Mostrando postagens com marcador River Plate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador River Plate. Mostrar todas as postagens

Inter vence, se classifica e River Plate é eliminado da Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Vitória da Inter em Seattle

A Internazionale venceu o River Plate, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, dia 25, no Lumen Field, em Seattle, nos Estados Unidos, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes de 2025. O time argentino acabou eliminado do certame.

O nervosismo deu o tom do que foi o primeiro tempo entre Inter de Milão e River Plate em Seattle. Ambas as equipes tiveram uma postura mais conservadora, priorizando a solidez defensiva ao invés do sistema ofensivo. O resultado foi uma partida de poucas finalizações e muitas faltas.

No início da partida, o River tentou sair mais, teve espaço pelas beiradas do campo e chuveirou a área da Inter, porém sem achar o ex-palmeirense Borja. O time italiano, por sua vez, optou pelas escapadas em contra-ataque, chegou a ter uma boa chance em finalização de Asllani da entrada da área, porém não conseguiu muito mais do que isso.

Segundo tempo começou em ritmo aluncinante. Aos 4', Mastantuono bateu à meia altura, a zaga da Inter afastou mal e, no rebote, o River por muito pouco não abriu o placar. No minuto seguinte, Lautaro fez excelente jogada individual, invadiu a área e finalizou na saída de Armani. A bola bateu na trave e voltou nas mãos do goleiro do time argentino.

A Inter passou a dominar as ações e perdia chances em lances de Lautaro Martínez, Mkhitaryan e Esposito. O River respondeu com Lanzini, que tinha acabado de entrar. Aos 20', o time argentino ficou com um a menos, já que Martínez Quarta deu um carrinho por trás em Mkhitaryan e foi expulso.

E a Inter fez 1 a 0 aos 26 minutos. O time italiano trocou passes com calma, colocando o River na roda, entrou na área com Sucic e encontrou Esposito na área. O camisa 94 limpou Paulo Díaz e bateu na saída de Armani para abrir o placar.


Aos 44', Mkhitaryan ainda perdeu um gol feito e aos 47' veio o segundo da Inter. Em belíssima jogada, o zagueiro Pastone veio da defesa, deu um belo drible na entrada da área e bateu na saída do goleiro: 2 a 0 para o time italiano e fim de jogo em Seattle, sem antes ter a segunda expulsão do River Plate: Montiel.

Com o resultado, a Inter de Milão avançou como primeira colocada do Grupo E e vai encarar o Fluminense nas oitavas de final na segunda-feira, dia 20, às 16 horas. Já o River Plate se despediu do certame.

River Plate perde chances e fica no 0 a 0 com o Monterrey pela Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Fifa

River foi superior, mas não marcou

River Plate e Monterrey se enfrentaram na noite deste sábado, dia 21, no Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos, pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Mundo de Clubes. O time argentino perdeu uma série de chances, principalmente no segundo tempo, e o jogo terminou empatado em 0 a 0.

O Monterrey teve o primeiro com chute do Arteaga, aos 5 minutos, e depois com Canales batendo forte, aos 13. Daí em diante, os dois times pouco produziram, com bate e rebate na área central do campo, muitas faltas e dificuldades de ambos de conseguirem uma sequência de passes.

Nos minutos finais, o River Plate pressionou a equipe do México. Aos 45 minutos, Galoppo tentou chutar colocado e não conseguiu o gol. No lance seguinte, Martínez Quarta ficou sozinho, cara a cara com o goleiro, mas mandou para fora ao bater de chapa.

O River Plate voltou para o segundo tempo como terminou o primeiro, pressionando em busca do gol, principalmente em jogadas de Mastantuono e Galoppo. Aos 21', Mastantuono fez o goleiro do Monterrey, Andrada, se esticar todo para fazer a defesa.

Aos 30', Borja, que tinha acabou de entrar, saiu na cara do arqueiro do time mexicano e finalizou em cima dele, perdendo grande chance. Nove minutos depois, o camisa 9 do River desperdiçou mais uma oportunidade, após cobrança de escanteio. Nos acréscimos, Castanho foi expulso, deixando o time argentino com um jogador a menos. E o 0 a 0 persistiu no placar.


A última rodada do Grupo E da Copa do Mundo de Clubes será toda ela na quarta-feira, dia 25, com os jogos começando às 22 horas. No Lumen Field, em Seattle, o River Plate mede forças contra a Internazionale. Já o Moterrey encara o Urawa Red Diamonds no Rose Bowl, em Pasadena.

Estreando na Copa do Mundo de Clubes, River Plate vence o Urawa Red Diamonds

Foto: divulgação / River Plate

Jogo foi realizado em Seattle

O River Plate fez uma boa estreia na Copa do Mundo de Clubes. Nesta terça-feira, dia 17, no Lumen Field, em Seattle, nos Estados Unidos, o time argentino encarou o japonês Urawa Red Diamonds e venceu por 3 a 1.

Favorito na partida, o River Plate fez jus ao seu status e logo se lançou para cima do Urawa Reds. Aos 7', Driussi girou para cima de seu marcador, encheu o pé de perna esquerda e parou na trave. Aos 11', Mastantuono puxou a bola da direita para o meio, acionou Acuña do lado oposto, que cruzou na medida para Colidio cabecear com força e abrir o placar em Lumen Field.

Daí em diante, o time de Buenos Aires passou a fazer um jogo mais conservador, trocando passes entre seus zagueiros e, sem ser incomodado pelos japoneses, deixou de criar. O Urawa chegou a empatar aos 31' em um cabeceio de Hoibraaten. O jogador, no entanto, estava em posição de impedimento e o gol foi anulado. No fim, aos 41', Kaneko acertou um forte chute da entrada da área, porém parou nas mãos do goleiro Armani.

