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Parreira está curado do câncer, diz médico ex-seleção

Com informações do UOL Esporte
Foto: reprodução

Parreira com Dorival Júnior

O ex-técnico da seleção brasileira está curado do câncer, segundo o médico ex-seleção brasileira José Luiz Runco. Ele acompanhou o amigo e vizinho na ida ao Maracanã para participar do Futebol Solidário, evento da Globo para auxiliar a população do Rio Grande do Sul.

Parreira, de 81 anos, completou o tratamento contra o linfoma de Hodgkin, iniciado no ano passado. Runco não foi o responsável pelas sessões de quimioterapia, mas é próximo de Parreira pelo histórico na seleção e por morarem no mesmo condomínio no Rio.

Os próximos passos de Parreira serão para se recuperar fisicamente da carga trazida pelo tratamento. No Maracanã, ele chegou caminhando, ainda com alguma dificuldade e em alguns momentos ajudado por José Luiz Runco.

"Ele está curado. Do problema, em si, curado. Agora é recuperar o todo. Ele tá evoluindo. O tratamento foi feito normalmente, dentro dos protocolos dos profissionais. Está voltando à vida normal, saindo", disse o médico José Luiz Runco.

O diagnóstico do linfoma contra o qual Parreira lutou veio à tona depois da morte de Zagallo, em janeiro. Em nota, a CBF disse na ocasião que o técnico estava apresentando "excelente resposta". No Maracanã, Parreira recebeu um aplauso puxado por Luciano Huck durante a programação da Globo.

Ao passar pela zona mista do estádio, aproveitou para dar um abraço e elogiar Dorival Júnior, atual técnico da seleção. "Nosso treinador. Um prazer revê-lo. Boa sorte! A seleção está muito bem representada, está em boas mãos", disse Parreira.


Apesar de não ter ficado até o fim da partida, ele teve contato também com ex-comandados, como Cafu e Bebeto — campeões do mundo em 1994 sob o comando do treinador. "É sempre bom ver o professor Parreira. Dei um abraço nele, falei o quanto ele é importante não só para o futebol brasileiro, mas para todos nós", disse Cafu. "Ele completou o tratamento. Estou muito feliz. Acompanhei o que ele estava passando", disse Bebeto.

Parreira comandante do título do Brasileiro de 1984 pelo Fluminense

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Parreira nos anos 80

Carlos Alberto Gomes Parreira, mais conhecido como Parreira, foi um dos grandes técnicos da história do futebol brasileiro, conquistado diversos títulos, inclusive uma Copa do Mundo em 1994. O treinador nunca escondeu seu time de coração, que é o Fluminense, e pelo tricolor carioca também levantou títulos, como o Campeonato Brasileiro de 1984. 

Parreira nasceu no Rio de Janeiro, no dia 27 de fevereiro de 1943, se formou em Educação Física e começou no futebol em 2006, como preparador físico no São Cristóvão de Futebol e Regatas. 

Depois de um ano no clube, foi chamado pela Seleção de Gana para ser treinador, sua primeira experiência na beira do gramado. Parreira ficou dois anos em Gana, ganhou experiência e retornou ao Brasil em 1969, para novamente ser preparador físico, mas dessa vez no Vasco. 

Após isso, foi chamado para ser preparado da Seleção Brasileira em 1970, participando do tricampeonato mundial. Ainda fazendo parte da comissão técnica, esteve no Fluminense, o seu time de coração, e foi onde teve sua primeira oportunidade como técnico no Brasil. 

Em 1975, seu primeiro ano como treinador do tricolor carioca, o técnico levantou o título do Campeonato Carioca. Mesmo com a conquista acabou deixando o comando técnico do clube, ficando sem trabalhar como treinador durante quase três anos. 

Parreira voltou a beira do gramado em 1978, quando foi chamado para ser treinador da Seleção do Kuwait. Em 1983 foi chamado para ser técnico da Seleção Brasileira, a sua primeira passagem, mas não foi tão bem e deixou o Brasil, e no ano seguinte voltou ao Fluminense. 

Em 1984 retornou ao comando técnico do Fluminense, e fez uma grande temporada. O técnico formou um bom time, que atuava muito bem, sendo sólido defensivamente e muito rápido ofensivamente, conseguindo ser muito seguro durante o jogo.

A equipe passava uma segurança para seus torcedores, e fez um grande Campeonato Brasileiro de 1984, sendo muito regular durante toda a competição e liderando em praticamente todas as fases. 


A equipe chegou muito forte para o mata-mata, e era considerada uma das favoritas. Nas quartas de finais eliminou o Coritiba com muita tranquilidade, já na semifinal pegou o Corinthians e teve mais dificuldade, porém conseguiu a classificação para a final. 

