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Luto! Morre o gênio da crônica Luis Fernando Veríssimo, ilustre torcedor do Internacional

Com informações do Lance!
Foto: divulgação

Luis Fernando Verissimo era torcedor colorado

O Internacional homenageou Luis Fernando Verissimo, um de seus mais ilustres torcedores, que faleceu na madrugada deste sábado (30), aos 88 anos. Em suas redes sociais, o clube do coração do escritor publicou uma nota de pesar e se despediu com um trecho de uma de suas crônicas mais emblemáticas sobre a torcida colorada.

'A torcida dos que resistiram' - Para a despedida, o Internacional escolheu uma citação da crônica "Não me acordem", um dos textos mais famosos de Verissimo sobre sua paixão pelo clube. O trecho selecionado exalta a resiliência e a fé do torcedor colorado, uma marca registrada tanto do clube quanto da obra do escritor.
“E fiquei pensando que, quando for a nossa vez de novo, teremos certamente a torcida mais dedicada, fiel, convicta e feliz do Brasil. Porque será a torcida dos que resistiram”. - Luis Fernando Verissimo, na crônica "Não me acordem".
No comunicado, o Inter lamentou a perda de um "colorado que, com sua escrita, marcou o imaginário do povo brasileiro". "O Sport Club Internacional deseja força para todos os familiares, amigos e leitores de um dos maiores nomes da literatura nacional", finalizou a nota.


A torcida pelo Internacional - A relação de Luis Fernando Verissimo com o Internacional era profunda. Contrariando o pai, o também escritor Erico Verissimo, que era gremista, Luis Fernando se apaixonou pelo Colorado e dedicou ao clube o livro "Internacional: autobiografia de uma paixão", além de inúmeras crônicas sobre futebol que marcaram gerações de leitores e torcedores.

Ex-goleiro Manga morre aos 88 anos

Com informações do ge.com e Terra
Foto: Arquivo Nacional

Manga em ação nos seus longos anos como goleiro

O ex-goleiro Haílton Corrêa de Arruda, o Manga, morreu aos 88 anos, na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro. Um dos grandes ídolos da história do Botafogo e do Internacional, o ex-atleta estava internado no Hospital Rio Barra e lutava contra um câncer de próstata.

Manga defendeu as cores do clube carioca entre os anos de 1959 e 1968 e integrou dois dos times mais relembrados nos capítulos vitoriosos da história alvinegra: os bicampeões cariocas de 1961 e 1962; e de 1967 e 1968. O goleiro também foi titular da seleção brasileira na Copa de 1966 e é reconhecido como um dos maiores nomes na posição no futebol mundial.

Posteriormente à passagem pelo Botafogo, Manga se transferiu ao Nacional, do Uruguai, onde atuou de 1969 a 1974. No clube de Montevidéu, venceu quatro vezes o Campeonato Uruguaio e foi protagonista nas conquistas da Libertadores e da Copa Intercontinental em 1971.

Já de volta ao Brasil, o goleiro ainda foi essencial no Internacional, onde conquistou dois Campeonatos Brasileiros consecutivos, em 1975 e 1976. Também defendeu as cores de Operário-MS, Coritiba, Grêmio e Barcelona de Guayaquil, onde encerrou a carreira em 1982.


Na seleção brasileira, foi o titular durante a campanha da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Embora o desempenho coletivo tenha ficado aquém do esperado, sua presença no torneio consolidou a relevância que já possuía na posição.

"Dia do Goleiro" em sua homenagem - Tamanha é a representatividade de Manga para a posição que a data de seu aniversário, 26 de abril, foi escolhida como o "Dia do Goleiro". O ex-arqueiro atuou até os 45 anos e encerrou sua carreira no Barcelona de Guayaquil, do Equador.

Há 88 anos, Santos conquistava seu primeiro título do Paulistão

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

O time do Santos de 1935

O Santos hoje é uma das maiores forças do futebol brasileiro, ainda que nos últimos anos tenha passado pelo que com certeza são os anos mais tensos de sua história. O Alvinegro Praiano conquistou diversos títulos ao longo de sua trajetória no futebol e encantou o planeta por diversas oportunidades com um futebol ofensivo e bem jogado. No dia 17 de novembro de 1935, o Peixe conquistou pela primeira vez o título do Campeonato Paulista.