E logo aos 2 minutos do segundo tempo, o River Plate marcou o segundo gol. Defesa japonesa atraspu mal a bola, o goleiro Nishikawa demorou para sair do gol e Driussi se antecipou para marcar o segundo do time argentino na partida.

Aos 13', o Urawa Red Diamonds diminuiu. Kaneko foi derrubado dentro da área por Acuña, e o árbitro marcou o pênalti, com os argentinos reclamam muito da marcação. Matsuo bateu cruzado, com força, e deslocou Armani para marcar o primeiro.


Mas, aos 27', o River Plate marcou o seu terceiro gol na partida. Acuña cobrou escanteio pela esquerda na primeira trave, Meza atacou a bola e se antecipou ao brasileiro Danilo Boza. O cabeceio saiu com muita força e o goleiro Nishikawa não conseguiu fazer a defesa: 3 a 1 para a equipe argentina. No fim, o Urawa Reds até tentou, mas o placar não foi mais alterado.

As duas equipes voltam a campo no próximo sábado, dia 21. Às 16 horas, no Lumen Field, em Seattle, o Urawa Red Diamonds tem pela frente a Internazionale. Já às 22 horas, no Rose Bowl, em Pasadena, o River Plate encara o Monterrey.

A passagem vitoriosa de Ramón Medina Bello pelo River Plate

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Ramón Medina Bello com a camisa do River Plate

Ramón Ismael Medina Bello, apelidado de “El Mencho”, foi um bom atacante da seleção argentina, disputando a Copa do Mundo de 1994. Por clubes, atuou em grandes times do futebol sul-americano, mas foi no River Plate que viveu as suas melhores fases e conquistou títulos importantes. 

O jogador nasceu em Gualeguay, na Argentina, no dia 29 de abril de 1966, e começou a sua carreira profissional no Racing, um grande clube de seus país, em 1986.

Pelo Racing, Ramón foi muito bem, tendo um destaque imediato e mostrando a todos ter um potencial muito grande. Rapidamente tornou-se uma peça importantíssima para a sua equipe, sendo muito criativo e fazendo gols importantes. 

Depois de três temporadas na equipe, o jogador estava gerando interesses nos maiores clubes do país. Em 1989, recebeu uma proposta muito boa do River Plate e decidiu ir para a equipe, onde teria mais visibilidade e brigaria por grandes títulos. 

Logo quando chegou foi importante, pois conseguiu se adaptar rapidamente e mostrou o porquê era tão diferente. Em sua primeira temporada não conquistou a titularidade absoluta, mas com o tempo foi ganhando a vaga e não deixou mais o time. 

Em 1990 conquistou sem primeiro título, o Campeonato Argentino (Apertura), e isso se repetiu no ano seguinte, em 1991, quando mais uma vez levantou o troféu de campeão nacional. 

A partir de 1991, o atacante passou a ser convocado para a Seleção Argentina, e com muitos méritos pelo o que estava fazendo no River. Porém, pelo clube acabou ficando uma temporada sem conquistar nada, e isso gerou uma certa pressão, mas Ramón soube lidar muito bem. 

A equipe voltou a conquistar o título do Campeonato Argentino em 1993 (Apertura), o terceiro do clube em quatro anos. Com os ótimos desempenhos, o jogador acabou deixando o time ao final da temporada, sendo contratado pelo Yokohama F. Marinos, do Japão, que acabou oferecendo um salário impressionante. 

Ramón acabou ficando dois anos no Japão, e em 1996 retornou ao River Plate, já que gostaria de voltar a ter mais visibilidade e tentar voltar a seleção argentina. 


No River voltou ao seu grande desempenho, marcando gols importantes e sendo muito decisivo. Em 1996 conquistou o Campeonato Argentino (Apertura) e a Copa Libertadores, título mais importante de Ramón pelo clube. 

No ano seguinte as boas atuações continuaram e renderam mais títulos ao clube. Dessa vez, o clube conquistou o Campeonato Argentino (Apertura e Clausura) e a Supercopa Sudamericana. 

Porém, esses foram os últimos títulos do jogador pelo clube, pois ao final da temporada de 1997, o atacante deixou o clube e acabou se transferindo para o Talleres. Pelo River Plate foram 124 jogos e 54 gols, além dos grandes títulos conquistados.

O início de D'Alessandro no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

D'Ale no River Plate

Andrés D'Alessandro foi, durante boa parte dos anos 2000 e 2010, um dos principais meias do futebol sul-americano. Recentemente comentarista na tv brasileira, nos canais Sportv, o ex-meia é um dos maiores ídolos da história do Internacional, clube com qual possuí enorme identificação. Mas, antes dos momentos vestindo a camisa colorada e até das boas passagens pelo futebol europeu, o argentino começou sua trajetória no futebol no River Plate.

Nascido na própria Buenos Aires em 15 de abril de 1981, D'Alessandro chegou na base do River aos 10 anos, numa época onde o time Millonario começava a revolucionar suas categorias de base novamente, inclusive sob a batuta de um brasileiro. Ainda hoje o time é provavelmente a melhor categoria de base da Argentina. Foi gandula em jogos do time profissional durante a juventude e chegou a equipe principal em 2000, estreando aos 19 anos.

