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Morre em Ribeirão Preto o ex-jogador e ex-técnico José Galli Neto

Com informações do ge.com
Foto: Rafael Martinez/Botafogo FC

José Galli Neto tinha 74 anos

O ex-jogador e ex-técnico José Galli Neto morreu na tarde desta quarta-feira, em Ribeirão Preto (SP). Ele estava internado em um hospital particular da cidade há duas semanas. A causa da morte ainda não foi informada pela família, assim como informações sobre velório e sepultamento.

Galli tinha 74 anos e como jogador iniciou sua carreira no Botafogo de Ribeirão Preto, como lateral-direito, em 1968. Também passou por Ponte Preta, Portuguesa, Dom Bosco-MT, XV de Jaú, Noroeste e Atlético-GO. Em 1974, defendeu o Corinthians.

Nos anos 1980, iniciou sua trajetória como técnico e comandou cerca de 30 clubes, como Noroeste, XV de Jaú, Botafogo-SP, Ituano, Ponte Preta, Portuguesa, XV de Piracicaba, Juventus-SP, Vila Nova, Joinville, Ferroviária, São-Carlense, Atlético-GO, Ituano, Caxias, Caldense, Avaí, Fortaleza, Comercial, Gama e Batatais.


Seu último trabalho foi no Olímpia, em 2018. Sua maior identificação foi com o Botafogo-SP, em que teve nove passagens como treinador e foi campeão do interior em 2010. Em 2006, comandou o Pantera em boa parte da campanha do título da Série A3 do Paulista. O clube emitiu uma nota de pesar em suas redes sociais.

O soco que marcou na história: Mario Soto e a final da Libertadores de 1981

Por Fábio Rocha 
Foto: Arquivo

Soto dividindo com jogador do Flamengo

Maria Soto Benavides foi um zagueiro chileno que ficou conhecido no Brasil após a final da Libertadores de 1981 contra o Flamengo. Na ocasião, o atleta acabou irritando muito o time brasileiros por conta das agressões nas partidas e acabou tomando o ‘troco’ no último jogo. 

O jogador nasceu em Santiago, no Chile, no dia 10 de julho de 1950, e começou a sua carreira no Magallanes. Rapidamente fez sucesso e, na temporada seguinte, foi contratado pelo Unión Española, também do Chile. 

Depois de dois anos na equipe, ele já fazia parte de sua seleção, e em 1977 foi contratado pelo Palmeiras. Porém, no alviverde teve uma passagem apaga e pouco ficou na memória do torcedor, pois foi apenas uma temporada, com poucos jogos. 

Em 1978 voltou para o Chile, dessa vez para atuar no Cobreloa. Pelo clube conseguiu ir a final da Copa Libertadores de 1981, onde ocorreu o fato que deixou o zagueiro conhecido no Brasil.

No primeiro jogo da decisão, o Flamengo venceu a partida por 2 a 1, no Maracanã. Já na partida de volta, em Santiago, o Cobreloa venceu por 2 a 1 e durante o jogo Soto abriu os supercílios de Adílio e Lico, com uma pedra que levava na mão - outros relatos falam que o objeto era um anel afiado.

Por causa da vitória no jogo de volta, o regulamento previa uma terceira partida em campo neutro, e Lico acabou ficando de fora da partida por conta da lesão que teve no supercílio. 

A grande final aconteceu em Montevidéu e o Flamengo conseguiu vencer de maneira até tranquila, fazendo 2 a 0 no Cobreloa. Depois dos 40 minutos, já com a vitória praticamente garantida, o técnico Paulo César Carpegiani, estava irritado com as agressões de Soto e, por isso, resolveu tomar uma decisão. 


O treinador Rubro-Negro chamou o atacante Anselmo para entrar no jogo, mas a sua única instrução para o jogador foi para agredir Soto, como uma forma de vingança por tudo sofrido durante as três partidas da final.

Anselmo não decepcionou o técnico e, logo que entrou, socou o rosto de Soto, que acabou caindo desmaiado no gramado. O atacante ganhou uma idolatria com a torcida por conta do ato, mas acabou sendo expulso e gerou uma grande confusão na reta final.

A passagem de Palhinha pelo Atlético Mineiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Palhinha jogou no Galo no início dos Anos 80

O ex-atacante e treinador Vanderlei Eustáquio de Oliveira, popularmente conhecido pela sua alcunha de Palhinha, estaria completando 74 anos de idade nesta terça-feira, dia 11 de junho de 2024, se ainda estivesse vivo. No decorrer de sua carreira como atleta, o avançado, que foi um ídolo no Cruzeiro e no Corinthians nos Anos 70, teve uma passagem muito boa pelo Atlético Mineiro entre 80 e 81.

Na época de sua chegada, o Galo já tinha um elenco repleto de grandes craques como João Leite, Reinaldo, Cerezo, Chicão e Éder. Encaixou muito bem no time e participou de momentos memoráveis da história do clube Alvinegro de Belo Horizonte.

