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Mandando o jogo em Londrina, Santos perde para o Botafogo-SP pelo Brasileirão Série B

Por Lucas Paes
Foto: Raul Baretta/Santos FC

Jogo ruim do Santos no Estádio do Café

Coberto de vaias do torcedor que pagou caríssimo para ver uma atuação pífia em Londrina, o Santos foi derrotado pelo Botafogo de Ribeirão Preto, até então lanterna do Brasileirão da Série B, por 2 a 1, em jogo disputado na noite desta segunda-feira, dia 3 de junho, no Estádio do Café, onde o alvinegro optou por vender o mando de jogo. A equipe tricolor, que não fazia um gol havia um mês e que era a última colocada da competição, saiu do Z4 com o resultado, enquanto o Santos entra numa espécie de crise, sendo já o quarto colocado com uma sequência dificílima nos próximos jogos. 

Lutando para voltar a liderança da Série B, o Peixe vinha de derrota para o América Mineiro por 2 a 1, em jogo com polêmico gol do time verde e preto após lesão de João Paulo. Já a Pantera tenta sair das últimas posições da tabela de classificação e vinha também de um revés, mas jogando em casa, contra o Novorizontino.

O Santos começou controlando e aos poucos pressionando mais. Aos 7', criou a primeira chance, numa cabeçada de Gil para fora. Aos 16', o Santos chegou muito perto do gol, num chutaço de Pituca que João Carlos pegou e na sequência com o goleiro botafoguense salvando o rebote de Bigode. Aos 20', o Fogão assustou numa cobrança de falta que passou ao lado do gol de Brazão. O ritmo caiu um pouco, mas aos 25', o Peixe chegou de novo, numa jogada de Patati que rolou para Pituca chutar em cima do zagueiro.

O Santos não jogava exatamente bem, apesar de dominar a partida e inclusive sofria em alguns ataques botafoguenses. Aos 42', o time de Ribeirão Preto pulou na frente, num lindo chute de Douglas Baggio no ângulo de Gabriel Brazão. Aos 44', Patati quase empatou, num chute de longe que explodiu na trave. O primeiro tempo terminou em vantagem do time "visitante".

A etapa final começou com pressão botafoguense, que tentou marcar o segundo no começo dela. A primeira chance santista do segundo tempo foi um chute de muito longe de Joaquim para fora, aos três minutos. Aos cinco minutos, João Costa acertou um lindo chute e ampliou o placar em Londrina. Aos 11', Otero cobrou com perigo uma falta ao lado do gol. 

O Santos não fazia um grande jogo. voltou a assustar o Londrina aos 20', numa cabeçada de Joaquim no travessão. O Alvinegro Praiano vinha numa sequência desesperada de ataques pelo primeiro gol. Aos 26', Cazares pegou sobra de escanteio e chutou para defesa de João Carlos, na sequência, em outro escanteio, Joaquim cabeceou na trave, mas na sobra aproveitou o rebote e fez o primeiro do Peixe.


Aos 30', o Santos chegou de novo, numa cabeçada de Hayner por cima do gol. Aos 31', João Carlos salvou o gol de empate do Santos na cabeçada de Willian. Aos 38', Cazares bateu escanteio e o defensor do Botafogo só não empatou o jogo pois a cabeçada foi no travessão. Aos 41', Jean Victor perdeu uma chance de matar o jogo, num contra-ataque 3 x 1 que o Botafogo desperdiçou. 

Agora, coincidentemente, o Peixe enfrenta na próxima rodada justamente o Novorizontino, no dia 7 de junho, sexta-feira, no Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, às 21 horas. O Tricolor vai ao Rei Pelé, em Alagoas e enfrenta o CRB, no sábado, dia 8, às 17 horas.

Fora, São Bernardo FC leva 2 a 0 do Londrina e perde a invencibilidade no Brasileirão Série C

Por Emerson Gomes
Foto: Reginaldo Junior / Londrina EC

O gramado molhado prejudicou a partida

O São Bernardo FC perdeu a primeira no Brasileirão Série C na tarde deste domingo, dia 19, no Estádio do Café, em Londrina. Os comandados de Ricardo Catalá não estavam em uma boa jornada e foram presas fáceis, caindo para o Londrina por 2 a 0.

Na rodada anterior do Campeonato Brasileiro da Série C, o Londrina encarou o ABC, em Natal, e saiu vitorioso: 2 a 0 no marcador. Já o São Bernardo FC teve pela frente a Aparecidense, também fora de casa, e ficou no empate em 1 a 1.

A partida começou estudada, com as equipes se adaptando ao pesado gramado, em um domingo com chuva em Londrina. E aos 16' Iago Teles foi derrubado na área, pênalti. Na cobrança ele mesmo marcou, 1 a 0 Londrina. Após o gol, poucas emoções até o intervalo. 

A segunda etapa começou também sem muitas emoções, o Tigre fazia uma partida abaixo, e o Tubarão aproveitava. A chuva apertou e freiou a reação do Tigre, que crescia na partida. Aos 29' Maurício com um chutaço ampliou, 2 a 0 Londrina. Após o gol, o Tigre não conseguiu reagir e os donos da casa aguardaram apenas o apito final para comemorar. Fim de jogo e vitória do Tubarão.


As duas equipes voltam a campo no próximo domingo, dia 26. Às 16h30, no Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo, o Tigre recebe o CSA. Já okàs 19 horas, novamente no Estádio do Café, o Londrina tem pela frente o Volta Redonda.