Começou a ganhar mais espaço no time principal do River a partir da temporada 2001, onde começa alguns jogos como titular e chega a chamar mais a atenção dos torcedores e da comissão técnica do River. A partir de 2002, vive com Saviola uma grande parceria histórica na equipe Millonaria e ajuda o seu time a ser campeão do Clausura. Seu primeiro gol veio em uma partida diante do Estudiantes, em setembro de 2001. 


Campeão do nacional de novo em 2003, D'Ale começa naquele ano a chamar atenção de times estrangeiros. No River, é um dos protagonistas da histórica classificação diante do Corinthians na Libertadores e marca ao longo daquele ano 14 gols, um número considerável para um meia armador de ofício. Permanece no Monumental de Nuñez até julho de 2003, quando é negociado com o Werder Bremen, da Alemanha.

No total, em seus primeiros anos pelo River, D'Alessandro atuou em 98 jogos, marcando um total de 23 gols ao longo dessa partida. Somando aos retornos que teve ao clube já mais velho, D'Alessandro somou 128 partidas com a camisa Millonaria, marcando 28 gols. Ele pendurou as chuteiras recentemente, em 2021, jogando no Nacional, gigante clube do futebol uruguaio. 

Hugo de León e sua passagem pelo River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Hugo de León quando defendeu o River Plate

Hugo Eduardo de León Rodríguez, ex-zagueiro uruguaio popularmente conhecido apenas como Hugo de León, celebra o seu 66º aniversário nesta terça-feira, dia 27 de fevereiro de 2024. Ao longo de sua carreira profissional, o defensor teve uma passagem pelo River Plate entre o fim dos Anos 80 e começo da década de 90.

Sua chegada aos Milionarios foi concretizada em 1989, quando já tinha uma vasta experiência por jogar em grandes equipes do futebol sul-americano. Afinal, antes de ir à capital argentina, o cria do Nacional de Montevidéu havia colecionado passagens por equipes como Grêmio, Santos e Corinthians.

O jogador permaneceu no clube até 90. Deixou a La Banda após conquistar o Campeonato Argentino na temporada 89/90.


Na sequência de sua jornada como profissional, ainda passou por times como Botafogo e Toshiba SC. Depois de jogar por dois anos no futebol japonês, voltou ao Nacional em 92 e no ano seguinte, anunciou a sua aposentadoria.

O início de Demichelis no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Demichelis atuando no River

Atualmente treinador, inclusive comandando o River Plate, o ex-zagueiro Demichelis fez uma longa carreira no futebol, com passagens marcantes por Manchester City e Bayern de Munique durante sua estadia no futebol europeu, além de vários anos de titularidade na Seleção Argentina. O ex-zagueiro, que completa seus 43 anos neste dia 20 de dezembro, começou sua trajetória no esporte bretão atuando pelo River Plate.

Natural da pequena Justiniano Posse, o jovem Demichelis chegou ao River já com alguma idade, aparecendo por lá em 1998, aos 17 anos, para atuar nas categorias de base millonarias. Ficou por lá por algum tempo sendo maturado nas categorias de base até estrear no clube no ano de 2001 apenas, quando tinha já seus 20 anos, algo inimaginável nos dias atuais.

Se estabeleceu rapidamente na equipe titular do River Plate, atuando durante boa parte dos jogos naquele seu primeiro ano e marcando um gol pela equipe. Na época, já começou a receber várias chances nas seleções argentinas de base. Em 2002, seguiu como titular da equipe do River, vivendo uma curiosa história em um jogo contra o Racing, onde virou goleiro após a expulsão do arqueiro millonario. Foi campeão argentino pelo clube naquele ano.


O ano de 2003 foi talvez seu melhor na equipe. Na época, já começava a chamar atenção do futebol europeu devido a sua qualidade. Foi bem na parte defensiva naquele primeiro semestre e inclusive marcando um gol que o fez ficar conhecido aqui no Brasil, ao fazer o gol da vitória do River diante do Corinthians na Libertadores que eliminou o Timão. Fechou sua passagem com mais um título argentino e acabou deixando o clube.

Na janela europeia de verão acabou negociado com o Bayern de Munique, por onde ficaria por vários anos. Foram, segundo números do portal ogol, 115 jogos com a camisa do River Plate, com quatro gols marcados. Hoje, Demichelis é o treinador da equipe millonaria. 

A passagem de Cambiasso pelo River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Cambiasso atuando no River

O volante argentino Esteban Matias Cambiasso foi um dos nomes mais brilhantes da posição durante boa parte da década de 2000. Dono de uma categoria incomparável, de um jogo de uma classe incrível e de uma curiosa capacidade de marcar gols importantes, o "Cuchu" foi dentro de campo um dos maiores ídolos da Inter do Triplete em 2010 e é adorado pelos Nerazzurri até hoje e também passou pelo Real Madrid. Antes de fazer história na Europa (e de ficar careca) o argentino passou com algum sucesso pelo River Plate.

Cambiasso chega ao River em 2001, depois de já ter passado pelo Real Madrid na base e ter andado por alguns times argentinos como o Independiente e o Argentinos Júniors. Era, na época, um jovem volante que também atuava de meia de muita qualidade, mas que ainda tentava se acertar em sua carreira depois de uma complicada primeira estadia no futebol europeu, onde não havia conseguido "se criar" no Real Madrid.

Nos Millonarios, porém, ele se mostrou um jogador incrivelmente capaz de criar boas ações ofensivas e também defender. Em alguns momentos, ele foi colocado mais a frente no campo, principalmente devido a qualidade com a bola no pé. Nos seus primeiros 10 jogos com a camisa millonaria, ele marcou incríveis 7 gols, média melhor que a de muitos atacantes, em vários momentos jogando mais na frente no jogo. Chegou a marcar duas vezes diante do Estudiantes.


