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Batel anuncia desligamento de jogador acusado de injúria racial em jogo contra o Nacional

Foto: reprodução / Federação Paranaense de Futebol / Youtube

Momento do ocorrido

O Batel anunciou na manhã deste domingo, dia 5, através de suas mídias sociais, o desligamento do atleta Daniel, acusado de injúria racial contra o jogador PV, do Nacional de Rolândia, em partida realizada no sábado, em Guarapuava, pela Taça FPF.

Confira a nota que confirma a saída do atleta:
"O Batel Guarapuava informa que, após apresentar-se às autoridades competentes em relação à ocorrência registrada na partida de ontem, contra o Nacional, o atleta envolvido foi imediatamente desligado de suas atividades e não integra mais o elenco profissional do clube.

O Batel reafirma seu compromisso com o respeito, a igualdade e os direitos humanos, repudiando veementemente qualquer forma de preconceito, racismo ou discriminação.

O clube continuará colaborando integralmente com as autoridades, para que os fatos sejam esclarecidos e as medidas legais cabíveis sejam devidamente aplicadas."
Ainda na noite de sábado, o Batel havia soltado uma primeira nota:

O Batel Guarapuava vem a público se manifestar sobre o episódio de acusação de injúria racial ocorrido durante a partida realizada neste sábado, contra o Nacional.

O clube reafirma seu compromisso com o amor, a paz, a diversidade e o respeito.

O racismo é inaceitável sob qualquer circunstância e não é tolerado em nossa equipe.

A Justiça Desportiva, a Justiça Comum e o clube adotarão todas as medidas cabíveis, com o máximo rigor da lei, para que condutas inaceitáveis sejam devidamente punidas.

Federação também se manifestou - A Federação Paranaense de Futebol também divulgou nota sobre o acontecido:
"Combater o racismo é um compromisso da Federação Paranaense de Futebol. Repudiamos o ocorrido na partida entre Batel x Nacional pela Taça FPF neste sábado (04), em Guarapuava.

Após uma situação de jogo que causou confusão na área, o zagueiro do Nacional acabou expulso por agressão contra um jogador do Batel, ao supostamente reagir a uma injúria racial, desferindo um soco no adversário.

O árbitro da partida, Diego Ruan Pacondes da Silva, seguiu o protocolo global antirracismo da FIFA, com o gesto característico dos braços cruzados, sinalizando o ocorrido, e a partida ficou parada por cerca de 18 minutos.
Racismo não! -

A FPF mantém campanhas permanentes antirracismo nos estádios (com placas, cartazes e faixas), no site e redes sociais e lançou em 2005 um vídeo explicativo sobre o protocolo da FIFA contra o racismo. Também reiteramos nosso posicionamento contra a violência no futebol, dentro e fora dos gramados.

Os atos desse sábado serão encaminhados e julgados pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná."

O que aconteceu - O jogo, no Estádio Waldomiro Gelinski,em Guarapuava, já estava nos 40 minutos do segundo tempo, com o time da casa vencendo por 1 a 0, gol de Vitão, aos 24' da etapa inicial. Depois de uma falta na área do Batel, o zagueiro PV, do Nacional, foi expulso por agressão contra Diego, do Batel. O atleta do Nacional teria reagido a uma injúria racial do adversário.

O árbitro da partida, Diego Ruan Pacondes da Silva, seguiu o protocolo global antirracismo da FIFA, com o gesto característico dos punhos cruzados. A partida ficou parada por cerca de 18 minutos. Depois, a bola rolou e o resultado permaneceu o mesmo.

Confira as imagens:

Imagens: FPF / Youtube

Caio, jogador de Eldorado, se apresenta para período de testes na base do Santos FC

Foto: reprodução

O gestor Samuel Maninho e o atleta Caio

Jogador da cidade de Eldorado, no Vale do Ribeira, Caio se apresentou na segunda-feira, dia 9, no Santos FC para um período de testes. Este é o segundo de dois atletas do município que estarão no clube para avaliação.

O segundo jogador que irá para testes no Peixe foi Alisson. Ambos foram vistos em um amistoso do Sub-20 do Alvinegro Praiano com um selecionado do município, em 10 de maio, dia do aniversário da cidade, a agradaram a comissão técnica e foram chamados para o período de testes. Na data, também houve um outro amistoso, envolvendo os veteranos do Santos FC.

Os amistosos foram realizados pelo Projeto Manos, com organização e divulgação da Bromxs. "Agradeço o Prefeito Noel e Diretor de Esportes Neto, por dar todas as condições necessárias para receber o Santos FC, mostrando o quanto é importante essa parceria, além do diretor da base do Santos FC, Renato Quaresma, que liberou o Sub-20 para esse Amistoso", disse o gestor de futebol Samuel Maninho, idealizador do evento.


