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A boa passagem do uruguaio Victor Diogo pelo Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Victor Diogo em sua fase no Palmeiras

Victor Hugo Diogo Silva, conhecido somente como Victor Diogo, foi um bom lateral-direito, mas que chegou a atuar muitas vezes como zagueiro. O uruguaio teve apenas dois times em toda sua carreira, primeiro foi o Peñarol e depois veio para o Palmeiras. 

O defensor nasceu em Treinta y Tres, no Uruguai, no dia 9 de abril de 1958, e começou a sua carreira na base de equipe pequenas do país. Porém, com 21 anos foi levado ao Peñarol, uma das maiores equipes de seu país, e conseguiu chamar a atenção da comissão técnica. 

Em 1979, estreou como profissional da equipe e construiu uma história belíssima pela equipe. O seu futebol impressionou a todos, tanto que no mesmo ano foi convocado para a Seleção Uruguai, onde permaneceu até 1986. 

Sua força defensiva era impressionante, pouquíssimas vezes perdeu uma disputada para o atacante, além de ser muito bom na bola aérea. Com o jeito uruguaio de ser, Victor usava muito da sua força física para levar vantagem sobre o adversário. 

Além da força, era um defensor rápido, que conseguia estar presente nos lances. Foi um grande jogador e por isso chamou a atenção do Palmeiras, quando acabou sendo contratado em 1985. 

A diretoria alviverde, que acompanhou o jogador principalmente em sua seleção, tinha boas expectativas sobre o defensor, e isso se confirmou até certo momento. Rapidamente, Victor conseguiu se adaptar ao futebol brasileiro, mostrando seu potencial, colocando em pratica sua força física, o estilo utilizado pelos times uruguaios. 

Com toda a sua experiência, foi se mostrando uma grande contratação, ajudando muito o alviverde. Porém, o Palmeiras estava vivendo uma fase ruim, com uma seca títulos, que durou até 1993.


Mas o jogador conseguiu fazer o que podia para ajudar o Palmeiras, principalmente nos primeiros anos de sua passagem. Porém, Victor começou a sofrer com algumas lesões, e isso acabou o prejudicando muito, tirando a forte explosão que tinha.  

Mesmo assim, conseguiu ainda permanecer atuando por mais algum tempo, mas em 1989 decidiu encerrar a sua carreira. A sua passagem pelo Palmeiras foi boa, contando com 146 jogos e 7 gols marcados, conseguindo suprir todas as expectativas feitas a ele.

Hugo de León e sua passagem pelo River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Hugo de León quando defendeu o River Plate

Hugo Eduardo de León Rodríguez, ex-zagueiro uruguaio popularmente conhecido apenas como Hugo de León, celebra o seu 66º aniversário nesta terça-feira, dia 27 de fevereiro de 2024. Ao longo de sua carreira profissional, o defensor teve uma passagem pelo River Plate entre o fim dos Anos 80 e começo da década de 90.

Sua chegada aos Milionarios foi concretizada em 1989, quando já tinha uma vasta experiência por jogar em grandes equipes do futebol sul-americano. Afinal, antes de ir à capital argentina, o cria do Nacional de Montevidéu havia colecionado passagens por equipes como Grêmio, Santos e Corinthians.

O jogador permaneceu no clube até 90. Deixou a La Banda após conquistar o Campeonato Argentino na temporada 89/90.


Na sequência de sua jornada como profissional, ainda passou por times como Botafogo e Toshiba SC. Depois de jogar por dois anos no futebol japonês, voltou ao Nacional em 92 e no ano seguinte, anunciou a sua aposentadoria.

A passagem do meio-atacante Héctor Silva pelo Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Héctor Silva quando jogou pelo Palmeiras

Héctor Jesús Silva foi um bom meia-atacante uruguaio, atuando em duas Copas do Mundo pelo seu país. Com muito sucesso nacionalmente, o jogador despertou interesse de times brasileiros, e teve uma passagem rápida pelo Palmeiras e pela Portuguesa.

O jogador nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 1 de fevereiro de 1940, e começou a sua carreira aos 18 anos de idade, quando subiu para o profissional do Danubio.

Pelo clube mediano uruguaio, o jogador conseguiu ter muito destaque e desenvolvimento no seu começo de carreira, mostrando todo seu talento e habilidade. Foi muito importante para o time durante as cinco temporadas, sendo a principal estrela da equipe.

Em 1962 foi convocado para a sua primeira Copa, ainda atuando pelo Danubio, o que deu mais destaque ao jogador. No ano seguinte foi contratado pelo Peñarol, um dos maiores clubes nacionais e internacionais, ganhando cada vez mais destaque no meio-campo.

Pelo Peñarol foi convocado para a sua segunda Copa do Mundo, que ocorreu em 1966. Depois de quase sete anos no clube uruguaio, o jogador recebeu um boa proposta do Palmeiras, e decidiu ter uma nova experiência em sua carreira, que era atuar por um clube fora de seu país.

O meia-atacante chegou com muita expectativa por parte da diretoria alviverde, que via nele um grande potencial. Em 1970 chegou ao Alviverde, e rapidamente entrou no time, tornando-se titular da equipe, mas teve algumas dificuldades para se adaptar ao futebol brasileiro.