Depois disso, sua média de gols obviamente reduziu devido a sua posição no campo, mas Cambiasso seguiu titular e parte essencial do time durante a excelente campanha que renderia ao River Plate o título do Clausura naquele ano. Marcou um gol inclusive em um clássico diante do Boca, dentro da Bombonera, numa bola onde domina dentro da área e acerta um lindo chute no canto baixo do goleiro xeneize. 

Seu último jogo foi contra o Rosário Central, na última rodada do Clausura. O River terminou aquele torneio com o título e Cambiasso acabou voltando ao Real Madrid e passando a atuar de uma vez no futebol europeu. No total, vestiu por 43 vezes a camisa do time de Nuñez, com 13 gols, uma média interessantíssima para um volante. 

A ótima passagem de Leopoldo Luque no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Luque atuando nos Millonarios

Atual campeã da Copa do Mundo, a Argentina sempre teve uma enorme tradição em revelar jogadores de grande qualidade técnica para seu selecionado. Nomes atuais, como MacAlister, Alvarez e, é claro, Messi, se somam a grandes do passado como Riquelme, Verón, Batistuta... Nos anos 1970, o futebol abiceleste começa a aparecer para o mundo com o primeiro título argentino e um dos destaques dessa taça foi o atacante Leopoldo Luque, que completaria 74 anos neste dia 3 e teve uma grande passagem pelo River Plate.

Luque chega ao clube de Nuñez já mais experiente. Havia passado por diversos clubes no futebol argentino e acabou chegando ao River após passar pelo Unión de Santa Fé. Foi trazido para o Monumental para ser um novo artilheiro de uma equipe que naquele momento carecia de uma referência para voos mais altos. Cumpriria o papel com honra.

Já chegou sendo destaque de um título argentino logo em seu primeiro ano. Desde sua chega ao gigante da capital argentina passou rapidamente a frequentar as convocações da Seleção Argentina, se juntando lá na equipe a nomes como Mário Kempes, que começaram a formar a base do time que seria campeão da Copa do Mundo em casa dali a três anos. Foi inclusive artilheiro da Copa América de 1975 com a Albiceleste. Voltaria a ser campeão em 1977.

Em 1978 caiu de vez nas graças do povo argentino ao ser um dos destaques da equipe campeã da Copa do Mundo daquele ano. Seguiu marcando seus vários gols no River Plate nos anos seguintes, garantindo mais três títulos argentinos atuando com a camisa do clube. Aos poucos, começou a perder espaço no time Millonario e acabou se despedindo do clube no ano de 1981, quando retornou ao Unión de Santa Fé. 


No total, Luque esteve por seis anos no River Plate, com, segundo números da Wikipedia, ótimos 75 gols em 176 jogos com a camisa Millonaria. Luque penduraria as chuteiras em 1985 e acabaria por nos deixar n oano de 2021, com 71 anos. É um dos grandes nomes da história do futebol argentino, seja no campeonato nacional ou na Seleção. 

A passagem de Diego Placente pelo River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Placente teve uma passagem pelo River Plate

Natural de Buenos Aires, o ex-lateral esquerdo argentino Diego Rodolfo Placente está comemorando o seu 46º ano de vida nesta segunda-feira, dia 24. Durante sua carreira de atleta, o defensor passou por vários clubes, sendo um deles o River Plate, no começo de sua trajetória no desporto.

Isso aconteceu entre 1997 e 2001, depois do jogador ser revelado pelo Argentinos Juniors em 1995 e permanecer nesta mesma agremiação por dois anos. Nestas quatro temporadas pela equipe da capital argentina, demonstrou bastante maturidade e em seu último ano no clube, foi convocado para defender a Seleção Argentina.

Segundo o site ogol.com, o defensor disputou um total de 66 partidas com a camisa dos Milionarios. Além disso, o jogador também balançou as redes adversárias em duas oportunidades, apesar de não ter o faro do gol como uma de suas características.


Na sequência de sua carreira, Placente ainda defendeu clubes como Bayer Leverkusen, Celta de Vigo, San Lorenzo, Bordeaux, San Lorenzo, Nacional e encerrou a trajetória futebolística em 2013, depois de jogar no Argentinos Juniors.

O grande início de carreira de Javier Saviola pelo River Plate

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Javier Saviola teve um início grandioso pelo River Plate

Javier Pedro Saviola Fernández nasceu em Buenos Aires, na Argentina, no dia 11 de dezembro de 1981, e se tornou um dos maiores atacantes do país. Desde jovem o jogador já se destacava, fazendo parte de grandes times nacionais e internacionais, levantando títulos.

Saviola chegou muito novo para a atuar na base do River Plate e chamava a atenção de todos dentro do clube. O atacante era pequeno, mas muito veloz e uma grande habilidade, tanto que, não demorou muito para o jogador ingressar na equipe principal.

Aos 16 anos, o jogador já fazia parte do elenco e estreou no time profissional pelo Campeonato Argentino de 1999. O atacante entrava aos poucos, mas rapidamente começou a ganhar mais minutos e se tornou uma peça importante para o River, ajudando a equipe a conquistar títulos.

Em 1999, o jogador ajudou o time a conquistar o Campeonato Argentina Apertura, mesmo ainda sem se firmar, mas fez parte e atuou em algumas partidas. A partir de 2000, o atacante se firmou mais na equipe, se tornando titular e mostrando seu grande futebol.