Entre eles, esteve presente no bicampeonato mineiro de 80/81 e também no vice Brasileiro de 80. Ainda em 81, foi um dos cinco jogadores expulsos do lado atleticano no polêmico jogo da Libertadores contra a equipe do Flamengo, disputado no Serra Dourada.

Deixou o Atlético Mineiro naquele mesmo ano, após ter disputado 77 partidas e marcado 27 gols pelo clube. Logo em seguida, partiu para o Santos, onde jogou apenas 11 partidas ao longo de 82.


Entre 83 e 84, atuou no Vasco e em 85, voltou a sua terra natal para encerrar a sua carreira no América Mineiro. Logo após pendurar as chuteiras, se tornou treinador e chegou a comandar vários times, sendo um deles o Galo, em 87.

Em julho, Palhinha foi internado em um hospital por conta de uma infecção, mas acabou não resistindo, e faleceu no dia 17 de julho do ano passado.

Morre Manuel da Lupa, ex-presidente da Portuguesa

Com informações do ge.globo
Foto: arquivo

Manuel da Lupa estava com 74 anos

Morreu nesta quinta-feira Manuel da Conceição Ferreira, o Manuel da Lupa, ex-presidente da Portuguesa por três mandatos, entre 2005 e 2013. Ele tinha 74 anos. Na presidência da Portuguesa, Manuel da Lupa viveu altos e baixos até ser expulso do quadro de sócios do clube, fato que ele conseguiu reverter tempos depois, na Justiça. No seu comando, o clube foi campeão da Série B do Brasileiro de 2011, além de bicampeão da Série A2 do Campeonato Paulista (2007 e 2013).

O time campeão nacional de 2011 ficou conhecido como "Barcelusa", em alusão ao bom futebol praticado pela equipe, assim como o Barcelona de Lionel Messi comandado por Pep Guardiola. Foram 23 vitórias em 38 rodadas, com ataque que anotou 82 gols.

Dois anos depois, no entanto, o episódio mais triste da história do clube. A Portuguesa foi rebaixada na Série A do Brasileiro em virtude da escalação irregular do meia Heverton. A Lusa alegou que não teve intenção em cometer a irregularidade, pois não tinha mais ambições no Brasileiro quando enfrentou o Grêmio, além do fato de o jogador ter atuado por poucos minutos.

"Se fosse o contrário, o resultado não seria esse. Quando eu entrei aqui, me disseram que o resultado já estava decidido. Não vou dizer quem foi, mas a pessoa me disse que seria por 4 votos a 1 ou 5 a 0", disse na época Manuel da Lupa.

A Portuguesa acabou condenada pelo STJD com a perda de quatro pontos (além de multa de R$ 1 mil) por escalação irregular do meia Heverton na última rodada do Brasileiro daquele ano, contra o Grêmio. Com o resultado, a Lusa caiu da 12ª para a 17ª posição e foi rebaixada, com 44 pontos. O Fluminense, com 46 pontos, saiu da zona de rebaixamento e ficou na elite.


Desde então, a Portuguesa batalha para retornar ao cenário de competições nacionais. Neste ano, por exemplo, a equipe não irá disputar nenhuma das quatro séries do Campeonato Brasileiro. Em seu site oficial, a Portuguesa lamentou o falecimento do ex-presidente.

"A Associação Portuguesa de Desportos informa que no dia de hoje (29/02) faleceu seu ex-presidente Manuel da Conceição Ferreira, aos 74 anos de idade. Manuel da Lupa, como era conhecido, era empresário e foi presidente da Lusa por três gestões, nos anos de 2005 à 2013. Ex-conselheiro do clube e ex-membro do COF, Manuel da Lupa foi o presidente que dirigiu a equipe campeã brasileira da Série B em 2011. À família e aos amigos os nossos sentimentos neste momento de dor e pesar."

Morre Deodoro, ex-zagueiro da Portuguesa e Juventus, aos 74 anos

Com informações do NetLusa
Foto: arquivo

Deodoro estava com 74 anos

O ex-zagueiro Deodoro morreu na tarde desta quinta-feira (25), aos 74 anos. A informação foi confirmada pela Portuguesa e Juventus, que divulgaram notas oficiais, no qual lamentaram o falecimento do ex-jogador. Ele havia tido um AVC no dia 21.

Nascido em Piracicaba, o jogador começou a sua carreira na própria Lusa, no qual atuou entre 1969 a 1972. No total, ele participou em 83 jogos, com 31 vitórias, 29 empates e 23 derrotas. Em seguida, jogou ainda no Juventus, onde conquistou a Taça de Prata de 1983, além de Vasco, Guarani e Coritiba, recebendo o Troféu Bola de Prata de 1978.

Além disso, o defensor foi titular na partida de inauguração do estádio do Canindé, diante do Benfica, em 1972. Na ocasião, Carlos Alberto Torres havia sido convidado a atuar. O campeão mundial esteve na festa, mas estava contundido e não pode jogar. Deodoro assumiu a titularidade na lateral direita.