Mesmo atuando em muitos jogos e sendo titular, os seus números eram bons, porém o clube ainda esperava mais do atleta. Depois de uma temporada, com números bons, o alviverde resolveu trazer o Leivinha, que tiraria o espaço de Héctor do time titular.


Com a perda de espaço no clube durante a temporada de 1971, o jogador decidiu deixar o Palmeiras após 80 jogos e 16 gols. Héctor foi para a LDU, mas ficou pouco tempo e alguns meses depois foi contratado pela Portuguesa.

Ficou alguns meses e após o fim da temporada de 1972, o jogador decidiu retornar ao Danubio, e encerrou a sua carreira em 1975. Em 2015, infelizmente Héctor teve uma parada cardíaca e acabou falecendo aos 75 anos.

O uruguaio Sergio Ramírez e sua passagem pelo Flamengo

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Sergio Ramírez no Flamengo

Marcante defensor do Flamengo na década de 70, Sérgio Ramírez, completa 72 anos neste 24 de dezembro de 2023. O ex-jogador, nascido na cidade de Treinta y Tres, é o segundo uruguaio que mais vestiu a camisa do Rubro-Negro.

O defensor iniciou sua carreira no Huracán e passou pelos uruguaios Liverpool, Rampla Juniors e Colón até atrair interesse do Flamengo e ser contratado para o futebol brasileiro. O sucesso do uruguaio não foi de forma exclusiva dentro das 4 linhas. Em 1976, durante uma partida entre Brasil e Uruguai, no Maracanã, Sérgio Ramírez, que ainda não era jogador do Flamengo, fez uma falta dura em Zico, parando o contra-ataque brasileiro.

Após a falta, uma enorme confusão foi formada e os ânimos se exaltaram e uma briga se destacou no meio de tantas: Rivelino contra Sérgio Ramírez. O craque brasileiro trocou agressões com Sérgio Ramírez, causando um grande tumulto, com uma clássica cena virando destaque: Rivelino fugindo e escorregando num 'skibunda' pelas escadas do vestiário do Maracanã. 

Um ano após a marcante confusão, Sérgio Ramírez foi contratado pelo Flamengo e, ao ver Rivelino treinando no Fluminense, foi logo pedir desculpas, que foram prontamente aceitas pelo craque, inclusive virando piada entre ambos e a torcida que, em diversos FlaFlus, costumavam brincar com a situação, pedindo para que o defensor pegasse o rival na porrada novamente. 

No Flamengo, o uruguaio atuou de 1977 a 1979 e conquistou cinco títulos. Em 1978, faturou a Taça Guanabara, o Campeonato Carioca e o Troféu Cidade de Palma de Mallorca. No ano seguinte, em 1979, conquistou o estadual mais uma vez e levantou o Troféu João Batista Figueiredo. 

Além dos títulos, Sérgio Ramírez detém a marca do 2º uruguaio que mais atuou com a camisa do Flamengo. O defensor entrou em campo com a camisa rubro-negra em 94 ocasiões, ficando atrás apenas de Arrascaeta, que joga até hoje no Flamengo. 


Sérgio Ramírez se despediu do Rubro-Negro em 1979, após o título carioca, não permanecendo para a disputa do segundo estadual do ano, como previa o regulamento. Foram 94 jogos do uruguaio com a camisa do Flamengo.

Após a passagem vitoriosa pelo Flamengo, Sérgio Rodríguez defendeu Sport, Ferroviário, Campo Grande e encerrou sua carreira no Pinheiros, do Paraná. O uruguaio ainda foi treinador de diversos times brasileiros, mas sua marcante passagem pelo Brasil será sempre lembrada.

Daniel González e sua passagem curta e vencedora pelo Corinthians

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Daniel González em ação pelo Corinthians

Daniel Ángel González Puga foi um bom zagueiro uruguaio, atuando em alguns clubes do futebol brasileiro, conquistando títulos relevantes por um deles. O jogador fez parte da Democracia Corinthiana, movimento importante para o futebol, e fez uma grande dupla de zaga com Mauro.

O jogador nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 22 de dezembro de 1954, e começou sua carreira no futebol na base do Nacional, um dos maiores clubes do país. Porém, o zagueiro foi revelado pelo Fénix, um time de expressão média, que não brigava tanto por títulos. 

Pelo clube, o jogador ficou muitas temporadas, se desenvolvendo muito bem, mas acabou não conquistando nenhum título no futebol nacional. Ficou cinco temporadas, conseguindo se destacar, o que chamou a atenção do futebol brasileiro. 

Em 1979, foi contratado pela Portuguesa, uma grande oportunidade para o atleta se destacar no futebol brasileiro. No clube, o zagueiro mostrou todo seu potencial, sendo muito aguerrido e preciso na marcação, além de ser muito bom na bola parada. 

As suas habilidades impressionaram os times do futebol paulista, e em 1982 foi contratado pelo Corinthians. Daniel chegou na Democracia Corinthiana, que contava com grandes jogadores como Sócrates, Zenon e Casagrande. 


Logo na sua primeira temporada, o jogador foi muito importante fazendo parceria com o Mauro, formando uma bela dupla de zaga. Daniel foi um pilar defensivo, ajudando o time a conquistar o Campeonato Paulista de 1982, título muito importante para o momento do clube. 

