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França tem confusão nas ruas e prisões após vice para a Argentina na Copa

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Torcedores entraram em conflito com a polícia na ruas de Paris

A França registrou episódios de confusão nas ruas após a seleção nacional perder o título da Copa do Mundo para a Argentina, no domingo. Muitas pessoas estavam nas ruas com a expectativa de celebrar o título, e a frustração desencadeou reações exaltadas em algumas localizações, por isso houve confronto com a polícia e pelo menos 227 pessoas foram detidas, de acordo com o Ministério do Interior da França.

A maioria das prisões foram efetuadas na capital Paris, especificamente na região de Champs Elysées, onde parisienses costumam se reunir para festejar grandes triunfos esportivos, como a Copa de 2018. Torcedores lançaram fogos de artifícios contra policiais no momento que a situação ficou mais tensa.

A cidade de Lyon também teve confusão. De acordo com o jornal local Le Progrès, a região da praça de Bellecour teve lixeiras incendiadas e lojas saqueadas. A Prefeitura de Lyon afirmou, em sua conta oficial do twitter, que as forças de segurança responderam de “forma proporcional” os atos de “indivíduos hostis” presentes no local.

Segurança reforçada - Dias antes da final, o ministro do Interior da França, Gerald Darmanin, anunciou que haveria reforço de segurança nas ruas de todo o país para evitar episódios de violência, pois costumam acontecer também em caso de vitórias. Segundo Darmanin, 14 mil policiais foram acionados para garantir a segurança após a partida.


Apesar da derrota no jogo decisivo, a seleção francesa será recebida com uma homenagem na Praça da Concórdia, em Paris, conforme anunciado pela Ministra do Esporte, Amélie Oudéa-Castéra. De acordo com ela, a praça foi escolhida pela Federação Francesa de Futebol porque os jogadores estão inconsoláveis e se manifestaram contrários à ideia de desfilar pela avenida Champs Elyseés.

Amazônia Independente é o campeão da Série B Paraense

Foto: Júnior Borges

Amazônia venceu o Caeté nos pênaltis e conquista o título da Série B do Paraense

O Amazônia Independente conquistou nesta quarta-feira, na Curuzu, o título da Série B do Campeonato Paraense ao derrotar o Caeté em cobranças de penalidades, por 8 a 7. No tempo normal, o jogo foi marcado por grande equilíbrio entre as equipes refletido no empate em 1 a 1. Nas cobranças de tiros livres, um recorde: 15 atletas acertaram o gol. Na 16ª tentativa, Peu (Caeté) cobrou e André Gaia fez a defesa assegurando o título para o time santareno, estreante na competição.

O duelo começou bem equilibrado, com as duas equipes buscando o ataque. O Caeté, com uma proposta de apertar a saída de bola do Amazônia, conseguiu o primeiro lance de perigo aos 8 minutos, em uma bola lançada na área que sobra para o Bambelo, mas o atacante fura.

O Muiraquitã chegou aos 12 minutos com Osvaldo finalizando de fora da área. O jogo seguiu tenso, com algumas divididas fortes. Na reta final, o Amazônia pressionou e conseguiu abrir ao placar. Aos 50 minutos, bola na área e Andrei cabeceu para o gol, já no último lance do primeiro tempo.

A partida seguiu bastante equilibrada na etapa final. Contudo, o Amazônia quase ampliou o placar já aos 3 minutos. Vitinho cobrou falta no travesão de Deco Jr. Aos 20, Alex finalizou cruzado, assustando o goleiro André Gaia. O jogo não teve tantas chances perigosas no segundo tempo. Contudo, Caeté empatou aos 37. Keoma cobrou pênalti, André defendeu e a bola voltou para o meia concluir para o gol. Aos 41, Vitinho chutou novamente no travessão, assustando o goleiro Deco Jr.

