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Federação Paranaense aponta "tentativa de falsificação" em exames de Covid-19 do Cascavel CR

Com informações do Globo Esporte.com
Foto: Albari Rosa/Foto Digital/UmDois Esportes/Gazeta do Povo

Segundo a FPF, o Cascavel CR teria falsificado exames de quatro atletas

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) vetou quatros jogadores do Cascavel Clube Recreativo antes da partida contra o Athletico, na quinta-feira, na Arena da Baixada, pelo Campeonato Paranaense, que terminou 3 a 1 para o Furacão. A Federação alega que os exames para Covid-19 foram falsificados. O clube diz que eles sentiram febre.

Lapa, Castro e Gabriel Oliveira estavam na escalação divulgada pelo Cascavel CR, mas foram substituídos por Pedra, Eder Wilson e Vanderlan. Enzzo, outro vetado, não teve seu nome na relação apresentada. O Cascavel CR até saiu na frente, mas perdeu por 3 a 1 e caiu para a lanterna.

Após a partida, a FPF divulgou uma nota oficial que afirma ser "tentativa de falsificação de exames RT-PCR para a detecção da COVID-19, apresentados para a referida partida".

No texto, a entidade disse que o laboratório responsável confirmou que os atletas não realizaram os testes nas datas em questão. A Federação ainda confirma que todos serão denunciados ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR) "para consequente apuração, oportunização do contraditório e ampla defesa, e, se for o caso, aplicação das penalidades cabíveis".

Confira a nota oficial:
A Federação Paranaense de Futebol vem, através da presente, esclarecer os fatos ocorridos na partida entre Club Athletico Paranaense e Cascavel Clube Recreativo realizada na tarde de hoje (22/04/2021), no Estádio Joaquim Américo Guimarães, válida pela 4ª rodada do Campeonato Paranaense de Futebol Profissional da Primeira Divisão – Temporada 2021, mais especificamente com relação ao afastamento de atletas antes do início da partida.

O clube - o presidente do Cascavel CR, Tony Almeida, disse que vai averiguar o que aconteceu para então tomar alguma atitude. "É uma situação que nos pegou de surpresa aqui. Nós precisamos ver bem, apurar os fatos, esperar ver como o Tribunal vai vir. [E o papel da Federação fazer nota, e esclarecer, e nós também vamos tentar esclarecer o que está acontecendo. A gente vai ter que batalhar aí, ver o que aconteceu e o que não aconteceu, que tipo de punição teremos, ver o que realmente houve, para que a gente possa se posicionar e enfrentar isso aí. É mais uma pra gente enfrentar. Já enfrentamos tantas. E você sabe, eu estive intubado, hospitalizado, não estava muito sabendo o que estava acontecendo até porque estou indo pouco lá [no clube]. Mas vamos tomar conhecimento a partir de amanhã sobre como está e temos que resolver. Vou chamar para mim essa situação. Continuamos lá embaixo na tabela, lutando contra o rebaixamento, mas ainda não entregamos os betes ainda", afirmou, em entrevista ao site Um Dois Esportes.

Treinador pede demissão - Após a polêmica, o técnico Luis Carlos Cruz e o preparador físico Rogério Trentin pediram desligamento da equipe. A equipe da Serpente Tricolor retorna para Cascavel, onde a diretoria deverá tomar as medidas cabíveis para arrumar as peças necessárias para dar sequência na competição.

Mesquita e dirigentes do clube são condenados por falsificar testes de Covid-19

Com informações do UOL Esporte
Foto: Úrsula Nery / FFERJ

Mesquita durante a B2 Carioca de 2020

O Mesquita Futebol Clube foi condenado pela 7ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) por ter falsificado duas vezes laudos de exames de Covid-19. Além da agremiação, que disputou a Série B2 do Campeonato Carioca em 2020, responderam o processo o ex-presidente Cleber Louzada, o atual Ângelo Benachio e o gestor Antônio Carlos Dias de Souza. Responsabilizado pelas falsificações, o último recebeu multa de 30 mil reais e foi suspenso por 1440 dias.

O caso teve início em fevereiro, quando o Mesquita foi denunciado pelo próprio presidente Ângelo Benachio. Após investigação da Procuradoria do TJD-RJ, o clube e os dirigentes foram citados no artigo 234 (falsificação de documentos) e 258 (conduta antiética desportiva).

