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FPF e Rivalo celebram parceria e anunciam programa de afiliação aos clubes

Foto: Rodrigo Corsi / Agência Paulistão

Representantes da FPF, Rivalo e dos clubes

A Federação Paulista de Futebol e a Rivalo assinaram no Edifício Pelé, sede da entidade, o contrato do maior patrocínio coletivo da história do futebol paulista e anunciaram o novo programa de afiliação aos clubes na segunda-feira, dia 12.

A Rivalo adquiriu um amplo pacote de propriedades que inclui placas publicitárias no Paulistão Casas Bahia (A1), além dos naming rights das competições que, agora, passam a se chamar Paulistão A2 Rivalo, Paulistão A3 Rivalo, Paulistão A4 Rivalo e Copa Paulista Rivalo. A empresa também estampará sua marca na camisa de 46 clubes: o Capivariano, na Série A1, e 45 dos 48 times participantes das demais competições em 2026, tornando-se a maior patrocinadora de clubes do futebol brasileiro em número de equipes apoiadas simultaneamente.

Durante a cerimônia de assinatura, FPF e Rivalo anunciaram uma novidade: o programa de afiliação “Rivalo Joga Junto”. Os clubes patrocinados poderão receber percentuais relevantes da receita das apostas realizadas por torcedores que se identifiquem com suas equipes, criando uma relação direta entre engajamento da torcida e geração de receita para os clubes.

Cada clube receberá links, QR codes e banners personalizados que poderão ser divulgados entre seus torcedores. A iniciativa cria uma nova fonte de receita anual para os clubes, fortalecendo de forma estruturada toda a cadeia do futebol paulista.

"Olhando para outros mercados como Inglaterra e Alemanha, notamos que, comparativamente, há muito dinheiro para poucos clubes e quase nada aos demais. O patrocínio coletivo com a FPF segue nosso objetivo de engajar essa base de torcedores fanáticos e, por intermédio, dela abraçar essas comunidades e mercados", disse Daniel Eskinazi, Diretor-Geral da Rivalo.

No "Rivalo Joga Junto", não há limite de ganhos para as equipes participantes: a receita cresce conforme o engajamento da torcida e a base ativa de torcedores. São recursos adicionais que a Rivalo disponibilizará aos clubes, além do patrocínio acordado com a FPF, com esforço operacional limitado e sem custos extras.


"A gente ama futebol, e os clubes aqui presentes representam a raiz do nosso esporte. Por isso, criamos o Rivalo Joga Junto, este modelo virtuoso e inovador: o apostador apoia o time de seu coração, o clube tem uma nova fonte de receita sustentável e a Rivalo atrai novos jogadores para sua plataforma: todos saem ganhando", disse Rafael Costa, Diretor de Operações da Rivalo.

Além das propriedades comerciais, o acordo também contempla o patrocínio ao Programa de Integridade da Federação Paulista de Futebol, iniciativa pioneira no combate à manipulação de resultados no Brasil e referência no cenário esportivo nacional.

"Este patrocínio é uma grande conquista que só é possível graças à união entre clubes e FPF. Faremos muito mais a partir de hoje. Agradeço imensamente aos clubes pela confiança. Não tenho dúvidas de que representará um novo marco para os clubes do Estado", disse Mauro Silva, vice-presidente da entidade.

Morre Celso Barros, ex-patrocinador e pré-candidato à presidência do Fluminense

Foto: divulgação / Fluminense

Celso Barros estava com 73 anos

Morreu neste sábado, aos 73 anos, Celso Barros, médico e figura histórica do Fluminense, vítima de infarto. Candidato à presidência no pleito de 29 de novembro, ele foi o principal nome por trás do projeto da Unimed que revolucionou o clube entre 1999 e 2014.

Pediatra renomado, Celso Corrêa de Barros ganhou destaque no meio médico ao ocupar cargos de liderança no Sindicato dos Médicos do Rio, no CRM-RJ e na Associação Médica Brasileira. No futebol, tornou-se peça central na reconstrução tricolor ao assumir a presidência da Unimed, dando início a uma parceria que rendeu títulos marcantes — como a Série C de 1999, a Copa do Brasil de 2007, os Brasileiros de 2010 e 2012 e três Cariocas.


Após o fim do patrocínio, Celso voltou ao clube pela via política. Em 2019, foi eleito vice-presidente geral ao lado de Mário Bittencourt, mas rompeu com o dirigente e passou a liderar a oposição. Ele buscava, inclusive, as últimas assinaturas para oficializar sua candidatura à presidência justamente no dia em que faleceu.

