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A trajetória de Alfredo Di Stéfano pelo Huracán

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Di Stéfano jogou no Huracán em 1946

O lendário Alfredo Stéfano Di Stéfano Laulhé, ex-atacante argentino, estaria celebrando o seu 98º aniversário nesta quinta-feira, dia 4 de julho de 2024. Alguns anos antes de cravar seu nome como um dos maiores ídolos da história do Real Madrid entre da década de 50 e 60, o avançado teve uma boa passagem pelo Huracán em 1946, quando foi emprestado pelo River Plate, onde foi revelado.

Di Stéfano chegou ao Globo como uma grande promessa, mas não vinha tendo espaço, já que os Milionarios  tinham um dos melhores elenco da sua história. Sua estreia no novo clube foi promovida, justamente num jogo contra a equipe de Nuñez . 

No período em que vestiu a camisa dos quemeros, foi comandado por ninguém menos do que Guillermo Stábile, ex-artilheiro do clube que também treinava a Seleção Argentina. Seus primeiros dois gols na carreira profissional aconteceram justamente em um triunfo pelo placar de 3 a 2 conquistado em um clássico diante do San Lorenzo, que se sagrou campeão argentino daquela temporada, jogando na casa do rival.

Fechou a campanha no Campeonato Argentino marcando 10 gols em 25 jogos dos 30 que o Huracán disputou no certame. Ao todo, esteve em campo em 27 oportunidades jogando com a camisa do Globo. Observando o grande potencial do jogador, o River decidiu reintegrá-lo ao elenco e passou a utilizar o atacante no time principal.


Na sequência de sua carreira, Di Stéfano seguiu escrevendo seu nome, colecionando passagens por times River Plate, Millonarios da Colômbia, Real Madrid e Espanyol, além de também ter atuado pelas seleções Argentina em 47, da Colômbia em 49, e da Espanha entre 47 a 51. Depois de se aposentar, o ex-jogador teve uma linda jornada como treinador, já que conquistou vários canecos dirigindo River, Boca Juniors e no Valencia, clube no qual ganhou uma Recopa Europeia na temporada 79/80.

O início de Mauricio Piñeda no Huracán

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Piñeda atuando no Huracán

Mais um entre os vários casos de jogadores que tiveram suas carreiras abreviadas pelo incomodo martírio das lesões, o ex-lateral Mauricio Piñeda, que completa 48 anos neste dia 13 de julho, surgiu nos anos 1990 como uma das grandes promessas do futebol argentino naquela época, destacando-se em seleções de base e principalmente no Huracán, clube pelo qual teve seu início de carreira no começo da década de 90. 

Piñeda atuou desde muito jovem nas categorias de base do Globo, chegando ao time profissional pela primeira vez aos 16 anos, no ano de 1991 e começando de vez a jogar pela equipe em 1993, quando ainda tinha 17 anos. Quando surgiu na equipe era uma das grandes promessas do futebol local e se esperava muito dele. 

Rapidamente se tornou titular e caiu nas graças da torcida do Huracán, Mostrando grandes qualidades técnicas tanto na defesa quanto no ataque, Piñeda foi titular da equipe desde muito jovem, fazendo boas partidas num time que custava a se destacar por boas posições. Na sua primeira temporada, ajudou o time a ficar com um doloroso vice-campeonato do Clausura. 

Seguiu sendo titular nas temporadas seguintes, mesmo que não conseguisse ajudar o Huracán a alçar voos maiores no Campeonato Argentino. Seu bom futebol, porém, começou a chamar atenção dos maiores clubes do país, passando inclusive em alguns jogos pela Seleção Argentina. Acabou negociado com o Boca Júniors em 1996, deixando então seu clube de origem.


Piñeda atuou em 76 partidas pelo Globo, sendo 75 pelo Campeonato Argentino e uma pela Copa Conmebol, marcando seis gols pela equipe ao longo desses jogos. Depois do Boca, faria uma carreira pela Europa, sendo muito atrapalhado por lesões, ainda que tenha conseguido jogar a Copa do Mundo de 1998 e inclusive tenha marcado um gol nela. Se aposentou do futebol prematuramente em 2005, tendo a carreira abreviada por lesões. 

A passagem de Di Stéfano pelo Huracán

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Di Stéfano no Huracán

O nome de Alfredo Di Stéfano dispensa apresentações no futebol. O lendário atacante argentino é um dos maiores nomes da história do maior clube de futebol do planeta, o Real Madrid e teve uma carreira artilheira de absoluto sucesso ao longo das duas décadas que dedicou ao futebol dentro das quatro linhas, além da grande carreira como treinador. Ele, que completaria 97 anos neste dia 4, teve boa passagem pelo Huracán.

O argentino chegou ao Globo apenas como um jovem que tentava conseguir seu espaço no futebol profissional. Di Stéfano ainda era na época um jovem que recém havia subido num River Plate que tinha um dos grandes times de sua história. Sem muito espaço para evoluir num Millonario recheado de craques, acabou então sendo emprestado ao Huracán. 

