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Demitido do Santos em setembro, técnico Diego Aguirre acerta retorno ao Peñarol

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Diego Aguirre volta ao Peñarol

O técnico uruguaio Diego Aguirre ficou somente dois meses desempregado. Dispensado do Santos em setembro, ele foi anunciado nesta terça-feira como novo comandante do Peñarol, onde foi atacante em duas passagens e no qual será o treinador pela terceira vez na carreira.

“La Fiera (A Fera) voltou”, oficializou o Peñarol em suas redes sociais, usando o apelido do treinador de 58 anos para celebrar o acordo. “Diego Aguirre está em casa. Bem-vindo.” O clube ainda postou um vídeo com as conquistas do treinador.

Com o acordo, o Peñarol espera voltar aos tempos áureos de quando teve Aguirre, campeão uruguaio em 1986 e da Copa Libertadores no ano seguinte como jogador, além de erguer outros dois nacionais como técnico, em 2003 e 2009. Na última passagem, ainda levou a equipe até a decisão da América, em 2011, mas caiu diante do Santos.

Muitos torcedores do clube invadiram o post do clube para comemorar o acordo. Muitos não escondiam o longo tempo que esperaram por esse retorno, outros desejaram “toda sorte do mundo” e ainda houve quem definiu essa terça-feira como o “melhor dia do ano.”


Aguirre vai assumir a equipe na terceira colocação do Clausura do Campeonato Uruguaio, com 19 pontos, atrás do líder Liverpool, com 23, e do Defensor, que soma 21. A estreia deve ocorrer nesta sexta-feira, em casa, diante do Plaza Colonia, pela 12ª rodada.

Santos anuncia a saída do treinador Diego Aguirre

Foto: Jota Erre/Photo Premium/Gazeta Press

Aguirre não é mais treinador do Santos

Chegou ao fim a curta passagem de Diego Aguirre como treinador do Santos. O uruguaio acabou desligado do clube após decisão do comitê de gestão do clube e do diretor de futebol Alexandre Gallo, após a derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro na Vila Belmiro que afundou ainda mais o Alvinegro Praiano dentro da zona de rebaixamento do Brasileirão. O uruguaio comandou o Peixe em cinco jogos, com uma vitória e quatro derrotas durante essas partidas.

O Peixe soltou uma nota curta anunciando a demissão agora há pouco em seu site oficial. Foi o 11º treinador diferente do Alvinegro na diretoria de Andrés Rueda e a 13ª troca de treinador do Santos neste curto período de três anos. Em mais de uma dessas, o interino escolhido para comandar foi Marcelo Fernandes, que novamente ficará no comando diante do Bahia. 

A demissão de Diego Aguirre já era ventilada nos bastidores após a derrota para a Raposa. Inclusive, havia suspeitas de que ele já havia caído do cargo após a demora para o início da entrevista coletiva após o jogo. Porém, a decisão final acabou sendo tomada apenas nesta sexta-feira, inclusive já depois que o uruguaio havia comandado o treino da manhã no clube.

A nota do Peixe foi a seguinte: "Por decisão do Comitê de Gestão e da coordenadoria de futebol, o técnico Diego Aguirre não comanda mais o time profissional do Santos Futebol Clube. O treinador foi comunicado da decisão pelo coordenador técnico Alexandre Gallo, na tarde desta sexta-feira (15). Também deixam os cargos os auxiliares-técnicos, Juan Verzeri e Juan Andres Iraola, e os preparadores físicos Fernando Piñatares e Ignácio Piñatares. 


O Santos FC agradece os serviços prestados e deseja boa sorte em novos desafios. Na partida diante do Bahia, na segunda-feira (18), Marcelo Fernandes comanda o time interinamente." 

Diego Aguirre é o novo treinador do Santos

Foto: Mauro Horita/Estadão Conteúdo

Aguirre voltará ao Brasil para dirigir o Santos

O Santos já tem um novo treinador para a sequência da temporada em 2023. Diego Aguirre será o novo comandante do Alvinegro Praiano. O Uruguaio, que já perdeu uma final de Libertadores para o próprio Santos quando treinava o Peñarol em 2011, chegará com contrato até dezembro de 2023. Terá, portanto, a dura missão de salvar o Alvinegro Praiano de um inédito rebaixamento a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Ele foi anunciado na noite deste domingo. 

O Peixe aguarda Aguirre na terça-feira para apresentação e assinatura do contrato com o clube. Além de Aguirre, Marcelo Fernandes retorna ao clube para fazer uma espécie de "elo" de comunicação entre jogadores, Aguirre e Diretoria no resto do ano de 2023, novamente sendo parte de uma comissão técnica fixa dentro do Alvinegro da Vila Belmiro.