Após pendurar as chuteiras, Deodoro sempre exaltou a Rubro-Verde, onde chegou a participar de jogos e eventos do clube. Além de fazer parte do time de Masters da Lusa, ele também participou do documentário “Canindé 50”, produzido pelo Acervo da Bola, com direção de Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento.


“Um dos maiores defensores que já vestiram a camisa rubro-verde, fez parte do time que inaugurou o Canindé em 1972 e mesmo após sua aposentadoria, seguiu representando a Lusa no time de masters. A Portuguesa se solidariza com a família e amigos neste momento de consternação”, afirmou a Lusa.

"O Clube Atlético Juventus recebeu a triste notícia do falecimento do ex-zagueiro Deodoro José de Almeida Leite, o Deodoro, 74 anos. Deodoro, que defendeu as cores grená e branco nos anos 70 e 80, tinha sofrido um AVC em 23 de janeiro de 2024. Ainda aguardamos mais informações sobre velório e sepultamento. Aos familiares e amigos apresentamos nossos sentimentos de solidariedade e respeito pela imensa dor", disse a nota do Juventus.

Klaus Fischer e suas onze temporadas pelo Schalke 04

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Foram 11 temporadas no time alemão

Klaus Fischer foi um bom atacante alemão, sendo um grande goleador, passando por alguns times do futebol nacional. O jogador tinha o faro do gol e isso chamava muito a atenção, e os números dele pelo Schalke 04 impressionam, pois em 11 temporadas tem mais atentos do que jogos. 

O jogador nasceu em Lindberg, na Alemanha Ocidental, no dia 27 de dezembro de 1949, e começou a sua carreira na base do Kreuzstraßl, depois foi para o Zwiesel e chegou no Munique 1860, onde foi lançado para o futebol profissional, mostrando todo seu talento. 

Depois de duas temporadas no clube, o jogador conseguiu ter muito destaque, mostrando que tinha um grande potencial. Com as suas boas atuações, Fischer foi contratado pelo Schalke 04, uma equipe grande do seu país, onde teria mais visibilidade. 

Logo na sua primeira temporada, foi envolvido em uma grande polêmica, sendo envolvido e punido no escândalo de suborno em 1971. Em seu primeiro julgamento, acabou sendo banido do futebol, mas depois acabou caindo para um ano de suspensão. 

O atacante retornou em 1972, e foi muito importante durante a temporada, fazendo gols decisivos pelo clube. O Schalke 04 foi campeão da Copa da Alemanha com o Fischer marcando um gol na final, e esse foi o único título do jogador pela equipe em suas onze temporadas. 

A equipe brigava sempre na parte de cima da tabela no campeonato nacional e chegou perto de conquistar duas vezes o Campeonato Alemão, porém acabou ficando com o vice-campeonato. 


Pelo clube ficou onze temporadas, conquistando apenas aquele título, porém os seus desempenhos eram impressionantes. O atacante teve números muito bons em sua passagem, foram 295 jogos e 302 gols, mostrando todo seu faro de artilheiro.

Em 1981, Fischer deixou o clube, indo atuar em outro clube alemão, dessa vez o KoIn.

Osmar Santos, o Pai da Matéria - 74 anos

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Osmar Santos nos anos 80

Um dos principais locutores e radialista esportivo do nosso país completa 74 anos hoje. Osmar Aparecido dos Santos, mais conhecido como Osmar Santos, nasceu em Osvaldo Cruz, em São Paulo, no dia 28 de julho de 1949, e construiu uma história belíssima nos veículos esportivos.

Osmar formou-se em Educação Física, Administração Pública pela FGV-SP e Direito. Conhecido como “O Pai da Matéria", ele teve uma carreira brilhante no meio da comunicação, cobrindo grandes momentos da história do futebol, como a principal competição mundial, a Copa do Mundo.

Osmar começou sua carreira como locutor esportivo na rádio da Jovem Pan em 1972. Com apenas 23 anos começou a fazer sucesso, mesmo com pouco tempo de experiência. Com o passar dos anos, o locutor foi evoluindo cada vez mais, chamando a atenção de outras emissoras.

Depois de quatros anos na Jovem Pan, Osmar acabou sendo contratado pela Rádio Globo, onde teve um dos seus principais momentos. Como locutor, o jovem conseguiu ter muito destaque, chamando a atenção do público, que parava para ouvi-lo.

Osmar fez muito sucesso na rádio, conseguiu se entrosar muito bem aos seus companheiros, fazendo grandes transmissões. O seu sucesso foi se expandindo, com isso, passou a apresentar um programa, junto com seu grupo, de variedades Balancê.

Com o sucesso na rádio, Osmar passou, também, a fazer parte dos programas de televisão. Na década de 80, o narrador teve participações importantes como locutor de comícios da campanha política de 1984 pelas Diretas Já. Por causa disso, Osmar recebeu convite para se candidatar-se a cargos políticos, mas recusou.

Em 1986 fez parte do grupo que narrou a Copa do Mundo daquele ano na Rede Globo, pela televisão. Osmar foi como primeiro locutor, narrando os jogos da Seleção Brasileira, mostrando toda a confiança que a emissora tinha sobre seu trabalho.

