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Geraldão, um ídolo na história do Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Geraldão é um ídolo histórico do Timão

Geraldo da Silva, renomado ex-atacante conhecido pela alcunha de Geraldão, está celebrando o seu 74º aniversário nesta terça-feira, dia 25 de julho de 2023. No decorrer de sua carreira profissional, o atleta criou um lindo vínculo com o Corinthians entre o fim dos Anos 70 e começo dos Anos 80.

Esta história do avançado no clube Alvinegro do Parque São Jorge foi construída em duas passagens, que aconteceram de 1975 a 1978 e 1979 a 1981. Antes de chegar ao Coringão, surgiu como grande destaque do Botafogo de Ribeirão Preto, atuando junto de ninguém mais ninguém menos do que o Doutor Sócrates, que viria a reeditar a dupla no time paulistano. 

Dá para considerar que tal "reencontro" dos jogadores só aconteceu porque quando Vicente Matheus, presidente do Corinthians na época, contratou o artilheiro, foi muito criticado pela torcida corintiana por trazer o "jogador errado". O fato fez o dirigente adquirir o outro atleta do Pantera, que também veio a ser ídolo do Timão algum tempo depois.

Vestindo a camisa do Time do Povo, se preocupou mais em balançar as redes do que jogar demonstrar habilidade e técnica. Isso acabou o ajudando a colecionar excelentes números nesta sua trajetória pela equipe Alvinegra. Chegou a ser emprestado ao Juventus em 1978, mas no ano seguinte, o atacante retornou o Coringão.

Segundo o portal Meu Timão, o atacante disputou 280 partidas com a camisa do Corinthians. Neste período em que esteve no clube, anotou 91 tentos pelo clube da capital paulista. Conquistou os Campeonatos Paulistas de 1977, sendo o artilheiro do time com 23 gols marcados em toda a campanha e tirando o seu time da fila, e também em 1979.


O artilheiro também coleciona alguns recordes no Timão: ele é o 42º jogador que mais atuou pelo Coringão, o Sexto atacante que mais atuou pelo Coringão, o sexto jogador que mais atuou pelo Time do Povo no século XX, o 23º maior artilheiro da história do Alvinegro Paulistano e o 13º atacante que mais marcou gols pelo Corinthians.

Na sequência de sua carreira, Geraldão teve uma segunda passagem pelo Juventus, e depois chegou a defender o Internacional e o Colorado do Paraná. Encerrou o seu estrelato em 1989.

Geraldão e sua passagem pelo Paris Saint-Germain

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Geraldão defendeu o PSG por uma temporada

Geraldo Dutra Pereira, mais conhecido como Geraldão, nasceu em Governador Valadares, em Minas Gerais, no dia 24 de abril de 1963, e se transformou em um bom zagueiro, com passagens por grandes times nacionais e internacionais, mas acabou sofrendo uma lesão que se agravou com os anos e o prejudicou. No seu auge, ele jogou na Europa e defendeu o Paris Saint-Germain na temporada 1991/1992.

A sua carreira começou na base do SC Rio Doce, onde ficou alguns anos se destacando, até ser levado para o Cruzeiro. O zagueiro mostrou um grande potencial na Raposa e ficou até ser revelado no profissional da equipe.

Em 1986, Geraldão estreou pelo Cruzeiro, e não demorou muito para conseguir se destacar. Rapidamente ganhou seu espaço como titular e foi uma peça importante no sistema defensivo do time, ganhando a confiança da comissão técnica, diretoria e torcedores.

Suas grandes atuações chamaram a atenção e em 1987 foi convocado para a Seleção Brasileira, uma grande conquista particular para o atleta. Suas grandes atuações, o fizeram ser contratado pelo Porto, ainda naquele ano, mais uma conquista em sua vida profissional.

Geraldão foi para o outro continente, mais uma boa conquista, e por lá também se destacou, se tornando titular rapidamente e sendo uma peça importante. Porém, nesse mesmo ano, o zagueiro passou por uma situação muito difícil, pois sofreu uma grave lesão.

O zagueiro se recuperou e logo voltou às grandes atuações. Mas aquele lesão fez com que ele caísse de rendimentos com os anos e não conseguiria manter sua força física. Mesmo assim, ele se transformou em um jogador fundamental no sistema defensivo da equipe.

Pelo Porto ganhou diversos títulos importantes, entrando para a história do clube e sendo ídolo da torcida. Porém, em 1991, acabou sendo afastado da equipe, pois o presidente soube que ele estava negociando a sua ida para o Benfica, o maior rival do Porto.

A equipe do Porto liderava o campeonato, mas após sua saída o time piorou e perdeu a liderança, tanto que um mês depois pediram o seu retorno, e o clube conseguiu conquistar mais esse título. Após o final da temporada, ele se transferiu para o Paris Saint-Germain.


No time Francês, o zagueiro já não tinha mais o mesmo desempenho, pois o reflexo da sua lesão começou a agravar e o prejudicou muito durante a temporada, não deixando ele ter uma grande sequência e nem ter as mesma atuações das temporadas anteriores.

Por causa disso, não manteve o nível e não se firmou no time francês, e por isso ficou pouco tempo por lá. Após uma temporada ruim e sem tanta regularidade, o zagueiro resolveu voltar ao futebol brasileiro em 1992, quando foi atuar no Grêmio e logo depois foi para a Portuguesa, onde encerrou sua carreira em 1993, por conta do reflexo da sua lesão.

