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Jogo do Carioca em Cariacica-ES tem ambulância com remédios vencidos

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Jogo atrasou 15 minutos

Primeiro duelo do Campeonato Carioca de 2023 fora do Rio de Janeiro, já começou atrasado. Isso porque, a ambulância que foi enviada ao Estádio Kleber de Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo, para a partida entre Flamengo e Madureira, na quarta-feira, dia 18, continha remédios vencidos.

Membros da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, constataram o erro e proibiram a ambulância de seguir na partida. Uma nova ambulância, essa com remédios dentro do prazo, chegou às 19h13 ao Estádio Kleber Andrade.

Só então, o árbitro Grazianni Maciel Rocha autorizou o início da partida. Os clubes haviam sido avisados sobre a irregularidade minutos antes de a bola rolar. Isto fez com que o duelo entre as duas equipes começasse 15 minutos atrasado


Na partida, o Flamengo tentou manter os 100% de aproveitamento na competição e o Madureira queria a primeira vitória. Mas não aconteceu nenhuma das duas opções, já que no apito final, o placar apontou o empate em 0 a 0.

Em bom jogo, Real Noroeste e Inter de Limeira empatam pela Série D

Com informações do Globoesporte
Foto: Divulgação/Inter de Limeira

Foi um bom jogo em Água Branca

Nem pra lá nem pra cá. Em um bom jogo no Estádio José Olimpo da Rocha, em Água Branca, no ES, Real Noroeste e Inter de Limeira ficaram no 2 a 2, na tarde deste sábado, dia 25 de junho, em mais um jogo válido pelo Brasileirão da Série D. O resultado não resolveu muita coisa para nenhum dos dois times, que seguem em situação semelhante a que chegaram na rodada. 

Ambos os times seguem, assim, na briga pela classificação. A Inter vinha de derrota no "clássico" diante da Ferroviária por 1 a 0 em casa. Já o Real Noroeste também vinha de derrota, contra o Nova Venécia, jogando como visitante, por 2 a 1. Ambos os jogos no último fim de semana.

Na primeira etapa, quem tomou mais a iniciativa foi a Inter. Apesar do time da casa ter assustado primeiro, com um gol incrível perdido por Galego aos quatro minutos, foi o Leão que chegou mais vezes, por vezes desperdiçando chances por falta de pontaria ou então parando em Waldson, que fez grandes defesas aos 26 minutos, num chute de Djalma, em outro de Thiaguinho, aos 38' e já nos acréscimos numa chance de Bruno Gomes, num primeiro tempo que ainda teve expulsão de Djalma, da Inter.

Na etapa final, finalmente tivemos bola na rede. Aos 14', Felipe Camargo botou o Real Noroeste na frente. A Inter partiu para a pressão e acabou conseguindo empatar aos 31', com um chute de Gui Mendes. Dez minutos depois, Mancudinho botou o Real Noroeste de novo na frente, num gol que parecia dar números finais ao jogo. A Inter, porém, nem deixou a equipe da casa sentir o gosto da vantagem e empatou rapidamente com Vinícius, dando números finais ao duelo. 


Agora, a Inter volta a campo no sábado, dia 2, às 15 horas, quando enfrenta o Nova Venécia no Major Levy Sobrinho, em Limeira. No mesmo dia, mas às 16 horas, o Real Noroeste recebe a Ferroviária no Estádio José Olimpo da Rocha, em Água Branca, no Espírito Santo.

O primeiro título capixaba do Alegrense em 2001

Com informações do Memória do Futebol Capixaba
Foto: arquivo Revista Placar

O time campeão em 2001 do Alegrense

O Alegrense Futebol Clube, da cidade de Alegre do Sul, no Espírito Santo, deixou uma expectativa grande no ar para quem acompanha o futebol fora da grande imprensa ao anunciar, em suas mídias sociais, que o projeto do clube estaria retornando. Seria uma volta ao futebol profissional? E o "burburinho" é válido, já que a agremiação é bicampeã capixaba, nos anos de 2001 e 2002.