Após 11 anos na Rede Globo, Osmar acabou saindo, quando foi trabalhar na Record. Ficou pouco tempo na emissora, pois retornou à Globo. Em 1991, o narrador e apresentador voltou para a Globo, ficando até 1994, quando acabou sofrendo um trágico acidente.

Em 22 de dezembro de 1994, o narrador e apresentador sofreu um acidente rodoviário em uma viagem de Marília para a cidade de Lins. Um caminhão acabou atingindo, após o condutor bêbado perder o controle da direção. Por causa do grave acidente, Osmar teve traumatismo craniano do lado esquerdo, que é responsável pelo controle da fala, o que o impediu de continuar trabalhando.


Muito criativo, Osmar teve alguns bordões que marcaram época, como o famoso "Parou por quê, por que parou?". E suas expressões como: "Um pra lá, dois pra cá, é fogo no boné do guarda", "Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho", "Rosemiro, o namoradinho da Rachel Welch", "No carocinho do abacate" "Vai mais, garotinho", "Vai, garotinho, porque o placar não é seu", em situações de marcação de impedimento soltava "Ele estava curtindo amor em terra estranha" e uma dos bordões de gol mais marcantes do rádio brasileiro, "Tiro-lirolá Tiro-lirolí, e que GOOOOOOOOOOOOL!!!".

Além disso, Osmar foi o criador da expressão “Animal”, que representou o atacante Edmundo, tornando marca registrada do jogador.

Geraldão, um ídolo na história do Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Geraldão é um ídolo histórico do Timão

Geraldo da Silva, renomado ex-atacante conhecido pela alcunha de Geraldão, está celebrando o seu 74º aniversário nesta terça-feira, dia 25 de julho de 2023. No decorrer de sua carreira profissional, o atleta criou um lindo vínculo com o Corinthians entre o fim dos Anos 70 e começo dos Anos 80.

Esta história do avançado no clube Alvinegro do Parque São Jorge foi construída em duas passagens, que aconteceram de 1975 a 1978 e 1979 a 1981. Antes de chegar ao Coringão, surgiu como grande destaque do Botafogo de Ribeirão Preto, atuando junto de ninguém mais ninguém menos do que o Doutor Sócrates, que viria a reeditar a dupla no time paulistano. 

Dá para considerar que tal "reencontro" dos jogadores só aconteceu porque quando Vicente Matheus, presidente do Corinthians na época, contratou o artilheiro, foi muito criticado pela torcida corintiana por trazer o "jogador errado". O fato fez o dirigente adquirir o outro atleta do Pantera, que também veio a ser ídolo do Timão algum tempo depois.

Vestindo a camisa do Time do Povo, se preocupou mais em balançar as redes do que jogar demonstrar habilidade e técnica. Isso acabou o ajudando a colecionar excelentes números nesta sua trajetória pela equipe Alvinegra. Chegou a ser emprestado ao Juventus em 1978, mas no ano seguinte, o atacante retornou o Coringão.

Segundo o portal Meu Timão, o atacante disputou 280 partidas com a camisa do Corinthians. Neste período em que esteve no clube, anotou 91 tentos pelo clube da capital paulista. Conquistou os Campeonatos Paulistas de 1977, sendo o artilheiro do time com 23 gols marcados em toda a campanha e tirando o seu time da fila, e também em 1979.


O artilheiro também coleciona alguns recordes no Timão: ele é o 42º jogador que mais atuou pelo Coringão, o Sexto atacante que mais atuou pelo Coringão, o sexto jogador que mais atuou pelo Time do Povo no século XX, o 23º maior artilheiro da história do Alvinegro Paulistano e o 13º atacante que mais marcou gols pelo Corinthians.

Na sequência de sua carreira, Geraldão teve uma segunda passagem pelo Juventus, e depois chegou a defender o Internacional e o Colorado do Paraná. Encerrou o seu estrelato em 1989.

Emerson Leão e sua passagem pela Seleção Brasileira

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Como goleiro, Leão ficou 16 anos na Seleção Brasileira

Emerson Leão nasceu em Ribeirão Preto, São Paulo, no dia 11 de julho de 1949, e foi um dos grandes goleiros da história do futebol brasileiro. O atleta passou por grandes times, conquistando diversos títulos, e também viveu muitos anos na Seleção Brasileira.

A sua carreira começou em 1967, jogando pelo Comercial, de Ribeirão Preto, mas ficou pouquíssimo tempo por lá. O goleiro teve um grande destaque em sua primeira temporada, chamando a atenção de grandes clubes do futebol paulista.

Em 1968, foi contratado pelo Palmeiras, o grande time alviverde, que tinha um forte domínio do futebol paulista, junto com o Santos de Pelé. No Verdão construiu uma linda história, e depois de dois anos no clube, começou a ser convocado para a Seleção Brasileira.

