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Carlos Augusto fala sobre ida para a Inter de Milão na TNT Sports

Foto: reprodução / TNT Sports

Carlos Augusto é lateral da Inter de Milão

Na última quarta-feira (29), o lateral-direito da Inter de Milão, Carlos Augusto, participou do programa De Placa, da TNT Sports, após ser campeão do Campeonato Italiano e erguer o troféu no domingo (26). Na ocasião, Carlos falou sobre sua chegada na Europa.

“Como eu fiz a base, fiz minha vida inteira no Corinthians, e na época que eu virei titular do Corinthians eu acabei saindo pro Monza, pra Série B Italiana. Eu lembro que muitos comentavam que era uma decisão difícil, porque você sai de um time “top” assim no Brasil e acaba indo pra Série B Italiana. Eu acho que foi bom para eu me adaptar com o futebol de lá e eu fiz toda a história no Monza também. Subi pra primeira divisão, que foi a primeira vez na história deles e cheguei na Inter esse ano e graças a Deus aí fui comprado. Agora é aproveitar esse momento”, contou o jogador.

Ao sair do futebol brasileiro e ir para o futebol italiano, Carlos se deparou com algumas diferenças tanto no estilo de jogo quanto na sua função dentro de campo. O lateral direito teve que se adaptar à versatilidade que lhe foi exigido atuando na Europa.

“Você vê que o futebol italiano é muito tático, trabalha muita parte defensiva, então na Série B [Monza] você via muito isso, que era muito difícil atacar esses times, e quando eu cheguei na Série A [Inter de Milão] deu pra ver a diferença total de ritmo, ainda mais quando eu era do Monza e jogava contra os grandes clubes, era muito nítido a diferença. Então você sente bastante esse ritmo. É claro que a Premier League é um ritmo bem mais intenso, mas na italiana também é alto e também é muito tático. A parte defensiva é muito bem trabalhada também”, explicou Carlos.

Quando Carlos Augusto chegou na Inter de Milão outros desafios foram aparecendo para o jogador. A chegada do lateral na equipe italiana aconteceu no dia 15 de agosto de 2023, naquele período a Internazionale já havia disputado a Champions League e tinha o elenco titular já formado.

“Quando você chega no time encaixado, e ainda mais que no ano anterior eles foram para a final da Champions League, é bem difícil você entrar no grupo. Eu acho que o mais difícil foi mesmo entender o método de jogo do treinador, mas acabei aprendendo bastante rápido, porque é um grupo muito unido, parecia mesmo uma família, e isso acabou ajudando na nossa temporada. Eu consegui me adaptar bem ao estilo de jogo e consegui ter uma sequência boa de jogos, jogar praticamente quase todos os jogos”, disse o jogador.

Como consequência de suas boas atuações, Carlos Augusto, no dia 6 de outubro de 2023, foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira, quando a Amarelinha estava sob o comando de Fernando Diniz. Na ocasião, Carlos chegou a atuar nos dois jogos da data Fifa, na derrota para a Argentina, Colômbia e Uruguai. Na entrevista, o lateral negou que tenha recebido um novo contato de Dorival Júnior.



“O momento em que acabei indo para a Seleção não era um dos melhores. É claro que como eu tinha ido para a Europa há muito tempo e acabei indo para a Serie B, não é bastante conhecido também por torcedores e isso acaba pesando um pouco. Eu acho que eu fui bem tranquilo, nas oportunidades que eu tive eu tentei dar o meu melhor. É claro que acabar não vencendo a partida, é um pouquinho diferente, mas esse é o principal objetivo, é continuar, pegar uma sequência na Seleção, pegar mais minutos na Inter e vamos ver o que promete essa nova temporada. [...] Não, não teve não [Contato do Dorival], mas eu estou super tranquilo, estou torcendo para a Seleção fazer o melhor na Copa América, para estar no topo do mundo de novo” encerrou.

