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Maracanã - 71 anos de sua inauguração

Com informações do UOL Esporte
Foto: arquivo O Globo

Placa que recorda a inauguração do estádio

Inaugurado oficialmente em 16 de junho de 1950, o Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, está completando 71 anos. O "maior do mundo" recebeu seu primeiro jogo um dia depois, em 17 de junho. Com a obra ainda inacabada e cheia de andaimes, a seleção de São Paulo venceu a do Rio de Janeiro por 3 a 1.

A imponência também ajuda a candidatura do estádio. Hoje reduzido, foi erguido sob olhares atônitos, incapazes de imaginar a magnitude de uma construção apta a abrigar mais de 190 mil torcedores. Ele tem um currículo com duas decisões de Copa do Mundo e uma abertura de Olimpíada.

Se um projeto de tal grandiosidade poderia ser desafiador em condições normais, esbarrou ainda em burocracia, disputas políticas e teve de ser tocado às pressas. O Maracanã começou a ser erguido em agosto de 1948, a apenas 22 meses da abertura da Copa do Mundo de 1950. Acabou entregue ao Rio e ao futebol em cerimônia com a participação do presidente Eurico Gaspar Dutra.

Sete dias depois, o Maracanã foi palco da abertura da Copa do Mundo de 1950, na partida entre Brasil e México. E, em 16 de julho, ficou marcado pela derrota do Brasil para o Uruguai, por 2 a 1, na final da Copa.


No local onde o Maracanã foi construído para receber os jogos da Copa do Mundo de 1950, funcionava o Derby Club do Rio de Janeiro, fundado em 1885. As provas de turfe foram transferidas para a Gávea em 1932, mas o espaço ainda era coalhado de ferraduras e abrigava restos de cocheiras até o início das obras do estádio.

Havia também o gramado que restara da pista de corrida, ideal para as peladas dos meninos da Tijuca, Vila Isabel e arredores. E foi nesse local que acabou virando um dos maiores templos da história do futebol mundial.

Governador do Rio veta mudança de nome do Maracanã

Com informações do GE
Foto: André Durão / GE

Maracanã continua Estádio Mário Filho

O governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, vetou a mudança de nome do estádio de Maracanã nesta quinta-feira. A decisão foi publicada no diário oficial do estado pela manhã. A proposta era para substituir Estádio Jornalista Mário Filho por Estádio Edson Arantes do Nascimento - Rei Pelé.

O recuo se deu após a repercussão negativa entre jornalistas e torcedores de futebol em torno da mudança, que ocorria em meio a um dos momentos mais graves da pandemia no estado. Com isso, deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) decidiram solicitar ao governador o veto.


Um dos autores do projeto, o deputado e presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), em sessão, explicou que tomou a decisão de recuar para não deixar seus pares com imagem negativa diante das críticas à proposta; lembrou que a casa em nenhum momento deixou de votar ações que dizem respeito ao coronavírus; e disse que enxergou "muita paixão, clubismo e bairrismo" na discussão.

O Projeto de Lei fora aprovado pelos deputados da Alerj no dia 9 do mês passado, mas ainda precisava ser sancionado pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. O prazo para a manifestação do governador termina nesta quinta, quando ele se posicionou.

Trecho do DO que aponta o veto

Mudança de nome oficial do Maracanã não vai acontecer

Com informações da Coluna Radar / Revista Veja
Foto: divulgação

O Estádio Mário Filho, o Maracanã

Depois de muita polêmica, o deputado André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e autor do projeto que mudaria o nome oficial do Maracanã de jornalista Mário Filho para Rei Pelé, voltou atrás.

Nesta terça-feira, último dia do prazo para o governador em exercício, Cláudio Castro, vetar ou sancionar a proposta, o deputado vai reunir o colégio de líderes e sugerir que eles recomendem o veto ao governador.

“Foi um desgaste desnecessário”, reconhece Ceciliano, cuja intenção era fazer uma homenagem em vida a Edson Arantes do Nascimento.

A mudança de nome do Maracanã de Mário Filho para Rei Pelé foi alvo de inúmeras críticas por parte de historiadores e especialistas do mundo do esporte.


“Era uma discussão válida, mas foi extemporânea e reconheço isso. Em tempos de pandemia, a sociedade, com razão, espera que a gente mantenha o foco no que é realmente importante: salvar vidas e ajudar a economia a se reerguer”, afirma o presidente da Alerj.

O Curioso do Futebol

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