Em 1970, às véspera da Copa do Mundo, o goleiro começou a ser convocado, e foi levado para fazer parte do grupo na competição. Leão ficou na reserva para Félix, que já tinha uma bagagem maior, mas, aos 20 anos, já era uma grande conquista estar fazendo parte do elenco.

O Brasil conquistou o título da competição, sendo a principal conquista da carreira do jogador, ainda muito jovem. Depois de 1971, Leão passou a ser o titular da posição, mostrando uma grande firmeza no gol Brasileiro. O goleiro ficou até 1979 sendo o dono da posição.

Neste período, ele foi titular da Copa de 1974, mas o Brasil não conseguiu conquistar a competição. A equipe acabou não se encaixando e sofreu um pouco durante a Copa, mas o goleiro teve grandes atuações, mostrando o porque era o dono da posição.

Em 1978, foi novamente o goleiro titular, e fez parte de uma certa ‘reformulação’ da seleção, mas que acabou não dando muito certo, tanto que, acabou não fazendo grandes atuações, e ficou sem o título. Mesmo assim, o goleiro foi muito bem, e permaneceu 457 minutos sem tomar um gol na Copa.

Porém, as coisas mudaram em 1979, quando o jogador acabou perdendo um pouco de espaço. E, por opção técnica de Telê Santana, acabou ficando de fora da Copa do Mundo de 1982. O Brasil acabou indo mal, e, novamente, ficou sem a taça da competição.


Em 1983 retornou para a seleção, porém, já não era mais o dono da posição. O Leão participou da Copa América daquele ano, fazendo boas atuações, que o fizeram ter mais chances novamente. As suas consistentes atuações o levaram para a Copa do Mundo de 1986, mas como reserva de Carlos Roberto Gallo.

Depois da competição, o jogador já estava em fase final de carreira, e decidiu encerrar suas passagens pela Seleção Brasileira. Após deixar os gramados, Leão se tornou técnico, e passou por diversos times.

Em 2000, após a derrota na Copa de 1998, e a ruim passagem de Luxemburgo, Leão foi chamado para o cargo, e foi assumir a Seleção Brasileira. Porém, o ex-goleiro acabou tendo uma péssima passagem, não conseguindo ajudar o Brasil, sendo demitido em 2001.

Luís Pereira, uma lenda no Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Luís Pereira é um dos ídolos da história do Palmeiras

Luís Edmundo Pereira nasceu em Juazeiro, na Bahia, no dia 21 de junho de 1949, e foi um dos maiores zagueiros da história do futebol brasileiro e mundial.O jogador construiu uma belíssima história, e fez parte das duas academias do Palmeiras, sendo considerado o maior zagueiro da história do clube.

A sua carreira começou em 1967, quando estreou no profissional do São Bento, mas antes de se tornar jogador, ele foi torneiro mecânico e ensacador de farinha. Mas a sua carreira deslanchou e começou a fazer muito sucesso, tanto que, após um ano foi contratado pelo Palmeiras.

O zagueiro chegou já na parte final da primeira academia, que foi um dos principais times da história do clube. Mesmo assim, a equipe continuou em uma fase muito vitoriosa, e o jogador conquistou seus primeiros títulos na carreira pelo clube alviverde.

No seu primeiro ano acabou ficando em branco, sem nenhuma conquista, mas nos anos seguintes foi completamente vitorioso. Em 1969, foi campeão Brasileiro, do Torneio Início Paulista e do Troféu Ramón de Carranza.

Além de ser um grande zagueiro defensivamente, tanto que chamava a atenção de todas, também era muito bom nas bolas paradas ofensivas e, por isso, se tornou o zagueiro com mais gols na história do clube.

Depois do ano muito vitorioso, a equipe passou por um momento de irregularidade, que foi o período que acabou a primeira academia. O Palmeiras só voltou a ser campeão em 1972, quando venceu o Campeonato Brasileiro, Campeonato Paulista, Taça dos Invictos e Torneio Laudo Natel.

A equipe voltou a fase boa, tanto que iniciou o processo para a segunda academia do clube. Em 1973, a equipe voltou a conquistar o Campeonato Brasileiro e a Taça dos Invictos. Assim como o time vivia um grande momento, o jogador também acompanhava, tanto que em 1973 começou a ser chamado para a Seleção Brasileira. Em 1974, a equipe voltou a conquistar o Campeonato Paulista e o Troféu Ramón de Carranza.

Em 1975, seu último ano da primeira passagem pelo clube, a equipe venceu o Troféu Ramón de Carranza. Após grandes anos pelo clube alviverde, o jogador foi contratado pelo Atlético de Madrid, em uma época que só os grandes atletas eram contratados pelo futebol europeu.


Depois de alguns anos na Europa, o jogador voltou ao futebol brasileiro, quando veio para atuar no Flamengo. Em 1981, ele retornou ao alviverde para sua última passagem. Já não era mais uma fase vitoriosa mas, mesmo assim, ele ajudou muito o clube dentro de campo com a sua liderança.