Diego Aguirre já trabalhou em outras oportunidades no Brasil, passando pelo São Paulo, por onde também atuou quando era jogador, no ano de 2018, pelo Galo em 2016 e pelo Internacional no ano de 2015, sendo demitido as vésperas de um duelo contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro. Nos últimos dois trabalhos, ele saiu com aproveitamento não muito bom de Cruz Azul e Olímpia.


Aguirre é parte da escola de futebol que prioriza mais a defesa  mas tem mais experiência e rodagem que Odair Hellman e principalmente Paulo Turra, que pouco havia trabalhado até então fora do cargo de auxiliar técnico. O uruguaio foi duas vezes campeão nacional pelo Peñarol, além de outras conquistas. 

Ele será o décimo segundo treinador contratado pela gestão de Andrés Rueda desde seu início no ano de 2021. O próximo jogo do Santos será no próximo final de semana, quando enfrenta desfalcado o Fortaleza na Arena Castelão, provavelmente já contando com a estreia de seu novo treinador. 

Diego Aguirre celebra classificação antecipada do Olimpia às oitavas da Libertadores

Foto: divulgação Club Olimpia

Diego Aguirre dirige o Olimpia

Vice-campeão da Libertadores pelo Peñarol em 2011, o técnico uruguaio Diego Aguirre deu ontem um passo muito importante na competição com a qual é mais identificado. À frente do paraguaio Olimpia, o treinador conquistou a classificação antecipada para as oitavas de final do torneio com apenas quatro jogos disputados.

Invicto após três partidas fora de casa e uma como mandante, o Olimpia confirmou sua vaga no mata-mata da Libertadores nesta terça (6), aproveitando-se da vitória por 5 a 0 do Melgar-VEN sobre o Patronato-ARG, resultado que também classificou o Atlético Nacional-COL no grupo H. O time colombiano, comandado por Paulo Autuori, visita o Olimpia em Assunção nesta quinta (8), pela 5ª rodada, em duelo que vale a liderança do grupo.

Com boa passagem pelo futebol brasileiro e com trabalhos no Uruguai, Argentina, Catar e México, Diego Aguirre comanda pela primeira vez uma equipe no Paraguai e não esconde que sua maior motivação é o torneio continental. “O Olimpia é tricampeão, tem uma tradição muito grande na Libertadores, e sem dúvidas isso foi o que mais me motivou a estar à frente deste projeto”, afirmou.

Sobre a campanha invicta, o uruguaio garante que não haverá nenhum tipo de acomodação de sua equipe: “Estou feliz com o trabalho e com essa classificação antecipada. Estamos jogando bem, e nosso primeiro objetivo foi conquistado, mas agora temos que buscar a liderança para termos a melhor posição possível na classificação geral”.

Com a vaga garantida, Olimpia e Atlético Nacional se juntaram a Bolívar-BOL, Boca Juniors-ARG e Athletico Paranaense como os únicos clubes já classificados para as oitavas de final da Copa Libertadores até o momento.


Campeão e autor do gol histórico que deu o título da Libertadores ao Peñarol em 1987, Diego Aguirre apresentou seu primeiro grande trabalho como técnico ao público brasileiro ao levar o mesmo Peñarol ao vice-campeonato continental diante do Santos de Neymar, em 2011, tendo eliminado o atual campeão Inter em pleno Beira-Rio nas oitavas de final. Em 2015, já no comando do clube gaúcho, chegou às semifinais e nos anos seguintes acumulou passagens importantes por Atlético Mineiro, em 2016, e São Paulo, em 2018, antes de voltar ao Inter em 2021.

A passagem de Diego Aguirre pelo Colorado

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Diego Aguirre, pelo Internacional, enfrentando o Peñarol

Nesta segunda-feira, dia 23 de setembro de 2021, Diego Vicente Aguirre Camblor, popularmente conhecido apenas como Diego Aguirre, está completando 56 anos de idade. Por isso, no O Curioso do Futebol de hoje, vamos relembrar a passagem do atual técnico de futebol do Internacional pelo time gaúcho entre 1988 e 1989, mas como jogador.