"Aproveito também para agradecer o ex-Jogador Aluísio Guerreiro, que levou o veterano do Santos FC para o evento e enalteço a parceria com o empresário Beto Lopes, da BL Sports", finalizou Samuel Maninho.

Preguinho - Mais que um jogador de futebol

Com informações do NetFlu
Foto: arquivo Fluminense

Preguinho foi ídolo no futebol, mas também conquistou títulos em outras modalidades esportivas

Em 8 de fevereiro de 1905, nascia, na cidade do Rio de Janeiro, João Coelho Netto, simplesmente Preguinho. Ídolo do Fluminense nos anos 20 e 30, jogou na época da transição do futebol amador para o profissional, além de ter sido o autor do primeiro gol brasileiro em Copas do Mundo. Porém, ele não era apenas um jogador de futebol e sim um atleta completo, tendo conquistado títulos e medalhas para o Tricolor em outras modalidades.

Filho do escritor Coelho Netto, Preguinho já era sócio do Fluminense antes mesmo de nascer, pois sua família já frequentava o clube. Certa vez disse: “Eu mal sabia falar e o Fluminense já estava em minha alma, em meu coração e meu corpo”.

Ele foi um super atleta. Disputou dez modalidades esportivas pelo clube: Futebol, natação, remo, pólo aquático, saltos ornamentais, atletismo, basquete, vôlei, hóquei sobre patins e tênis de mesa. Chegou a ser campeão de natação e do Torneio Início do Rio de Janeiro de futebol no mesmo dia, em 19 de abril de 1925.

Também foi campeão no Remo, Pólo Aquático, Saltos Ornamentais, Atletismo, Basquetebol e Vôlei. Ainda defendeu o Fluminense no Hóquei sobre Patins e Tênis de Mesa. Trouxe para o Fluminense 387 medalhas e 55 títulos nas modalidades que praticava. Tais façanhas fizeram dele o mais festejado heroi tricolor e, em 1952, o clube concedeu a ele o primeiro título de Grande Benemérito Atleta.


Preguinho esteve na Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1930, realizada no Uruguai. Aliás, ele foi o primeiro autor de gol do Brasil em Mundiais. Na de 1930, marcou para o então time de camisa branca na derrota por 2 a 1 para a Iugoslávia.

Quando o futebol se profissionalizou, não aceitou um centavo sequer para defender o Fluminense. Como jogador de futebol, era atacante. Disputou 162 jogos e fez 132 gols pelo Tricolor das Laranjeiras. Foi campeão carioca em 1937 e 1938, além de 1933, na era amadora. Preguinho faleceu aos 74 anos, mais precisamente no dia 1º de outubro de 1979, vítima de problemas pulmonares.

Voltamos à velha discussão de quem é o melhor no futebol

Por Lula Terras

Renato Portaluppi ou Cristiano Ronaldo: quem foi o melhor?

Terminada a disputa para ver quem ficaria com o título Mundial de 2017, que ficou com toda a justiça com o Real Madrid, tive minha atenção voltada para uma nova polêmica, que vem movimentando a imprensa esportiva brasileira. Acredito que tenha sido com o objetivo de colocar um ingrediente a mais na disputa, Renato Portaluppi, treinador do Grêmio Porto-alegrense, vice-campeão mundial, com justiça, disse que jogou mais bola que o Cristiano Ronaldo que, por sua vez, garante ser o melhor da história.

Renato, sem dúvidas, foi um grande talento do futebol brasileiro, nas décadas de 80 e 90, período em que o talento individual dos atletas era mais destacado do que a obediência técnica, como acontece nos dias atuais, em que se destacam Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Neymar Júnior, com lampejos, que fazem lembrar os bons tempos do futebol brasileiro.

Edu era muito hábil

Uma vez colocada a questão, eu resolvi dar meu pitaco, amante que sou do futebol dos tempos, em que se davam bem, aqueles que nasceram para a coisa e não, atletas medianos, mas com obediência tática. Hoje, o Renato não se destacaria na seleção brasileira, assim como, Cristiano Ronaldo, naqueles tempos, seria apenas um bom coadjuvante. Partindo daí, o meu voto vai para o Renato, que sabia o que fazer com a bola no pé.

Por tudo que foi dito vou mais além da discussão. Para mim, tirando Pelé, que está fora da avaliação, por questões óbvias, melhor que Renato, Cristiano Ronaldo e até mesmo, do que Messi, que não pode ficar de fora do debate, aquele que melhor vi jogar foi o Edu, que jogava com a mesma maestria, em qualquer posição do ataque, do Santos FC. Infelizmente, faltou maior foco em sua carreira, mas, para mim valeu tudo o que vi fazer entre as quatro linhas. Jonas Américo Eduardo, o nosso Edu, está entre os maiores ídolos que tenho no futebol.

O Curioso do Futebol

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