No julgamento realizado por videoconferência, o diretor técnico do laboratório de análises clínicas Unigranrio, José Roberto Lannes Abib, confirmou que dois laudos enviados pelo presidente do Barcelona-RJ, Antônio Augusto Gonçalves Vieira, foram conferidos e verificados como falsificados.

"Perguntado pelo procurador, se este reconhecia os exames realizados no dia 29/12/20 e 07/01/21, respondeu o senhor José Roberto que não reconhecia. Perguntado ainda pelo procurador se reconhecia os padrões gráficos de imagens e textos nos exames apresentados a ele, respondeu que não e por fim ratificou o depoimento prestado na fase de inquérito", diz documento publicado pelo TJD-RJ sobre o julgamento.

Antônio Vieira disse que foi procurado por Benachio, que o enviou dois exames e pediu para que fossem conferidos. "Perguntado pelo relator se o telefonema que ele havia recebido do presidente do Mesquita era sobre a desconfiança de exames falsos, o depoente respondeu que sim e que a preocupação era porque os documentos chegavam impressos via e-mail e quando foi folhear achou estranho e por isso pediu auxílio do depoente", diz o relatório do processo.


Após depoimento de Antônio Vieira, como testemunha de defesa, e de Cleber Louzada, ex-presidente do Mesquita, o TJD-RJ responsabilizou o gestor Antônio Carlos de Dias Souza como principal culpado. O dirigente, que sequer enviou defesa, foi multado em 30 mil reais e recebeu 1440 dias de suspensão. Já Louzada e Benachio foram condenados a 120 dias de suspensão e o clube recebeu uma multa de cinco mil reais. Além disso, partes do processo serão encaminhadas para o Ministério Público do Rio de Janeiro. Os dirigentes ainda podem recorrer da pena em duas instâncias.

Segundo investigação, médico falsificou a assinatura de Maradona para obter histórico clínico

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Leopoldo Luque e Maradona

Em meio à investigação da causa da morte de Diego Maradona, a Procuradoria da Argentina confirmou nesta sexta-feira que o médico pessoal dele, Leopoldo Luque, falsificou a assinatura do craque argentino para obter seu histórico clínico, após análise caligráfico da assessoria pericial. As autoridades apuram a possibilidade de homicídio culposo.

O documento analisado foi um pedido de histórico clínico do dia 1 de setembro de 2020, endereçado à Clínica Olivos, de Buenos Aires. Os investigadores encontraram essa folha e outras duas com rascunhos semelhantes à assinatura de Maradona durante uma busca na casa de Leopoldo Luque. Os promotores de San Isidro, responsáveis pela investigação, já estão com o resultado da perícia caligráfica em mãos.

Na Argentina, o histórico clínico de uma pessoa só pode ser entregue ao paciente ou com uma autorização do mesmo.

Essa falsificação de assinatura de Diego Maradona acrescenta outro elemento ao contexto de irregularidades que se suspeita ter existido nos cuidados com a saúde do falecido craque. Há a possibilidade também disso impactar a disputa pela herança dele, já que se poderia colocar em dúvida outros papéis já assinados pelo ex-jogador.

O histórico clínico é parte fundamental nas investigações e será revisado a partir do fim deste mês, segundo o “Clarín”. Os investigadores ainda não recolheram todo o material sobre o passado médico do argentino. Mas já coletaram, por exemplo, o celular da psiquiatra Agustina Cosachov, outra responsável pelos cuidados de Maradona.


Diego Armando Maradona morreu no dia 25 de novembro do ano passado, duas semanas depois de ser submetido a uma cirurgia na Clínica Olivos para a retirada de um hematoma no cérebro. A autópsia determinou que ele faleceu como consequência de um "edema agudo no pulmão secundário a insuficiência cardíaca crônica exacerbada" e descobriu "cardiomiopatia dilatada" em seu coração.

As investigações giram em torno de três pontos principais: se houve negligência médica, logo, um eventual "homicídio culposo"; quem foi responsável por esse possível delito; e se a morte de Maradona poderia ter sido evitada.

O Curioso do Futebol

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