Fundado em 30 de janeiro de 1971, o clube não nasceu tricolor. Ele era alvirrubro e seu escudo era similar ao do America do Rio, só se tornando tricolor décadas depois quando se profissionalizou no fim dos anos 90. Mandava suas partidas no Estádio Benedito Teixeira Leão do Sport Club Rio Branco de Alegre e no Arsílio Caiado Ferreira do Comercial Atlético Clube.

O início da era de ouro do Alegrense foi em 2000. Jogando a Série B do Capixabão, estreando profissionalmente, o Tricolor de Alegre do Sul fez grande campanha. Mesmo com a desorganização quase total de alguns times participantes, Flamengo Capixaba e Tupy de Vila Velha abandonaram a competição no meio deixando a tabela toda desorganizada pois Alegrense, Cachoeiro, Ypiranga e CTE Colatina já haviam disputado partidas contra estes rivais, no fim a competição terminou com Cachoeiro campeão e Alegrense vice conquistando o acesso a Série A 2001.

Em 23 de maio de 2001 o Alegrense conquistava o Campeonato Capixaba pela 1ª vez na história. O estadual contou com 10 clubes jogando em turno e returno todos contra todos, o campeão de cada turno mais os 2 melhores colocados na soma geral de pontos avançavam ao quadrangular final.

No primeiro turno o Alegrense estreou goleando o Rio Branco por 4x1, mas na rodada seguinte sofreu goleada do Serra por 5 a 0, depois dessa derrota o Alegrense não foi mais derrotado no turno, resultando na melhor campanha com 22 pontos 4 a mais que o próprio Serra, o título do turno foi conquistado já na 8ª rodada quando o Alegrense derrotou o Santa Maria por 3 a 1 fora de casa chegando aos 21 contra 15 do Serra como faltava apenas uma rodada o Alegrense já garantia a vaga no quadrangular final.

O returno o Alegrense poderia conquistar o estadual de forma antecipada terminando na liderança. A exemplo do turno brigou ponto a ponto com o Serra, oque fez a diferença foram as duas derrotas, uma para o Serra por 2 a 1 na 2ª rodada outra na antepenúltima rodada para a Desportiva pelo mesmo placar, o Alegrense terminou com 17 pontos empatado com a Desportiva 3 atrás do Serra campeão do returno, agora a próxima fase seria o quadrangular.

No quadrangular final Alegrense e Serra campeões dos turnos e Cachoeiro e Estrela do Norte dois melhores colocados. O Alegrense largou com vitória por 4 a 2 sobre o Estrela, Serra e Cachoeiro ficaram no 1 a 1. A segunda rodada o Alegrense venceu outra vez, 2 a 1 no Cachoeiro fora de casa Serra derrotou o Estrela também fora de casa. Encerrando o turno enfim o Alegrense derrotou o Serra, após sofrer duas derrotas na 1ª fase o Alegrense venceu por 5 a 3 em um jogaço dentro do Robertão casa do time serrano, Estrela e Cachoeiro empataram em 2 a 2 no clássico do Sul.


Pelo returno o Alegrense poderia sagrar-se campeão até em caso de de empate com o Serra, a partida aconteceu em 23 de maio no Estádio Benedito Teixeira Leão, o Alegrense tinha um ataque fez com Admílson, Alexandre baby, Éldio e Amarildo, nesta partida mostrou toda sua força ofensiva, com gol de Admílson logo aos 5 minutos do 1º tempo, aos 31 Alexandre Baby deixou o Alegrense ainda mais perto da taça. Éldio aos 30 transformou a vitória em goleada, ali só a virada do Serra para 4 a 3 impediria este título, mas o Serra só descontou aos 44 com Tico Capixaba. Fim de partida em Alegre, o Alegrense Futebol Clube vencia por 3 a 1 e conquistava o inédito título de campeão capixaba, ao Serra restava o bi vice campeonato pois em 2000 havia perdido para a Desportiva.

