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Idário, "Deus da Raça" e sua idolatria no Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Idário foi um ídolo do Timão nos Anos 50

Nesta terça-feira, dia 7 de maio de 2024, ex-lateral direito Idário Sanches Peinado estaria completando 97 anos de idade caso ainda estivesse vivo. Entre o fim dos Anos 40 e toda a década de 50, o "Deus da Raça" criou um lindo vínculo com o Corinthians, onde ganhou muitos títulos e se tornou um grande ídolo para a Fiel Torcida.

Revelado pelo clube Alvinegro do Parque São Jorge, o defensor iniciou a sua trajetória como profissional em 49 e não demorou muito para se identificar com a nação corintiana. Sua estreia na equipe principal aconteceu no dia 1º de maio de 1949, quando o Timão bateu o São Caetano Esporte Clube pelo placar de 3 a 1, num amistoso disputado no Estádio da Rua Paraíba, com o jovem atleta de 21 anos de idade dando o pontapé inicial da partida entre os titulares.

Mesmo não sendo muito técnico dentro de campo, compensava na base da vontade. Foi um jogador que se destacou muito por ganhar a maioria das divididas com os adversários.

Este longevo vínculo perdurou até o dia 23 de agosto de 59, quando já tinha 32 anos de idade. Na sua despedida, o Coringão perdeu para o XV de Piracicaba no Robertão, pelo placar magro de 1 a 0, num jogo do Campeonato Paulista daquele ano.

Segundo o site Meu Timão, Idário disputou 472 partidas e marcou seis gols pelo Time do Povo. Conquistou 10 títulos, sendo eles: dois Torneios Charles Miller (1958 e 1955); três Campeonatos Paulistas (1951, 1952 e 1954); três Torneios Rio-São Paulo (1950, 1953 e 1954); uma Pequena Taça do Mundo (1953) e uma Taça São Paulo (1953).


Além de tudo isso, ostenta algumas marcas importante no Corinthians. Afinal, ele é o 12º jogador que mais atuou pelo clube, o terceiro lateral direito que mais atuou pelo Timão, o décimo atleta que mais atuou pelo Coringão no século XX, o nono lateral-direito que mais marcou gols pelo Time do Povo e o 15º jogador que mais conquistou títulos com o manto alvinegro.

O ídolo da Fiel veio a falecer no dia 18 de setembro de 2009, em Santos. O ex-jogador foi vítima de um AVC.

Ídolos dos anos 1950, Cabeção e Idário estreavam pelo Corinthians há 72 anos

Com informações do Corinthians
Fotos: Acervo Corinthians

Cabeção e Idário são ídolos históricos do Corinthians

Dois dos maiores ídolos de uma grande fase do Corinthians entravam em campo com o manto alvinegro há exatos 72 anos. O time alvinegro do início da década de 1950, considerado até hoje um dos melhores da história do clube, começou a ser formado um ano antes, quando tinha como goleiro e laterais reservas Cabeção e Idário, criados nas categorias de base, e que estreou pelo clube no dia 1º de maio de 1949.

Na ocasião, Cabeção iniciou o jogo contra o São Caetano EC, no estádio da Rua Paraíba (Conde Francisco Matarazzo), no banco de reservas. Já Idário foi titular: o técnico alvinegro Joreca decidiu levar a campo um onze inicial que teve: Narciso; Valussi, Renato; Pelliciari, Falco, Idário; Tinini, Colombo, Constantino, Severo e Luizinho.

Ao longo da partida, o goleiro prata da casa substituiu Narciso. E de dentro de campo, viu o Timão vencer a partida, um amistoso, por 3 a 1. Era esse o primeiro jogo do goleiro que se tornaria ídolo anos depois mesmo sem ter jogado a maioria das partidas em sua época, e do lateral-direito (então, médio-direito) que viria a ser um dos mais raçudos atletas da história alvinegra.

Pelo Timão, Cabeção e Idário conquistaram os títulos do Paulistão em 1951, 1952 e 1954 e do Torneio Rio-São Paulo de 1953 e 1954 juntos.

Idário Sanches Peinado veio de uma família espanhola e nasceu na capital paulista em 7 de maio de 1927. Ele foi revelado pela base alvinegra e estava na equipe de Aspirantes quando recebeu sua primeira chance na equipe profissional. Ele atuou por dez anos e chegou a 470 partidas, com seis gols anotados.


Já Luiz Morais, o Cabeção, nasceu em 7 de agosto de 1930, mas foi registrado apenas no dia 23 daquele mês. Ele subiu para o time adulto com 18 anos, em 1949, e com algumas saídas por empréstimo nos anos 1950, foi atleta alvinegro até 1966, totalizando 326 partidas. Foi, ainda, técnico uma vez: comandou o Timão em 1976, na vitória sobre o São Paulo por 1 a 0 pelo Paulistão. E foi treinador das categorias de base por 18 anos em diferentes categorias.
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