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As campanhas do Santos como mandante no Brasileirão de pontos corridos

Por Lucas Paes
Foto: Ivan Storti/Santos FC

O Santos fez uma campanha histórica em casa no Brasileirão de 2015

O perfil do Brasileirão no Twitter divulgou recentemente que o Santos é o clube com melhor desempenho como mandante no Brasileirão na era dos pontos corridos. O Peixe tem aproveitamento de 67,3% como mandante. A estatística conta desde duelos na Vila Belmiro, fortaleza santista para a conquista de vitórias até jogos disputados fora de Santos, como duelos que o Alvinegro Praiano já mandou em Cuiabá e Brasília e, claro, os duelos no Pacaembu. Neste texto vamos fazer um raio-x das campanhas do Santos em casa no Brasileirão, lembrando a melhor para a pior.

O time preto e branco do litoral paulista já fez várias campanhas ótimas em casa, mas a melhor temporada alvinegra em casa foi no ano de 2015. Naquele ano, em que o clube teve o comando de Marcelo Fernandes e Dorival Júnior. Sob o comando de Dorival, os santistas quase chegaram a Libertadores e fizeram excelente campanha na Copa do Brasil, onde foram vice-campeões para o Palmeiras. No Brasileirão, foram 15 vitórias, 3 empates e apenas uma derrota, por 3 a 1 para o Grêmio. Foram 48 pontos com incríveis 47 gols feitos e apenas 15 sofridos. Apesar da campanha excelente, a vaga na Libertadores não veio, já que o desempenho fora de casa foi péssimo.


Outro ano incrível aconteceu em 2016. Comandado por Dorival Júnior também, os santistas venceram 15 jogos, empataram dois e perderam dois, fazendo 47 pontos. O ataque foi um pouco mais econômico que no ano de 2015, fazendo 36 gols e a defesa sofreu apenas 11. O alvinegro terminou aquela competição como vice-campeão. Curiosamente, sob o comando de Luxemburgo, em 2006, os santistas fizeram campanha de porcentagem igual, com aproximadamente 82% dos pontos conquistados. Foram 47 pontos, 15 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, com 47 pontos marcados, 35 gols marcados e 12 sofridos.

Foi o time de Luxemburgo que fez outro aproveitamento acima da casa dos 80%, mas em 2004. Quando o Santos foi campeão do Brasileirão naquele ano, o Alvinegro Praiano venceu 18 vezes, empatou duas e perdeu apenas três no ano em que levou o Brasileirão pela última vez, marcando 66 gols e tomando 33. Naquele ano, os santistas passaram a marca de 100 gols no campeonato, sendo os 102 o recorde da competição até os dias de hoje, marcados, é importante frisar, em 46 rodadas.


O time que fez a campanha que veio na "sequência" entre as melhores foi recente. No ano passado, sob o comando de Jorge Sampaoli, os santistas foram novamente vice-campeões brasileiros. Na consistente campanha, veio apenas um revés em casa, para o Grêmio, por sonoros 3 a 0, foram além disso 14 vitórias e 4 empates, totalizando 46 pontos, com 44 gols marcados e 15 sofridos. Contando com uma consistente campanha também longe de seus domínios, o Peixe chegou na segunda colocação do campeonato. 

Outros dois vices campeonatos do alvinegro praiano vieram na sequência das melhores campanhas como mandante. Em 2003, quando os "Meninos da Vila" não foram capaz de acompanhar o Cruzeiro na briga pelo título Brasileiro, o aproveitamento foi de quase 74%, com 15 vitórias, seis empates e apenas duas derrotas. Foram 55 gols marcados e 29 sofridos. Em 2007, quando Luxemburgo levou os santistas à outro vice, foram 11 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, totalizando 40 pontos, um aproveitamento de aproximadamente 70%. Foram 36 gols feitos e 16 sofridos.


A maiorias das outras campanhas do Peixe foram medianas na competição, porém, em casa o Alvinegro da Vila Belmiro sempre "se garantiu." Em 2013, comandado por Claudinei Oliveira, os santistas quase chegaram a Libertadores. Em casa, naquele ano, os alvinegros conquistaram quase 65% dos pontos. Foram 10 vitórias, sete empates e duas derrotas, com 28 gols marcados e 13 sofridos. Em 2010 e 2011, Neymar e seus companheiros fizeram campanhas absolutamente iguais, com 10 vitórias, cinco empates e quatro derrotas, num aproveitamento de aproximadamente 61%. 

