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20 brasileiros que jogaram (ou irão jogar) a Eurocopa

Foto: arquivo

Donato foi o primeiro, pela Espanha, na Euro de 1996

A Eurocopa, principal torneio do velho continente entre seleções, terá início nesta sexta-feira (14). A partida de abertura será entre a Alemanha, país sede, e a Escócia, às 16h. Apesar de contar apenas com equipes europeias, três brasileiros irão disputar a competição, além do treinador da Albânia, Sylvinho. Jorginho, pela Itália, e Pepe e Matheus Nunes por Portugal. Eles foram naturalizados por estes países, assim como já aconteceu com outros 17 jogadores brasileiros que já disputaram o torneio anteriormente, como mostra o levantamento do Somos Fanáticos. Já teve até tupiniquim campeão e caso de mudança de nome. Veja a relação completa abaixo:

Alemanha

Paulo Rink - Eurocopa 2000 - O atacante jogou em times como Bayer Leverkusen e Nurnberg e foi selecionado para a competição em 2000, disputada na Holanda e Bélgica.

Kevin Kuranyi - Eurocopa 2004 e 2008 - Nascido no Rio de Janeiro, Kuranyi disputou duas edições da Euro pela Alemanha. Também era atacante.

Croácia

Eduardo da Silva - Eurocopa 2012 - O atacante jogou no Arsenal e atuou na seleção croata por dez anos. Ele disputou a Euro sediada na Polônia e Ucrânia.

Espanha

Donato - Eurocopa 1996 - Com mais de 300 partidas pelo La Coruña, o zagueiro e volante Donato atuou pela espanha na Euro disputada na Inglaterra

Marcos Senna - Eurocopa 2008 - O volante Marcos Senna, campeão mundial pelo Corinthians como reserva, foi o primeiro brasileiro a conquistar o título da Eurocopa. Na época, ele era capitão e destaque do Villarreal.

Thiago Alcântara - Eurocopa 2020 - O volante é convocado para a “Roja” desde as categorias de base e configurou entre os convocados da Euro 2020, que só veio a ser disputada em 2021 por conta da pandemia.

Itália

Thiago Motta - Eurocopa 2012 e 2016 - O volante que jogou por Barcelona, Inter de Milão e PSG foi convocado para duas edições da Euro pela Itália.

Éder - Eurocopa 2016 - O atacante só atuou no Brasil por Criciúma e São Paulo e esteve presente na Euro de 2016 após ótimas atuações pela Sampdoria.

Emerson Palmieri - Eurocopa 2020 - O lateral-esquerdo se naturalizou italiano e se sagrou campeão na edição que foi disputada em 2021.

Jorginho - Eurocopa 2020 e 2024 - O volante foi convidado para a seleção italiana após se destacar pelo Napoli.

Rafael Tolói - Eurocopa 2020 - Após se destacar por Goiás e São Paulo, o zagueiro atraiu os olhares da Atalanta, clube que está até hoje. O serviço pelo time rendeu a convocação para a Euro 2020.

Portugal

Deco - Eurocopa 2004 e 2008 - O meia foi campeão da Liga dos Campeões de 2004 com o Porto e foi selecionado para o time nacional de Portugal. Depois, atuou por Barcelona e Chelsea e teve a oportunidade de atuar em duas edições da Euro.

Pepe - Eurocopa 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024 - O zagueiro nascido em Maceió-AL está perto do recorde de disputar a sua quinta Eurocopa pela seleção portuguesa.

Matheus Nunes - Eurocopa 2024 - O volante do Manchester City foi convocado para o lugar de outro brasileiro naturalizado que se contundiu, Otávio. Nunes é nascido no Rio de Janeiro e se destacou por Sporting e Wolverhampton antes de chegar aos Citizens.

Polônia

Roger Guerreiro - Eurocopa 2008 - Roger Guerreiro atuou por Corinthians e Flamengo antes de se transferir para o Legia Warsaw, da Polônia. Lá, se tornou ídolo e foi chamado para a Euro 2008, quando marcou um gol.

Thiago Cionek - Eurocopa 2016 - Nascido em Curitiba-PR, o zagueiro disputou a Euro de 2016 com a camisa polonesa.