A partir daquele ano, o jogador foi chamado para a Seleção Argentina e se manteve no time até o fim de sua carreira, sendo convocado frequentemente. A sua afirmação no profissional acontecia a cada dia e chamava a atenção de outros grandes clubes internacionais.

Já fazendo parte do time titular, o atacante ajudou o River Plate a conquistar outro título. Novamente levantou a taça do Campeonato Argentino, mas dessa vez o Clausura. O jogador se tornou uma das grandes promessas do futebol sul-americano.

Em 2001, o jogador foi convocado para participar da Copa do Mundo Sub-20 e lá ganhou um destaque mundial. Ao lado de Maxi Rodríguez e D’Alessandro, o time argentino fez uma grande campanha e conseguiu conquistar o título do Mundial.


Saviola fez uma grande competição, foi o artilheiro e foi considerado o melhor jogador do certame. O atacante se firmou como um grande jogador depois do mundial, recebendo propostas de grandes times europeus e acabou aceitando jogar em um time espanhol.

O Barcelona estava buscando jovens promessas na América do Sul, tanto que, já tinha contratado um volante brasileiro por um preço altíssimo e também fez um proposta irrecusável. Saviola deixou o River por R$ 35 milhões de euros, além do ganho técnico. O atacante conquistou dois títulos, atuando em 96 jogos e marcou 52 gols pelo time argentino, onde encerraria a carreira em 2015

A boa passagem de Juan Pablo Ángel no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Ángel jogando no River

A Colômbia hoje é um dos principais polos de formação de bons jogadores, algo que não é necessariamente uma novidade. A ausência dos cafeteros na Copa do Mundo surpreende inclusive pela qualidade do seu time. O país, porém, já formou diversos bons jogadores ao longo de sua história, alguns que fizeram história tanto na América do Sul quanto na Europa. Neste dia 24 completa 47 anos um dos melhores jogadores que o país criou, o atacante Juan Pablo Ángel, que teve boa passagem no River Plate.

Ángel começou sua carreira de maneira interessante no Atlético Nacional e em pouco tempo se tornou peça importante no time, a ponto de já ter alguma importância relativamente grande no título colombiano de 1994. Seu bom futebol na Colômbia o levou ao River Plate em 1997, sendo contratado para ser uma nova peça no time que recentemente havia sido campeão da Libertadores.

Teve problemas em seus primeiros momentos no time Millonario, passando inclusive por algumas rusgas com o elenco, mas aos poucos foi se encaixando na equipe e começou a marcar seus gols, mesmo não sendo um artilheiro num primeiro momento, já mostrou alguma importância com suas bolas nas redes, o que o colocou rapidamente como titular e um dos destaques do time.


A partir da temporada 1999 começou a ganhar maior importância em relação aos gols que marcava e assim foi ascendendo dentro do clube. Naquele ano, conquistaria o Apertura, seu primeiro título com a camisa Millonaria. Se destacaria de vez, porém, no ano de 2000, quando foi artilheiro do Clausura, torneio do qual também ajudou o River a ser campeão. Seu bom futebol no time argentino chamou a atenção da Premier League e acabou sendo contratado pelo Aston Villa.

Encerrou sua passagem pelo River no início do ano 2001, chegando para a janela de meio de ano em Birgmingham. Marcou 62 gols em 132 jogos atuando com a camisa Millonaria. Esteve em atividade no futebol até 2014, quando pendurou as chuteiras atuando uma última vez pelo Atlético Nacional.

Marcello Gallardo anuncia saída do River Plate

Com informações do GE.com
Foto: divulgação

Marcelo Gallardo completou oito anos comandando o River Plate

Um pronunciamento curto para comunicar uma decisão enorme. O técnico Marcelo Gallardo anunciou nesta quinta-feira a sua saída do River Plate, depois de oito anos de serviços prestados na função. O treinador vai continuar no clube até o final do contrato, em dezembro, e não vai renovar vínculo depois disso.

"Comunico que é o final do contrato, já não sigo mais no clube. É uma das decisões mais difíceis e sentidas da minha vida. É um momento muito delicado para me expressar. Darei uma breve pausa. Estou aqui para agradecer as pessoas que confiaram em mim", declarou o treinador.

Quando o evento desta quinta-feira foi marcado, a previsão era de que Gallardo daria uma entrevista coletiva. Porém, o pronunciamento no estádio Monumental não durou mais do que cinco minutos. "Tudo tem um final. É o momento de encerrar um ciclo lindo, muito valioso. Agradeço por último à torcida, por cada pequena homenagem que me fez ao entrar em campo, por todos esses anos", disse Marcelo Gallardo.

Marcelo Gallardo é o treinador do River Plate há oito anos. Ele se tornou o técnico mais vitorioso da história do tradicional clube, com dois títulos da Libertadores, um da Copa Sul-Americana, uma edição do Campeonato Argentino, três troféus da Copa da Argentina, entre outras conquistas.

Gallardo foi o primeiro técnico em 63 anos do futebol da Argentina a permanecer com o mesmo time por oito anos. O técnico estava sem falar com a imprensa havia quatro jogos na temporada. Depois da vitória sobre o Platense, pelo Campeonato Argentino, ele teve na noite de quarta-feira uma reunião com o presidente do clube, Jorge Brito, que durou até o início da madrugada.


O elenco do River Plate vai trabalhar no Centro de Treinamento de Ezeiza nesta quinta-feira à tarde. O próximo jogo será no domingo, no Monumental, contra o Rosario Central, pela Liga Profesional. Essa deve ser a última partida de Gallardo em casa. O River Plate está em segundo lugar na segunda fase do Campeonato Argentino, com 44 pontos, quatro a menos do que o líder Boca Juniors.