Curiosamente, no ano em que o Peixe ficou na pior colocação de sua história no Brasileirão, ele teve uma trajetória mediana jogando em casa. Em 2008, foram nove vitórias, seis empates e quatro derrotas, totalizando 33 pontos. A pior goleada sofrida na Vila Belmiro nos pontos corridos foi naquele torneio, com os 4 a 0 sofridos para o Goiás. Curiosamente, exatos dez anos depois, os números foram exatamente os mesmos, totalizando em ambos os casos quase 58% de aproveitamento. No centenário alvinegro, em 2012, a porcentagem foi a mesma, mas foram 8 vitórias, 9 empates e apenas duas derrotas.


Abaixo desses números, chegam as três piores campanhas do time de Vila Belmiro nesses 17 anos de pontos corridos. Em 2014, foram 10 vitórias, três empates e seis derrotas, com uma porcentagem de aproximadamente 52% dos pontos. Naquele ano, o ataque santista teve os piores números jogando em seus domínios, com 25 gols, empatado com o ano de 2017, quando curiosamente o saldo de gols foi o mesmo, já que em ambos os campeonatos foram 12 gols sofridos. Na sequência, foram aproximadamente 51% dos pontos conquistados em 2005, com nove vitórias, sete empates e cinco derrotas, 31 gols feitos e 24 sofridos. Naquela instável trajetória, os santistas também sofreram uma goleada por 4 a 0, para o Inter, mas em São Caetano do Sul, com portões fechados.

A pior campanha do Santos jogando em seus domínios no Brasileirão veio em 2009. Num ano o Peixe também sofreu bastante, mesmo tendo momentos bons e chegando a sonhar com a vaga na Libertadores. Marcando apenas 29 pontos, com um aproveitamento de praticamente apenas metade dos que foram disputados. No total, oito vitórias, seis empates e cinco derrotas, com 35 gols marcados e 25 gols sofridos. Naquela temporada, aconteceram derrotas para Atlético Mineiro, Palmeiras, Cruzeiro e inclusive a primeira na Vila Belmiro para o Flamengo. Com 49 pontos, os santistas ficaram apenas quatro pontos acima do Z4.

São Paulo FC atinge marca de 1.000 vitórias no Morumbi

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC

Alexandre Pato comemora o seu gol na milésima vitória do São Paulo no Morumbi

No final da tarde deste sábado, dia 10, o São Paulo venceu o Santos, de virada, por 3 a 2, no Morumbi e, com o resultado, o Tricolor alcançou uma marca histórica: o clube completou mil vitórias no estádio são-paulino.

Desde a sua inauguração, em 1960, o São Paulo nunca conseguiu passar uma temporada inteira sem perder no Morumbi. Vale lembrar que ainda na década de 60, onde o estádio era utilizado ainda com partes em construção, o Tricolor dividia os mandos dos jogos com o Pacaembu. A partir da década de 70 é que o Clube da Paz foi de vez para o "maior estádio particular do mundo".

Inaugurado, ainda não finalizado, em 1960, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo recebeu, até hoje, 1709 jogos do São Paulo Futebol Clube desde então. E a campanha do time, como não poderia ser diferente, é muito positiva. São 1000 vitórias, 430 empates e 279 derrotas. Ou seja, 66,9% de aproveitamento de pontos. O Tricolor marcou 3178 gols e sofreu 1511. Saldo positivo 1667 gols.

O ano em que o São Paulo conquistou mais vitórias foi o de 1980: 30 em 43 jogos. Em seguida, vieram 1993 e 1994, quando o Tricolor venceu 28 vezes cada, sendo que fez 39 e 47 partidas respectivamente. Aliás, foi em 1994 a temporada onde a equipe mais atuou no Morumbi.


Em questão de aproveitamento, o melhor ano do São Paulo no Morumbi foi 2008, a temporada do tri brasileiro, onde o time fez 82,41% dos pontos jogados em casa, com 27 vitórias, oito empates e uma derrota. Em seguida, vem 2012, com 80, 56%, 1991, com 78,57%, e 1992, 1993 e 2004, com 77,78%. Já o pior ano do Tricolor em sua casa foi em 1973, onde teve um aproveitamento de 50%.

O São Paulo FC disponibilizou um e-book com a lista de todas as vitórias do Tricolor em seu estádio. Você pode conferir aqui.

Os números da Segundona Paulista de 2018

Com informações do site oficial da FPF

O Primavera conquistou o título vencendo o Comercial na final (foto: Weber Sian / A Cidade)

A Segunda Divisão do Campeonato Paulista terminou no último sábado (29) com o título do Primavera. Além da equipe de Indaiatuba, o Comercial também conquistou o acesso. Disputada por 40 equipes, o torneio teve 345* jogos no total, com média de gols de 2,33 por partida após as redes balançarem por 804 vezes.