Com homenagens a Pelé e estreia de Edinho, Londrina empata com o Azuriz

Com informações da Agência Futebol Interior e GE.com
Foto: Ricardo Chicarelli/Londrina EC

Edinho com a camisa que homenageava seu pai, o Rei Pelé

Londrina e Azuriz ficaram no empate por 1 a 1, neste domingo, dia 15, no Estádio do Café, na estreia dos dois times no Campeonato Paranaense 2023. O Londrina homenageou Pelé na camisa e teve o filho do Rei do Futebol, Edinho, fazendo a primeira partida como treinador da equipe profissional.

Na estreia oficial do filho de Edson Arantes do Nascimento como técnico do time paranaense, os jogadores usaram uma camisa em homenagem ao Rei Pelé para entrar em campo contra o Azuriz. O treinador, que também estava com uma camisa especial, se emocionou após o minuto de silêncio antes da disputa começar.

O Londrina começou em cima, mas quem assustou primeiro foi o Azuriz, em chute de Zezinho defendido por Saulo, aos 11. Em seguida, Lucas Vieira desviou de cabeça após escanteio e mandou para fora. O Tubarão respondeu aos 15, em cabeceio de Léo que o golerio espalmou.

Porém, aos 26, a Gralha abriu o placar. Wellisson cobrou falta, a bola desviou em Clayton e foi para o gol. O Londrina foi para cima, levou perigo em chutes de Pedro Cacho de fora da área e quase empatou aos 35, mas parou duas vezes no zagueiro Willian Carvalho.

O Londrina voltou do intervalo e acertou a trave com Clayton já aos três minutos. Aos nove, Danilo Peu mandou de cabeça e quase empatou. Aos 13, Pedro Cacho arriscou de longe, e o goleiro espalmou. Era uma verdadeira pressão do Tubarão.

O Azuriz ficou recuado, tentou esfriar o jogo em vários momentos, mas o Londrina continuou no ataque e conseguiu o gol. Aos 48, Garraty aproveitou a saída errada do goleiro, mandou por cobertura e deixou tudo igual. Pouco antes, o Tubarão tinha pedido um pênalti não marcado após toque de mão na área.


Os dois times ficam com um ponto cada na tabela. O Londrina encara agora o Cascavel, na quarta, às 21h30, no Estádio do Café. O Azuriz joga na quinta, contra o Operário Ferroviário, às 19h15, no Germano Krüger, em Ponta Grossa.

A derrota honrada do Madureira contra o São Paulo na Copa do Brasil

Por Diely Espíndola

Apesar de ter feito uma boa partida, o Madureira não conseguiu segurar o São Paulo
(foto: GloboEsporte.com)

Madureira. Bairro clássico do subúrbio carioca, conhecido pelo seu imenso comércio popular, suas várias atrações, e berço das gigantes escolas de samba Império Serrano e Portela. E um bairro com tanta tradição não poderia deixar também de abrigar seu próprio clube de futebol.

O Madureira Esporte Clube pode não ter tantos torcedores cativos, mas certamente toma para si o carinho e a simpatia dos amantes de futebol criados pelo bairro homônimo e seus arredores, torcedores que poderiam ser rivais, mas que veem em clubes ditos menores um alvo de afeto e simpatia, como é tradicional de grande parte dos clubes de bairro.

Na noite de ontem, o Madura enfrentou o São Paulo em sua volta à Copa do Brasil depois de três anos. O chamado tricolor suburbano disputava com o tricolor paulista a classificação para a segunda fase da competição, ambos os times em busca do título inédito em suas histórias.

O Tricolor está na segunda fase da competição
(foto: Rubens Chiri / SPFC)

Por mais que a máxima “o futebol é uma caixinha de surpresas” se mostre válida e o resultado de um jogo só se dê como certo após o apito final, não podemos negar que em confrontos entre um time grande como o São Paulo, e o pequeno Madureira, existe um favoritismo explícito, e nesta partida não foi diferente. A vitória do clube do subúrbio carioca era o que poucos esperavam, mas que muitos torciam.

O Madureira passa por um início de ano conturbado. A temporada começou empolgando a torcida com a contratação de Souza, atacante de certo peso, e que já conquistou títulos importantes por outros clubes cariocas. Mas a aquisição do jogador não foi suficiente para que o clube começasse bem a temporada. Pelo campeonato carioca, das quatro partidas disputadas, o Madureira perdeu duas, e empatou as outras duas. Não bastasse, o até então técnico do clube PC Gusmão, pediu demissão às vésperas da partida, passando o comando da equipe para o técnico auxiliar, o ex goleiro Acácio.

Em meio à toda essa turbulência, o Tricolor Suburbano também abriu mão de fazer a partida em casa, e vendeu o mando de campo por R$ 500 mil, tendo sido o jogo transferido para o Estádio do Café, em Londrina. O fato pode ter mostrado um certo desinteresse por parte da diretoria do tricolor suburbano na competição, já que desistir de jogar em casa, apoiado por sua torcida, em uma partida decisiva, pode significar uma eliminação certa. E ela veio.

O Madureira não pôde jogar em Conselheiro Galvão

Apesar de toda essa turbulência, em campo o Madureira não entregou o jogo. Finalizando a partida com 50% da posse de bola, o Madura se mostrou aguerrido, raçudo, e deu trabalho ao São Paulo. Especialmente no segundo tempo, o goleiro do tricolor paulista, Sidão, precisou fazer grandes defesas para evitar o empate, já que o São Paulo já havia aberto o placar. O Madureira insistiu, levou perigo à área do São Paulo algumas vezes, mas infelizmente as finalizações não resultaram em gol.

O subúrbio carioca depositou nas mãos (e nos pés) do Madureira a esperança de ver mais uma vez, depois de muito tempo, um bairro em festa com seu clube em destaque no cenário nacional. Mas por mais que a vitória não tenha vindo, o orgulho do desempenho está aqui.

E o Madureira, este pode voltar pra casa de cabeça erguida.

O Curioso do Futebol

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