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Aaron Boupendza, atacante da Seleção Gabonesa, morre após cair de prédio na China

Com informações do Terra
Foto: divulgação

Aaron Boupendza tinha 28 anos

O atacante Aaron Boupendza morreu após cair do 11º andar de um prédio na China. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (16) pela Federação Gabonesa de Futebol (FEGAFOOT). O jogador tinha 28 anos e atuava pelo Zhejiang FC, clube chinês.

"A FEGAFOOT e a grande família do futebol gabonês apresentam à sua família biológica suas sinceras condolências neste momento difícil", escreveu a FEGAFOOT.

Formado pelo CF Mounana e Bordeaux, Boupendza teve uma passagens por clubes da França, Turquia, Catar, Estados Unidos e esteve na Romênia antes de chegar ao futebol chinês. O atacante estava no Zhejiang FC desde o início deste ano e acumulava números expressivos. Em seis partidas, o gabonês marcou quatro gols.

As informações divulgadas pelos veículos romenos afirmam que as autoridades chinesas iniciaram as investigações sobre o caso. A causa da morte não foi confirmada oficialmente e ainda não se sabe o motivo da queda.


"É com grande tristeza que tomo conhecimento da trágica morte de Aaron Boupendza, um talentoso centroavante que honrou o futebol gabonês. Apresento minhas sinceras condolências à sua família e amigos. Que Deus abençoe sua alma", lamentou Brice Oligui Nguema, presidente do Gabão.

Kadu Fernandes, zagueiro ex-Vasco e atualmente no Macaé, morre em acidente de carro no Rio

Com informações do GE.com
Foto: divulgação / Macaé Esportes

Kadu Fernandes estava com 28 anos e defendia o Macaé

Carlos Eduardo de Oliveira Fernandes, o Kadu Fernandes, 28 anos, morreu em um acidente de trânsito, no Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira. Ele foi revelado nas categorias de base do Vasco e estava atuando pelo Macaé na Série A2 do Campeonato Carioca.

O carro em que Kadu estava capotou na pista central da Avenida Brasil, próximo ao bairro de Manguinhos, no sentido Zona Oeste. O acidente aconteceu por volta das 4 horas (de Brasília) da manhã. Outras duas pessoas que estavam com ele no carro ficaram feridas e foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. O estado de saúde delas é estável.

Conhecido como Kadu Fernandes, o jogador tinha retornado ao Macaé Esporte FC no início do mês de maio, para sua segunda passagem pelo time. O zagueiro foi revelado na categoria de base do Vasco da Gama, por onde também atuou como profissional entre 2014 e 2016 e novamente em 2018. Ele ainda jogou pelos sub-15 do São Paulo e Fluminense, onde também foi atleta do sub-17.

Em 2017, ele jogou pelo Tupi F.C de Minas Gerais e pelo Boavista de Saquarema, até 2018. Em 2019, teve uma passagem pelo time goiano Aparecida E.C e pelo Al-Jeel da Arábia Saudita. No ano seguinte, atuou no Nova Iguaçu e de novo pelo Boavista. No ano de 2021, foi zagueiro do Anapolina de Goiás, e em 2022, do Macaé, e pela terceira vez pelo time da Região dos Lagos do Rio.

Neste ano, Kadu fez sua quarta passagem pelo Boavista e jogou também no Clube Esportivo Operário da Várzea de Mato Grosso. Ao longo de sua carreira, o zagueiro conquistou diversos títulos, entre eles o Campeonato Carioca de 2016 com o Vasco, o Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 2020 pelo Nova Iguaçu, e a Copa Rio 2017 com o Boavista.

Nas categorias de base, venceu ainda a Taça BH de Futebol Júnior pelo sub-17 do Vasco da Gama, em 2013, e o Campeonato Carioca Sub-15 pelo Fluminense, em 2011. O Macaé cancelou o treino que seria realizado nesta segunda-feira e cogita suspender, também, a atividade de terça. Ainda não há informações sobre velório e enterro do corpo do zagueiro.


Kadu Fernandes foi formado na base do Vasco, mas não chegou a atuar pelo profissional. O clube lamentou sua morte na manhã desta segunda. "O Vasco da Gama recebe com profunda tristeza a notícia do trágico acidente que resultou na morte do zagueiro Kadu Fernandes, de 26 anos, Cria de São Januário. Desejamos muita força aos familiares e amigos. Nossos sentimentos. Descanse em paz", escreveu.

É tetra! Há 28 anos, nos pênaltis, Brasil conquistava a Copa do Mundo batendo a Itália

Foto: arquivo

Dunga levantando a Taça

A conquista do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira completa 26 anos nesta sexta-feira. No dia 17 de julho de 1994, o time comandado por Carlos Alberto Parreira enfrentou a Itália no estádio Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos, e levantou a taça após um triunfo nos pênaltis.

Há 28 anos, em 1994, para a disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos, Carlos Alberto Parreira montou um time que tinha no equilíbrio dos seus setores e um forte sentido coletivo e de competitividade os seus grandes atributos. Isso, aliado à qualidade técnica dos jogadores, fizeram a Seleção Brasileira, cono definiu Parreira, jogar um futebol que chamou à brasileira.

