sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alemanha 1 x 0 EUA - De última hora, assisti o jogo

Alemanha teve dificuldades para vencer a partida

* por Gilvania Ferreira

A primeira coisa que pensei quando anunciaram que o Brasil seria sede da Copa do Mundo foi que esta seria a melhor oportunidade para curtir o maior evento esportivo de uma modalidade só do planeta, já que, fora do país, o custo é altíssimo.

Na noite anterior ao jogo Estados Unidos e Alemanha, uma amiga me disse que um conhecido dela estava com um ingresso sobrando, pois o pai dele não ia mais poder vir da Paraíba ver o jogo. Para não ficar no prejuízo, ele estava revendendo o ingresso pelo mesmo valor pelo qual havia comprado, R$180,00. Então, passei no prédio onde mora e comprei. Foi ótimo, porque no dia seguinte, a cidade estava um caos por conta do temporal e, talvez, não desse tempo de pegar a entrada. Meu ingresso era atrás do gol, nas cadeiras inferiores da Arena Pernambuco.

A ida à Arena foi tranquila. Acordei por volta das 5h30 e estava chovendo bastante. Então, decidi partir para o estádio mais cedo. Peguei uma carona com meu pai até a integração da Macaxeira De lá, um ônibus até a estação do Barro e, então, o Metrô para a estação Cosme e Damião, de onde saiam os ônibus para o local do jogo. Tudo foi tranquilo, aliás, super tranquilo. No Metrô havia muitos americanos indo para o jogo já. Cheguei por volta das 9h40 na Arena e os portões abriram às 10 horas. Levei aproximadamente uma hora e meia da minha casa para o estádio.

Na hora do aquecimento, antes da partida

Acho que a atenção ao turista ainda poderia ser melhor (atendimento, informação e sinalização), assim como as alternativas de alimentação no estádio e de transporte no fim da partida, já que todos saem mais ou menos na mesma hora e isso dificulta o retorno com filas enormes, ônibus e metrô lotados.

Entrei no estádio, localizei meu assento e esperei o jogo começar, apenas sentindo todo aquela sensação genial. A partida foi boa porque as duas equipes buscavam o gol, apesar de o empate classificar ambas. Entretanto, só um gol foi marcado, por Müller, no segundo tempo. Esperava ver o gol histórico do Klose na partida, mas ele passou em branco. 

O clima estava ótimo, com os torcedores bastante animados e amistosos entre eles e com os brasileiros. Foi muito engraçado escutar os alemães tentando cantar "sou alemããããã, com muito orgulho, com muito amor". E, aparentemente, era tudo festa para eles, não ouvi reclamação com relação a nada. As pessoas com as quais conversei disseram que estavam gostando do evento e falavam sobre os planos de assistir a novos jogos.

Os bótons do Elvis Presley

Como a Copa é uma confraternização entre as pessoas e ganhei de presentes, como souvenires, não relativos à Copa, mas sim de um homem vestido em alusão a Elvis Presley. Ele viu que eu estava com uma camisa dizendo que sou fã de Elvis e me deu alguns bótons.

Estados Unidos e Alemanha eram duas das seleções que torcia para ver na Copa. Foi perfeito que se enfrentaram aqui e maravilhoso ter conseguido ir ao jogo. Se eu já tinha curiosidade de participar de uma Copa, agora a vontade só aumentou. É muito bom ver como as pessoas de locais diferentes torcem e interagem. E poder ver ali perto de você astros do futebol que só via pela televisão! Melhor ainda que foi um jogo da futura campeã do torneio.


* Gilvania de Brito Ferreira, a Gil, tem 41 anos, é jornalista, mora em Abreu e Lima-PE e torce para o Sport.
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