Rússia

Guilherme - Eurocopa 2016 - Nascido no estado de Minas Gerais, Guilherme Marinato defendeu o gol do Lokomotiv Moscow em mais de 300 partidas e foi convocado para a seleção russa na Euro 2016.

Mário Fernandes - Eurocopa 2020 - O lateral-direito ficou conhecido por recusar uma convocação para a Seleção Brasileira quando atuava pelo Grêmio. Após boas apresentações pelo CSKA, clube que ficou por dez anos, Mário foi convocado pela Rússia para disputar a Euro 2020.

Turquia

Mehmet Aurélio - Eurocopa 2008 - O volante que nasceu se chamando Marco Aurélio mudou de nome para atuar na seleção da Turquia. Ele conseguiu ser chamado para a Euro que foi disputada na Áustria e Suíça.

Ucrânia

Marlos - Eurocopa 2020 - O meio-campista canhoto nascido em São José dos Pinhais-PR foi selecionado pela Ucrânia para a disputa da Euro 2020.

Somente 4 das 32 seleções não terão jogadores naturalizados na Copa do Mundo de 2022

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Munir Mohamedi é um dos 14 naturalizados na Seleção Marroquina

Neste domingo, dia 20, será dado o pontapé inicial na Copa do Mundo de 2022, com o duelo entre Qatar, anfitrião da competição, e o Equador, no Estádio Al Bayt, em Al Khor. O fato mais curioso é que nesta edição, apenas quatro das 32 seleções que irão disputar o mundial, tem todos os 26 convocados nascidos no próprio país. O detalhe vai para o grande número de atletas que nasceram na França, mas jogarão por outras seleções: 36.

A delegação com mais atletas naturalizados é a do Marrocos, que vai contar com um total de 14 jogadores nascidos em outros cantos do mundo. Dentre eles, há um canadense, um italiano, dois espanhóis, três franceses, três belgas e quatro holandeses.

Na sequência do ranking, há duas equipes contendo 12 atletas vindo de países diferentes: a Tunísia, com dez franceses, um alemão e um dinamarquês, e o time de Senegal, que terá nove jogadores franceses, um alemão, um suíço e um gambiano.

Empatados com 10, teremos o Qatar, anfitrião da competição, e o País de Gales. Na seleção do Oriente Médio, haverão um de Gana, um do Bahrein, um argelino, um português, um francês, dois iraquianos e dois do Sudão. Já o time do Reino Unido contará com nove ingleses e um alemão.

As seleções da Austrália e de Camarões vem logo depois, com nove naturalizados em cada. Na australiana, terão três escoceses, dois quenianos, dois croatas, um sul-africano e um egípcio. Enquanto a africana, será composta por oito franceses e um alemão.

A única delegação que atuará no mundial com oito atletas nacionalizados é a de Gana. Sendo que entre eles, há um belga, um espanhol, dois ingleses e quatro franceses.

Logo depois dos ganeses, há três selecionados que atuarão com sete jogadores, sendo elas: Canadá, Croácia e Portugal. Na canadense, um croata, um ganês, um marfinense, um escocês, dois ingleses e um norte-americano; na croata, dois austríacos, dois alemães e três bósnios, e na portuguesa, um angolano, um suíço, um francês, um guineense e três brasileiros.

Com apenas cinco naturalizados, teremos os Estados Unidos. Nesta delegação da Seleção norte-americana contará com um holandês, um colombiano e três ingleses.

Na Sérvia, que será a grande adversária do Brasil na estreia, terão quatro naturalizados. Nesta equipe haverão dois espanhóis, um suíço e um bósnio.

Mais abaixo na lista temos seleções como a França e a Suíça, que estarão somente com três atletas vindos de outros países em cada uma delas. Enquanto na francesa contará com um angolano, um italiano e um congolês, o selecionado suíço jogará com um alemão, um camaronês e um kosovar.

Delegações como a da Polônia, Espanha, Alemanha e Equador terão apenas dois naturalizados. Na polonesa, um italiano e um inglês; na espanhola, um francês e um guineense; na alemã, um francês e um camaronês, e por fim na equatoriana, um argentino e um espanhol.