A equipe que ficou marcada pela dupla Romário e Bebeto foi responsável por colocar fim a um longo jejum do Brasil em Copas do Mundo. Afinal, o último título havia ocorrido em 1970. O Brasil, na primeira fase, venceu Rússia (2 a 0) e Camarões (3 a 0), além de um empate em 1 a 1 com a Suécia.

Nas oitavas, o time canarinho fez 1 a 0 nos Estados Unidos e, nas quartas, em um dos melhores jogos daquela Copa do Mundo, venceu a Holanda por 3 a 2. Na semifinal, a vítima foi a Suécia, 1 a 0, gol de Romário. Chegaram à decisão duas seleções que não eram brilhantes, mas que tinham jogadores decisivos. Do lado da Itália, Franco Baresi e Roberto Baggio. Do lado do Brasil, Romário e Bebeto.

Foi um jogo tenso e equilibrado. As duas equipes empataram por 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. A briga pelo título foi para os pênaltis. E o Brasil foi campeão! Taffarel fez a sua parte - Dunga, Romário e Branco converteram para o Brasil, que venceu por 3 a 2 depois que Baggio mandou a bola por cima do travessão de Taffarel. A Seleção era tetra!


Esse momento de amizade entre seleção e torcedores teve um momento especial. O título foi comemorado também em homenagem ao tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna, que faleceu em maio daquele ano.

28 anos sem Andrés Escobar: o gol contra mais triste de uma Copa

Com informações do Lance! e Sport Buzz
Foto: arquivo

Escobar marcando o gol contra. 10 dias depois ele seria assassinado

Uma das páginas mais dolorosas movidas pelo fanatismo em torno de uma Copa do Mundo foi escrita há 28 anos. Dez dias após marcar o gol contra que custou a derrota por 2 a 1 da Colômbia para os Estados Unidos (na partida que causou a eliminação "cafetera" no Mundial de 1994), Andrés Escobar era morto a tiros em frente a uma discoteca em Medellín. Era 2 de jilho de 1994 Porém, as marcas deixadas pela partida precoce do zagueiro de 27 anos persistem entre os colombianos.

O futebol pode causar muitas alegrias na vida do torcedor. Vitórias marcantes, jogadores que se tornam ídolos, títulos emocionantes. Entretanto, infelizmente nem sempre as histórias têm finais felizes. A partida entre Estados Unidos e Colômbia pela Copa do Mundo no dia 22 de junho de 1994 poderia ter sido um jogo normal, mas um simples gol contra estava fadado para acabar com a carreira e a vida de um jogador em ascensão.

Andrés Escobar, zagueiro de 27 anos da Colômbia, tentava impedir o cruzamento dos adversários americanos, quando acabou mandando a bola para o fundo das redes do goleiro Óscar Córdoba. A segunda derrota do país na fase de grupos, que havia perdido o primeiro jogo para a Romênia, causou com que a Colômbia fosse eliminada da Copa do Mundo de 1994. Dez dias depois, Andrés Escobar foi assassinado a tiros em frente à uma discoteca em Medellín.

O acontecimento apenas mostrava mais uma das faces violentas que a Colômbia vivia na época. Tomado pelo narcotráfico, o país vivia uma das épocas mais obscuras, onde a violência era vista toda hora em todos os lugares.

No dia 2 de julho de 1994, após retornar à Colômbia com o fim de sua jornada na Copa do Mundo, Andrés Escobar foi vítima de insultos vindos de três homens e uma mulher em uma discoteca em Medellín, que reclamavam de seu gol contra. Mesmo tendo pedido respeito, El Caballero del Fútbol, como era conhecido, foi assassinado com tiros na cabeça, disparados por Humberto Muñoz Castro.

Muñoz Castro era guarda-costas e motorista dos irmãos Pedro e Juan Santiago Gallón Henao, dois traficantes de drogas e também suspeitos da morte de Andrés Escobar que insultaram o jogador na discoteca. O autor do crime nunca chegou a comprovar a motivação do assassinato, mas supõe-se que o gol contra marcado por Andrés Escobar seja um dos motivos. As apostas eram muito comuns na época, e os narcotraficantes sempre foram ativos nessa atividade.

Humberto Muñoz Castro foi condenado a 43 anos de prisão, mas acabou sendo solto em 2015 por bom comportamento. Já os irmãos Gallón foram condenados a 15 meses por acobertarem o assassinato. Entretanto, pagaram a fiança de 1 milhão de pesos e seguiram livres.


Andrés Escobar iniciou a carreira no Atlético Nacional, teve uma curta passagem pelo Young Boys, da Suíça, mas retornou ao clube colombiano, onde se tornou ídolo. Conquistou o campeonato nacional a Copa Interamericana e a Copa Libertadores.

A família de Andrés, liderada pelo banqueiro Dario Escobar, fundou o Projeto Andrés Escobar após a morte do jogador. A organização ajuda crianças carentes a ingressarem no futebol, podendo até ter um futuro no esporte.

O Curioso do Futebol

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