Eram outros tempos do futebol e do país e isso explica muito do porque o alvinegro demorou mais de 20 anos para ganhar seu primeiro paulistão. A realidade de estrutura de São Paulo era muito diferente e não era tão fácil subir a serra naquela época como é hoje. Os santistas haviam conquistado alguns campeonatos municipais nos seus primeiros anos e passaram perto em várias campanhas incríveis nos estaduais dos anos 1920. 

Em 1935, aquele campeonato passou por uma enorme questão envolvendo profissionalismo x amadorismo. São Paulo havia tentando profissionalizar seu futebol através da Associação Paulista de Esportes Atléticos, que organizou o Paulistão por algum tempo. Naquela época, porém, havia uma enorme briga envolvendo a CBD para que o futebol não se profissionalizasse e através de vantagens para quem escolhesse o amadorismo, acabou que o campeonato de 1935 foi organizado pela Liga Paulista de Futebol. 

O regulamento era bem simples diante dos mirabolantes que já ocorreram no estadual de São Paulo. Os 7 times disputavam dois turnos em pontos corridos e quem saísse com a maior pontuação seria o campeão da competição, a exemplo do que ocorre no Brasileirão atualmente. Disputaram o torneio na época o Santos, o Palestra Itália, hoje Palmeiras, o Corinthians, a Lusa, o Hespanha, atual Jabaquara, a Portuguesa Santista, o Paulista (antigo clube paulistano) e o Juventus.

O Santos começou sua campanha batendo o Palestra por 1 a 0, depois bateu o Hespanha por 2 a 0, goleou o Paulista por 5 a 1, sofreu a primeira derrota ao perder para o Corinthians por 2 a 1, se recuperou vencendo a Briosa por 2 a 1, goleou o Juventus por 4 a 1 e iniciou o segundo turno empatando em 3 a 3 com a Briosa. A exemplo do que ocorre na Premier League, a tabela não necessariamente era "refletida".


Depois, empatou sem gols com o Palmeiras, bateu novamente o Hespanha com alguma tranquilidade por 4 a 1, venceu o Paulista por 5 a 2, bateu o Juventus por 2 a 1 e aí ficou em condição de ganhar o título no confronto diante do Corinthians, no Parque São Jorge. Em uma grande atuação, o Peixe saiu a frente com Raul e fechou o placar com o lendário Araken Patusca. Vitória alvinegra por 2 a 0, que garantiu ao Santos o título.

O Peixe voltaria a conquistar o torneio apenas em 1955, quando daria de certa forma um pontapé inicial na sua era de ouro. O Alvinegro Praiano viveu anos turbulentos na década de 1940, passando a sofrer com vários problemas em campo e fora dele. Atualmente, o Peixe possuí 22 títulos estaduais, sendo o último conquistado no ano de 2016. 

Cliftonville da Irlanda do Norte e os 88 anos de fila de título nacional entre 1910 e 1998

Por Tiago Cardoso
Foto: arquivo / Cliftonville FC

A comemoração da quebra da maior fila da história do futebol

Cliftonville FC da Irlanda do Norte é o time que ficou mais tempo entre uma conquista nacional e outra. Entre seu segundo título norte-irlandês e o terceiro foram 88 anos. O time foi bicampeão na temporada 1909/1910 e conquistou o terceiro apenas na temporada 1997/1998.

Durante este hiato, houve a separação da Irlanda (Eire), tendo o norte (Ulster) sido incorporado ao Reino Unido da Grã-Bretanha em 1921. O time é o sexto maior campeão da Irlanda do Norte. Após o encerramento do tabu, ainda foi campeão mais duas vezes nas temporadas 2012/2013 e 2013/2014, tornando-se hexa campeão.

O maior campeão nacional é o Linfield United, que ganhou nada menos que 56 títulos, o dobro do segundo maior campeão, o Glentoran, que tem 23. O Linfield disputa com o Rangers o título de time com mais títulos nacionais no mundo.


O Rangers tem um título a menos, 55 conquistas do principal campeonato da Escócia. Todavia, o título de time com mais conquistas de uma única competição no mundo, contando os estaduais brasileiros, é do ABC de Natal, o qual conquistou 57 vezes o campeonato potiguar.

