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Futebol e outros esportes desfrutam de novos fluxos de receita de sites de apostas

Foto: Omar Ram / @omarvellous14

O setor esportivo testemunhou uma mudança recente no sentido de legalizar e promover as apostas on-line como uma nova fonte de receita.


Durante anos, a América Latina esteve no radar de muitos investidores em jogos de azar. O Brasil tem um dos maiores números de entusiastas de esportes em todo o país.

Em 2018, a Lei Nacional Brasileira (nº 13.756) permitiu que empresas estrangeiras de apostas esportivas operassem legalmente no país, desde que tivessem licenças internacionais válidas. Com a aprovação dessa lei, o Brasil consolida sua posição sobre a legalidade das apostas esportivas como a única forma de entretenimento de jogos de azar permitida no país.

Muitas ligas esportivas tomaram para si a responsabilidade de gerar receita de várias fontes além de ingressos, anúncios e merchandising. Nos EUA, os eventos esportivos ao vivo têm maior probabilidade de levar os fãs a apostar em vários aspectos dos jogos e partidas que estão sendo disputados.

A partir de 2021, a Nielsen informa que mais de US$ 154 milhões são gastos em publicidade de jogos de azar on-line em anúncios de TV locais nos EUA. Até 2024, os jogos de azar na Internet poderão gerar mais de US$ 587 milhões para o mercado de TV local, de acordo com a BIA Advisory Services.

Essa mudança em direção à publicidade de apostas esportivas é ainda mais solidificada pelas mudanças regulatórias no setor de jogos on-line. A legalização do setor de iGaming americano aumentou a possibilidade de alcançar uma receita de US$ 60,42 bilhões em 2022. A American Gaming Association informa que esse número provavelmente excederá US$ 100 bilhões até 2023.

Patrocínio de clubes

Recentemente, o governo brasileiro emitiu um decreto provisório que autoriza as apostas esportivas e tributa a receita das empresas em 18%. Se a medida temporária for aprovada, o Ministério da Fazenda do Brasil prevê receber pelo menos R$ 2 bilhões em receita tributária das empresas de apostas no próximo ano.

A legalização do decreto foi acelerada depois que uma investigação recente de clubes brasileiros locais comprovou um escândalo relacionado a apostas. A investigação mostra que 15 jogadores de futebol da primeira e segunda divisões do Brasil estão entre as 31 pessoas acusadas de participar do plano. Por causa disso, um tribunal de Goiás autorizou acusações contra as partes envolvidas.

A receita dos jogos de azar é enorme, e é fácil se sentir tentado. No entanto, o objetivo dessa legalização é gerar mais receita para o governo, portanto, espera-se que ela traga mais resultados positivos do que negativos.

Essa receita também retorna para o próprio esporte, pois o futebol brasileiro tem visto um aumento nas parcerias com empresas de apostas. Um relatório revelou que 39 dos 40 times da Série A e B estão formando algum tipo de associação com casas de apostas. Isso marca um aumento significativo nos últimos anos, enquanto o Cuiabá continua sendo a única exceção.

Clubes como o Bahia e o Sport adotaram modelos tradicionais de patrocínio, ganhando quantias substanciais, enquanto o Grêmio, por exemplo, usa sua parceria para cobrir o salário do atacante uruguaio Luis Suárez.

Essa tendência reflete a crescente influência dos sites de apostas no Brasil, com pelo menos 17 marcas diferentes agora visíveis nas camisas ou propriedades dos clubes e um valor total de mercado de R$ 12 bilhões.

Crescimento contínuo

A pandemia de COVID em 2020 levou muitos aspectos da vida para o mundo digital, incluindo apostas esportivas e entretenimento de jogos de azar. Espera-se que o mercado de jogos de azar on-line gere US$ 95,05 bilhões em receita e apresente uma taxa de crescimento anual de 8,54% até 2027. A penetração de usuários em todo o mundo está projetada para atingir 2,9% em 2027, contra 2,3% em 2023.


Entre as várias formas de jogos de azar on-line, as apostas esportivas e os caça-níqueis estão entre as opções mais populares. O design vibrante, as músicas cativantes, a jogabilidade fácil de seguir e as demonstrações gratuitas dos jogos de caça-níqueis os tornam acessíveis até mesmo para os novatos em jogos de azar.


Um jogo que merece destaque é o Fortune Tiger da PGSoft. É um jogo de cassino de grade de três cilindros e três colunas em que os jogadores combinam símbolos em vários cilindros. Seu tema de inspiração asiática, seus gráficos atraentes e sua experiência de alta volatilidade e adrenalina deixaram os jogadores querendo mais. Os jogadores inexperientes têm a chance de experimentar a demonstração gratuitamente antes de depositar dinheiro real no jogo.

