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Meia Murilo marca três de falta para o Sfera contra o Rio Branco pelo Paulista Sub-17

Foto: divulgação / Sfera FC

Murilo marcou um hat-trick de falta no sábado

No último sábado, pela terceira rodada do Campeonato Paulista Sub-17 de 2023, o Sfera venceu o Rio Branco, no Estádio Décio Vitta, em Americana, pelo placar de 4 a 2. O destaque foi o meia Murilo, que marcou três gols de falta.

A partida estava 2 a 1 para o Rio Branco, quando aos 36 minutos do primeiro tempo Murilo entrou em ação. Com sua canhota, ele mandou a bola para o fundo das redes, empatando o jogo. E nem deu tempo de comemorar a igualdade que o meia virou o jogo, novamente de bola parada, desta vez sem ângulo.


No segundo tempo, com o Rio Branco pressionando, tentando deixar o placar novamente empatado, o camisa 8 do Sfera apareceu novamente. E desta vez ele surpreendeu todos, batendo rasteiro e dando números finais ao jogo, aos 13 minutos: 4 a 2. Estes foram os três primeiros gols de Murilo no certame.

"Foi uma mistura de emoções, muita alegria e satisfação em ver meus esforços dando resultado. E claro, fico mais feliz em saber que ajudei minha equipe a alcançar a vitória em um jogo muito disputado", disse o jogador, comemorando seu desempenho.

O Sfera FC lidera o Grupo 7 do Campeonato Paulista Sub-17 de 2023, tendo ganhado as três partidas que fez até o momento, as duas primeiras foram 4 a 0 no Salto e 1 a 0 no Amparo. O próximo jogo da equipe é no sábado, dia 29, às 11 horas, contra o Guarani, no CT do Bugre, em Campinas.

Geoff Hurst e os três gols na final da Copa do Mundo de 1966

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Geoff Hurst foi o grande jogador da final da Copa do Mundo de 1966

Geoffrey Charles Hurst, mais conhecido como Geoff Hurst, nasceu em Ashton-under-Lyne, Reino Unido, no dia 8 de dezembro de 1940, fazendo história no futebol inglês e principalmente pela sua seleção. O atacante foi o herói do único título mundial inglês e também o único na história da competição a marcar três gols na decisão.

O atacante iniciou sua carreira profissional em 1959, com apenas 18 anos, atuando pelo West Ham, clube no qual ficou grande parte de sua carreira. Hurst desde o início já era convocado para a categoria de base da seleção, começou pelo sub-16 em 1959 e foi só progredindo,

O jogador fazia sucesso no futebol inglês, sendo uma grande estrela da sua equipe e mostrando todo seu potencial. Hurst decidiu grandes jogos pelo West Ham e ia a cada jogo se firmando mais no profissional. Em 1963, o atacante começou a ser chamado para a equipe profissional da seleção e começou a fazer parte do ciclo para a Copa do Mundo de 1966.

Hurst se firmou no time titular e se tornou a principal esperança de gol da seleção inglesa. A Copa de 1966 aconteceu na Inglaterra e todos tinham uma grande expectativa, pois a equipe tinha um bom time e entraria como uma das favoritas da competição.

Na primeira fase, a Inglaterra estava no Grupo A junto com Uruguai, México e França. Os ingleses se classificaram em primeiro lugar na chave, com duas vitórias e um empate. Nas quartas de finais, a Inglaterra enfrentou a Argentina e a partida foi muito complicada. O jogo foi muito pegado e sem grandes chances para os dois times, porém, na oportunidade que teve, Hurst conseguiu se decidir e marcou o gol da vitória aos 32 minutos do segundo tempo.

Já na semifinal, o time enfrentou Portugal, que seria uma partida complicada, pois o seu adversário tinha o artilheiro da competição e o melhor jogador do campeonato, que era o Eusébio. Porém, a Inglaterra conseguiu fazer um ótimo jogo, abrindo o placar na primeira etapa e consolidando a vitória no segundo tempo, garantiu a classificação para a decisão.

Na grande decisão, a Inglaterra enfrentou a Alemanha Ocidental, no Estádio Wembley, em Londres, com um público superior a 96 mil pessoas. A final foi muito agitada e com um grande equilíbrio, a Alemanha saiu na frente com Haller aos 12 minutos.

Logo na sequência a Inglaterra empatou com Hurst e o jogo ficou muito equilibrada. As duas equipes tiveram chances durante toda a final, mas algumas vezes ficaram com medo de arriscar. Aos 33 minutos, Peters virou a partida para os ingleses, mas aos 44 minutos, a Alemanha conseguiu o empate com Weber e levou o jogo para a prorrogação.


A prorrogação gerou uma grande polêmica e muitos dizem que mudou o rumo da decisão. Aos 6 minutos, Hurst chutou e a bola bateu no travessão, mas acabou quicando exatamente sobre a linha e o árbitro assinalou o gol para a Inglaterra. Com a desvantagem no placar, a Alemanha teve que se expor e isso prejudicou a equipe.

Com os alemães se expondo, a partida ficou com muitos espaços para a Inglaterra, que conseguiu aproveitar. Já no segundo tempo da prorrogação, aos 15 minutos, Hurst conseguiu um feito histórico, marcou mais um gol, consolidando o título e se tornando o primeiro e único jogador a marcar um hat-trick na final da Copa do Mundo.