Revelado no Liverpool do Uruguai, e com passagens por clubes como Peñarol, Fiorentina e Olympiakos, Aguirre chegou a Porto Alegre e assinou com o Internacional em 1989. Desde de que chegou, se tornou reserva imediato Nílson, que era o centroavante titular do Colorado. Mesmo não tendo o privilégio de começar entre os 11 iniciais, o atacante uruguaio não tinha o costume de reclamar da sua condição dentro do elenco comandado por Abel. Inclusive, sempre que aparecia uma oportunidade de jogar, Diego mostrava muita disposição e garra quando entrava em campo.

No campeonato estadual, o Clube do Povo foi derrotado pelo Grêmio na decisão e foi vice-campeão gaúcho. Pelo Brasileirão de 1988, o Internacional conseguiu fazer uma excelente e chegou a ir até a final do campeonato nacional. Aguirre foi um jogador crucial para a equipe alvirrubra no confronto diante do Bahia, mas acabou não sendo o suficiente, já que seu time acabara sendo mais uma vez vice-campeã na temporada. Só que desta vez, para o Bahia.

Grenal do Século - No embate entre Grêmio e Internacional pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1988, Aguirre substituiu Leomir no Gre-Nal do Século. Naquela oportunidade, o Colorado acabou perdendo o seu lateral Casemiro que foi expulso durante a partida. Abel Braga, treinador do time alvirrubro na época, não quis saber de recuar e colocou Diego em campo, com o objetivo de colocar o time para frente mesmo em desvantagem numérica. O Inter venceu o Imortal Tricolor por 2 a 1 de virada e avançou para a final

Em seu último ano no Inter, Aguirre se tornaria mais uma vez, peça importante para o Clube do Povo. No ano de 1989, a equipe de Porto Alegre bateu mais uma vez na trave e perdeu mais uma final de campeonato estadual para o maior rival. No Campeonato Brasileiro, o Internacional passou da primeira fase mas não conseguiu avançar para a grande decisão. Mas por outro lado, o Celeiro de Ases chegou até as semifinais da Libertadores muito por conta de boas atuações do atacante uruguaio contra um de seus ex-times, Peñarol. Foi o artilheiro do time na competição continental ao marcar 5 gols.


Ao todo, defendeu as cores do Internacional em 16 partidas e marcou 6 gols em toda a sua passagem. Se despediu do clube de Porto Alegre em 1990.

Após defender as cores do time do Rio Grande do Sul de 1988 a 1989, Diego Aguirre ainda passou por clubes como São Paulo, Portuguesa, retornou ao Peñarol, Marbella da Espanha, Danubio do Uruguai, Ourense da Espanha, Deportivo de El Salvador, Deportes Temuco do Chile, River Plate e Rentistas também do Uruguai. Depois que encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional, se tornou treinador e em 2015 comandou o Internacional. Atualmente vive sua segunda passagem com técnico pelo Clube do Povo.

A passagem de Diego Aguirre pelo São Paulo como jogador

Por Lucas Paes
Foto: arquivo São Paulo FC


Antes de treinar, Aguirre também jogou no São Paulo

O São Paulo tem uma história de ligação muito forte com o Uruguai, de nomes que vão desde Dario Pereyra até Diego Lugano. Recentemente, Diego Aguirre passou pelo banco de reservas do Tricolor Paulista, sendo treinador de mais um na saga de insucessos recentes do Soberano. Antes, porém, de treinar o São Paulo, muito antes de pensar em comandar equipes, Aguirre, que completa 54 anos neste 13 de setembro de 2019, vestiu a camisa tricolor, nos anos 1990.

O ano aliás, era precisamente 1990. Aguirre veio por empréstimo depois de deixar o Internacional, onde foi artilheiro da equipe na Libertadores e veio jogar sob o comando do compatriota Pablo Forlán, pai de Diego Forlán, que comandava o São Paulo na época. Estreou em amistoso contra o Pouso Alegre, no dia 15 de julho. O duelo também marcou a estreia de Zetti.

Fez um total de 7 gols com a camisa do time do Morumbi, num total de 17 jogos. Passou a perder espaço com a chegada de Telê Santana e acabou deixando o clube no final daquele ano, indo jogar na Lusa. Só voltaria a cruzar destinos com o Morumbi em 2018, quando treinou a equipe que conseguiu inclusive o "título" simbólico do primeiro turno do Brasileirão, antes de perder força na disputa da taça contra o Palmeiras.

Atualmente, treina o Al-Rayan do Catar. Acabou não deixando muitas saudades nem como jogador e nem como treinador no Jardim Leonor. Teve o trabalho interrompido após a queda de rendimento do São Paulo no Brasileirão, queda que aliás parece uma rotina assustadoramente comum nos últimos anos.  

O Curioso do Futebol

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