O início de Santiago Solari no River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Solari iniciou a sua carreira no River Plate em 1996

Santiago Hernán Solari Poggio, popularmente conhecido como Santiago Solari, está completando 45 anos de idade nesta sexta-feira, 7. Apesar de ser bastante lembrado por atuar no Real Madrid dos Galácticos, a sua vida futebolística começou no River Plate, em 1996.

Natural de Rosario, cidade localizada na província de Santa Fé, iniciou toda a sua caminhada jogando bola nas categorias de base do Newell's Old Boys. Rumou para o River Plate em 1996, clube no qual encontrou seu espaço e passou a jogar profissionalmente.

Logo no seu primeiro ano vestindo a camisa da La Banda, ajudou o clube a vencer o Torneos Apertura e Clausura do Campeonato Argentino em 1996, além do título da Libertadores. Em 97, o meio campista voltou a participar de uma conquista de 'primeiro turno' da principal competição do futebol argentino e também da Supercopa Sul-Americana.

Segundo o site ogol.com, Santiago Hernán Solari Poggio disputou um total de 76 partidas pelo River Plate entre 1996 e 1998. O portal estatístico também aponta que o atleta balançou as redes adversárias em 12 oportunidades na sua passagem pela equipe de Buenos Aires.


Depois de seu vínculo juntos dos Millonarios acabar, Solaria rumou para o velho continente, onde defendeu clubes como o Atlético de Madrid, o poderosíssimo Real Madrid Galáctico no começo dos anos 2000 e a Internazionale. Chegou a retornar para a Argentina, atuando desta vez pelo San Lorenzo, foi para o Atlante do México e se aposentou em 2011, após jogar no Peñarol.

A passagem decepcionante de Alberto García-Aspe no River Plate

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Ídolo no México, García-Aspe teve poucas chances em sua aventura argentina pelo River Plate

O ídolo do futebol mexicano com passagens por grandes times do país, completa 55 anos. Alberto García-Aspe Mena, mais conhecido como "El Beto", nasceu no dia 11 de maio de 1967, na Cidade do México, em México. O meio campo passou por grandes clubes e se tornou ídolo, mas em 1995 acabou sendo emprestado para o River Plate.

Alberto García-Aspe, em 1995, já era um jogador consagrado no México. Ele defendia a Seleção de seu país desde 1988 e foi um dos 22 mexicanos presentes na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos (A La Tri não esteve em 1990). O meia, até ali, já tinha passado por Pumas (entre 1984 e 1991) e Necaxa (até 1994).

O River Plate gostou das atuações do jogador no México e acabou contratando-o por empréstimo junto ao Necaxa. O time argentino seria o primeiro clube fora de seu país e isso poderia gerar uma dificuldade na adaptação do jogador no clube. E gerou! O meio-campo demorou para se acostumar com o ritmo de jogo e não conseguia muitas chances na equipe dos Millonarios.

García-Aspe era um dos ídolos da geração do futebol do México nos anos 90. Mas, infelizmente, no River Plate ele não conseguiu ser o mesmo, ter o mesmo dinamismo. O jogador se esforçou ao máximo, mas na primeira temporada não conseguiu ter o destaque esperado, muito pelo contrário, acabou se tornando uma decepção.


Chegando ao final da temporada de 1995, seu contrato de empréstimo se encerrou com o River Plate e o jogador acabou voltando ao futebol mexicano. Novamente para atuar no Necaxa, clube no qual era ídolo e tinha um respeito muito grande por parte da torcida e diretoria. Ainda jogaria no América e Puebla, além dee disputar mais duas Copas do Mundo (1998 e 2002). Ele encerrou a carreira ainda em 2002.

Roberto Ayala e sua ótima passagem pelo River Plate

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Roberto Ayala com a camisa do River Plate

Roberto Fabián Ayala, mais conhecido como Roberto Ayala, completa hoje 49 anos. O bom zagueiro nasceu na Argentina, no dia 14 de abril de 1973, e teve passagens por grandes times. O primeiro time de maior expressão de sua carreira foi o River Plate, que deu vitrine ao jogador para atuar na Europa.

O jogador ficou por 4 anos no Club Ferro, pelo qual foi revelado, e foi contratado em 1994 pelo River. O zagueiro foi contratado para ajudar o sistema defensivo da equipe e conseguiu, logo quando chegou assumiu a titularidade e não saiu mais da equipe durante a temporada.

Com as suas ótimas atuações pelo Clube Ferro, o zagueiro já despertava olhares para chegar à seleção Argentina, mas faltava atuar por um grande time para que isso acontecesse. Logo quando chegou no River, ele fez algumas ótimas partidas e já foi convocado para sua seleção.

Ayala vinha em ótima fase e a equipe do River também, com isso, a equipe foi se ajeitando cada vez mais durante a temporada. O time jogava um grande futebol e brigava por grandes títulos e a conquista veio. O River Plate conquistou o Campeonato Argentina (Apertura) em 1994.


Com a conquista e o ótimo futebol apresentado pelo zagueiro, seria difícil segurar ele na equipe, tanto que, o River não conseguiu. Chegando no final da temporada, Ayala recebeu proposta do Napoli e se transferiu para a equipe Italiana em 1995.

A passagem de Luís Cubilla no River Plate

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Luis Cubilla teve uma passagem de quatro anos pelos Milionários

Nascido em Paysandú, cidade localizada perto da divisa do Uruguai com a Argentina, Luis Alberto Cubilla Almeida, mais conhecido apenas como Luis Cubilla, estaria completando 82 anos de idade nesta segunda-feira, dia 28. Por isso, hoje iremos relembrar a passagem do ponta pela equipe do River Plate, que aconteceu entre 1964 e 1968.