Em 1983, o jogador ficou pouco tempo no clube, mas ainda fez parte da conquista do bicampeonato Paulista em 1983. Porém, após o título acabou sendo negociado com o Vasco da Gama, deixando o Timão com 72 jogos e dois gols.

Portuguesa anuncia contratação de zagueiro uruguaio Yeferson Quintana

Com informações da Gazeta Esportiva
Foto: divulgação / Portuguesa

Yeferson Quintana tem 27 anos

Na tarde desta quinta-feira, a Portuguesa anunciou a chegada do zagueiro Yeferson Quintana para a disputa do Campeonato Paulista de 2024. O uruguaio de 27 anos assinou pré-contrato com o clube e seu vínculo começa dia 1º de janeiro.

No currículo, o jogador revelado pelo Peñarol tem passagens por San Jose Earthquakes, dos Estados Unidos, e pelo Racing Ferrol, da Espanha. Em seu país, também jogou por Danubio, Cerro e Defensor, seu último clube.

Na última temporada, Yeferson Quintana participou de 18 jogos e concedeu uma assistência pela equipe uruguaia. "A Portuguesa anuncia oficialmente a contratação do zagueiro Yeferson Quintana para a disputa do Paulistão 2024! O uruguaio de 27 anos assinou pré-contrato com o Clube e seu vínculo se inicia no dia 1 de janeiro", disse o anúncio do clube nas mídias sociais.


Além de Quintana, a Portuguesa já anunciou o experiente centroavante Henrique Dourado, o atacante Victor de Andrade, ex-Santos, e o lateral esquerdo Marquinhos Pedroso, com passagens pelo futebol europeu, entre outros.

Na próxima temporada, com seu elenco devidamente reforçado, a Portuguesa disputará a Primeira Divisão do Campeonato Paulista.

Diego López e sua passagem de mais de dez anos pelo Cagliari

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Foram 12 anos de Cagliari

Luis Diego López Breijo, mais conhecido como Diego López, nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 22 de agosto de 1974, e foi um bom zagueiro. O jogador atuou em apenas três clubes em sua carreira, sendo dois no futebol europeu, onde permaneceu por muitos anos de sua vida, principalmente na passagem pelo Cagliari.

A sua carreira começou em 1994 pelo River Plate, do Uruguai, mas antes disso já atuava pela equipe Sub-17 do seu país. López tinha um bom potencial, e era visto com bons olhos em seu país, tanto que não demorou muito para se firmar em seu clube.

Em sua primeira temporada pelo clube não atuou muito, mas ganhou bastante experiência convivendo com o profissional. Mas, em 1995, começou a ganhar minutos na equipe, e conseguiu ao pouco conquistar seu espaço, se tornando um jogador importante.

O jogador conseguiu se destacar na equipe, sendo muito regular na defesa do River, e começou a ser chamado para a equipe principal do Uruguai. A sua ida para a seleção fez alguns clubes da Europa começarem a procurá-lo, principalmente após a conquista da Copa América de 1995.

Em 1996, o jogador foi transferido para o Racing Santander, um clube mediano do futebol espanhol. A oportunidade era uma ótima porta de entrada para López na Europa, que conseguiria ter mais chances de chamar a atenção de outros clubes no continente.

López ficou duas temporadas no clube, onde conseguiu ser o titular absoluto da posição, sendo muito regular durante a sua passagem. O zagueiro tinha um grande senso de posicionamento, e era muito difícil de enfrentá-lo no mano a mano, pois dava botes precisos.

Depois das duas boas temporadas, o jogador acabou recebendo algumas propostas, e decidiu ir para o Cagliari, uma equipe mediana do futebol italiano. O clube tinha como objetivo ficar na elite nacional e quando estava na segunda divisão lutar para voltar à elite.


O zagueiro foi uma contratação importante, pois daria uma segurança maior ao sistema defensivo da equipe. Assim que chegou, em 1998, tornou-se titular do time, mostrando toda sua força e seu potencial.

Com o passar do tempo, o jogador foi se tornando um líder da equipe, pois tinha uma personalidade muito forte. López foi fundamental em seu período pelo clube, ajudando dentro e fora do gramado. A equipe passou por bons e maus momentos, vivendo entre a elite e a série B do futebol italiano.

López se tornou capitão da equipe com o passar do tempo, sendo oficializado a sua liderança. Em sua passagem de mais de 10 anos pelo clube, o zagueiro conquistou um título, que foi o Campeonato Italiano da Série B. Em 2010, o jogador se aposentou dos gramados, e tornou-se treinador na sequência.

O dia em que Álvaro "El Chino" Recoba ofuscou a estreia de Ronaldo na Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

El Chino ofuscou a estreia do Fenômeno pela Internazionale

Natural de Montevidéu, Álvaro Alexander Recoba Rivero, conhecido pelo seu apelido de "El Chino" e também por ser um dos maiores meias da história do futebol uruguaio, está celebrando o seu 47º aniversário nesta sexta-feira, 17 de março de 2023. Na sua estreia pelo Internazionale, ele conseguiu o feito de ofuscar o Ronaldo, que já tinha um certo nome na Europa e também debutava na equipe de Milão.

Este fato aconteceu em 1997, período no qual o time Nerazzurri já contava com Iván Zamorano e Youri Djorkaeff no seu plantel, mas a diretoria resolveu trazer os dois sul-americanos para fortalecer ainda mais o seu setor ofensivo.