A morte de Celso Barros deixa uma lacuna profunda na história recente do Fluminense, onde seu nome permanece associado a um dos períodos mais vitoriosos do clube.

19 dos 20 times da Série B do Brasileirão contam com sites de apostas como patrocinador

Foto: divulgação Tombense

Tombense é o único time da Série B sem ter casa de aposta como patrocinador

Os sites de apostas são hoje os principais patrocinadores do futebol brasileiro. Depois do Athletico Paranaense ser o último time na Série A a ter uma empresa do tipo estampada no uniforme, na Série B apenas um clube não tem patrocinador do tipo: o Tombense.

Este foi uma análise feita pelo Odds Scanner, indicando que apenas um time não possui uma parceria do tipo atualmente: a equipe mineira já citada anteriormente. Confira a seguir a relação de times e patrocinadores dessa temporada da Série B:

Bahia – Casa de Apostas.com
Brusque - Esporte365
CRB – Estrelabet
CSA – B1.BET
Chapecoense – Pixgold.net
Criciúma – Betfast.io
Cruzeiro – Pixbet
Grêmio – MrJack.bet
Guarani – Pixbet
Ituano – Pixbet
Londrina - Bet77
Náutico - Betnacional
Novorizontino - Betfast.io
Operário-PR - Dafabet
Ponte Preta - Pixbet
Sampaio Corrêa - Betsul
Sport - Betnacional
Vasco da Gama – Pixbet
Vila Nova - Betnacional

Além disso, o levantamento do Odds Scanner aponta que o Brasil supera qualquer outro país quando o assunto é patrocínio desse tipo de companhias - na Liga Portugal, 16 times de um total de 18 possuem um patrocinador do tipo.

Confira a seguir as ligas com mais patrocínios de casas de apostas:

1 - Brasileirão Série A (Brasil): 20 de 20 clubes
2 - Brasileirão Série B (Brasil): 19 de 20 clubes
3 - Liga Portugal (Portugal): 16 de 18 clubes
4 - Premier League (Inglaterra): 8 de 20 clubes
5 - Ligue 1 (França): 6 de 20 clubes
6 - Liga Profesional (Argentina): 6 de 28 clubes

Casas de apostas podem influenciar partidas de futebol? - Com o aumento da presença dos sites de apostas esportivas no país e, cada vez mais, dentro dos gramados por meio de patrocínios, existe uma crescente preocupação entre torcedores brasileiros de que essas companhias possam começar a influenciar os resultados dos jogos.

Um exemplo disso pode ser observado no Rio Grande do Sul. No final de julho, um jogo entre o Farroupilha e o Bagé, da 3ª divisão do Campeonato Gaúcho, terminou em 7x0 para o clube bajeense. Após a partida, Igor Padilha, jogador do Farroupilha, fez uma postagem anunciando o desligamento do clube, sugerindo que o jogo havia sido vendido.

A postagem, apesar de apagada, criou alvoroço nas redes sociais, e a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) protocolou no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) um pedido de abertura de inquérito disciplinar desportivo para investigar a partida.

Enquanto o marketing dos sites de apostas cresce no Brasil, no Reino Unido a situação muda drasticamente. O governo britânico está revisando o conjunto de leis aplicáveis a estas companhias e deve proibir, a partir da temporada de 2023/24, patrocínios na frente das camisas dos clubes. Até o momento, 14 dos 20 clubes da Premier League não se mostraram contrários à medida.


“No Brasil, o setor das apostas esportivas começou a crescer recentemente, após a legalização em 2018, de forma que é improvável que comece a desacelerar tão cedo no país”, afirma Gonçalo Costa, CEO da Odds Scanner. “O que é possível, no entanto, é que o Brasil se inspire em países que já convivem há um tempo com as apostas e implemente rapidamente um conjunto de leis que observe também publicidade dessas companhias, principalmente no âmbito esportivo, de forma a evitar qualquer suspeita de influência nos jogos de futebol”.

Portuguesa Santista apresenta novos uniformes, patrocinadores e elenco

Foto: Walter Dias

Novos uniformes do clube, com os patrocinadores

A Portuguesa Santista realizou na manhã deste sábado, dia 27, a apresentação os novos uniformes e patrocinadores, além do elenco que defenderá a equipe no Campeonato Paulista da Série A2 de 2021. A cerimônia foi realizada na sede do clube, junto ao Estádio Ulrico Mursa.