Na grande decisão, o time enfrentou seu rival Vasco da Gama, um confronto importante para o estado do Rio de Janeiro. O Maracanã estava lotado os dois jogos e presenciou uma grande final, com o Fluminense vencendo o primeiro jogo por 1 a 0 e segurando o empate na volta, conquistando o seu segundo título do Campeonato Brasileiro. 

A equipe era formada por: Paulo Vítor, Aldo, Duílio, Ricardo Gomes e Renato; Jandir, Delei (Renê) e Assis; Romerito, Washington (Wilsinho) e Tato. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Carlos Alberto Parreira trata câncer e apresenta 'excelente resposta', dizem familiares

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Fisionomia de Parreira, quando gravou entrevista sobre a morte de Zagallo, causou estranheza

Campeão mundial com a seleção brasileira em 1994, Carlos Alberto Parreira está há quatro meses tratamento quimioterápico depois de descobrir um câncer. Ano passado, o ex-treinador recebeu o diagnóstico de linfoma de Hodgkin, e, segundo informou a família à CBF, “vem apresentando excelente respostas”.

A informação foi divulgada pela CBF nesta sexta-feira, 12. A família do treinador tetracampeão e a equipe médica do Hospital Samaritano que o acompanha afirmam que Parreira continua “evoluindo positivamente aos tratamentos e agradecem a todos pela preocupação e carinho”. Linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que acomete o sistema linfático.

Parreira, de 80 anos, estava há um tempo considerável sem fazer uma aparição pública até a semana passada, quando deu entrevistas para falar sobre o amigo Mário Jorge Lobo Zagallo, que morreu na última sexta-feira, aos 92 anos. Notou-se, nas entrevistas, que Parreira estava muito magro, com ralos cabelos brancos e aparência debilitada.

O ex-treinador e ex-coordenador da seleção brasileira foi ao velório se despedir de Zagallo no último sábado, na sede da CBF, no Rio. Ele apareceu no fim do evento, acompanhou a missa e foi embora sem dar entrevistas. Uma semana depois, a família decidiu tornar público o tratamento de Parreira contra o câncer.

Carreira - O carioca participou de dez Copas do Mundo por cinco seleções diferentes: Arábia Saudita, Brasil, Emirados Árabes, Kuwait e África do Sul. É ele o técnico brasileiro que mais dirigiu seleções estrangeiras, com dez passagens. Entre 1970 e 2014, foram sete participações em Mundiais, como preparador, técnico e coordenador.

Seu último capítulo em Copas foi a leitura da fatídica carta da misteriosa “Dona Lúcia”, lida após o 7 a 1 protagonizada pela Alemanha, maior vexame da história da seleção brasileira. A carta era acrítica e adulava o técnico e amigo Felipão.

No passado, Parreira escreveu ao Estadão uma coluna em que considerava que eram grandes as chances de o Brasil ganhar a Copa do Mundo do Catar, vencida pela Argentina.

A passagem de Carlos Alberto Parreira pelo Corinthians

Com informações da Agência Timão
Foto: Luiz Carlos Murauskas/ Folha Imagem

O sucesso de Parreira no Corinthians fez com que ele voltasse à Seleção Brasileira

No dia 16 de janeiro de 2002, há 17 anos, Carlos Alberto Parreira comandou o Corinthians pela primeira vez. Em amistoso, o Timão enfrentou o Taubaté, no interior paulista, e saiu com a vitória por 2 a 0, com gols de Rogério e Ricardinho. 

Já consagrado, como campeão da Copa do Mundo de 1994, Parreira chegou ao Timão após passagens por vários clubes ao redor do mundo. No Corinthians, o treinador ficou a frente apenas um ano (2002), mas conquistou o Torneio Rio-São Paulo e a Copa do Brasil, além do vice-brasileiro. 

No primeiro semestre daquele ano, ele montou um lado esquerdo do time que muitos chamavam de "melhor lado esquerdo do mundo". O lateral Kléber, o meia Ricardinho e o atacante Gil jogavam por aquele setor do campo e os títulos do Rio-São Paulo e Copa do Brasil foram conseguidos muito por causa das jogadas do trio. Porém, no Brasileiro, o trio foi desfeito, já que Ricardinho foi vendido ao São Paulo logo após voltar da Copa do Mundo.

A frente do Timão por 66 jogos, Parreira conquistou 36 vitórias, 15 empates e 15 derrotas. Carlos Alberto Parreira saiu do Corinthians em 2002, para novamente comandar a Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo.
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