Foi logo em um jogo contra o Brescia, pela Serie A, o uruguaio mostrou o seu cartão de visitas e chamou a atenção de todos com uma excelente atuação. Mas, é claro, que todos os holofotes estavam em Ronaldo, que na época já era considerado o melhor jogador do mundo.

Naquela partida, Recoba começou no banco de reservas e o treinador Luigi Simoni resolveu colocar o camisa 20 em campo no lugar de Maurizio Ganz. Pouco depois de sua entrada, os visitantes abriram vantagem no marcador.

Porém, não tardou muito para o uruguaio mostrar serviço e virou o jogo para a Inter com dois golaços: o primeiro, um tirombaço de fora da área, empatando o embate. O segundo, uma falta cobrada com perfeição. Apesar da estreia de Ronaldo, foi o 'El Chino' que roubou a cena naquele 31 de agosto de 1997.


No sequência de sua passagem pela Internazionale, El Chino disputou um total de 260 partidas e marcou 73 gol, segundo o site o gol. Além disso, conquistou uma Copa da UEFA (1997–98), duas Copas da Itália (2004–05 e 2005–06), duas Supercopas da Itália (2005 e 2006) e dois Campeonatos Italianos (2005–06 e 2006–07).

Hugo de León e sua curta passagem pelo Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hugo de León teve uma passagem apagada pelo Botafogo

Hugo Eduardo de León Rodríguez, mais conhecido como Hugo de León, nasceu em Rivera, no Uruguai, no dia 27 de fevereiro de 1958, e se transformou em um grande zagueiro. O jogador teve passagens por grandes times, e foi muito vitorioso em alguns deles. Ele fez sucesso no futebol brasileiro, principalmente na passagem pelo Grêmio. Já em 1991, o jogador defendeu o Botafogo, mas por pouco tempo.

Em 1975 começou sua carreira, quando chegou para atuar na base do Nacional, um dos grandes times do país. Dois anos depois subiu para a equipe profissional, e, após isso, sua carreira deslanchou e mostrou um grande potencial, tanto que chamava a atenção de todos.

O zagueiro tinha um grande posicionamento, sabia os ‘atalhos’ do campo, e sempre conseguia antecipar a ação do atacante. Mesmo jovem já demonstrava uma grande experiência, se tornando um pilar no sistema defensivo do Nacional.

Depois de um bom começo, o jogador foi contratado pelo Grêmio, onde conquistou grandes títulos e entrou para a história do time gaúcho. O zagueiro era um líder em todos os clubes que passou, uma grande importância no vestiário e mais ainda dentro de campo.

A sua passagem pelo Grêmio foi muito boa, e após alguns anos no clube, começou a rodar por outros clubes no Brasil, Corinthians e Santos, e chegou até a atuar no futebol espanhol. Depois de um tempo, voltou para o Nacional, mas não ficou por muito tempo, pois ele chegou em 1988, e em 89 já foi emprestado para o River. Em 90 voltou de empréstimo, mas não demorou muito para deixar o clube novamente.

Em 1991 voltou ao futebol Brasileiro, mas dessa vez para atuar no Botafogo, também por empréstimo. O jogador tinha a fama das outras passagens pelo país, pela excelente qualidade no Grêmio, depois no Santos e Corinthians. A diretoria alvinegra depositava muita confiança no zagueiro, mas acabou que durou muito pouco.


Hugo chegou a atuar em poucos jogos, e já estava na parte final de carreira, não tendo o mesmo físico dos anos anteriores. Infelizmente não conseguiu demonstrar toda sua categoria e acabou ficando por pouco tempo na equipe carioca.

Ainda em 1991, o jogador foi contratado pelo Toshiba SC, uma equipe do futebol japonês, que depois do profissionalismo mudou o nome para Hokkaido Consadole Sapporo. Dois anos depois retornou ao Nacional, para poder encerrar sua carreira, na equipe que o revelou para o mundo.

Rodolfo Rodríguez encerrando a carreira no Bahia

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Rodolfo Rodríguez na passagem pelo Bahia

Rodolfo Sergio Rodríguez y Rodríguez, mais conhecido como Rodolfo Rodríguez, nasceu em Montevidéu, no dia 20 de Janeiro de 1956, e se transformou em um grande goleiro. O atleta fez uma linda história no futebol uruguaio, mas também construiu uma linda carreira atuando no Brasil, inclusive seu último clube foi o Bahia.

O jogador imaginava fazer faculdade de economia quando era criança, mas a sua qualidade falou mais alto e ele resolveu, para a sua sorte, seguir com sua carreira. Ele começou a se destacar pela seleção de base do seu país e foi contratado pelo Nacional, uma das grandes equipes.

Por lá, o goleiro conquistou vários títulos e chamou a atenção de outros clubes. Mas foi em um jogo contra o Brasil, que os times brasileiros ficaram de olho nele. Rodríguez fechou contra a amarelinha e deixou todos impressionados. Após quatro anos, o Santos fez uma boa proposta para o jogador, com dinheiro emprestado pelo Pelé, e contratou o goleiro.

Pelo Santos, o goleiro se tornou ídolo rapidamente, fazendo grandes jogos e mostrando seu grande futebol. Tudo caminhava muito bem no clube, todos o adoravam e ele atuava melhor a cada jogo. Após alguns anos depois, Rodríguez resolveu deixar o time para atuar no futebol europeu, no português Sporting.