Um das grandes novidades no evento foi a apresentação da nova camisa, feita pela Icone, que é novo fornecedor de material esportivo da Briosa, que há anos estava com a Umbro. O uniforme número 1 teve o zagueiro Brumati como "modelo", o 2 a colaboradora Ana e as camisas de goleiro foram apresentadas pelos arqueiros Gabriel e Leandro Nascimento.


O novo patrocinador master da Portuguesa Santista é o Litoral Plaza Shopping. Além do grande empreendimento localizado em Praia Grande, o time Rubro Verde conta com o apoio da Cellula Mater, Casa de Estar, NR Silva, Pressman, Baratão das Tintas, Potty, Coppola e CL Transportes.

Elenco - A Briosa vai contar com os goleiros Cleyton, Leandro Nascimento e Gabriel; os laterais Luís Felipe, Compri, Dudu, Matheus Leal e Renan; os zagueiros Brumati, João Gabriel, Borges, Wellington, Handerson e Sousa; e os volantes França, Pagoto, Vinicios, Gualberto e Alex Guedes.


No meio-de-campo, a Portuguesa Santista vai contar com Léo Costa, Mendes e Yuri; e no atacante o time tem no elenco Rodrigo Maranhão, Rodriguinho, Bruninho, Isaac Prado, Felipe Araújo, Kauê, Gabriel e Dener. Já a comissão técnica, comandada por Axel, tem também Rafael Ferro, Alexandre Porto, Robson Agondi, Rafael Dohnal, Camilo 10, John e Wallace.

Estreia - O primeiro jogo da Portuguesa Santista no Campeonato Paulista da Série A2 2021 será na segunda-feira, dia 1º de março, às 15h30, contra a Portuguesa de Desportos, no Estádio Ulrico Mursa, em Santos. O jogo será transmitido pelo SporTV.

O Santos jogando com o patrocínio da Kalunga na camisa

Por Victor de Andrade, com as colaborações de Wesley Miranda e Gabriel Santana

Em pé, da esquerda para a direita: Evandro Baladi, César Sampaio, Pedro Paulo, Celso, Carlos Alberto Borges e Paulo Robson. Agachados: Gersinho, Ribamar, Serginho Chulapa, Paulo Leme e Zé Sérgio. O jogo foi contra o Guarani, na Vila Belmiro (foto: arquivo Wesley Miranda)

Alguns patrocinadores, principalmente entre as décadas de 80 e 90, ficaram marcados e ligados a algum clube, pela duração da marca na camisa. No Brasil, temos dois exemplos clássicos: o Flamengo com a Petrobras (Lubrax) e o Corinthians com a Kalunga. Aliás, a parceria entre o Timão e a rede de papelarias durou entre 1985 e 1994.

Porém, o que poucos sabem é que a Kalunga patrocinou também o Santos FC. Com o sucesso de sua marca na camisa do Corinthians, a rede de papelarias, fundada por Damião Garcia, resolveu expandir seu investimento em patrocínio no futebol e estampou seu logo na camisa do Peixe.

Dunga contra o Corinthians. Os dois times patrocinados pela Kalunga

Na verdade, isto aconteceu em alguns jogos. Em 1986, o Santos abusou dos famosos patrocinadores pontuais. Ao invés de fechar com alguém a temporada inteira, o clube acertou estampar a marca de uma empresa por um pequeno período ou jogo específico. Além da Kalunga, estamparam sua logo na camisa do Alvinegro Praiano os papéis Kleenex, Afonso Veículos e Dankel. Todos eles no Campeonato Paulista, disputado naquele ano no primeiro semestre.

Alguns jogos marcantes com a camisa patrocinada pela Kalunga foram uma vitória contra o Guarani, na Vila Belmiro, por 2 a 1, em 28 de maio, e o principal deles: uma vitória contra o Corinthians, no Pacaembu, por 1 a 0, em 20 de abril, gol de Serginho Chulapa, de pênalti. Neste clássico, as duas equipes estampavam a marca da papelaria na camisa.

De León levando cartão

Já no Campeonato Brasileiro de 1986, a Suvinil passou a patrocinar o Santos FC, fechando depois um patrocínio de temporada inteira com o clube no ano seguinte. A partir de 1988, o Peixe fechou com a Coca-Cola (que era o grande patrocinador do futebol brasileiro na época), ficando até 1993.

O Curioso do Futebol

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