Campeão, o Primavera também se destacou no fair-play. A equipe teve a menor média de cartões amarelos do torneio (1,50 por jogo). O tricolor também soube usar o fator casa e terminou como mandante como melhor aproveitamento.

Líder das principais estatísticas nas primeiras fases, o Comercial viu o desempenho cair na reta final, mas conseguiu chegar ao acesso e terminar com o melhor ataque do torneio, com 55 gols marcados e média de 1,83 por partida. Também teve o artilheiro da competição, Gleyson, que marcou 18 gols.

Confira os números da Segunda Divisão 2018:

Jogos: 358
Vitória dos Mandantes: 159 (44,4%)
Vitória dos Visitantes: 109 (30,4%)
Empates: 49 (13,6%)
Placar mais recorrente: 1x0 (45 vezes)
Maior goleada: Atlético Mogi 0x7 Joseense

Gols*: 804 (média 2,33)
Gols de mandantes: 453
Gols de visitantes: 351
Gols no primeiro tempo: 362
Gols no segundo tempo: 442

Melhor ataque: Comercial – 1,83 (55GM / 30J)
Melhor defesa: Primavera – 0,57 (17GS / 30J)

Melhor aproveitamento: Primavera – 65,5% (59pts / 30J)
Melhor mandante: Elosport – 85,7% (18pts / 7J)
Melhor visitante: Guarulhos – 70% (21pts/ 10J)
Maior sequência de vitórias: Talentos 10 (6 vitórias)
Maior sequência invicta: Comercial (20 jogos)
Maior sequência sem sofrer gols: Vocem (6 jogos)

Cartões Amarelos: 1615 (4,68 por jogo)
Equipe com menor média de cartões amarelos: Primavera – 1,50 por jogo (42CA / 28J*)
Cartões Vermelhos: 132 (0,38 por jogo)
Equipes com menos cartões vermelhos: Jabaquara, Independente e Guarujá - 0
Faltas: 10179 (29,5 por jogo)

Equipe que mais utilizou atletas: América – 35 atletas
Equipe que menos utilizou atletas: Amparo – 25 atletas
Equipe mais jovem: Amparo – média de 19,20 anos
Equipe mais experiente: Francana – média de 22,20 anos

Artilheiro: Gleyson (Comercial) – 18 gols
Mais gols em um jogo: Felipe Lobo (Joseense) – 4 (x Atlético Mogi)
Goleiro menos vazado**: Igor (Independente) – 0,50 gols sofridos por jogo (4GS / 8J)
Atleta que mais atuou (por minutos): Gleison (Comercial) – 2599 minutos
Reservas mais utilizados: Leonardo (Francana) e José Welinton (Comercial) - 14 jogos

*não contabilizados os jogos ganhos por W.O.
**apenas goleiros que jogaram em 40% dos jogos de suas equipes

Em confronto equilibrado, Santos leva vantagem contra argentinos na Libertadores

Com informações de Raoni David (FPF)

O primeiro argentino que o Santos 'encarou' na Libertadores foi o Boca Juniors, na final de 1963
(foto: reprodução Pelé Eterno)

Rival das oitavas de final da Copa Libertadores da América, o Santos reencontra nesta terça-feira (21), às 21h45, na Argentina, o Independiente, após 54 anos na competição continental. Contra o maior campeão da história do torneio, o retrospecto não é positivo, ao contrário do confronto entre santistas e argentinos, em que o time brasileiro leva vantagem. Curiosamente, jamais houve empate nestes encontros.

O Santos teve argentinos pela frente em seis edições da Libertadores, inclusive neste ano, quando venceu os dois jogos contra o Estudiantes, pela fase de grupos. Antes, enfrentou o Boca Juniors em duas ocasiões, o Gimnasia y Esgrima, Vélez Sarsfield e o Independiente, em 1964. Curiosamente, jamais houve um empate entre o Santos e equipes argentinas no torneio. No total são 12 jogos com sete vitórias brasileiras, contra cinco derrotas.

Destaca-se como artilheiro dos confrontos com os argentinos o histórico camisa 9 Coutinho, que marcou três gols, todos contra o Boca Juniors nos dois jogos que decidiram o título da edição de 1963. Com dois gols marcados nos confrontos com o Gimnasia y Esgrima em 2007, o atacante Marcos Aurélio e o meia Zé Roberto, aparecem na sequência.