Depois da sua passagem pelo futebol europeu, o goleiro retornou para o futebol brasileiro para atuar na Portuguesa. Ficou dois anos no clube paulista e depois se transferiu para jogar no futebol nordestino, que seriam seus últimos momentos na carreira.

Rodríguez foi atuar no Bahia em 1992, e mesmo já não estando no seu auge, mostrava um grande futebol. O goleiro ganhou o bicampeonato do futebol baiano e conseguiu entrar para história do clube, mesmo ficando por pouco tempo na equipe.

Além dos títulos conquistados, o goleiro teve momentos marcantes pelo time baiano. O goleiro conheceu Ronaldo Fenômeno da pior maneira possível, em uma partida contra o Cruzeiro, Rodríguez acabou sendo surpreendido pelo jovem atacante.


O goleiro acabou soltando a bola na área para agradecer aos céus pela defesa, mas não se ligou na presença do atacante, que de fininho chegou e tirou a bola de Rodríguez para marcar mais um gol. A partida terminou em 6 a 0 para o time mineiro, com cinco gols do jovem e promissor atacante.

Tirando esse momento, o goleiro se transformou em um dos principais jogadores estrangeiros do nosso país. Rodríguez fez uma belíssima história e encerrou sua carreira em 1994. O jogador fez 63 partidas pelo Bahia e também deixou um legado por lá.

Velo Clube contrata o zagueiro uruguaio Juan Sosa, que já defendeu o rival Rio Claro

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Juan Sosa tem 36 anos e já defendeu o rival Rio Claro

O Velo Clube acertou mais uma contratação para a temporada de 2023. Chegou o zagueiro uruguaio Juan Sosa, de 36 anos, que defendeu o rival Rio Claro em 2022. A indicação partiu do técnico Alberto Félix, que nesta temporada trabalhou no Rio Claro.

Natural de Montevidéu, Uruguai, Juan Sosa defendeu ainda o Pérolas Negras-RJ, 7 de Abril-RJ, Uberlândia-MG, Esportivo de Bento Gonçalves-RS, Operário Ferroviário de Ponta Grossa-PR, Passo Fundo-RS, Novo Hamburgo-RS, Quissamã-RJ, Remo-PA, Audax Rio.

O time velista já tinha acertado com o volante Ítalo, 24 anos, ex-Tombense-MG, Santa Cruz-PE e Floresta-CE. Chegaram ainda o goleiro Rodrigo Barreto, de 21 anos e estava no Joseense.

Outras contratações no time comandado pelo técnico Alberto Félix: goleiro Caio Alan; os laterais, Yaniã, Léo Simas e Marcilio Silva; os zagueiros, Betão, Heverton e Alexandre Carvalho; os meio campistas Christian Schneider, Bruno Ritter, Franco, Danilo Perassolli e Felipinho; e os atacantes, Léo Castro, Douglas Skilo, Lucas Duni, Dener, Cleivinho e Thiago Rubim.


A direção do Velo Clube agendou para o dia 23 de dezembro, véspera do Natal, o primeiro jogo-treino contra o time do Capivariano, que disputará o Paulista da Série A3. O Galo Vermelho estreia no Campeonato Paulista da Série A2 dia 15 de janeiro, contra a Ponte Preta, dentro de casa no Estádio Municipal Benito Agnelo Castellano.

Red Bull Bragantino anuncia a contratação do uruguaio Thiago Borbas

Foto: Ari Ferreira / Red Bull Bragantino

O uruguaio Thiago Borbas tem 20 anos

Na tarde desta quarta-feira, dia 30, o Red Bull Bragantino assinou contrato de compra com o atacante Thiago Borbas até fim de 2027. Artilheiro do Campeonato Uruguaio pelo River Plate, com 18 gols, o atacante de 20 anos é o primeiro reforço do Massa Bruta para 2023.

"Estou muito ansioso para começarmos e para poder encontrar a torcida em Bragança, assim que possível estaremos juntos. Estou feliz com esse novo desafio!", disse o atacante Thiago Borbas, deixando seu recado para a torcida.

O jovem atacante é formado nas categorias de base do River Plate de Montevidéu. Neste ano, disputou 44 jogos pela equipe e marcou 19 gols, sendo 18 deles no Campeonato Uruguaio, certame onde foi o artilheiro máximo.


Thiago Borbas chega ao Massa Bruta com contrato válido por cinco anos. Os valores da negociação não foram revelados. Ele é a primeira contratação do Braga para a temporada 2023. Além de jogadores, o Massa Bruta também está em busca de um novo treinador.

Rubén Paz e sua boa passagem pelo Internacional nos anos 80

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O uruguaio defendeu o Colorado entre 1982 e 1986

Um dos grandes meias do futebol mundial da década de 80 completa 63 anos hoje. Rubén Walter Paz Márquez, mais conhecido como Rubén Paz, nasceu no dia 8 de agosto de 1959, em Artigas, Uruguai. O jogador teve passagem por grandes clubes, conseguindo ter sucesso na maioria e conquistando títulos por onde passou, inclusive no Internacional de Porto Alegre.