O zagueiro era o grande líder dentro e fora de campo, sendo muito respeitado por todos. Mas, infelizmente, não conseguiu conquistar mais títulos com o Palmeiras, e deixou o clube em 1984. Ao todo foram 575 jogos e 36 gols pelo clube paulista, sendo um dos maiores ídolos do clube.

Os anos de Kleber Leite como presidente do Flamengo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Kleber Leite foi Presidente do Flamengo

Neste dia 5 de maio de 2023, o jornalista e ex-radialista carioca Kléber Leite está completando 74 anos de idade nesta sexta-feira. Em 1995, ano do centenário do Flamengo, o comunicador, que hoje é dono de empresa de direitos esportivos, chegou a assumir a presidência do clube carioca, mas se envolveu em algumas polêmica no período de seu mandato, que foi até 1998.

Chegou ao cargo mais alto da instituição rubro-negra após ser eleito já no fim de 1994. Logo no primeiro ano de gestão, o mandatário repatriou Romário para o futebol brasileiro ao desembolsar um total de US$ 4,5 milhões para tirar o Baixinho do Barcelona. Para conseguir trazer o jogador que havia sido o maior destaque da Copa do Mundo e escolhido como o melhor jogador do futebol mundial no ano anterior, contou com aporte financeiro de seis empresas, sendo elas Brahma, Banco Real, Umbro, Barrashopping, TV Bandeirantes e Petrobrás. 

Mesmo com este alto investimento, o Mengo venceu apenas a Taça Guanabara, conhecido também como primeiro turno do campeonato carioca. Fora isso, a equipe da Gávea perdeu duas taças: o Campeonato Carioca para o Fluminense e a Supercopa Libertadores para a equipe do Independiente da Argentina, ambas ainda no seu primeiro ano.

Nas temporadas subsequentes, o clube rubro-negro ganhou o Campeonato Carioca em 1996 e a Copa Ouro no mesmo ano, de maneira invicta. Em 1997, seu penúltimo ano de gestão, o Fla venceu Copa dos Campeões Mundiais. Seu mandato, que durou até o fim de 1998 após ser reeleito em 1996, ficou marcado pela vinda de vários atletas renomados, já que além de Romário, Kléber Leite ainda trouxe como Branco, Edmundo, Bebeto e Zé Roberto. Deixou a Presidência do clube em 98, quando foi substituído por Edmundo dos Santos Silva.

Dos vários capítulos polêmicos de sua gestão, o mais lembrado foi o que envolveu um contrato firmado junto ao Consórcio Plaza, que construiria um de shopping center na sede do clube. Com este acerto, foi antecipado uma quantia de R$ 6 milhões, dinheiro este que foi utilizado para a trazer Edmundo. Entretanto, o Shopping não chegou a sequer ser construído e o consórcio segue tentando reaver toda a quantia na Justiça, pleiteando uma indenização na casa de R$ 36 milhões contra o Flamengo até os dias atuais.


Segundo o próprio Kleber Leite, a responsabilidade desta dívida é do Consórcio Plaza, porque logo depois de tudo ter sido aprovado pela Câmara dos Vereadores e pelo Governador Anthony Garotinho, José Isac Perez, presidente do Grupo Multiplan na época, se glorificou junto do governador, num animado coquetel, e ter subornado a Câmara para que a tal construção do shopping fosse enfim aceita. 

Logo em seguida, Anthony Garotinho cancelou o que havia sancionado e acabou com qualquer possibilidade do shopping ser construído. Também de acordo com o blog do mesmo dirigente, todos os mandatários seguinte do clube teriam que ter feito algo com relação ao Consórcio, mas como nenhuma providência foi tomada desde então e o Consórcio entrou com o tal pedido de indenização.

Estádio Moisés Lucarelli - 74 anos de muitas histórias

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Moisés Lucarelli em sua fase de construção

Um dos estádios mais tradicionais do futebol brasileiro completa 74 anos. O Estádio Moisés Lucarelli, mais conhecido como Majestoso, teve sua construção concluída no dia 12 de setembro de 1948 e fica localizado em Campinas, São Paulo. O proprietário é a Ponte Preta, que teve seus maiores momentos de felicidade e tristeza no mesmo local.

Tudo começou quando Moysés Lucarelli teve a grande ideia de projetar o estádio, o rapaz era um dos sócios do clube e chegou a ser presidente do clube, e planejou tudo. Porém, não tinham dinheiro para a construção mas, mesmo assim, ele não parou até conseguir gerar fundos.

Ele uniu toda a cidade em busca de fundos e de ajuda na mão de obra para a construção do tão sonhado estádio da Ponte. Aos poucos os próprios torcedores foram colocando o sonho do clube em pé, demorou um pouco, mas mesmo assim ninguém desistiu.

Tudo caminhou muito bem na construção e foi dando muito certo ao longo da construção. O planejamento foi muito bem feito por Moysés, ele deu sua vida para ajudar o clube que amava e graças a ele tudo foi feito.

Porém, tem uma coisa que não estava nos planos do rapaz, o nome do estádio. Ele não concordou com a ideia do nome ser em homenagem a ele, mas Lucarelli fez uma viagem para a Argentina e a diretoria do clube acabou resolvendo fazer a homenagem sem ele saber.