Na Argentina, local do jogo desta terça, são seis jogos com total equilíbrio: três vitórias (contra Boca Juniors, Gimnasia y Esgrima e Estudiantes) e três derrotas (contra Independiente, Boca Juniors e Vélez Sarsfield).

Confira o resumo da campanha do Santos contra argentinos:

12 Jogos
7 Vitórias
0 Empates
5 Derrotas
18 Gols Pró
15 Gols Contra
3 Saldo de Gols

Confira os jogos do Santos contra argentinos na Libertadores:

1963
Campeão: Santos
04/09/1963: Santos 3x2 Boca Juniors (Coutinho (2x) e Lima; Sanfillipo (2x))
11/09/1963: Boca Juniors 1x2 Santos (Sanfillipo; Coutinho e Pelé)

1964
Campeão: Independiente (ARG)
Santos: Eliminado na semifinal pelo Independiente
15/07/1964: Santos 2x3 Independiente (Pepe e Peixinho; Mário Rodriguez, Bernau e Luis Suares)
22/07/1964: Independiente 2x1 Santos (Mori e Mário Rodriguez; Toninho Guerreiro)

2003
Campeão: Boca Juniors (ARG)
Santos: Vice-campeão
25/06/2003: Boca Juniors 2x0 Santos (Marcelo Delgado (2x))
02/07/2003: Santos 1x3 Boca Juniors (Alex; Tévez, Marcelo Delgado e Schiavi)

2007
Campeão: Boca Juniors (ARG)
Santos: Eliminado na semifinal pelo Grêmio
14/03/2007: Santos 3x0 Gimnasia y Esgrima (Marcos Aurélio, Cléber Santana e Zé Roberto)
22/03/2007: Gimnasia y Esgrima 1x2 Santos (Leal; Marcos Aurélio e Zé Roberto)

2012
Campeão: Corinthians (BRA)
Santos: Eliminado na semifinal pelo Corinthians
17/05/2012: Vélez Sarsfield 1x0 Santos (Óbolo)
24/05/2012: Santos 1x0 Vélez Sarsfield - 4x2 nos pênaltis (Alan Kardec)

2018
05/04/2018: Estudiantes 0x1 Santos (Arthur Gomes)
24/04/2018: Santos 2x0 Estudiantes (Gabriel e Lucas Veríssimo)

Artilheiros dos confrontos

3 gols
Coutinho

2 gols
Marcos Aurélio e Zé Roberto

1 gol
Alan Kardec, Alex, Arthur Gomes, Cléber Santana, Gabriel, Lima, Lucas Veríssimo, Peixinho, Pelé, Pepe e Toninho Guerreiro

Balanço da Copa do Mundo Rússia 2018


E chegou ao fim neste domingo, dia 5, a Copa do Mundo Rússia 2018, um momento que todo grande fã de futebol não gosta que chegue a cada quatro anos. Depois de 64 jogos, feito por 32 seleções, a França conquistou o segundo título de sua história, vencendo a Croácia na grande final pelo placar de 4 a 2. Confira o balanço do Mundial:

Campeã: França
Melhor ataque: Bélgica - 16 gols marcados
Piores ataques: Arábia Saudita, Egito, Irã, Marrocos, Peru, Austrália,
Islândia, Sérvia, Costa Rica, Alemanha, Panamá e Polônia - 2 gols marcados cada
Melhores defesas: Brasil e Uruguai - 3 gols sofridos em 5 jogos
Pior defesa: Panamá - 11 gols sofridos
Time que mais finalizou: Croácia - 117 finalizações
Time que tomou mais cartões: Croácia - 15 cartões amarelos
Time com maior média de idade: Costa Rica - 29,3 anos

Número de gols: 169
Número de cartões amarelos: 219
Número de cartões vermelhos: 4
Jogos com mais gols: 7 (Bélgica 5 x 2 Tunísia, Inglaterra 6 x 1 Panamá e França 4 x 3 Argentina)
Jogo com menos gol: 0 (França 0 x 0 Dinamarca)

Melhor jogador: Luka Modric (Croácia)
Revelação: Kylian Mbappé (França)
Artilheiro: Harry Kane (Inglaterra) - 6 gols
Melhor goleiro: Thibaut Courtois (Bélgica)
Mais finalizações: Neymar (Brasil) - 27
Maior distância percorrida: Ivan Perisic - 72 km
Maior número de passes completados: Sergio Ramos (Espanha) - 485
Defesas de goleiro: Thibaut Courtois - 27

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