois lindos e desconcertantes dribles em Júnior, passando pelo mesmo e colocando a bola forte, a meia altura, sem chances para o goleiro Raul Plassmann. O gol mereceu uma placa no Maracanã, que posteriormente foi retirada (não se sabe o motivo).


Após a saída do Botafogo, foi atuar na Associação Portuguesa de Desportos de 1983 a 1985, transferindo-se para a Sociedade Esportiva Palmeiras de 1985 a 1987. Pelo alviverde paulista marcou 19 gols em 106 partidas. Em 1986, estava em campo na decisão histórica quando o Palmeiras perdeu a final do Paulistão para a Internacional de Limeira. Posteriormente defendeu o Santos, Al Saad, Grêmio, Inter de Limeira e São Bento, retornando em 1990 ao Bangu Atlético Clube.

Em 2008 Mendonça teve duas significativas homenagens, tendo a SUDERJ imortalizado seus pés na Calçada da Fama do Maracanã no dia 24 de fevereiro, e o Botafogo lançado em 12 de agosto a camisa retro do craque. Porém, em 5 de julho de 2019, Mendonça veio a falecer depois de uma infecção grave.

Mendonça - Um ídolo nas filas

Arte: O Curioso do Futebol


Faleceu nesta sexta-feira, dia 5 de julho de 2019, Milton da Cunha Mendonça, o ex-meia Mendonça. Após dois meses hospitalizado em estado grave, o craque não resistiu e veio a óbito. Mendonça foi ídolo no Botafogo, clube onde começou a carreira profissional e ainda teve boas passagens por Portuguesa, Palmeiras e Santos. Em todos esses clubes, uma característica peculiar: eles estavam na fila de títulos.

Nascido em 23 de maio de 1956, no Rio de Janeiro, Mendonça começou no futebol no Bangu, em 1968, mas no ano seguinte foi parar no Botafogo. No clube de General Severiano, Mendonça acompanhou mais como fã do que como colega de trabalho uma geração vitoriosa comandada por craques como Gérson e Jairzinho, ícones da campanha do tricampeonato da Seleção Brasileira em 1970. Em 1975 ganhou sua primeira chance no "time de cima" do Glorioso e não perdeu mais a posição por sete anos seguidos.

Jogou no profissional do Botafogo de 1975 a 1982. Pelo alvinegro carioca, marcou 118 gols em 342 partidas. Porém, fora um Torneio Início, não levantou taça pelo Botafogo, pois atuou pelo clube no famoso jejum de títulos que durou 21 anos (de 1968 a 1989). Depois, foi negociado com a Portuguesa, que havia sido campeã paulista em 1973, onde ficou dois anos e, novamente, não conquistou título.

Mendonça chegou ao Palmeiras em 1985, outro time que estava na fila. Apesar de grandes atuações com a camisa do Alviverde, Mendonça sempre batia na trave e estava no time que perdeu o título paulista de 1986 para a Inter de Limeira. Ao fim do ano, deixou o Verdão e foi para o Santos e o Palmeiras sairia da fila em 1993.

O meia chega no Peixe no início de 1987 e o clube havia conquistado o Paulista de 1984. O Santos montou um belo time naquela temporada, que dominou a primeira fase do estadual, mas acabou caindo para o Corinthians na semifinal. Mendonça deixaria o Santos depois de uma temporada e o clube só seria campeão em 2002.

Depois, Mendonça rodou o Brasil e o mundo, atuando por Inter de Limeira, Bangu, Al-Sadd do Catar, São Bento, Grêmio (onde defendeu o clube logo após um dos piores momentos da história, o rebaixamento no Brasileiro de 1991), Inter de Santa Maria, Fortaleza, América de Natal e encerrou a carreira no Barra Mansa, do Rio de Janeiro, em 1996. Pela Seleção Brasileira, fez dois jogos entre 1982 e 1983.

Em 2008 Mendonça teve duas significativas homenagens, tendo a SUDERJ imortalizado seus pés na Calçada da Fama do Maracanã em 24 de fevereiro, e o Botafogo lançado em 12 de agosto a camisa retrô do craque.
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