Sem tempo para mais ações, os times ficaram no empate, levando a disputa para os pênaltis. Na marca da cal, o Amazônia levou a melhor e venceu por 8 a 7.

As equipes - O Amazônia Independente foi fundado neste ano e filiou-se à FPF em junho. O clube tem como proposta a defesa das causas amazônicas e ambientais, a partir das ideias de seu presidente, Walter Lima, que também é técnico de futebol. A equipe é comandada por Matheus Lima, filho de Waltinho.


Já o Caeté, que sobe para a primeira divisão junto com o Amazônia, fez uma grande campanha na Segundinha. Conquistou o acesso após disputar a semifinal duas vezes. Primeiro, enfrentou e venceu o Parauapebas. Depois, com a eliminação do Pebas por irregularidade, foi obrigado a voltar a campo contra o S. Raimundo. Venceu de novo e garantiu presença no Parazão 2022.

1998 - O início da era de ouro do São Caetano

Com informações do ABC do ABC
Foto: arquivo

Elenco do São Caetano em 1998

Em 1998 o São Caetano, que neste sábado, dia 4 de dezembro de 2021, está completando 32 anos de fundação, vivenciou um momento mágico de sua história. Temporada que conquistou o título da Série A-3 do Campeonato Paulista e o acesso à segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Vislumbrando lugar de destaque no futebol, o time dirigido na época por Luiz Carlos Ferreira serviria como base da equipe que encantou o Brasil nos anos seguintes. Um dos destaques desse grupo era Marcio Griggio, que chegou ao Anacleto Campanella justamente naquele Estadual e atuou pelo clube por muitos anos.

Autor de três dos cinco gols marcados pelo Azulão nos dois jogos da final contra o Taubaté, o ídolo azulino recorda com carinho do momento que vivenciou na A-3 de 1998. “A vitória em casa(no segundo jogo) era a confirmação do bom trabalho, a confirmação de ter feito um bom planejamento. E dentro desse planejamento fizemos de tudo para alcançar o objetivo final(título). Recordo muitas coisas dessa decisão, pois foi quando entrei para a história do São Caetano”, afirmou.

Depois de campanha impecável nas fases de classificação, o Pequeno Gigante foi campeão paulista, diante do Taubaté, no dia 23 de agosto de 1998. Mesmo com bela vantagem conquistada na primeira partida - após vitória por 4 a 2 -, o clube do ABC conquistou o resultado positivo no duelo de volta e derrotou o Burro da Central por 1 a 0; gol de Marcio Griggio.

A campanha

21 vitórias, 6 empates e 3 derrotas
50 gols marcados/ 27 gols sofridos
Escalação na final: Sílvio Luiz; Ailton, Daniel, Junior e Marcão; Vandir, Odair, Marcio Griggio e Leonardo (Bigu); Adhemar(Taxi) e Raudinei(Magrão)
Técnico: Luiz Carlos Ferreira

Artilheiros:
Gilson 11 gols
Taxi 7 gols
Marcio Griggio 6 gols
Leonardo 5 gols
Assis e Wallace 4 gols
Alexandre e Fabricio 2 gols
Marquinhos Pitbull. China, Marcelinho, Odair, Marcão, Vandir, Magrão e Nelsinho 1 gol


Brasileirão Série C - Naquele ano, a alegria do torcedor do Azulão não ficou apenas no estadual. O São Caetano, mesmo sendo um time que disputou a A3 Paulista, ainda que com o título da competição, resolveu encarar a Série C do Brasileirão, na época o último escalão do futebol nacional. As edições da competição naquela época eram de inscrição livre, ao contrário da atual Série D, que as vagas são definidas através dos estaduais.

O time do ABC foi tão bem na competição que acabou sendo vice-campeão, perdendo o título para o Avaí. Porém, o segundo lugar foi de muita valia para o azulão, que conquistou o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro, iniciando a trajetória de glórias que adentrou no século XXI.

O Curioso do Futebol

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