Pita marcando três gols em sua estreia pelo São Paulo

Foto: arquivo SPFC

Pita fez três gols em sua estreia pelo Tricolor

Neste 4 de agosto de 2020, Edivaldo Oliveira Chaves, o Pita, está completando 62 anos. Ex-meia de muita qualidade, foi ídolo no Santos, clube que o revelou, e no São Paulo, onde em sua estreia, para mostrar todo o seu valor, marcou três gols.

Nascido em Nilópolis, no Rio de Janeiro, Pita ainda criança mudou-se para o Jardim Casqueiro, bairro de Cubatão, na Baixada Santista. Logo se destacou nos campos da cidade e foi para nas categorias de base da Portuguesa Santista. Não demorou muito e o meia trocou a Briosa pelo Santos.


Estreou no profissional do Peixe em 1977 e, no ano seguinte, foi um dos principais jogadores da primeira geração dos "Meninos da Vila", campeã paulista de 1978. Continuou sendo o destaque do Santos até 1983, quando foi vice-campeão brasileiro. Em seguida, o Alvinegro se envolveu em uma troca com o São Paulo e o craque acabou indo para o Tricolor, com Zé Sérgio e Humberto indo para o time praiano.

Pita era, na época, considerado um dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Já experiente, daria equilíbrio ao jovem time dos Menudos do Morumbi, que estava começando a se formar e seria um sucesso a partir de 1985.

E a estreia do jogador pelo Tricolor não poderia ser melhor: em 1º de julho de 1984, na abertura do Campeonato Paulista, o São Paulo encarou a Ferroviária, em pleno Morumbi. O placar foi de 3 a 0 para o Tricolor, com Pita fazendo todos os gols da partida. Isto foi apenas uma amostra do que o meia poderia fazer (somente Fernandinho, em 2010, e Guilherme, em 1993, fizeram mais gols que Pita, em uma partida de estreia).


Pita era rápido, dava dribles em pequenos espaços do campo e lançava com apurada técnica. Foi o grande assistente de Careca e Müller, naquela época. A combinação do meio-campista com os são-paulinos foi perfeita e, com ele em campo, o Tricolor ganhou três títulos, sendo dois paulistas (1985 e 1987) e o Brasileirão de 1986.

O brilho do camisa 10 o levou para a França em 1988, onde jogou no Racing Strasbourg brevemente. No Brasil, retornou ao Guarani e pouco depois também atuou no emergente futebol japonês (passagens por Fujita e Nagoya Grampus). Encerrou a carreira na Inter de Limeira, em 1994. No fim dos anos 90, Pita treinou o time sub-20 do Tricolor, e, como interino, comandou o time principal em duas oportunidades, em 1998.

Os 3 gols de Raí no Corinthians na primeira final do Paulistão de 1991

Com informações do site oficial do São Paulo FC
Foto: arquivo São Paulo FC

Raí comemorando um dos três gols naquele 8 de dezembro

Era uma final de Campeonato Paulista contra um tradicional adversário em um Estádio com mais de cem mil pessoas presentes. Era de se imaginar um jogo truncado, aguerrido, de muita marcação e poucos destaques individuais. Mas o São Paulo, naquele primeiro jogo da decisão contra o Corinthians pelo Estadual de 1991, no dia 8 de dezembro, no Morumbi, tinha Raí, o que em uma tarde normal já era sinônimo de futebol de qualidade, e inspirado, como estava, então, fez os três gols na vitória do Tricolor sobre o Timão.

O Tricolor foi ao campo com Zetti; Cafu, Adílson, Ronaldão e Nelsinho; Sídnei, Suélio e Raí; Müller, Macedo e Elivélton. No começo do jogo, o time adversário pressionou mais e chegou com perigo em algumas oportunidades de bola parada. Aos 15 minutos, Zetti fez boa defesa em falta cobrada por Jacenir no ângulo.

Os sustos acabaram-se aí e deu-se o início do espetáculo de Raí. Aos 16 minutos, o camisa 10 livrou-se da marcação de Márcio, tocou para Macedo e recebeu a bola à frente. Mais rápido, Raí superou o último rival e chegou à entrada da área, onde prontamente bateu forte e com categoria. A bola, indefensável, aninhou-se no fundo das redes!

A etapa inicial poderia ter se encerrado com um resultado mais folgado para o Tricolor, que dominava a partida e tentava emplacar rápidas jogadas, agora com Raí invertendo posições com Müller e atuando mais como ponta direita.

No segundo tempo, novamente Zetti garantia o zero de um lado do placar, com boas intervenções, como na defesa contra Dinei, aos 14 minutos. No minuto seguinte, porém, o São Paulo que partiu ao ataque: Sídnei lançou Müller pelo meio, que só ajeitou e tocou para Macedo em direção à grande área. O atacante são-paulino foi derrubado pelo goleiro Ronaldo e o árbitro assinalou corretamente o pênalti. Raí, com a tradicional maestria (batendo de chapa), sutilmente colocou a bola longe do arqueiro adversário e marcou para o Tricolor!

Pouco tempo depois veio a pá de cal nas pretensões corintianas na partida e no campeonato. Elivélton cobrou escanteio no bico da pequena área e Raí se antecipou ao marcador, partindo de perto da marca do pênalti e, saltando mais alto, cabeceando forte no ângulo esquerdo do goleiro Ronaldo! Golaço!

Estava, praticamente, decretado o fim do jogo e o título do Paulistão. Ainda restasse a partida de volta inteira por se disputar e os minutos finais desta primeira, em que o Corinthians ainda encontrou tempo para desperdiçar um pênalti inexistente na trave, praticar faltas violentas e ter um jogador expulso (Dinei) por carrinho desleal, ao som de gritos de “Olé”, da torcida tricolor.

O Curioso do Futebol

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