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Oscar Ruggeri no Logroñés

Com informações do Futbol Retro
Foto: arquivo

Foram 34 jogos e um gol marcado por Ruggeri pelo pequeno clube espanhol

Oscar Alfredo Ruggeri, que completa 59 anos neste 26 de janeiro, é um daqueles grandes jogadores que passou pelas fileiras de um time humilde e íntimo como o CD Logroñés. Zagueiro, campeão mundial com a Argentina no México 86, se destacou nas fileiras dos dois gigantes do futebol de seu país como são Boca Juniors e River Plate antes de dar o salto para o futebol europeu para assinar pelo Las Gaunas inteiro.

Precisamente em uma de suas intervenções no programa '90 minutos' em que é comentarista há muitos anos, Oscar Ruggeri contou algumas anedotas referentes à sua movimentação e primeiras impressões ao conhecer o clube riojano, onde chegou em 1988 e ficou uma temporada, até se transferir para o Real Madrid.

“No início não sabia o nome da equipa que queria que eu contratasse. Encontrei-me com o presidente e pensei que se chamava Logroñés, por isso chamei-o várias vezes ao Sr. Logroñés, aí soube que não era o seu nome mas sim o nome do clube onde ia jogar”. O então presidente era ninguém menos que Marcos Eguizábal.

Oscar Ruggeri e Gaunas - A Argentina, como dissemos, estava acostumada a ambientes infernais. Não à toa, vestiu a camisa dos dois times mais poderosos de Buenos Aires e participou de vários clássicos de seu país. O contraste, conforme explicou, quando estreou em Las Gaunas Foi brutal. “Ele chegou a jogar em estádios 80.000 torcedores enfervercidos em ambientes terríveis e de repente me encontrei em uma quadra 14.000 cantando aúpa, aúpa, Logroñés, aquele que atira, atira!”, disse.

A experiência de Ruggeri na CD Logroñés foi breve, mas muito positiva. Jogou como titular indiscutível na temporada 1988-1989, com 34 jogos e um gol marcado, com ótimo desempenho, o que o ajudou a assinar pelo Real Madrid, com quem conquistou o título da liga na próxima temporada.


Precisamente da sua época como jogador a defesa do merengue também trouxe muitas diferenças em relação ao que viveu na Argentina. “O Real Madrid tinha uma equipa bárbara. Butragueño, Míchel, Martin Vazquez, Hugo Sanchez… Quinto, todos eram como bebês chupando. Observe que em hotéis de concentrações de 10 estrelas na sala ouviu o barulho dos computadores. As crianças são gastas estudando para se tornarem gerentes e outras coisas! Concentrações no gasto puxando foguetes Argentina e água ”.

A passagem do zagueiro Cléber no Logroñés

Foto: Arquivo

Cléber ficou no Logroñés entre 1991 e 1993

Cléber Américo da Conceição, o zagueiro Cléber, ou Clebão, está completando 51 anos neste 26 de julho de 2020. Com um início marcante no Atlético Mineiro e ídolo no Palmeiras, time que defendeu por seis anos, além de passagens por outros grandes clubes do futebol brasileiro, ele jogou na Espanha, pelo Logroñés, durante duas temporadas, entre 1991 e 1993.

O zagueiro foi alçado ao time principal do Atlético Mineiro em 1989. Porém, o grande ano dele foi em 1991, já que acabou sendo um dos destaques do time semifinalista do Brasileirão daquele ano (que foi no primeiro semestre) sendo, inclusive, convocado para a Seleção. Assim, como já acontecia naquela primeira metade da década de 90, chamou a atenção de clubes da Europa e acabou parando no Logroñés.

Apesar de atuar por um time pequeno, o brasileiro jogou contra Diego Simeone, Paulo Futre, Bernd Schuster, Fernando Hierro, Michael Laudrup e Emilio Butragueño. O mais difícil de marcar, segundo o próprio zagueiro, foi Hristo Stoichkov, que marcou um gol na derrota em casa para o Barcelona por 2 a 1. O gol do Logroñéz foi de Cléber.

Um dos maiores feitos de Cléber foi vencer em casa o Real Madrid (1 a 0) de Luis Enrique, Hagi e Ricardo Rocha. Mesmo jogando contra tantos craques, nenhum deles impressionou tanto quanto Diego Armando Maradona, que defendia o Sevilla à época.

Depois de ser pego no exame antidoping por cocaína quando jogava no Napoli, o argentino pegou uma suspensão na Fifa e deixou o time italiano de forma conturbada. Em Sevilha, porém, o camisa 10 estava bem acima do peso e protagonizava inúmeras confusões nas boates.

A relação do jogador com o clube azedou exatamente antes de um jogo contra o Logróñes. Maradona foi convocado para amistosos da Argentina contra o Brasil (no jogo do centenário da AFA) e Dinamarca em fevereiro de 1993, mas o Sevilla só tinha lhe dado permissão para disputar apenas uma partida.


O camisa 10 jogou todas as partidas e chegou em cima da hora para o duelo que terminou com vitória do time de Cléber por 2 a 0. Pouco tempos depois, Maradona saiu de forma polêmica do Sevilla sem deixar saudades.

A equipe espanhola contava com o goleiro Julen Lopetegui (atual técnico do Sevilla) e o meia Quique Setién (treinador do Barcelona). Na temporada 1991/92, o Logróñes terminou na 11ª posição de LaLiga. Já no Espanhol do ano seguinte, a equipe contratou o atacante russo Oleg Salenko (que seria depois artilheiro da Copa do Mundo de 1994), mas ficou apenas na 15ª colocação, três acima da zona de rebaixamento. No meio de 1993, Cléber foi comprado pelo Palmeiras, onde iniciaria uma longa trajetória de conquistas e se transformaria em ídolo da torcida alviverde.

O Curioso do Futebol

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