Saiba mais sobre o Fortune Tiger aqui: sportsbet.io/pt/casino/play/video-slots/fortune-tiger

Regulamentação das apostas: o que pensam especialistas sobre texto da MP

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Ministério da Fazenda

O texto da Medida Provisória que regulamenta as apostas esportivas no Brasil foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meio à grande repercussão das investigações do Ministério Público de Goiás (MP-GO) sobre um esquema fraudulento envolvendo apostas esportivas em jogos das Séries A e B do Campeonato Brasileiro de 2022 e do Paulistão e Campeonato Gaúcho deste ano. Trata-se de uma alteração na Lei 13.756, sancionada em 2018 pelo então presidente Michel Temer.

A proposta terá efeito imediato caso seja assinada pelo petista, mas precisará ser aprovada pelo Congresso para se tornar lei. Especialistas comentam a medida e avaliam alguns dos principais pontos do texto. Uma das novidades é a participação, direta ou indireta, de “pessoa que tenha ou possa ter qualquer influência no resultado de evento real de temática esportiva objeto da loteria de apostas de quota fixa”. Isso inclui dirigentes e atletas, além da arbitragem.

Mariana Chamelette, procuradora do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol Paulista e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo, entende que a alteração é “fundamental” para manter a integridade esportiva.

“Os regulamentos gerais de competição tanto da Federação Paulista de Futebol quanto da CBF já previam essa proibição, que agora deve ser regulamentada”, explica. “Ainda que a MP não preveja isso expressamente, a Fifa proíbe que os ‘stakeholders’ do esporte, ou seja, as pessoas que possam exercer influências em partidas, como dirigentes, detenham alguma participação em operadores de apostas”, ressalta.

Proprietários, administradores, gerentes e funcionários das próprias casas de apostas também estão proibidos de apostar, assim como menores de idade (18 anos).

A Medida Provisória também estabelece que as casas de apostas sejam impedidas de adquirir, licenciar ou financiar a aquisição de direitos de eventos esportivos para transmiti-los, distribuí-los ou reproduzi-los em quaisquer plataformas por qualquer meio ou processo. Segundo Mariana, este ponto é necessário para que o texto tenha, de fato, efetividade. “Este inciso é colocado para que seja interessante para o operador se licenciar e, além disso, haver fiscalização e vedação das plataformas que não são licenciadas.”

“Preservar a integridade do esporte deve ser uma das prioridades do governo e, por isso, as regras devem ser especialmente rigorosas e atentas às pessoas que possam ter algum grau de influência sobre o resultado das partidas”, diz Eduardo Diamante, especialista em Direito Desportivo.

A Justiça de Goiás tornou réus 16 denunciados, incluindo sete jogadores. Os casos também são investigados pela Polícia Federal, que instaurou inquérito por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, acatando um pedido da CBF. Grupos de apostadores cooptavam atletas para realizar ações em campo, como receber cartões deliberadamente, em troca de vantagem financeira de até R$ 100 mil.

O texto prevê que, caso haja evidência de manipulação de partidas ou fraudes semelhantes, o Ministério da Fazenda poderá determinar a imediata suspensão das apostas e a retenção do pagamento dos prêmios, bem como “outras medidas restritivas destinadas a evitar ou mitigar as consequências de práticas violadoras da integridade no esporte”.

“A questão de subordinar essas medidas de suspensão ao Ministério da Fazenda, embora seja uma prática clássica, com exemplo na Europa, não me dá certeza de que o órgão terá esse arsenal para fiscalizar e aplicar as penas do que uma autoridade desmembrada do Ministério, como uma agência reguladora do jogo”, pondera João Vitor Kanufre Xavier, mestre em direito financeiro e tributário pela Universidade de São Paulo (USP), sócio da Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados.

“Temos exemplos bem sucedidos em Nevada, nos Estados Unidos, que iniciou com o órgão vinculado à Fazenda, mas depois virou um órgão regulador diferente, especializado e com instrumentos para fazer este tipo de fiscalização.”

Dinheiro em jogo - O governo espera arrecadar de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões com a medida. Segundo o Ministério da Fazenda, os ministérios poderão editar portarias com normas para criar mecanismos que evitem e coíbam os casos de manipulação de partidas de futebol. O ministro da Justiça, Flávio Dino, está empenhado em tratar o assunto com firmeza. Ele usou a palavra “repressão” contra os envolvidos no esquema e bloqueio de bens.


“A implementação do projeto de lei das apostas esportivas tem o potencial de gerar uma fonte de receita considerável para o governo e criar novos empregos, enquanto também apresenta desafios significativos em termos de regulação e proteção dos consumidores, vez que expõe o mercado a novos riscos antes não considerados. Primeiramente, é importante entender que o jogo de apostas esportivas não é apenas uma atividade de lazer, mas uma indústria multibilionária, que já acontece por omissão no Brasil”, diz o advogado Matheus Puppe.