Quando voltou de viagem já não podia fazer mais nada, a homenagem já estava feita. Entretanto tem uma coisa errada, acabaram errando o nome dele é trocaram o Y por I, mas mesmo assim a homenagem foi bonita.

O estádio ficou conhecido na época como Majestoso, pois naquele momento era o terceiro maior estádio nacional, perdendo apenas para o Pacaembu e São Januário. Moisés Lucarelli tinha capacidade máxima de 35 mil espectadores, mas com as novas leis teve que ser alterado. Hoje o estádio tem capacidade para pouco mais de 19 mil pessoas.


O jogo de estreia foi no dia 12 de setembro de 1948 e infelizmente para os torcedores da Ponte não foi uma boa inauguração. A partida foi contra o XV de Piracicaba e o time visitante não teve pena alguma e foi em busca do resultado. O jogo terminou 3 a 0 para a equipe visitante e o primeiro gol da história do estádio foi feito por Sato.

A partida com maior público do estádio, que teve mais de 37 mil pessoas, foi superior a sua capacidade máxima, aconteceu em uma partida contra o São Paulo no dia 1 de fevereiro de 1978 e a partida terminou 3 a 1 para o tricolor.

Luto! Morre Miranda, ex-lateral revelado pelo Guarani e que fez sucesso em grandes times

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Miranda quando defendeu o Fluminense

Faleceu nesta segunda-feira, em Presidente Prudente, o ex-lateral Miranda, que jogou em grandes times nos anos 1970. Miranda tinha 74 anos e havia sofrido um AVC recentemente. Ele era irmão de Miranda, também lateral, que foi campeão brasileiro pelo Guarani em 1978 e residente hoje na Região Metropolitana de Belo Horizonte-MG.

Nascido em São Paulo no dia oito de setembro de 1947, Deoclécio Manoel de Miranda foi descoberto pelo Guarani jogando na Santacruzense no final dos anos 1960. Depois de um empréstimo de sucesso no Paulista de Jundiaí, onde conquistou o acesso em 1968, Miranda firmou-se como titular da lateral direita bugrina.

O sucesso no Guarani fez o Corinthians contratá-lo em 1969 onde teve dificuldades em ser titular em razão de Zé Mária ser o dono da posição. Ainda assim, fez cerca de 150 jogos como titular da equipe corintiana. Depois, foi negociado com o Botafogo-RJ em 1973, onde foi titular e participou de grandes formações da equipe carioca jogando com craques como Jairzinho e Paulo César Caju.

Na fase do “troca-troca” envolvendo jogadores cariocas, Miranda foi para o Fluminense, fazendo parte da “máquina tricolor” a partir de 1977. No final de carreira, já atuando na zaga, Miranda ainda jogou no CSA-AL e no Bragantino, disputando a Divisão Intermediária de 1984 e encerrando a carreira.


Após encerrar suas atividades como jogador, Miranda ficou morando entre São Paulo e Presidente Prudente, onde fechou a trabalhar em escolinhas de futebol da Prefeitura e tinha comércios. O ex-jogador está sendo velado na Casa de Velório Athia, e será sepultado no Cemitério São João Batista, ambos em Presidente Prudente.

Atílio Ancheta - O zagueiro uruguaio ídolo do Grêmio

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Ancheta ficou nove anos no Grêmio

O uruguaio Atílio Ancheta, que completa 74 anos hoje, fui um dos grandes jogadores do seu país entre as décadas de 60 e 70. Parte da sua bela história foi no Grêmio, onde foi um marcante jogador do Imortal Tricolor entre 1971 e 1980.

Antes de pisar em território brasileiro, Ancheta vestiu a camisa do Nacional do Uruguai, onde ganhou diversos títulos, incluindo 3 títulos do Campeonato Uruguaio, 1 Copa Libertadores e 1 Mundial Interclubes. O zagueiro foi destaque no clube de Montevidéu, o que o levou para a seleção uruguaia na Copa do Mundo de 1970, sendo eleito um dos melhores em sua posição no campeonato mais importante da modalidade.

Após a Copa do Mundo de 1970, Ancheta foi representar a camisa tricolor, numa troca envolvendo Chamaco Rodríguez, no ano de 1971. O uruguaio, chegando no Olímpico com responsabilidade, já que sua seleção fez boa campanha no Mundial, e logo assumiu a titularidade na defesa.

Atílio Ancheta entrou em campo pelo Grêmio em 428 partidas, marcando 26 gols em sua grande passagem, se tornando um dos grandes ídolos da história do clube. Ficou do ano de 1971 até 1980, conquistando o tricampeonato gaúcho, nos anos de 1977, 1979 e 1980.

Sua passagem pelo Imortal foi marcante e, após sair do tricolor gaúcho, foi para o Milionários da Colômbia, onde não obteve o mesmo sucesso. Ficou somente um ano e voltou para o Nacional do Uruguai, onde se aposentou.


