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Robson valoriza preparação da Portuguesa e projeta campanha de excelência na Série D

Foto: Ana Julia Guerreiro

Robson é zagueiro da Lusa

A Portuguesa segue em reta final de preparação visando a estreia na Série D do Brasileiro, que acontece neste sábado (19), diante do Boavista, às 16h. Por isso, o zagueiro Robson, que está no clube desde 2021 e é um dos pilares para a competição nacional, aproveitou para citar o foco em campanha de excelência da Lusa na primeira fase.

“Nosso grupo é muito difícil e equilibrado, com equipes de qualidade, bons trabalhos e investimentos. A meta é a classificação, mirando o topo da chave. Sabemos da grandeza da Portuguesa e temos que mostrar desde o início o motivo de estarmos vestindo essa camisa”, disse.

A Portuguesa está no grupo A6, ao lado de Boavista, Maricá, Nova Iguaçu, Porto Vitória, Pouso Alegre, Rio Branco-ES e Água Santa. Neste sentido, Robson valorizou a preparação realizada pela Lusa visando a competição.

“Mantivemos uma base do elenco do Paulistão, além da permanência da comissão técnica. Já sabemos a metodologia dele e, com isso, a preparação foi com excelência, evoluindo a cada dia para chegar pronto na estreia”, enfatizou o jogador, que acumula 35 partidas pelo clube, além de passagens por XV de Piracicaba, Confiança, Juventus-SP, entre outros.


“Meu objetivo principal é agregar dentro de campo, com liderança e desempenho. No Paulista não atuei tanto por conta da lesão, mas agora a ideia é realizar grande competição para fazer a Portuguesa voltar, cada vez mais, ao cenário nacional”, completou.

Titular nos últimos jogos, Robson valoriza dedicação do elenco da Portuguesa

Foto: Dorival Rosa / Portuguesa

Robson em ação pela Lusa

A Portuguesa conquistou quatro pontos nos últimos dois jogos e conseguiu respirar no Campeonato Paulista, já que agora ocupa a segunda posição do Grupo A, com sete pontos. Quem ganhou oportunidades nessas partidas com o técnico Pintado foi o zagueiro Robson, que foi titular diante de Água Santa e Guarani. Ele destacou alguns pontos que buscou contribuir ao time.

“Entrei em um momento bem delicado do clube na competição. Procurei ter um espírito aguerrido, orientar os companheiros e ser positivo para trazer confiança. Sabemos da qualidade do nosso grupo e a chegada do treinador Pintado nos deu um caminho para essa reta final. Porém, isso é mérito total do elenco, que tem se dedicado bastante. Fico feliz de fazer parte disso”, exaltou.

O defensor está na Lusa desde 2022, acumulando 29 partidas. Sobre a sequência na competição, Robson deixou claro que o foco ainda está em permanecer na elite do futebol paulista.


“Nosso principal objetivo é atingir a pontuação necessária para evitar o rebaixamento. Sabemos da dificuldade do confronto diante do Botafogo-SP, na próxima rodada, mas temos condições de conseguirmos um execelente resultado. É uma oportunidade única para subirmos na tabela. Vamos passo a passo para colocar a Portuguesa o mais longe possível“, completou.

A Portuguesa volta a campo justamente diante do Botafogo-SP, no próximo domingo (25), às 18h, fora de casa.

A passagem artilheira e vitoriosa de Robgol pelo Bahia

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Robgol fez muitos gols pelo Bahia

Artilheiro por vários times onde passou, principalmente no futebol nordestino, o atacante José Róbson de Nascimento, mais conhecido como Robgol, completa 53 anos. O jogador nasceu em Barra de São Miguel, na Paraíba, no dia 10 de maio de 1969. O centroavante já tinha passado por alguns clubes do nordeste e feito sucesso, principalmente no Náutico, mas também fez muitos gols em sua passagem pelo Bahia.