Artilheiro do Corinthians na quebra do tabu em 77, Geraldão completa 72 anos

Com informações do Corinthians
Foto: José Pinto / Placar

Foram 280 jogos e 90 gols de Geraldão pelo Timão

Um dos grandes ídolos da história do Corinthians completa mais um ano de vida neste domingo (25). O goleador Geraldo da Silva, mais conhecido como Geraldão, comemora 72 anos de idade, tendo seis deles de serviços prestados com a camisa alvinegra.

Nascido em 25 de julho de 1949 na cidade de Álvares Machado, no interior do estado de São Paulo, Geraldão deu os primeiros passos no futebol profissional pelo Botafogo paulista e se destacou no clube, sendo inclusive artilheiro do Paulistão de 1974. Na época, ele fez dupla de ataque com um jovem Sócrates na equipe de Ribeirão Preto.

O atacante chegou ao Timão em 1975 e rapidamente se adaptou ao time, sendo titular como centroavante. Dois anos depois, fez 24 gols e foi o artilheiro alvinegro na campanha do Campeonato Paulista de 1977, conquistado pelo Corinthians, colocando fim ao jejum de quase 23 anos do clube sem títulos. 


Geraldão defendeu o manto sagrado alvinegro até 1981, participando também da conquista do título paulista de 1979. Ao todo, foram 280 jogos, com 90 gols marcados. O jogador ainda defendeu Juventus, Internacional, Colorado, Mixto, Francana, Corinthians de Presidente Prudente, Itararé, União Valinhos e Garça.

Geraldão no FC Porto

Geraldão defendeu o FC Porto entre 1987 e 1991

Um dos maiores zagueiros-artilheiros da história do futebol brasileiro, Geraldo Dutra Pereira, o Geraldão, está completando 56 anos neste 24 de abril de 2019. Ele surgiu para o mundo do futebol em 1984, jogando pelo Cruzeiro, e logo em seguida foi para a Seleção, onde chamou a atenção e acabou sendo contratado pelo FC Porto, onde fez história.

Nascido em Governador Valadares, no estado de Minas Gerais, Geraldão chegou no Cruzeiro com 13 anos. Grande e bom marcador, o jogador já mostrava outras características que um zagueiro normalmente não tem: precisão no chute e facilidade de finalização. Isto fez com que o técnico do infanto-juvenil do clube, Osvaldo Rossi, tentasse colocá-lo de centroavante, em uma espécie de "novo Serginho Chulapa". Ele chegou a fazer gols na nova posição, mas logo pediu para voltar a jogar de zagueiro.

Com 17 anos, foi jogar em Doha, no Catar, mas logo voltou ao Cruzeiro e em 1984 foi lançado no time titular. Logo chamou a atenção de todos e assim que assumiu a Seleção Brasileira, depois da Copa do Mundo de 1986, Carlos Alberto Silva passou a dar chances para Geraldão com a camisa amarela. O jogador foi muito bem e acabou indo para o FC Porto, negociado por aproximadamente 1,3 milhões de dólares.

O zagueiro chegou à Europa já com o status de excelente cobrador de falta e fez questão de aprimorar a qualidade. No Porto, logo de cara, foi campeão do Mundial Interclubes em 1987. Ele recorda que, durante o tempo em que defendeu as cores dos Dragões, enfrentou os melhores jogadores do mundo na época.

“Posso dizer que já tive a oportunidade de enfrentar os melhores jogadores do mundo. Vou citar alguns: Maradona (ex-Napoli), Stoichkov (ex-Barcelona), Romário (ex-PSV), os irmãos Brian e Michael Laudrup (ex-Bayern de Munique e Barcelona, respectivamente), Hugo Sánchez (ex-Real Madrid), enfim. Foram tantos que até fica complicado falar qual foi o mais difícil. Mas são jogadores de muita história e que tinham bastante qualidade”, relembrou.

Uma das maiores frustrações da carreira de Geraldão foi o fato de ele não ter sido convocado para a Copa do Mundo de 1990. Isso porque, no ano anterior, o técnico da Seleção Brasileira era Carlos Alberto Silva e o zagueiro começava a ganhar espaço com a camisa amarelinha. Porém, com a troca no comando por Sebastião Lazaroni, o ex-cruzeirense acabou perdendo espaço e foi preterido no selecionado.

No final de janeiro de 1991 a direção do Porto, representada pelo presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, decidiu afastar Geraldão do plantel, alegando que ele se encontrava em negociação com o eterno rival Benfica. Um mês e meio após a decisão, o Porto encontrava-se em situação preocupante no Campeonato Português, pois perdera a liderança para o próprio rival. Foi então que Pinto da Costa solicitou a volta do zagueiro, que já se encontrava no Brasil, para a continuação do campeonato. O Porto sagrou-se campeão daquele ano.

Depois de sair do Porto, ao fim da temporada 1990/1991, Geraldão ainda defendeu o Paris Saint-Germain, da França, e o América do México. Ele retornou ao Brasil em 1993 para jogar no Grêmio. No mesmo ano, se transferiu para a Portuguesa, onde encerrou a carreira aos 30 anos de idade. “Senti que já era a hora de parar. Não me via mais jogando futebol”, contou.
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