O Alegrense foi a campo com Erivélton, J.B Viana, Paulo Renato, Marco Antônio, Damião, Giovane Sergipano, Rossi, Vinícius, Eduardo (Paulo César), Admílson e Alexandre Baby (Éldio). Rubens Filho era o treinador. Foram 48 gols em 24 jogos, média de 2 por partida, Amarildo com 12 gols foi o artilheiro deste estadual.

Em 2002, o Alegrense repetiu o feito e conquistou novamente o título. Em 2003, o clube foi o segundo colocado na primeira fase, mas acabou apenas em quarto no quadrangular final. Porém, o pior veio em 2004: o clube abriu mão da disputa da competição e abandonou o futebol profissional. Quem sabe a volta seja neste 2021.

Rio Branco 1983 - O primeiro título de Luxemburgo como treinador

Por Lucas Paes

Em pé: Luís Morandi (médico), Gato Félix, Elcimar, Pedro Paulo, Bocão, Daniel Alves, Marinho e Dé. Agachados: Tarzã (massagista), Vicente, Russo, Arildo Ratão e Brasinha. Todos sob o comando de Vanderlei Luxemburgo (foto: Joaquim Nunes/Revista Placar)

Hoje vivendo dias apagados e sofridos, o futebol capixaba já teve alguns times interessantes ao longo de sua história. A Desportiva e o Rio Branco já protagonizaram algumas páginas interessantes na história do ludopédio brasileiro. Um dos maiores treinadores na história do país, Vanderlei Luxemburgo, que faz aniversário neste 10 de maio, teve seu primeiro titulo na carreira treinando o Rio Branco. Em 1983, sob a batuta dele, em seu inicio de carreira na casamata, o alvinegro foi bi-campeão capixaba.

Na época, foram necessários 26 jogos para que o Capa Preta ganhasse o título. Arildo, vulgo Arildo Ratão, em estado de graça, marcando gols a rodo (foram 17 no total) veio do Colatina e foi o grande destaque do time. Luxemburgo, que já tinha trabalhado como treinador no Campo Grande do Rio de Janeiro, começava a mostrar seu estilo ofensivo a frente da equipe capixaba. Durante a campanha, destaque para goleadas por 3 a 0 e 4 a 0 no Ibiraçu e 4 a 0 no Guarapari. Além disso, também o jogo de inauguração do Estádio Kleber Andrade, numa vitória do Capa Preta por 3 a 2 pra cima também do Guarapari, com três gols de Ratão.

A decisão envolveu os dois rivais históricos do Estado do Espirito Santo: de um lado, a Desportiva Ferroviária e de outro o Rio Branco. Os dois primeiros jogos terminaram em empates, o primeiro por 1 a 1 e o segundo por 0 a 0. Na finalíssima, mesmo jogando no Engenheiro Araripe, casa do rival, o Mais Querido acabou vencendo por 1 a 0. A conquista, histórica para os alvinegros, foi também a primeira de muitas de Luxemburgo como treinador. 

Luxemburgo em treino do Rio Branco
(Foto: Jornal A Gazeta)

Naquele ano, o Rio Branco até disputou o Brasileirão, mas não conseguiu ir longe e ficou na lanterna do seu grupo, indo jogar a série B no mesmo ano, onde também não avançou. Perdendo o tri em 1984, o alvinegro foi campeão de novo em 1985, antes de entrar num período áureo de participações até em Brasileirões, onde inclusive venceu o Cruzeiro em uma oportunidade, jogando no Mineirão em 1984.

Luxemburgo, por sua vez, continuou sua caminhada. Sete anos depois do primeiro título, o treinador chegaria ao Bragantino, onde conquistou as credenciais para ser o gigante que comandaria diversos esquadrões mágicos entre os anos 1990 e 2000. Mas, toda a história que Luxa construiu no Brasil teve seu ponto de partida no Capa Preta, num bom time do Rio Branco que trouxe o primeiro troféu da galeria do treinador. O resto, como vocês sabem, é história.

O Curioso do Futebol

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