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O argentino Hugo Pérez no Sporting Gijón

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hugo Pérez no Sporting Gijón

Hugo Leonardo Pérez, foi um bom meio-campista argentino, sendo convocado para a Copa do Mundo de 1994, mas não entrou em campo. O jogador teve passagens por alguns clubes em seu país, e teve uma passagem por um time europeu,mas não atuou muitas vezes. 

O meio-campista nasceu em Avellaneda, na Argentina, no dia 6 de outubro de 1968, e começou a sua carreira no profissional aos 19 anos de idade, quando subiu para a equipe principal do Racing. O jogador iniciou a sua carreira em um grande clube de seus país, o que o deu mais visibilidade. 

Porém, no seu começo de carreira não conseguiu ter grandes atuações, e passou boa parte da temporada de 1987 no banco de reservas. Hugo participou de poucos jogos pelo Racing, e esteve no clube durante quatro temporadas, fazendo 21 jogos e marcando 4 gols. 

Em 1991, o jogador queria ter mais minutos, e por isso decidiu deixar a equipe do Racing, se transferindo para o Ferro Carril, um time menor do futebol argentino. Hugo ficou uma temporada no clube, atuando em 36 jogos e marcou dois gols, conseguindo mostrar mais seu potencial. 

Depois da boa temporada pelo clube, o jogador foi contratado pelo Independiente, umas das maiores equipes de seu país, tendo mais uma grande oportunidade em sua carreira. 

Hugo conquistou a vaga de titular da equipe e mostrou todo seu talento, ajeitando o meio-campo de sua equipe. O jogador se tornou importante para o clube, e começou a despertar interesses de clubes menores do futebol europeu, mas Hugo estava feliz no clube. 

Depois de duas temporadas no Independiente, o jogador foi convocado para a Seleção Argentina, em 1994, e foi para a Copa do Mundo, mas acabou não entrando em nenhum jogo. Porém, depois da competição mundial, o jogador acabou recebendo propostas do futebol europeu, e resolveu se transferir para outro continente. 

Em 1994 foi contratado pelo Sporting de Gijón, uma equipe pequena do futebol espanhol. Hugo chegou com uma boa expectativa no clube, já que vinha de um grande momento no Independiente, e rapidamente ganhou a vaga de titular em seu novo clube. 


Porém, com o tempo passou a perde um pouco de rendimento, e foi para o banco de reservas durante a temporada. Hugo acabou perdendo a titularidade absoluta, e ficou entrando em algumas partidas, mas não estava atuando como as pessoas do clube esperavam. 

O jogador teve problema na equipe, e conseguiu ter uma regularidade, passando por momentos complicados na Espanha. Hugo permaneceu no clube por três temporadas, atuando em 57 partidas e marcando cinco gols, e acabou voltando à Argentina em 1997. 

Hugo retornou ao seu país para atuar no Estudiantes, mas depois de uma temporada acabou encerrando a sua carreira de forma prematura.

Luis Enrique e seu início de carreira no Sporting Gijón

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Luís Enrique quando defendia o Sporting Gijón

Luis Enrique Martínez García nasceu em Gijón, na Espanha, no dia 8 de maio de 1970, se tornou um grande jogador e agora um dos melhores técnicos da atualidade. Como atleta, Luis teve passagem por três clubes, os dois maiores rivais do seu país e o Sporting Gijón, onde foi revelado.

O meio-campista começou sua carreira na equipe da sua cidade, fez parte da categoria de base do clube, que não era um time grande, então a pressão era baixa e ele pôde se desenvolver com tranquilidade, passando por todos os momentos de uma formação.

Luis chamava a atenção de todos, pois era muito habilidoso e tinha o domínio do meio-campo. Mesmo jovem fazia grandes jogos na base, mostrando um grande potencial. A partir de 1988, ele começou a fazer parte do time principal, mas ainda sem atuar, mas já estava se adaptando ao profissional. No ano seguinte, foi quando teve suas primeiras oportunidades, e entrou bem em todos os jogos, mostrando que poderia ganhar mais espaço.

Suas atuações iam melhorando ao longo do tempo, tanto que a cada jogo que passava era notável a sua evolução. Em sua primeira temporada, ele entrou em algumas partidas, e em raros momentos foi titular em alguns esporádicos jogos.

Mas as suas boas atuações o credenciaram para ter mais oportunidades na próxima temporada, e foi isso que ocorreu. Em 1990-91, ele já começou a ser titular em diversos jogos e ganhou sua vaga no time. Com muita habilidade e domínio do meio-campo, Luis chamava a atenção de todos com as suas atuações.

