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Em HQ, livro traz a trajetória do jogador Rondinelli: o deus da raça do futebol brasileiro

Arte: divulgação


Um livro feito no estilo história em quadrinhos, que conta a numerologia de jogos e gols da carreira de Rondinelli, além de depoimentos de Rivelino, Galter, Cantarele e Quintiliano. E, ainda, uma galeria de fotos com registros históricos do jogador e prefácio do Zico. Esta é a obra 'Rondinelli: o deus da raça do futebol brasileiro'.

O título traz a história do jogador Rondinelli, conhecido como o Deus da Raça do futebol brasileiro. O livro reúne desde sua infância e saída da pacata cidade de São José do Rio Pardo, interior de São Paulo, sua ida ao Rio de Janeiro, a fase amadora no juvenil, até se tornar um jogador estratégico do Flamengo e chegar à Seleção Brasileira.

Rondinelli salvou uma geração de integrantes do Flamengo ao fazer um gol icônico, que consagraria o time como campeão carioca de 1978, e despertaria paixões no torcedor rubro-negro. Um jogador que fez história no futebol brasileiro.

O jogador explica: “Essa identificação que tenho com o Flamengo, mas acima de tudo principalmente com o rubro negro, sempre foi o combustível para que eu me doasse de corpo e alma dentro de campo... Não foi fácil, mas eu e o torcedor superamos todos os obstáculos. Podem acreditar, sempre estivemos irmanados em alma”, explica o jogador, ao demonstrar a proximidade e a paixão entre ele e o torcedor.

O autor e roteirista Meninéa, flamenguista, é pesquisador apaixonado pelas histórias do futebol profissional e de peladas. Acompanhou toda a carreira de Rondinelli no Flamengo, seus dramas e emoções. Estava lá na arquibancada quando o futuro “Deus da Raça “marcou de cabeça o gol que teve o condão de salvar aquela geração de ouro rubro-negra, sendo um verdadeiro divisor de águas na história do Clube de Regatas do Flamengo. Aqui nos apresenta um pequeno recorte da infância de Rondinelli, indo até sua despedida na Gávea. Pequeno recorte de importância fundamental para Rondinelli e o Flamengo.

O livro conta com prefácio de Zico, a numerologia de jogos e gols da carreira de Rondinelli, além de depoimentos de Rivelino, Galter, Cantarele e Quintiliano. E, ainda, uma galeria de fotos com registros históricos do jogador e de álbuns de colecionadores.


Sobre o autor e roteirista -
Antonio Carlos Meninéa - Carioca residente em Sampa desde 1992, pesquisador apaixonado pelas histórias de futebol e de peladas em futebol. Autor das obras Romeiro, o sputnik brasileiro - Trajetória de um craque do futebol, lançado em 2004 (editora O Artífice) e 1981- O ano mais feliz de nossa vida Rubro-Negra, em 2011 (Virtual Books). integra o livro Bola na rede - a literatura em campo (Editora In House), em 2023. Seus próximos livros: Alazão para sempre: a saga do mais famoso e organizado time de pelada do bairro de Botafogo (RJ) e Rua Principado de Mônaco: fragmentos de uma rua congelada no tempo. É membro do Grupo de Literatura e Memória do Futebol (Memofut) e radialista formado pela Radioficina de São Paulo.

Sobre o ilustrador - Ricardo Sousa - Quadrinista e ilustrador. Começou sua carreira em 2007, trabalhando com ilustrações, quadrinhos institucionais e digitais.

Sobre o livro – Rondinelli: o Deus da raça do futebol brasileiro. Gênero: Biografia, futebol, Flamengo, Seleção brasileira, personalidades. Formato: 15,5x22 cm, 68 pág., HQ colorida, ISBN 978-65-981557-3-5. R$ 60,00. editoraoartifice.com.br.

Rondinelli. o "Deus da Raça" e sua linda relação com o Flamengo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Rondinelli sendo carregado: foi apelidado de "Deus da Raça"

Um dos grandes jogadores da história do Flamengo completa hoje 57 anos. Antônio José Rondinelli Tobias, mais conhecido como Rondinelli, nasceu no dia 26 de abril de 1955, em São José do Rio Pardo, São Paulo. O zagueiro se tornou uma peça fundamental na equipe e ganhou a idolatria da torcida Rubro-Negra, sendo chamado como "Deus da raça".

Rondinelli chegou no clube em 1968, com apenas 13 anos, e por lá ficou até fazer toda sua base na equipe carioca. Em 1971, o zagueiro começou a ter chances na equipe principal, com apenas 16 anos, mas não se firmou no time, pois era muito jovem e precisava ganhar mais experiência.

Em algumas partidas de menor expressão, o jovem jogador foi entrando para ganhar bagagem e experiência. Rondinelli foi aos poucos participando mais dos jogos e se tornando um jogador importante para o grupo o Rubro-negro. A partir de 1973, ele foi se tornando titular.

E em 1974 não largou mais a vaga de zagueiro na equipe do Flamengo, se tornando um dos líderes daquele elenco. Mesmo jovem, com apenas 19 anos, Rondinelli já era uma grande liderança dentro do grupo e era muito importante dentro de campo, pois era um zagueiro fora do comum.

Com as temporadas, ele ia mostrando a sua garra e sua habilidade, para Rondinelli não existia bola perdida, ele estava em todas. Era um zagueiro espetacular e quando ia para o ataque em bolas paradas sempre gerava perigo, pois tinha um ótimo posicionamento e cabeceio.


O maior ídolo da história do Flamengo, Zico, já falou com muito carinho sobre o zagueiro, pois os dois atuaram juntos. O grande camisa 10 diz que o único jogador que ele viu dividir bola com a cabeça, foi Rondinelli. O fato aconteceu no Fla-Flu, quando o zagueiro usou a própria cabeça para tirar a bola dos pés de Rivelino.

Por conta dessa raça e vontade, a torcida Rubro-Negra deu para ele o apelido de "Deus da raça", pois era um jogador que entrava pra brigar em todas as bolas e não tinha medo de nenhuma dividida.

Mas foi em 1978 que Rondinelli entrou para a história do Flamengo. Na final do Campeonato Carioca contra o Vasco, o zagueiro foi para a área no final da partida e de cabeça fez o gol do título do Mengão e conseguiu firmar seu nome entre os maiores ídolos do clube. A temporada foi fantástica para o zagueiro, fez um belíssimo ano e ganhou o prêmio individual "Bola de Prata da Revista Placar de 1978".


O zagueiro além desse título que foi fundamental, ganhou mais três Campeonatos Cariocas, mas o título de maior relevância de Rondinelli no clube aconteceu em 1980, em seu último ano no clube. O Flamengo conquistou seu primeiro título do Campeonato Brasileiro.

Após o título, o jogador foi respirar novos ares após 14 anos no clube, no final do ano foi contratado para jogar no Corinthians. Rondinelli deixou o Flamengo com 396 partidas e 14 gols marcados. Depois do Timão, ainda defenderia o Vasco, em 1982. Encerrou a carreira no Goiás, em 1987.

O Curioso do Futebol

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