Ainda que longe de ser o craque que se tornaria nas décadas seguintes, pelo River e pelo Real Madrid principalmente, Di Stéfano já mostrava um bom repertório de finalizações e jogadas atuando com a camisa do Huracán. Rapidamente começou a ganhar espaço no time principal e marcar seus gols, num time que até distava da disputa pelo título, mas também não passou qualquer tipo de perrengue ao longo da competição.


Ao fim da temporada, marcou 10 gols ao longo daquela campanha no Campeonato Argentino, em 25 jogos dos 30 que o Huracán jogou no total ao longo da competição. No total, foram 27 jogos atuando com a camisa do Globo. Os números foram suficientes para que o River enxergasse um grande potencial no atleta e ele passou a integrar o time principal dos Millonarios na temporada seguinte.

A partir daí, Di Stéfano faria sua caminhada história no futebol, com passagens por River, Millonarios, Real Madrid e Espanyol, além de jogar pelas seleções da Argentina e da Espanha. Além da carreira dentro das quatro linhas, Di Stéfano ainda fez história como treinador, conquistando títulos no comando de times como River, Boca e até no Valencia, onde inclusive levou uma Recopa Europeia. 

Alfio Basile e sua passagem pelo Huracán como jogador

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Alfio Basile em sua fase de jogador no Huracán

Alfio Basile nasceu em Bahía Blanca, na Argentina, no dia 1 de novembro de 1943, e teve uma carreira como jogador, mas ficou conhecido mesmo como técnico, quando teve passagens por diversos clubes grandes e conquistou alguns títulos importantíssimos.

Porém, antes de todo o sucesso como treinador e os títulos, Alfio teve uma carreira como jogador. O argentino não teve o mesmo sucesso e atuou por apenas duas equipes do seu futebol nacional, mas, também, conseguiu ser vitorioso e levantou alguns títulos.

Como zagueiro, o jogador surgiu no Racing, em 1964, uma equipe tradicional do futebol Argentino, mas não é considerado um grande time. Por lá, o atleta ficou seis anos e até mesmo chegou a ser convocado para a Seleção Argentina, mas não teve muito sucesso.

Após muitos anos no Racing e alguns títulos conquistados, o zagueiro acabou se transferindo em 1971 para outra equipe Argentina, o Huracán. É uma equipe menos tradicional e não dificilmente brigaria por grandes títulos nacionais, pois não tinha um grande time.

A equipe brigava para ficar no meio de tabela e o zagueiro chegou para se tornar um líder e capitão da equipe. Com sua chegada, o sistema defensivo melhorou e ele se tornou titular rapidamente, até porque foi contratado para ser o principal jogador defensivo do clube.

Nas primeiras duas temporadas, o Huracán ficou brigando no meio de tabela, mas em 1973 surpreendeu a todos. A equipe conseguiu melhorar seu time e teve uma grande campanha, tendo uma excelente temperando que acabou terminando com o título do Campeonato Argentino (Metropolitano) em 1973.


O jogador ainda tinha 30 anos, mas já não tinha o mesmo desempenho do seu começo de carreira e o zagueiro sofreu com alguns lesões. Alfio ainda permaneceu atuando até 1975, mas não conseguiu levantar mais nenhum título como atleta e aos 32 anos decidiu encerrar sua carreira.

Após 11 anos como jogador profissional, Alfio encerrou sua carreira e se tornou técnico, que foi quando teve mais sucesso e passou por grandes times nacionais e internacionais. Como jogador, pelo Huracán, o zagueiro fez 97 jogos e marcou 4 gols.

O último jogo de Marcelinho Carioca com camisa do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians
Foto: Marcos Ribolli / Corinthians

Marcelinho fez o último jogo pelo Corinthians contra o Huracán, da Argentina

No dia 13 de janeiro de 2010, há exatos nove anos, um dos maiores ídolos da história do Corinthians realizava sua última partida com a camisa alvinegra. Jogando no estádio do Pacaembu, em São Paulo, Marcelinho Carioca se despedia da torcida corintiana em amistoso contra o Huracán da Argentina. Apesar de não ter feito gol, o Timão venceu.

A partida foi a primeira da equipe na temporada e Marcelinho atuou com o time que iniciava a preparação para o ano do centenário do clube. O time entrou em campo para enfrentar o time argentino com Felipe; Alessandro, Paulo André, William e Escudero; Marcelo Mattos, Jucilei, Morais e Marcelinho; Defederico e Souza.

O Timão foi melhor durante todo o jogo. Criou várias oportunidades. Marcelinho Carioca fez jus ao apelido de "Pé de Anjo" e abusou de seus lançamentos e chutes venenosos, apesar de não ter balançado as redes. Mesmo assim, o Corinthians venceu pelo placar de 3 a 0, com gols de Souza, Morais e Dentinho.

Marcelinho Carioca não vestia a camisa do Corinthians desde o fim de 2006, ano de sua última temporada como atleta corintiano. Aquela foi a terceira passagem do atleta pelo clube, que jogou pelo Timão entre 1994 e 1997, 1998 e 2001 e em 2006. O ex-meia é o quinto maior artilheiro da história do Alvinegro, com 206 gols marcados em 433 jogos pelo time do Parque São Jorge.

O Curioso do Futebol

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