Luis fez uma belíssima temporada, com grandes atuações e ganhando a vaga de titular em sua equipe. O meio-campista tinha um grande potencial, e todos estavam percebendo isso, por isso, alguns times estavam começando a procurá-lo em busca da sua contratação.


Com o decorrer da temporada, mais equipes foram atrás do jogador, e todos do clube já sentiam que sua saída estava próxima. No final do primeiro semestre de 1991 e no fim da temporada europeia, o jogador se transferiu para o Real Madrid.

A equipe de Madrid conseguiu levar o atleta e ficou com ele durante algumas temporadas, onde teve sucesso, mas logo na sequência foi atuar no Barcelona, rival direto do clube. Luis entrou para a lista de “viras-casacas”, que atuaram pelos dois rivais.

Fernando Gomes - O maior artilheiro da história do Porto

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Fernando Gomes é um gigante dentro da história do Porto

Nos dias atuais, Portugal é uma das potências do futebol, tendo o resultado de uma possível não classificação a Copa do Mundo de 2022 causado estranheza no mundo da bola. Nem sempre foi assim ao longo da história lusa, porém os três grandes do país são donos de histórias grandes, principalmente Porto e Benfica. Os Dragões possuem um ídolo e artilheiro não tão conhecido por muitos, o matador Fernando Gomes, maior artilheiro da história do clube, que completa 65 anos neste dia 22.

Fernando já se mostrava promissor desde as categorias de base, ascendeu aos profissionais do Porto com apenas 17 anos e desde cedo se mostrou um excelente marcador de gols, indo as redes duas vezes logo na sua primeira partida pelo clube contra o Fabril Barreiro. Teve números tímidos, porém relativamente bons nos seus dois primeiros anos, porém estourou a partir da sua terceira temporada no clube. Na temporada 1976/1977, marcou o gol do título da Copa diante do Braga e no biênio 1977/1978, seus 30 gols ajudaram o Porto a conquistar o campeonato nacional.

Sua primeira passagem pelo Porto durou até o ano de 1980, quando acabou negociado com o Sporting Gijón, após marcar mais de 120 gols em seus seis anos pelo clube, uma incrível média de mais de 20 gols por ano. Na Espanha, demorou a se adaptar, porém na segunda temporada foi as redes 15 vezes em 29 jogos, números que livraram o Sporting Gijón do rebaixamento. Acabou retornando ao Porto ao fim daquele período.

Nos anos 1980, foi um dos protagonistas de um dos períodos mais gloriosos de toda a história dos Dragões. Voltou em grande estilo na temporada 1982/1983, marcando incríveis 50 gols em 39 jogos, num desempenho digno de Cristiano Ronaldo nos dias atuais. Acabou vencendo o prêmio "Chuteira de Ouro" de maior artilheiro da Europa naquele ano, feito que ele repetiria em 1985, com 46 gols marcados em 42 partidas.

Na temporada 1986/1987 viveu um dos momentos mais especiais da carreira. Fez parte do elenco campeão da Liga dos Campeões, na época a Copa Europeia, sendo titular e um dos destaques da equipe, apesar de marcar apenas cinco vezes ao longo da competição continental. Viveu um momento triste quando estava lesionado na decisão contra o Bayern. Viu das arquibancadas Madjer e o brasileiro Juary marcarem os gols que deram o primeiro título europeu aos Dragões. 


Na temporada seguinte, marcou 22 gols e ajudou o Porto a levar outro título português para casa, o último de seus cinco pelo clube. Também marcou o gol que decidiu o título do Mundial Interclubes diante do Peñarol. Depois de uma temporada ruim em 1988/1989, se transferiu ao Sporting, onde jogou os dois últimos anos de sua carreira, tendo uma temporada de despedida dignissíma em 1990/1991, com 29 gols em 50 jogos. 

Hoje atuando na parte de diretoria dos Dragões, Fernando Gomes se destacou dentro de campo pelo ótimo posicionamento que lhe tornava perigosíssimo dentro da área. Fez 355 gols em 450 jogos pelo Porto, que lhe garantiram o posto de maior artilheiro da história do clube. É o segundo maior artilheiro  da história da Liga Portuguesa. Nuno Gomes, destaque da Seleção Portuguesa vice-campeã europeia em 2004, tinha o apelido de Gomes inspirado em Fernando. Carismático, certa vez, disse uma frase pela qual é marcado até hoje: "Fazer gol é como ter um orgasmo". 
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