Pepe - 88 anos de glórias do Canhão da Vila

Por Guilherme Guarche, do Centro de Memória do Santos FC
Foto: Arquivo

Pepe é um dos maiores ídolos da história do Santos

“Sempre digo que sou o maior artilheiro humano do Santos. Setecentos e quarenta e um jogos, marquei quatrocentos e três gols. O Pelé é um ET e não conta”. A frase é sensacional e repetida diversas por Pepe, um dos maiores e mais importantes jogadores da história do Peixe.

Nascido em Santos, no dia 25 de fevereiro de 1935, no mesmo ano em que o Santos conquistou seu primeiro título Paulista, José Macia pode ser considerado o mais santista de todos os santistas. Iniciou sua carreira jogando em São Vicente, cidade vizinha a Santos, onde morou durante a juventude. Chegou para as categorias de base do único clube que defendeu como jogador, em 1951, junto com Del Vecchio.

Um dos mais famosos Meninos da Vila, Pepe ganhou destaque desde a base. Em 1955, em seu segundo ano de profissional, foi autor do gol do título na vitória sobre o Taubaté, trazendo à Vila Belmiro uma conquista que não vinha há vinte anos e que deu início a um período inigualável de glórias.

Dono de grande potência nos chutes com a perna esquerda, ganhou o apelido de “Canhão da Vila”. Foram vários gols de falta, pênalti ou arremates fortes e certeiros. Chegou à Seleção Brasileira, mas lesões em momentos-chaves impediram-no de disputar ao menos uma partida de Copa do Mundo. Ainda assim, ganhou dois títulos Mundiais, ainda que Interclubes, sendo protagonista: em 1962 marcou gol na goleada em Lisboa, sobre o Benfica, e em 1963 suas bombas mudaram a história da decisão diante do Milan. É dele também o recorde de mais títulos com a camisa do Santos, com vinte e seis conquistas.


Depois de pendurar as chuteiras, passou a ter cargos na comissão técnica do Santos até assumir de vez o posto de treinador. Era o comandante do último título de Pelé no Peixe, o Paulistão de 1973. São treze títulos do Paulistão, somando as carreiras de jogador e treinador.

Nesse dia 25 de fevereiro, Pepe comemora 88 anos de uma vida de muitas glórias.

Maior campeão europeu e ídolo do Real Madrid, Francisco Gento morre aos 88 anos

Com informações do GE.com
Foto: Marca

Francisco Gento era uma lenda no Real Madrid

Faleceu nesta terça-feira, aos 88 anos, o espanhol Francisco Gento — um dos personagens mais importantes da história do Real Madrid e do futebol mundial. Ele foi o único jogador a conquistar seis vezes a Copa da Europa (hoje Champions League). Gento defendeu o Real entre 1953 e 1971, e nesses 18 anos ganhou 23 títulos e marcou 182 gols.

O ex-jogador era atualmente presidente de honra no Real Madrid, cargo que herdara de Alfredo di Stéfano a partir da morte do antigo companheiro, no ano de 2014. O clube ganhou três vezes a Champions League nesse período.

"A figura de Paco Gento representa todos os valores do Real Madrid, tem sido e seguirá sendo uma referência para o madridismo e para o mundo do esporte. Os madridistas e todos os apaixonados pelo futebol sempre lembrarão dele como um de seus grandes mitos", declarou o clube, em comunicado.

Além dos seis troféus da Copa da Europa — sendo cinco seguidos —, Gento venceu 12 edições do Campeonato Espanhol, duas Copas da Espanha, um Torneio Intercontinental, uma Pequena Taça do Mundo e duas Copas Latinas. Ele disputou mais de 600 jogos pelo Real. Como dito anteriormente, ao todo foram 23 títulos pelo Real Madrid, feito alcançado no último fim de semana pelo lateral-esquerdo Marcelo.


O ex-atacante também disputou a Eurocopa de 1964 e foi campeão pela Seleção da Espanha. Ele jogou 43 partidas pela seleção e participou das Copas do Mundo de 1962 e 1966. Gento defendeu a equipe entre 1955 e 1969.

O Curioso do Futebol

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