México, Uruguai, Dinamarca, Inglaterra, Iran, Holanda, Costa Rica, Japão e Bélgica terão apenas um estrangeiro em seu plantel. As únicas seleções que não tem estrangeiros são o Brasil, a Argentina, a Arábia Saudita e a Coreia do Sul.


Veja a lista completa de seleções com estrangeiros:

Marrocos (14): um canadense, um italiano, dois espanhóis, três franceses, três belgas e quatro holandeses.
Tunísia (12): dez franceses, um alemão e um dinamarquês.
Senegal (12): nove franceses, um alemão, um suíço e um gambiano.
Qatar (10): um de Gana, um do Bahrein, um argelino, um português, um francês, dois iraquianos e dois do Sudão.
País de Gales (10): nove ingleses e um alemão.
Austrália (9): três escoceses, dois quenianos, dois croatas, um sul-africano e um egípcio.
Camarões (9): oito franceses e um alemão.
Gana (8): um belga, um espanhol, dois ingleses e quatro franceses.
Canadá (7): um croata, um ganês, um marfinense, um escocês, dois ingleses e um norte-americano.
Croácia (7): dois austríacos, dois alemães e três bósnios.
Portugal (7): um angolano, um suíço, um francês, um guineense e três brasileiros.
Estados Unidos (5): um holandês, um colombiano e três ingleses.
Sérvia (4): dois espanhóis, um suíço e um bósnio.
França (3): um angolano, um italiano e um congolês.
Suíça (3): um alemão, um camaronês e um kosovar.
Polônia (2): um italiano e um inglês.
Espanha (2): um francês e um guineense.
Alemanha (2): um francês e um camaronês.
Equador (2): um argentino e um espanhol.
México (1): um argentino.
Uruguai (1): um argentino.
Dinamarca (1): um espanhol.
Inglaterra (1): um jamaicano.
Iran (1): um sueco.
Holanda (1): um suíço.
Costa Rica (1): um argentino
Japão (1): um norte-americano
Bélgica (1): um camaronês.

Naturalizados - Copa terá 80 atletas defendendo seleções de onde não nasceram

Por Lula Terras

Diego Costa, Higuaín, Sterling e Rakitic são alguns dos 80 naturalizados nesta Copa
(arte: LanceNet!)

O mundo vive a expectativa do início, nesta quinta-feira, dia 14, de mais uma Copa do Mundo, que irá reunir na Rússia as 32 seleções, que conseguiram se credenciar para a competição. Muitos assuntos estão sendo explorados pela imprensa mundial, neste período Pré-Copa, no sentido de valorizar ainda mais o evento, mas um me chamou a atenção, que é o grande número de atletas que, se naturalizaram para defender outros paises, que não, onde nasceram. 

Segundo levantamento feito, 80 atletas estão nessas condições, entre os quais, cinco brasileiros, que defenderão outras seleções, caso do sergipano Diego Costa e o carioca, Rodrigo Moreno, que vão defender a seleção espanhola, a Fúria, como é conhecida em seu País. Também o zagueiro e volante Pepe, que nasceu em Maceió, disputará sua terceira Copa do Mundo, defendendo a seleção Portuguesa. 

Os demais brasileiros são, o paulista de São Caetano do Sul, Mário Fernandes, que já atuou no Grêmio Porto-alegrense, que irá defender a equipe anfitriã da Copa, e o paranaenseThiago Cionek, que defenderá a seleção polonesa. 

Outro atleta que pode ser considerado brasileiro é o meia da seleção espanhola, Thiago Alcântara, filho do polivalente Mazinho, Tetra Campeão Mundial pelo Brasil, em 1994, nos Estados Unidos. Thiago nasceu na Itália, no período em que seu pai defendia a equipe do Lecce, e preferiu adotar a cidadania espanhola. 

Fora os brasileiros, outros craques naturalizados, que são ídolos em seus clubes e merecem ser citados, caso de Higuaín, que nasceu na França, mas é um dos principais atacantes da seleção Argentina, o atacante Raheem Sterling, que atua no Manchester City e vai defender a Inglaterra, mas que é jamaicano de nascimento, e ainda o croata Ivan Rakitic, que na verdade nasceu na Suíça. 

Enfim, vamos ter uma verdadeira legião estrangeira desfilando nos gramados da Rússia, aguardemos o resultado de tudo isso.

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