Sua carreira começou no Peñarol de Artigas, ainda nas categorias de base se destacou e acabou se transferindo para a base do Peñarol. O meia foi atuar em uma equipe gigante de seu país, e por lá subiu para o profissional, ainda muito jovem chamava a atenção de todos.

A sua habilidade impressionava a todos, tinha uma categoria diferente dos outros e sabia fazer gol, era um meia ofensivo que pisava com facilidade na área para fazer seus gols. O jogador ficou por quatro temporadas na equipe Uruguaia e logo depois se transferiu para o futebol brasileiro.

Rubén chegou para atuar no Internacional, foi para as terras gauchas, que fica ao lado de seu país, e isso o ajudou na adaptação. O meia não teve muitos problemas quando chegou e estreou em 1982, depois não saiu mais da equipe titular, tomou conta da posição no meio campo.

O meia fez grandes jogos com a camisa do colorado, era um grande destaque do futebol brasileiro, ainda com 23 anos, muito jovem mas com uma habilidade fora do normal. Rubén ajudou o Inter a ganhar alguns jogos e já chegou conquistando títulos pela equipe.

Em 1982 já levantou o título de Campeão Gaúcho, com um dos grandes destaques da equipe, um jogador totalmente decisivo para o Colorado. No campeonato nacional, o Inter não conseguiu ser campeão, mas brigou com as melhores equipes em busca do título.

A briga no campeonato nacional era muito mais complicada, mas no Gauchão, o Inter começou a se destacar mais e se tornar a melhor equipe do seu estado. Rubén teve uma grande parcela por essas melhorias, que levaram o Inter a três títulos seguidos (1982-83-84) do Campeonato estadual.


Além do Tricampeonato, o Inter em 1984 ainda levantou mais um troféu, dessa vez o Torneio Heleno Nunes. O Uruguaio permaneceu na equipe do colorado até 1986 e logo depois se transferiu para o futebol europeu, não foi para uma grande equipe, mas já era uma boa porta de entrada. Rubén foi contratado pelo Racing de Paris, mas não deu certo por lá e voltou para atuar no futebol Argentino.

Nicolás Oliveira e sua passagem curta pelo Valencia

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Nicolás Oliveira em uma das raras oportunidades pelo Valencia

Andrés Nicolás Oliveira, mais conhecido como Nicolás Oliveira, é um ex-jogador que nasceu no Uruguai, no dia 30 de maio de 1978. O meia surgiu muito bem no Defensor Sporting e chamou atenção de alguns times Europeus, ainda bem jovem, o jogador foi contratado por uma grande equipe espanhola.

Em 1998, o meia se transferiu para jogar em uma das grandes equipes do futebol espanhol, o Valência. O jogador chegou para substituir Marcelinho Carioca, que deixou a equipe depois de uma passagem ruim, sendo contratado pela Federação Paulista de Futebol, que fez uma promoção onde o Corinthians saiu vencedor. Assim como o jogador brasileiro, o jovem Uruguaio chegou com uma boa expectativa de se desenvolver no futebol europeu.

O meia tinha uma boa habilidade, mas não conseguiu se adaptar à equipe e ao estilo de jogo do time do Valencia. No início houve alguns problemas por conta disso e o jogador não teve mais grandes chances na equipe titular, acabou sendo escanteado e colocado no mercado em pouco tempo.

Mesmo sem se adaptar, o jogador ainda era uma boa promessa e tinha apenas 20 anos, poderia se desenvolver no futebol europeu. Logo quando foi colocado no mercado, outros grandes times se interessaram por ele e já fizeram boas propostas pelo jovem Uruguaio.


Ainda em 1998, Nicolás Oliveira foi contratado pelo Sevilla, que naquele momento não vivia uma boa época, pelo contrário, não estava na elite do futebol espanhol. E o meia ajudou a equipe a voltar para a primeira divisão, ficando lá por 4 anos. Depois continuou atuando no futebol espanhol, até voltar para seu país e jogar novamente na equipe que o revelou.

Com títulos no Uruguai e no Chile, técnico Rodolfo Neme mira o futebol brasileiro

Foto: Divulgação/Universidad de Chile

Rodolfo Neme quando trabalhou na Universidad de Chile

Trabalhar no futebol brasileiro tem sido visto com bons olhos por muitos treinadores ao redor do mundo. Este é o caso do uruguaio Rodolfo Neme, de 57 anos, mais um profissional estrangeiro que pode aparecer no país tupiniquim.

Como auxiliar técnico de Martín Lasarte, atual comandante da seleção chilena, Neme foi campeão uruguaio com o Nacional, além de colecionar títulos pela Universidad de Chile, como a Copa, Supercopa e o Campeonato Chileno. Agora como treinador, ele vê no Brasil um bom lugar para dar sequência na carreira.

“Sempre acompanhei o futebol brasileiro. Admiro a qualidade técnica dos times e também a parte tática, aquilo que é executado pelas equipes em diferentes competições. Pessoalmente, vejo como uma grande oportunidade trabalhar no Brasil, tenho certeza que agregaria muito para a minha carreira”, destacou o profissional.

Fora de campo, Rodolfo Neme dedica boa parte do seu tempo aos estudos do jogo. O treinador já realizou cursos em diferentes países, como Argentina e Espanha, e tem na ofensividade um dos pilares de suas equipes.