Após o final do Campeonato Italiano, de férias, Carlos Augusto aguarda a próxima temporada para iniciar a trajetória em seus novos desafios. Carlos Augusto ainda falou sobre ter boas expectativas para a Champions League e anunciou que está na torcida para o título do Real Madrid na final da competição que acontece neste sábado (1), às 16h (de Brasília).

No Resenha, da ESPN, Marcinho comenta sobre passagens por comissões técnicas

Foto: Arquivo pessoal

Marcinho esteve no Resenha

O treinador Marcinho esteve no programa Resenha, da ESPN, na última semana. Ao lado de André Plihal, Fábio Santos, Dyego Coelho e Márcio Amoroso, o treinador contou sobre suas experiências profissionais tanto como treinador como jogador de futebol. Marcinho, com passagens pelo comando do Ituano e do Red Bull Bragantino, falou como foi trabalhar nos clubes paulistas.

“Foi importante o tempo que eu fiquei no Bragantino, até mesmo por questão de ideia de jogo, daquilo que eu penso em relação ao futebol. Eles vão me buscar no Ituano. Eu passei a ser um dos auxiliares do profissional e passei a ser treinado lá no Sub-17, aí eu vou para o Red Bull. Eu sempre me identifiquei com o futebol ofensivo. Quando eu vou para o Red Bull isso aí me potencializa mais ainda. Pela maneira de trabalhar com jovens, a maneira de ser agressivo, dentro da marca como em todo lugar”, contou Marcinho.

Tendo a ofensividade como sua principal característica enquanto treinador, no programa Marcinho também falou sobre seu estilo de jogo e como enxerga o futebol. O treinador ainda falou sobre a saída do Ituano e a ida para o Red Bull Bragantino.

“Quando veio o convite do Ituano, eu vi a oportunidade de falar “agora tá na hora de eu sair e seguir aquilo que eu tenho como sonho de ser treinador”. Eu fui e o Campeonato Brasileiro foi super bom em relação a implementar as ideias que eu tinha em relação a jogar para frente, a ser agressivo, aquilo que eu venho acreditando e entendo que é isso pra mim, como treinador. Eu saio do Ituano contente e feliz que em nenhum momento eu mudei a minha identidade. Nós ganhamos do Corinthians pressionando lá em cima, nós perdemos pro Palmeiras pressionando lá em cima procurando jogar, o ano passado foi desse jeito. Então assim, a experiência é muito boa e cada vez mais convicto daquilo que eu entendo que o futebol é pra frente. Futebol é ofensivo, futebol é você criar no dia a dia esses comportamentos, ter a sua metodologia, mas ter a sua identidade como treinador e eu acredito que o futebol é assim”, explicou. 

Com um campeonato onde “não dá para se apostar tanto”, como Marcinho se referiu ao Campeonato Paulista, o treinador enfrentou dificuldades no comando técnico do Ituano. Na oportunidade, o treinador também explicou como se deu seu trabalho na equipe. 


“Infelizmente a gente sabe que necessita também não só de investimento. Nós iniciamos o Campeonato Paulista com 18 atletas. Os outros eram garotos da base, sem ninguém machucar. Então quando começa a pré-temporada, dois atletas se machucam, Claudinho e Bruno. Então 16. Eu iniciei o primeiro jogo com os garotos da base. Quando eu olho, tem garotos no banco. Perdemos o primeiro, ganhamos do Corinthians. Perdemos do Guarani. Contra o Palmeiras, eu perco o Yann Rolim e Aldo. Eu perdi mais dois, não tinha retorno. Eu perdi quatro. Então, olhando pro banco, eu tinha metade do time da Taça São Paulo. Num Campeonato Paulista, é difícil”, finalizou. 

Marcinho iniciou sua carreira dentro das quatro linhas e tem em seu currículo passagens por grandes clubes. Fora dele, o treinador já esteve na seleção brasileira para observação e análise dos adversários do Brasil na Copa do Mundo do Catar e Liga das Nações, além de ter integrado as comissões técnicas de Ituano e Red Bull Bragantino como assistente técnico e treinador. 

O Curioso do Futebol

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