“Cada um dos pontos do texto reflete uma abordagem cuidadosa e considerada para a regulamentação das apostas esportivas no Brasil. Eles visam maximizar os benefícios econômicos, ao mesmo tempo em que minimizem os riscos potenciais associados à atividade”, afirma.

O dinheiro arrecadado com taxas e impostos será destinado a áreas como segurança pública, educação básica, clubes esportivos e ações sociais. De acordo com a Fazenda, do total arrecadado, 2,55% irão para o Fundo Nacional de Segurança Pública; 0,82% vai para a educação básica; 1,63% está destinado para os clubes esportivos; 10% seguirão para a seguridade social; e 1% vai para o Ministério do Esporte.

19 dos 20 times da Série B do Brasileirão contam com sites de apostas como patrocinador

Foto: divulgação Tombense

Tombense é o único time da Série B sem ter casa de aposta como patrocinador

Os sites de apostas são hoje os principais patrocinadores do futebol brasileiro. Depois do Athletico Paranaense ser o último time na Série A a ter uma empresa do tipo estampada no uniforme, na Série B apenas um clube não tem patrocinador do tipo: o Tombense.

Este foi uma análise feita pelo Odds Scanner, indicando que apenas um time não possui uma parceria do tipo atualmente: a equipe mineira já citada anteriormente. Confira a seguir a relação de times e patrocinadores dessa temporada da Série B:

Bahia – Casa de Apostas.com
Brusque - Esporte365
CRB – Estrelabet
CSA – B1.BET
Chapecoense – Pixgold.net
Criciúma – Betfast.io
Cruzeiro – Pixbet
Grêmio – MrJack.bet
Guarani – Pixbet
Ituano – Pixbet
Londrina - Bet77
Náutico - Betnacional
Novorizontino - Betfast.io
Operário-PR - Dafabet
Ponte Preta - Pixbet
Sampaio Corrêa - Betsul
Sport - Betnacional
Vasco da Gama – Pixbet
Vila Nova - Betnacional

Além disso, o levantamento do Odds Scanner aponta que o Brasil supera qualquer outro país quando o assunto é patrocínio desse tipo de companhias - na Liga Portugal, 16 times de um total de 18 possuem um patrocinador do tipo.

Confira a seguir as ligas com mais patrocínios de casas de apostas:

1 - Brasileirão Série A (Brasil): 20 de 20 clubes
2 - Brasileirão Série B (Brasil): 19 de 20 clubes
3 - Liga Portugal (Portugal): 16 de 18 clubes
4 - Premier League (Inglaterra): 8 de 20 clubes
5 - Ligue 1 (França): 6 de 20 clubes
6 - Liga Profesional (Argentina): 6 de 28 clubes

Casas de apostas podem influenciar partidas de futebol? - Com o aumento da presença dos sites de apostas esportivas no país e, cada vez mais, dentro dos gramados por meio de patrocínios, existe uma crescente preocupação entre torcedores brasileiros de que essas companhias possam começar a influenciar os resultados dos jogos.

Um exemplo disso pode ser observado no Rio Grande do Sul. No final de julho, um jogo entre o Farroupilha e o Bagé, da 3ª divisão do Campeonato Gaúcho, terminou em 7x0 para o clube bajeense. Após a partida, Igor Padilha, jogador do Farroupilha, fez uma postagem anunciando o desligamento do clube, sugerindo que o jogo havia sido vendido.

A postagem, apesar de apagada, criou alvoroço nas redes sociais, e a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) protocolou no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) um pedido de abertura de inquérito disciplinar desportivo para investigar a partida.

Enquanto o marketing dos sites de apostas cresce no Brasil, no Reino Unido a situação muda drasticamente. O governo britânico está revisando o conjunto de leis aplicáveis a estas companhias e deve proibir, a partir da temporada de 2023/24, patrocínios na frente das camisas dos clubes. Até o momento, 14 dos 20 clubes da Premier League não se mostraram contrários à medida.


“No Brasil, o setor das apostas esportivas começou a crescer recentemente, após a legalização em 2018, de forma que é improvável que comece a desacelerar tão cedo no país”, afirma Gonçalo Costa, CEO da Odds Scanner. “O que é possível, no entanto, é que o Brasil se inspire em países que já convivem há um tempo com as apostas e implemente rapidamente um conjunto de leis que observe também publicidade dessas companhias, principalmente no âmbito esportivo, de forma a evitar qualquer suspeita de influência nos jogos de futebol”.