“Acredito que é fundamental se adaptar aos diferentes cenários. Procuro sempre avaliar o contexto que estou inserido e acomodar as minhas ideias de jogo dentro dele. Busco fazer com que os meus times sejam agressivos, busquem o jogo, mas que também saibam ser pragmáticos, se defender de forma organizada quando necessário”, finalizou.

Acosta vai defender o Taguatinga no Candangão 2020

Foto: divulgação Taguatinga EC

Beto Acosta foi apresentado nesta quarta-feira, dia 11

O uruguaio Beto Acosta continua em atividade pelos campos do Brasil. Depois de defender quatro equipes em 2019, o atacante de 42 anos foi anunciado como a nova contratação do Taguatinga Esporte Clube para a temporada de 2020, onde a agremiação vai disputar o Campeonato Candango. O jogador foi apresentado nesta quarta-feira, dia 11, e vestiu uma camisa retrô do clube.

O Taguatinga será a 18ª equipe da carreira de Acosta, que conta com passagens por clubes do Brasil e Uruguai. No Distrito Federal, o atacante defendeu o Brasiliense entre 2010 e 2012, quando disputou 28 jogos e marcou quatro gols. Em 2019, o atacante de 1,88m vestiu as camisas de Santos - AP, onde foi campeão amapaense, Taboão da Serra (SP), Sabugy (PB) e Atlético Carioca (RJ). Ao todo disputou 17 partidas e foi às redes em cinco oportunidades.

Esperança de gols na temporada, Acosta chega ao Taguatinga para tentar alçar voos mais altos com a equipe. Na última edição do candangão, a Águia ficou apenas na 10ª colocação e não conseguiu passar para a fase eliminatória. Agora, com o uruguaio no elenco, a esperança é disputar o título estadual.

Experiência - Acosta começou a carreira no uruguaio Danubio, em 1997. Em 2000, foi para o Cerrito e em 2006 defendeu o Peñarol. Em 2007, veio parar no Náutico, onde foi artilheiro do Brasileirão. No ano seguinte foi para o Corinthians. Depois, o atacante charrua perambulou pelo futebol brasileiro, passando por Brasiliense, Central de Caruaru, Resende, CEOV Operário, Santos do Amapá, União Barbarense, Botafogo de Brasília, Sete de Setembro de Dourados, Taboão da Serra, Sabugy e Atlético Carioca.

A passagem de Pedro Rocha pelo Coritiba em 1978

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo Gazeta do Povo

Pedro Rocha jogou pelo Coritiba em 1978

Pedro Rocha foi um dos maiores jogadores uruguaios da história. Ídolo absoluto da torcida do São Paulo, fez muito sucesso jogando pelo Uruguai antes de virar quase uma divindade no Tricolor Paulista. O ex-meia faria 77 anos neste dia 3 de dezembro de 2019. O uruguaio era tão bom que Pelé o considerava um dos cinco melhores jogadores do planeta. Após vários anos vestindo a camisa do time do Morumbi, Pedro Rocha deixou o São Paulo em 1977 e passou a jogar pelo Coritiba, em 1978. 

O Verdugo chegou ao Coxa já com 36 anos de idade, já não sendo o mesmo craque de anos anteriores, porém, ainda com alguma lenha para queimar, ajudou o bom time do Verdão a fazer boa campanha no estadual de 1978. O Coxa sofreu naquele estadual, chegando à decisão apenas na repescagem e vendo o rival Atlético chegar como favorito. Porém, depois de três jogos empatados em 0 a 0 e uma prorrogação também sem gols, em jogos que tiveram recordes de público, o Verdão levou nos pênaltis no título. Pedro Rocha era parte do time campeão. 

Foi pelo Verdão que o meia uruguaio conquistou seu único título no Brasil fora do São Paulo. No total fez 44 jogos com a camisa alviverde, marcando 7 gols. Números relativamente baixos, mas suficientes para guardar o uruguaio na memória do torcedor coxa-branca e inclusive dar a ele um lugar na história do clube. Ao final de 1978, Pedro Rocha deixou o Coxa para jogar em outro alviverde: o Palmeiras, um dos maiores rivais do São Paulo, mas não faria sucesso pelo Palestra. Ao menos ficou marcado na história do Coritiba. 

Pedro Rocha ainda jogaria até 1980, passando ainda por Palmeiras, Bangu, Deportivo Neza, Monterrey e Al Nassr, antes de encerrar a carreira no ano de 1980. Ainda teve passagem pelo Coxa como treinador, em 1987, sem conseguir o mesmo sucesso que conseguiria como jogador. Em 2013, às vésperas de completar 71 anos, o ex-jogador faleceu, recebendo diversas homenagens, inclusive do Coritiba e é claro, principalmente, do São Paulo.

Atlético Carioca anuncia uruguaio Acosta para a disputa da Série C do Rio

Foto: divulgação CATS

Acosta, que esteve no Taboão da Serra neste ano, vai defender o Atlético Carioca na Série C do Rio

O Atlético Carioca, time que vai disputar o Campeonato da Série C do Rio de Janeiro, anunciou nesta segunda-feira, dia 16, a contratação do atacante uruguaio Beto Acosta, de 42 anos. O jogador, conhecido por suas passagens por Náutico e Corinthians, vai defender sua quarta equipe em 2019.

