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Morre Wellington Elias, o Diabinho, da imprensa de Aracaju

Com informações da Agência Futebol Interior e GE.com
Foto: reprodução

Wellington Elias tinha 95 anos

A Imprensa Sergipana está de luto pela morte do radialista Wellington Elias, ocorrido nesta sexta-feira, por causas naturais. Ele era conhecido como o mais velho radialista do Estado, nascido na cidade de Riachuelo (SE) em 1927, portanto, com 95 anos. O corpo será sepultado no Cemitério Colina de Saúde em Aracaju.

Mais conhecido carinhosamente como o Diabinho, era também chamado como ‘O Comentarista do Povo’. Começou a sua carreira no Rádio Difusora, atual Aperipé, passou também por outras emissoras de rádio: Cultura, Jornal e Liberdade atuou na Imprensa Escrita.

Considerado como um dos maiores comentaristas esportivos do estado, Wellington Elias iniciou a carreira na antiga rádio Difusora, atual Aperipê. Ele também atuou nas rádios Cultura, Jornal e Liberdade. Além disso, foi o responsável por inaugurar o departamento esportivo da TV Sergipe. Foi colunista da Gazeta de Sergipe e trabalhou na TV Sergipe e TV Atalaia.


Em virtude do falecimento de Wellington Elias, a Associação dos Cronistas Desportivos do Estado de Sergipe (ACDS) declarou luto oficial de três dias. O presidente da Federação Sergipana de Futebol, Milton Dantas, lamentou a morte de Diabinho e também decretou Luto Oficial de três dias na entidade.

Luto! Morre o Ary Lopes, ex-goleiro de Nacional, Taubaté, XV de Piracicaba e da dupla Come-Fogo

Foto: arquivo

Ary Lopes quando defendia o XV de Piracicaba

Morreu na noite da última quarta-feira, dia 29, aos 95 anos, o ex-goleiro Ary Lopes. Conhecido no futebol paulista, ele atuou entre as décadas de 40 e 50, defendendo times como Nacional, Taubaté, XV de Piracicaba, Botafogo de Ribeirão Preto e Comercial.

Ary nasceu em 3 de agosto de 1926, em São Paulo. Com 11 anos começou no infantil do Botafogo, no antigo estádio Luiz Pereira. Depois foi reserva da equipe principal, quando o time ainda era amador. O goleiro titular era o Aresta. Do Botafogo foi para o SPR, hoje Nacional de São Paulo, e de lá para o Taubaté.

Em 1947 foi defender o Sanjoanense, de São João da Boa Vista. De lá foi para o XV de Piracicaba. Na equipe piracicabana foi bicampeão da Segunda Divisão de São Paulo (atual Série A2), em 1947 e 1948, lembrando que em 1947 ainda não tinha a Lei do Acesso.


Após ter defendido o XV de Piracicaba, passando depois pelas duas equipes de Ribeirão Preto. Primeiro foi o Botafogo e depois o Comercial, clube pelo qual encerrou sua carreira. Após deixar o futebol, carreira na polícia, como investigador, cargo pelo qual se aposentou. O ex-goleiro não se casou e não teve filhos e residia em Ribeirão Preto, a califórnia brasileira, no bairro Vila Amélia.

Há 95 anos, Corinthians comprava terreno do Parque São Jorge

Com informações do Corinthians
Foto: Memorial Corinthians

O estádio e parte do clube social

O dia 18 de agosto é uma data histórica para o Sport Club Corinthians Paulista. O terreno do Parque São Jorge, local que se perpetuou eternamente como sede social do clube e onde foi construído o Estádio Alfredo Schürig, foi comprado exatamente 95 anos atrás.

Na ocasião, o presidente em exercício na época, Ernesto Cassano, dirigiu-se ao 6° Tabelião de Notas de São Paulo para assinar a escritura de aquisição da primeira gleba do Parque São Jorge. Na tarde de 18 de agosto de 1926, o escrevente do cartório abriu o enorme e pesado livro n° 2.328, de capa preta, em que a folha 59, com letra miúda e clara, havia lavrado os termos do compromisso de venda e compra de uma área de 45 mil metros quadrados, no bairro do Tatuapé.