Depois de pendurar as chuteiras, Ancheta foi treinador, mas sem muito sucesso. Em 2022, causou uma surpresa em todos: o uruguaio foi um dos participantes do The Voice Brasil, mostrando em rede nacional que, além da habilidade com os pés, ele também sabe trabalhar como cantor.

Morre Da Costa, um dos maiores ídolos da história do Ceará e ex-Vasco e Botafogo

Com informações da Agência Futebol Interior e O Povo
Foto: arquivo

Da Costa foi um dos grandes da história do Ceará

O Ceará perdeu neste sábado um de seus mais marcantes jogadores. Morreu Da Costa, para muitos o maior ponta esquerda da história do clube. Da Costa tinha 74 anos e faleceu na capital cearense vitimado por problemas cardiopulmonares.

Nascido no Rio de Janeiro em 17 de agosto de 1947 e batizado João Rodrigues da Costa, o ex-ponta começou jogando no Botafogo e Vasco, mas não teve espaço para ser titular. Negociado com o Paysandu-PA, passou a destacar-se junto com seu irmão, o ex-atacante Jorge Costa.

Sucesso no Vozão - Da Costa chegou ao Ceará em 1971, ficando até 1978, conquistando cinco títulos estaduais, atuando em 330 partidas e marcando 96 gols. No período em que esteve no Ceará, chegou a ser emprestado à Portuguesa, em 1973, mas Da Costa não se adaptou ao futebol paulista.

Pelo Vozão, marcou 96 gols, um deles na vitória por 2 a 1 sobre o Santos no jogo 1.000 de Pelé. Depois do Ceará, Da Costa ainda teve uma passagem pelo rival Fortaleza, Porto de Portugal, encerrando a carreira no modesto Baraúnas-RN, em 1980.


Ao encerrar a carreira, optou em continuar residindo em Fortaleza, onde era funcionário público e onde será sepultado neste domingo. Em nota oficial, o Ceará decretou luto oficial de três dias e terá a bandeira oficial hasteada a meio mastro neste período no centro de treinamento de Porangabuçu.

Os 74 anos do Derby Rio-pretense

Com informações da FPF
Foto: Sidnei Costa / Agência BOM DIA

Em 2012, os times se enfrentaram na Série A2

Marcado por rivalidade local, o primeiro Dérbi entre Rio Preto e América completa 74 anos. O Dérbi Rio-pretense, como é conhecido, aconteceu pela primeira vez em 14 de abril de 1946, com vitória americana por 2 a 0.

O primeiro encontro entre os clubes aconteceu no dia 14 de abril de 1946, no estádio Cel. Victor Brito Bastos, antigo campo do Rio Preto. O local tinha esse nome em homenagem ao responsável pela doação do terreno para a construção do campo.

Ao longo da história, os clubes se encontraram em 67 oportunidades e a vantagem é para o lado americano. Ao todo, o lado vermelho da cidade leva vantagem sobre o adversário com 34 vitórias, contra 14 vitórias do Rio Preto, além de 19 empates.

E a maior goleada do confronto também pertence ao América. Em 7 de junho de 1950, os americanos venceram os rio-pretenses por 6 a 0, no estádio Mário Alves Mendonça, que era construído onde hoje fica um supermercado. Nos anos 90, em outro local, foi construído o estádio Benedito Teixeira.

As equipes não se enfrentam desde o dia 16 de fevereiro de 2014, em partida válida pela quinta rodada do Paulistão da Série A3. Na oportunidade, o Rio Preto venceu o rival, por 3 a 2, no estádio Anísio Haddad, campo alviverde.

Fundações - O centenário Rio Preto foi fundado em 21 de abril de 1919, por um grupo de jovens: Atílio Onibeni, Francisco de Almeida Viegas (Pacheco), Gabriel Camarero, Francisco Laurito, José Bueno (Juca Bueno), João Jorge (João da Pinta), Francisco Fusco e José Zanirato, o Bepe.

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O primeiro jogo do clube aconteceu contra o Clube Atlético Imperial, da cidade de Taquaritinga. A equipe do Rio Preto contou com jogadores oriundos de São José do Rio Preto: Zé Capoeira, Paschoal Gignardi, Zeca, Maria, Tango, Borocha, Campineiro, Marcondes, Luiz dos Santos, Pacheco e Orlando da Valle. Depois da primeira apresentação, mesmo tendo sido derrotado, os convites para exibições não paravam de chegar. O primeiro gol do Rio Preto Esporte Clube foi anotado por Francisco de Almeida Viegas, mais conhecido por Pacheco.

Já o América foi fundado somente em 28 de janeiro de 1946, até por isso, o primeiro encontro entre os clubes aconteceu somente neste ano. O primeiro jogo de sua história foi contra a Ferroviária, no dia 17 de março de 1946, no estádio Giocondo Zancaner, em Mirassol. A partida terminou com o placar de 3 a 1 para o América. Os gols foram marcados por Quirino, Fordinho e Dema, e Sacarrolha descontou para a equipe de Araraquara.
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