"Sou o novo contratado do Atlético Carioca. Quero fazer um bom campeonato e ajudar o time a conquistar os seus objetivos", disse Acosta, em vídeo publico nas mídias sociais do clube. Ele deixou claro que o principal objetivo do Atlético Carioca é conquistar o acesso para a Série B2 de 2020.

O rodado atacante uruguaio está em seu quarto time apenas em 2019. Ele começou o ano defendendo o Taboão da Serra no Campeonato Paulista da Série A3, onde foi companheiro de equipe de um ex-jogador famoso que passou pelo Atlético Carioca, Túlio Maravilha, depois ainda passou por Santos do Amapá e Sabugy, da Paraíba.

Experiência - Acosta começou a carreira no uruguaio Danubio, em 1997. Em 2000, foi para o Cerrito e em 2006 defendeu o Peñarol. Em 2007, veio parar no Náutico, onde foi artilheiro do Brasileirão. No ano seguinte foi para o Corinthians. Depois, o atacante charrua perambulou pelo futebol brasileiro, passando por Brasiliense, Central de Caruaru, Resende, CEOV Operário, Santos do Amapá, União Barbarense, Botafogo de Brasília, Sete de Setembro de Dourados, Taboão da Serra e Sabugy.

Vídeo de Acosta anunciando a ida para o Atlético Carioca (divulgação Atlético Carioca)

Contratações - O Atlético Carioca estreou nas competições profissionais da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro no ano passado, onde já causou alvoroço ao contratar o centroavante Túlio Maravilha, que buscava o gol 1.001, mas passou em branco (ele conseguiu fazer ele pelo Taboão da Serra, na última rodada do Paulista da A3 neste ano). Além de Acosta, há informações de que o clube trabalha para trazer outro atacante uruguaio conhecido dos brasileiros para a Série C do Rio de Janeiro de 2019: Sebastián 'Loco' Abreu.

No Campeonato Carioca da Série C de 2019, o Atlético Carioca vai estrear no dia 6 de outubro, às 15 horas contra o Teresópolis. A partida está marcada, a princípio, para o Estádio Antônio Savatonne, em Teresópolis, mas como o local ainda não está com toda a documentação em dia para receber partidas, possa ser que a partida possa ser transferida para outro estádio.

Uruguaio Walter Ibañez revela desejo de atuar no Brasil

Em sua passagem pelo Cienciano (foto: divulgação Cienciano)

Com passagens por clubes como Universidad Católica e Alianza Lima, o zagueiro Walter Ibañez possui experiências em quatro países diferentes da América do Sul. Natural de Rivera, no Uruguai, onde iniciou a sua carreira, o defensor de 34 anos também atuou no Chile, na Venezuela e no Peru. Por lá, defendeu as cores do Cienciano, sua última equipe.

Em processo de negociações para definir onde dará sequência à sua carreira, Ibañez possui um ”desejo” pessoal: atuar no futebol brasileiro. ”Já atuei em diferentes países da América do Sul e pude acumular experiências muito positivas. Sempre fui um admirador do futebol brasileiro, um dos mais disputados do planeta. Hoje, tenho como meta atuar no Brasil. Seria um desafio muito interessante e uma oportunidade única”, disse o atleta, campeão chileno pelo Universidad Católica, em 2015.

Mesmo sem nunca ter atuado no Brasil, Ibañez conhece bem o futebol local. O jogador já enfrentou diferentes equipes brasileiras em competições continentais. Na Libertadores de 2012, por exemplo, o zagueiro anotou um dos gols do Alianza Lima no revés por 3 a 2 para o Vasco, pela fase de grupos do torneio. “Foi uma partida muito disputada. Estávamos jogando em São Januário e mesmo assim conseguimos abrir o placar. Acabamos sofrendo a virada e o Vasco chegou a ampliar para 3 a 1. Tive a felicidade de marcar aos 40 minutos do segundo tempo, mas infelizmente não conseguimos o empate. Lembro que aquela equipe do Vasco possuía grandes jogadores, como o lateral Fagner e o zagueiro Dedé, que hoje atuam na seleção brasileira, além do meia Juninho Pernambucano. Apesar da derrota, foi uma experiência muito positiva”, relembrou o uruguaio.

Walter Ibañez quando defendeu o Alianza Lima
(foto: divulgação Alianza Lima)

Enquanto define o seu futuro, Ibañez segue treinando para chegar bem em seu próximo clube. O jogador, de 34 anos, se destaca pelo bom condicionamento físico. Sem histórico de lesões graves ao longo da carreira, ele foi um dos atletas que mais atuou pelo Cienciano em 2018. Foram 33 partidas pela equipe e seis gols anotados na última temporada. “Tive um excelente desempenho individual em 2018. Disputei 33 partidas com a camisa do Cienciano, sendo titular em todas elas e jogando os 90 minutos em praticamente todos os jogos. Sempre trabalhei muito esta parte física e graças a Deus nunca sofri nenhum problema grave de lesão. Sigo treinando normalmente e acredito que devo chegar ao meu próximo clube em perfeitas condições para atuar”, concluiu.

Mais da carreira de Walter Ibañez - Campeão do torneio Clausura do Chile, temporada 2014/2015, pelo Universidad Católica; campeão da Copa Inca de 2014, pelo Alianza Lima, do Peru; e duas vezes vice-campeão uruguaio pelo Defensor (2008/2009 e 2010/2011).
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