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O início do zagueiro Cléber, o Clebão, no Atlético Mineiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Clebão começou  sua carreira de jogador no Galo em 1989

Cléber Américo Américo da Conceição, mais conhecido também pela alcunha de Clebão, está completando 53 anos de vida neste dia 26 de julho de 2022. Enquanto jogador de futebol profissional, defendeu o Atlético Mineiro entre 87 e 91.

Nascido na capital mineira, Clebão começou a jogar nas categorias de base do Galo e foi promovido ao time principal em 1989. Enquanto vestiu a camisa alvinegra, também foi convocado para jogar pela Seleção Brasileira em muitas oportunidades

Chegou a ser eleito como o Craque do Ano em 1991 pelo jornal Estado de Minas  em indicação unânime para zagueiro da Seleção de Minas daquela temporada. Além disso, fez parte do elenco que conquistou o campeonato mineiro naquele mesmo ano.

Pelo clube atleticano, disputou um total de 110 partidas e conseguiu balançar as redes adversárias em 12 oportunidades. Conquistou duas competições estaduais ao longo desta passagem. Foram elas: as edições de: 1989 e 1991.


Depois de defender o Galo, ainda jogou em equipes como Logroñés, Palmeiras, Cruzeiro, Santos, Yverdon-Sport e Figueirense. Encerrou a sua carreira como jogador profissional depois de atuar pelo time do São Caetano no ano de 2006.

A passagem do zagueiro Cléber no Logroñés

Foto: Arquivo

Cléber ficou no Logroñés entre 1991 e 1993

Cléber Américo da Conceição, o zagueiro Cléber, ou Clebão, está completando 51 anos neste 26 de julho de 2020. Com um início marcante no Atlético Mineiro e ídolo no Palmeiras, time que defendeu por seis anos, além de passagens por outros grandes clubes do futebol brasileiro, ele jogou na Espanha, pelo Logroñés, durante duas temporadas, entre 1991 e 1993.

O zagueiro foi alçado ao time principal do Atlético Mineiro em 1989. Porém, o grande ano dele foi em 1991, já que acabou sendo um dos destaques do time semifinalista do Brasileirão daquele ano (que foi no primeiro semestre) sendo, inclusive, convocado para a Seleção. Assim, como já acontecia naquela primeira metade da década de 90, chamou a atenção de clubes da Europa e acabou parando no Logroñés.

Apesar de atuar por um time pequeno, o brasileiro jogou contra Diego Simeone, Paulo Futre, Bernd Schuster, Fernando Hierro, Michael Laudrup e Emilio Butragueño. O mais difícil de marcar, segundo o próprio zagueiro, foi Hristo Stoichkov, que marcou um gol na derrota em casa para o Barcelona por 2 a 1. O gol do Logroñéz foi de Cléber.

Um dos maiores feitos de Cléber foi vencer em casa o Real Madrid (1 a 0) de Luis Enrique, Hagi e Ricardo Rocha. Mesmo jogando contra tantos craques, nenhum deles impressionou tanto quanto Diego Armando Maradona, que defendia o Sevilla à época.

Depois de ser pego no exame antidoping por cocaína quando jogava no Napoli, o argentino pegou uma suspensão na Fifa e deixou o time italiano de forma conturbada. Em Sevilha, porém, o camisa 10 estava bem acima do peso e protagonizava inúmeras confusões nas boates.

A relação do jogador com o clube azedou exatamente antes de um jogo contra o Logróñes. Maradona foi convocado para amistosos da Argentina contra o Brasil (no jogo do centenário da AFA) e Dinamarca em fevereiro de 1993, mas o Sevilla só tinha lhe dado permissão para disputar apenas uma partida.


O camisa 10 jogou todas as partidas e chegou em cima da hora para o duelo que terminou com vitória do time de Cléber por 2 a 0. Pouco tempos depois, Maradona saiu de forma polêmica do Sevilla sem deixar saudades.

A equipe espanhola contava com o goleiro Julen Lopetegui (atual técnico do Sevilla) e o meia Quique Setién (treinador do Barcelona). Na temporada 1991/92, o Logróñes terminou na 11ª posição de LaLiga. Já no Espanhol do ano seguinte, a equipe contratou o atacante russo Oleg Salenko (que seria depois artilheiro da Copa do Mundo de 1994), mas ficou apenas na 15ª colocação, três acima da zona de rebaixamento. No meio de 1993, Cléber foi comprado pelo Palmeiras, onde iniciaria uma longa trajetória de conquistas e se transformaria em ídolo da torcida alviverde.

O Curioso do Futebol

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