O Corinthians passou a ser conhecido como “o clube da Fazendinha”, nome dado pela imprensa ao complexo que continha o estádio. “O jogo será na Fazendinha”, escreviam os jornais O Esporte, A Gazeta Esportiva, o Correio Paulistano, a Folha da Manhã, O Estado de São Paulo, o Diário da Noite e a Gazeta.

Na época em que o Corinthians adquiriu a Fazendinha, o terreno era repleto de árvores, com o Rio Tietê logo ao lado – quando ainda era despoluído. Já havia um campo de futebol com arquibancadas, praça de esportes, campo de tênis e salão de dança, formando uma estrutura de base perfeita para o início da história do Timão no Parque São Jorge.


O estádio de futebol passaria a se chamar “Alfredo Schürig” – o empresário auxiliou na compra do espaço que se tornou a sede do clube no Parque São Jorge. A inauguração do mesmo viria dois anos depois, em 22 de julho de 1928, em uma partida contra o América-RJ que terminou empatada em 2 a 2. Duas mil pessoas viram o primeiro jogo de futebol da história da Fazendinha.

Os 95 anos do Estádio Conde Rodolfo Crespi

Natanael Oliveira / FPF
Foto: divulgação Juventus

Popularmente conhecida como Rua Javari, o Estádio Conde Rodolfo Crespi completa 95 anos

26 de abril de 1925: nesta data era inaugurado um dos campos mais charmosos da capital paulista: o Conde Rodolfo Crespi, popularmente conhecido por Rua Javari. A casa do Clube Atlético Juventus completa 95 anos como um dos símbolos do futebol paulistano e com momentos importantes em sua história quase centenária.

A primeira partida dos donos da casa no campo localizado no bairro da Mooca aconteceu apenas em 10 de novembro de 1929, em comemoração à inauguração do novo gramado. O Juventus recebeu a Roma-ITA, e os visitantes venceram por 2 a 1.

Primeira conquista - O primeiro título conquistado pelo Juventus dentro da Javari foi a Segunda Divisão da APEA, em 1929. Ainda com o nome de Cotonifício Rodolfo Crespi F.C, o time fez uma campanha arrasadora, vencendo 13 das 16 partidas. O último jogo do torneio foi realizado no estádio, e os torcedores puderam acompanhar a vitória, por 1 a 0, sobre a A.A. República.

Público recorde - Atualmente com capacidade para 4 mil torcedores, o campo já registrou grandes públicos. O maior deles aconteceu em 13 de julho de 1941, quando 15 mil pessoas presenciaram os donos da casa serem derrotados pelo Corinthians, pelo placar de 3 a 1. A partida também marcou a reinauguração do estádio, que estava sendo modernizado com as construções das arquibancadas de concreto e tribunas.

O gol mais bonito do Rei - O estádio da Rua Javari também foi palco do gol mais bonito da carreira de Pelé, de acordo com o próprio. Em partida realizada no dia 2 de agosto de 1959, o Santos venceu os donos da casa por 4 a 0, em jogo válido pelo Campeonato Paulista, com três gols de Pelé e um de Dorval.


O gol que entrou para a história não foi filmado, mas ficou na memória dos presentes no jogo. Quando o Santos vencia por 3 a 0, Pelé anotou uma pintura com direito a quatro chapéus consecutivos nos adversários, inclusive no goleiro juventino. O golaço foi motivo de um busto inaugurado no dia 29 de agosto de 2006, em homenagem.

Parte da cultura local - Sendo um dos símbolos da Mooca, o estádio foi tombado pela Secretária Municipal de Cultura de São Paulo, em 2019. Os principais motivos para o tombamento foi a “contribuição para a identidade urbana paulistana” e “valor afetivo da comunidade local”.

Além do valor histórico, o estádio também é reconhecido pelo famoso cannoli. A comida típica italiana se tornou uma das marcas típicas do Juventus. Feito de massa folhada frita em forma de tubo recheada por chocolate ou creme, a iguaria se tornou uma das culturas futebolísticas marcantes do clube.

O Curioso do Futebol

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