Após ser revelado pelo Peñarol e jogar no time auri-negro de Montevidéu de 57 a 62, o atacante embarcou rumo a Europa, onde teve uma boa passagem pela equipe do Barcelona. Na segunda metade de 1964, o uruguaio voltou à América do Sul com destino a Buenos Aires, para assinar com o Club Atlético River Plate. Na época, o time da capital argentina vivia um jejum desde 1957, e também vinha de um bi vice campeonato seguido. No edição anterior a falta de regularidade e constância acabaram deixando o clube distante de conquistar o título que acabou ficando com o Boca Juniors.

O início da trajetória de Cubilla no clube de Nuñes não foi tão bom. Anotou um único tento numa vitória sobre o Racing pelo placar de 4 a 3. Somente no primeiro turno de 1965, Cubilla finalmente desencantou ao marcar sete gols nas primeiras quinze rodadas, ajudando os Millionarios a terminar líder da metade inicial do campeonato nacional. Porém, isso também não foi o suficiente, já que em um Superclássico com o time Xeneize na penúltima temporada, a Banda perdeu a primeira colocação e perdeu o título com apenas um ponto à menos que o maior rival.

Em 1966, Luis anotou quinze gols na liga argentina, incluindo o último no triunfo de 2 a 0 sobre o Racing, que encerrou a série invicta de 39 jogos do clube de Avellaneda,. Apesar da vitória, aquela excelente sequência fez a diferença, já que o time azul e branco tinha uma gordura e acabou se sagrando campeão sem grandes dificuldades. Ali, o River seria mais uma vez vice campeão nacional.

A edição admitiu que os vice-campeões nacionais participassem do certame pela primeira vez. Isso fez com que acontecessem os primeiros Superclássicos continentais, fossem eles na fase de grupos ou no quadrangular-semifinal. Ainda no ano de 1966, Cubilla foi o responsável pelo gol que pois fim ao tabu de onze anos que o River Plate não batia o seu maior rival fora de seus domínios. Neste jogo, o ponta foi marcado por ninguém mais ninguém menos do que Silvio Marzolini, eleito melhor lateral da Copa do Mundo daquele ano.

Na maior competição de clubes do continente sul-americano, Luis foi o responsável pelo gol deu a vaga ao River na grande final, em um jogo-extra diante do Independiente, que era o atual bi campeão da Libertadores. Esta partida aconteceu porque ambas as ficaram empatadas em pontos no quadrangular-semifinal. Outro momento que o clube de Buenos Aires precisou de um embate extra foi na decisão, quando River e Peñarol venceram em seus respectivos territórios.

Reencontrando seus ex-companheiros de equipe em Santiago, o ponta viu seu time abrindo do 2 a 0 de vantagem, mas também teve de acompanhar a virada uruguaia. Ainda no tempo normal, o time auri-negro empatou, venceu com outros dois gols na prorrogação e o jogo terminou 4 a 2 para os adversários. Depois deste episódio, nasceu assim o apelido de gallinas.

Após a dolorosa derrota na final da Libertadores, Cubilla ficou em Núñez por mais dois anos. Mesmo com Luis marcando apenas quatro gols na competições domésticas e o clube fazendo campanhas bastante discretas no cenário nacional, os Millionarios ainda chegaram novamente nas semifinais da Libertadores de 67. Já em 1968, o clube foi semifinalista do Metropolitano e poderia até ter se sagrado como o grande campeão nacional se o lateral adversário Luis Gallo não usasse a mão para impedir um tento que seria marcado por Jorge Recio, na marca dos 37' do segundo tempo no jogo final diante do Vélez, e curiosamente, a irregularidade não punida pelo árbitro.

Tal lance surgiu depois de levantamento de Cubilla, que ainda acertaria o travessão adversário no fim da partida. Este jogo terminou empatado, e alguns dias mais tarde, o Vélez se sagrou campeão pela primeira vez após superar o Racing no triangular final.


No ano seguinte, o River Plate aceitou um proposta de 30 milhões de pesos vinda do Nacional do Uruguai. Apesar de se declarar torcedor do clube amarelo e preto de Montevidéu, Luis deixou o clube argentino e voltou ao seu país, mas para jogar no time rival do que o revelou. Ainda em 75 defendeu o Santiago Morning e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional no ano de 1976, após atuar no Defensor. Em 1984, o ponta retornou aos Millionarios, mas para exercer o cargo de treinador.

Com 72 anos anos de idade, Luiz Cobilla veio a falecer no dia 4 de março de 2013. O ex-atleta perdeu a vida em decorrência de um câncer no estômago em Assunção, capital do Paraguai.

Sereias da Vila vencem o River Plate e seguem vivas na Brasil Ladies Cup

Por Emerson Gomes
Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC

Comemoração do primeiro gol do jogo

A equipe do Santos venceu o River Plate da Argentina por 3 a 0, no Estádio Municipal Prefeito Gabriel Marques da Silva em Santana de Parnaíba, nesta terça (14), em partida válida pela segunda rodada da Brasil Ladies Cup. Os gols foram marcados por Gi Fernandes, Cristiane e Thaisinha.

As santistas estrearam com empate com o Palmeiras em 1 a 1, no domingo (12), buscando o empate após sair atrás, com gol de Julia. Já as argentinas estrearam também no dia 12 com derrota frente ao Flamengo por 2 a 0e buscavam a vitória para se manterem vivas na competição.