O atacante chegou no Bahia em 2000, ele já tinha o apelido de Robgol, que foi dado para ele em sua passagem no Náutico, na década de 90. Mesmo já atuando por outros clubes da região, o jogador não teve problemas no novo clube e, muito pelo contrário, se deu muito bem.

Robgol já chegou representando seu apelido, fazendo gols e ganhando a vaga de titular na equipe. Em sua primeira temporada o clube não conseguiu ganhar nenhum título, mas mesmo assim o atacante já mostrava um bom desempenho junto com a equipe.

Em sua segunda temporada, as coisas começaram a ser certo coletivamente e a qualidade individual se manteve dos atletas. O atacante começou a fazer muitos gols, dando vitórias importante para o time. Em 2001, Robgol foi fundamental e responsável pelo título da Copa do Nordeste, fazendo muitos gols e foi ganhando moral com a torcida. Ainda em 2001, o Bahia levantou o título do Campeonato Baiano, o atacante não foi fundamental com gols decisivos, mas ajudou em sua motivação e abrindo espaços na defesa adversária.


Em 2002, o clube continuou jogando bem e dominou mais uma vez o futebol nordestino. A equipe do Bahia levantou o Bi Campeonato da Copa do Nordeste e, novamente, Robgol foi fundamental na campanha, fazendo gol no jogo de ida contra o Vitória.

Essa seria a última temporada do jogador pelo clube, pois no final do ano deixou o Bahia para jogar no Paysandu, onde defendeu o clube na Copa Libertadores de 2003. Robgol deixou a equipe Baiana com 53 gols marcados e sendo artilheiro, também com 3 títulos importantes.

É o fim do jejum! América campeão mineiro de 1993

Equipe que encerrou a fila de 21 anos sem títulos do América

Em 1993, o América Mineiro encerrou o maior jejum de títulos estaduais de sua história como clube profissional, com a conquista do Campeonato Estadual após 21 anos de jejum. O título histórico foi aguardado por toda uma geração de torcedores do clube, que nunca haviam visto o time ser campeão estadual.

No ano anterior, já avisava que o clube vinha em boa fase. No primeiro semestre, o Coelho conseguiu o acesso à Série A do Brasileiro. Na segunda metade do ano, o América foi vice campeão mineiro, ao perder as finais para o Cruzeiro.

Em 1993, houve inversão dos campeonatos. Primeiro seria realizado os estaduais e, no segundo semestre, o Campeonato Brasileiro. Liderado pelo goleiro Milagres, que fez muitos milagres naquele campeonato defendendo a meta americana (que trocadilho infame – risos), e comandado pelo experiente técnico Chico Formiga, o time perdeu apenas um dos 18 jogos, vencendo 11 e empatando seis vezes. Essa derrota na segunda rodada, para o Valeriodoce.

A equipe teve apenas uma derrota em 18 jogos

O trio de ataque americano naquele ano também deixou saudades nos torcedores: Liderado por Hamilton (artilheiro do torneio com 14 gols), Euller, (o famoso “Filho do Vento”, eleito a “Revelação do Campeonato Mineiro”) e Robson, ponta que fez sucesso pelo rival Cruzeiro durante a década de 1980, o ataque do América foi o segundo melhor da edição e marcou 23 dos 34 gols da equipe na campanha. Outro grande ídolo da conquista foi o identificado Flávio Lopes, que brilhou como o camisa 10 da conquista, e também venceu outro título importante como treinador do clube sete anos mais tarde, ao comandar a conquista da Copa Sul-Minas.

A conquista veio após um quadrangular final contra Cruzeiro, Atlético e Democrata de Governador Valadares. A taça veio após uma vitória de 4 a 1, no Estádio Independência, em cima do Democrata. Apesar do título, o clube acabou sendo rebaixado no Brasileirão. Este foi a penúltima conquista na primeira divisão estadual. Em 2001, com Lula Pereira de treinador, o América voltou a conquistar a Taça.

* Com informações do Acervo do Coelho - www.acervodocoelho.com.br.

O Curioso do Futebol

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