Com Athletico, todos os 20 clubes da Série A têm sites de apostas esportivas como patrocinadores

Com informações de O Globo
Foto: Fábio Wosniak/Athletico.com.br

Com Athletico, sites de apostas esportivas agora patrocinam os 20 clubes da Série A

Com o acerto do Athletico com a Betsson, todos os 20 clubes da Série A têm sites de apostas esportivas como patrocinadores. O clube paranaense era o único sem nenhum tipo de parceria com empresas do segmento, que agora dominam por completo a elite do futebol brasileiro.

Dos 20 patrocinadores de apostas, sete estão no espaço máster da camisa. São eles: Atlético-MG (Betano), Atlético-GO (Amuleto Bet), América-MG (Pixbet), Avaí (Pixbet), Botafogo (Blaze), Fluminense (Betano) e São Paulo (Sportsbet.io). O Palmeiras possui acordo com a Betfair apenas para sua equipe de futebol feminino. A Pixbet é a que tem mais clubes como parceiros, com seis.

Último a fechar acordo com uma casa de apostas, o Athletico chegou a anunciar a Estrela.bet como patrocinadora há cerca de dois meses, mas quatro dias depois encerrou a parceria por divergências contratuais com a empresa.

O movimento já era esperado desde 2018, quando o Governo Federal sancionou a Lei 13.756/2018, que autoriza o Ministério da Fazenda a regulamentar o licenciamento de apostas esportivas no Brasil. Até agora, entretanto, a regularização ainda não foi realizada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com Eduardo Calezzo, especialista em direito desportivo, a regulamentação seria benéfica para o mercado como um todo. "O crescimento expressivo no investimento em patrocínios ocorre em meio a um mercado que não possui regulamentação. Apesar de não ser irregular, já que a lei do final de 2018 permite a regulação das apostas, ainda falta um processo de concessão que caminha lentamente no Governo Federal. Com essa demora, perdem todos, porque a regularização traria geração de empregos, negócios, impostos, e atrairia operadores globais para o país. A regulamentação adequada aumentaria inclusive os valores envolvidos nos acordos entre clubes e sites de apostas", explica.


Veja a lista dos sites de apostas que patrocinam clubes da Série A:

América-MG - PixBet
Athletico - Betsson
Atlético-GO - Amuleto Bet
Atlético-MG - Betano
Avaí - PixBet
Botafogo - Blaze
Bragantino - NetBet
Ceará - Betcris
Corinthians - galera.bet
Coritiba - Dafabet
Cuiabá - Luck Sports
Flamengo - Pixbet
Fluminense - Betano
Fortaleza - Betcris
Goiás - Pixbet
Internacional - Estrela Bet
Juventude - Pixbet
Palmeiras* - Betfair
Santos - Pixbet
São Paulo - Sportsbet.io

* A Betfair é parceira do Palmeiras no futebol feminino

Apostas esportivas no Brasil crescem e incrementam torcida

Foto: Victor de Andrade

Jogos da Segunda Divisão Paulista estão entre os que podem ser apostados

Com a recém regulamentação das apostas esportivas eletrônicas no Brasil, o número de apostadores, que já vinha crescendo antes da regularização, que ocorreu em 2019, usando sites internacionais, vem aumentando gradativamente. Assim, além de criar um novo nicho econômico, vem incentivando as pessoas a torcerem para que tenha os seus ganhos.

O mais interessante é que os sites de apostas não ficam presos apenas aos grandes eventos. É possível ver jogos das categorias de base e até divisões de acesso profissionais. Já está longe de ser raro ver jogos da Segunda Divisão Paulista, que tem grande cobertura de O Curioso do Futebol, liberados para aposta.

Além de acompanhar a o campeonato do jogo em que se pretende apostar, é importante escolher um site de apostas confiável. Dê preferência à apostas online que não são econômicos nas bonificações e que podem ser uma alternativa valiosa para apostadores iniciantes já que é possível se experimentar sem gastar efetivamente recursos próprios.

É preciso fazer um cadastro e o pagamento das apostas pode ser feito tanto por cartão de crédito como boleto bancário. Nesse cadastro, é preciso inserir os dados bancários para que possam ser realizados os depósitos dos dividendos recebidos a partir das apostas.

Aí vem o lado bom. Muitos sites dão bônus de boas vindas, como o 1xbet bonus de boas-vindas. Isto acaba incentivando o apostador a fazer a sua "fézinha" e apostar naquele jogo ou naquela competição onde está mais acostumado a acompanhar e com algumas vantagens.

A lucratividade para os apostadores pode ser um detalhe. As apostas esportivas podem tanto ser um hobby como fonte para um dinheiro extra se aplicado com estudo e método. De todo modo, é um mercado em franca expansão e que ganha adeptos nas mais variadas faixas-etárias e classes sociais.

O Curioso do Futebol

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