A partida começou em bom ritmo, com as equipes em troca de ataques em velocidade. Aos 17’ Ana Luyza conseguiu a primeira finalização de perigo do ataque santista, que a goleira Esponda defendeu. Aos 26’ em cobrança de falta venenosa Julia quase abriu o placar para o Santos, mas a bola passou ao lado.


As Sereias cresceram na partida e aos 27’ foi a vez de Cristiane quase abrir o marcador. Ela tentou novamente aos 32’, mas a goleira Esponda mais uma vez foi segura. E quando parecia que a primeira etapa terminaria zerada o gol veio, aos 43’ após cobrança de escanteio Gi Fernandes abriu o placar, 1 a 0, e a primeira etapa terminou com este resultado.

A segunda etapa começou equilibrada, a equipe do River teve a primeira chance aos 4’ com Vargas, em bom chute defendido pela goleira Camila Rodrigues. Aos 15’ com o gol livre Cristiane acabou acertando a trave. Ketlen aos 23’ teve mais uma chance de ampliar, mas não obteve êxito.


Mas aos 27’ Thaisinha foi derrubada na área, e o pênalti foi marcado pelo árbitro, na cobrança a experiente Cristiane ampliou o placar e deu tranquilidade ao Santos, 2 a 0. Aos 33’ as santistas ampliaram com Thaisinha. Aos 40’ após confusão Cristiane foi expulsa, com uma atleta a menos, a equipe praiana soube manter a posse de bola e aguardar o apito derradeiro, fim de jogo e 3 a 0 para o Santos. 

Com o resultado as Sereias da Vila somam 4 pontos e seguem com chance de classificação, na última rodada as santistas encaram o Flamengo na quinta-feira (16) às 14 horas. O River Plate, sem pontuar, encerra sua participação no torneio contra o Palmeiras no último jogo da rodada às 22 horas.

Brasil Ladies Cup tem início neste domingo em Santana do Parnaíba


Começa neste domingo, dia 12, com quatro jogos no Estádio Municipal de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, o Brasil Ladies Cup, torneio internacional que vai fechar a temporada 2021 do futebol feminino brasileiro. A competição contará com seis equipes brasileiras, além de um representante da Argentina e outro da Colômbia.

Participam da competição os brasileiros Santos, São Paulo, Palmeiras, Ferroviária, Flamengo e Internacional, o argentino River Plate e o colombiano América de Cali. Também viria o chileno Santiago Morning, mas acabou desistindo e as Gurias Coloradas entraram no lugar.

As partidas da primeira fase serão no Estádio Municipal de Santana do Parnaíba e a final no Allianz Parque, em São Paulo. Os jogos serão transmitidos pelo SporTV.

Confira como ficaram os grupos:

GRUPO A
River Plate - Palmeiras - Flamengo - Santos

GRUPO B
São Paulo - Internacional - América de Cali - Ferroviária

Confira também a tabela completa da competição:

Rodada 1
12 de dezembro - domingo
Santana do Parnaíba
10h - América de Cali x Internacional
14h - Palmeiras x Santos
18h - São Paulo x Ferroviária
22h - River Plate x Flamengo

Rodada 2
14 de dezembro - terça-feira
Santana do Parnaíba
10h - Ferroviária x Internacional
14h - Santos x River Plate
18h - América de Cali x São Paulo
22h - Flamengo x Palmeiras


Rodada 3
16 de dezembro - quinta-feira
Santana do Parnaíba
10h - Ferroviária x América de Cali
14h - Santos x Flamengo
18h - São Paulo x Internacional
22h - Palmeiras x River Plate

Final
19 de dezembro - domingo
Allianz Parque
10h - 1º do Grupo A x 1º do Grupo B

Brasil Ladies Cup tem grupos e tabela divulgados

Arte: Brasil Ladies Cup


O torneio internacional Brasil Ladies Cup, que movimentará o futebol feminino em dezembro, teve nesta quinta-feira, dia 18, grupos e tabela divulgados. A competição contará com cinco equipes brasileiras e mais um representante de Argentina, Chile e Colômbia cada.

Participam da competição os brasileiros Santos, São Paulo, Palmeiras, Ferroviária e Flamengo, o argentino River Plate, o chileno Santiago Morning e o colombiano América de Cali. As partidas da primeira fase serão no Estádio Municipal de Santana do Parnaíba e a final no Allianz Parque, em São Paulo. Os jogos serão transmitidos pelo SporTV.

Confira como ficaram os grupos:

GRUPO A
Santiago Morning - Palmeiras - Flamengo - Santos

GRUPO B
São Paulo - River Plate - América de Cali - Ferroviária

Confira também a tabela completa da competição:

Rodada 1
12 de dezembro - domingo
Santana do Parnaíba
10h - América de Cali x River Plate
14h - Palmeiras x Santos
18h - São Paulo x Ferroviária
22h - Santiago Morning x Flamengo

Rodada 2
14 de dezembro - terça-feira
Santana do Parnaíba
10h - Ferroviária x América de Cali
14h - Santos x Santiago Morning
18h - River Plate x São Paulo
22h - Flamengo x Palmeiras


Rodada 3
16 de dezembro - quinta-feira
Santana do Parnaíba
10h - Ferroviária x River Plate
14h - Santos x Flamengo
18h - São Paulo x América de Cali
22h - Palmeiras x Santiago Morning

Final
19 de dezembro - domingo
Allianz Parque
10h - 1º do Grupo A x 1º do Grupo B
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações