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34 anos da morte de Enéas, ídolo da Lusa

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Enéas foi um dos maiores jogadores da história da Lusa

Há 34 anos, o Brasil perdia um dos grandes meias-atacantes do século passado, que acabou tendo um trágico fim. Ídolo da Portuguesa, Enéas de Camargo nasceu em São Paulo, no dia 18 de março de 1964, e teve um início de carreira surreal, chamando a atenção de todos e indo atuar até fora do país.

O jogador começou sua carreira na Portuguesa, mas teve um início irregular, até que o técnico Oto Glória resolveu trocá-lo de posição e passou a ocupar o lugar de Basílio, que foi colocado como meio-campista. Enéas começou a atuar de ponta de lança e se transformou em um dos melhores jogadores do Campeonato Paulista de 1973.

Depois da vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, quando fez um gol e bagunçou o sistema defensivo adversário, o jogador passou a ser falado nos bastidores da Seleção Brasileira. Enéas teve um grande início, tanto que ajudou a equipe a vencer o Paulistão de 1973, naquela decisão que teve o erro do árbitro Armando Marques e o título foi dividido com o Santos.

O jogador permaneceu no clube até 1980, quando foi contratado pelo Bologna da Itália, mas não se deu muito bem por lá. Na Itália, ainda atuou pela Udinese e o ponta de lança, depois, voltou ao Brasil com problemas no joelho e foi contratado pelo Palmeiras, que não sabia desse problema físico.

Desde então, o atleta não conseguiu desempenhar o mesmo futebol, por conta do problema e acabou rodando por diversos clubes menores como XV de Piracicaba, Juventude, Atlético Goianiense, Desportiva Capixaba, Operário de Ponta Grossa e por último o Central Brasileira de Cotia.


Em 1988, já atuando na terceira divisão paulista, o jogador teve um grave acidente de carro na Avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo. Por conta do acontecimento, Enéas foi internado, em coma, com uma luxação na coluna cervical. O jogador não resistiu após quatro meses, em 27 de dezembro, aos 34 anos, vítima de broncopneumonia, vindo a falecer.

O final de carreira de Enéas e sua morte trágica após acidente de carro

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

XV de Piracicaba foi um dos últimos clubes de Enéas

Um dos grandes atacantes da história da Portuguesa, acabou falecendo de forma trágica aos 34 anos. Enéas de Camargo, atacante, nasceu na cidade de São Paulo no dia 18 de março de 1954 e se tornou um dos principais pontas da década de 70. O jogador que começou na Lusa, teve um acidente perto do Canindé, que gerou sua morte após quatro meses. em 27 de dezembro de 1988.

Após a grande passagem do atacante pela Lusa, foi transferido para a Itália e ficou lá por algumas temporadas, até ser comprado pelo Palmeiras por 50 milhões de Cruzeiros. Mas o jogador tinha uma lesão no joelho, que ninguém sabia, isso gerou vários problemas ao atleta que não conseguiu desenvolver seu melhor futebol a partir daí.

Em duas temporadas pelo Palmeiras, Enéas fez 93 partidas e 28 gols, mas acabou sendo deixado de lado pelo técnico Carlos Alberto Silva, e após isso sua carreira foi decaindo cada vez mais. Já com fortes dores no joelho, o atacante não conseguia mais ter seu alto rendimento, e poucos clubes se interessaram pelo jogador.

O jogador no final de 1984 foi emprestado para o XV de Piracicaba, com os salários pagos pelo Palmeiras, pois essa era a única maneira do jogador deixar o Alviverde. Enéas também não deu certo no XV e ficou por lá pouco tempo, e logo depois começou a rodar por alguns clubes.

Depois de passagens ruins, e com a lesão cada vez mais agravada, o atleta já não tinha tanta esperança de defender algum grande clube, e começou a rodar por times menores em busca de continuar jogando. Enéas após atuar pelo XV, passou por Juventude, Atlético Goianiense, Desportiva Ferroviária e Operário de Ponta Grossa.

Até sua chegada no último clube de sua carreira em 1988, quando foi jogar na terceira divisão Paulista, pelo Central Brasileira de Cotia, onde Enéas também era dirigente do clube.


E depois disso ocorreu o seu grave acidente de carro passando pela Avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo, perto do Canindé, lugar onde Enéas marcou uma belíssima história com a camisa da Portuguesa. Acabou sendo internado às pressas com uma luxação na coluna cervical, e ficou em coma. O acidente quatro meses depois acabou deixando marcas no grande jogador, que acabou falecendo no dia 27 de dezembro, aos 34 anos, vítima de uma broncopneumonia.

Enéas no Palmeiras

Com informações do UOL
Foto: arquivo

No Palmeiras, Enéas marcou 28 gols em 93 partidas

No dia 27 de dezembro de 1988 o mundo do futebol perdia um de seus grandes talentos: Enéas. Um dos maiores jogadores da história da Portuguesa, se não for o maior, e com passagem pelo futebol italiano, o atacante defendeu o Palmeiras entre 1981 e 1984, quando vivia com problemas em seu joelho.

Nascido em São Paulo, no dia 18 de março de 1954, Enéas de Camargo começou no futebol já na Portuguesa de Desportos, onde foi lançado na equipe profissional com apenas 17 anos. era um jogador que às vezes "dormia" em campo. Mas todos sabiam que Enéas era talento puro. Era ótimo finalizador e capaz de jogadas geniais, que muitas vezes decidiam uma partida.

A diretoria da Portuguesa sempre criou vários obstáculos para negociá-lo, por isso, talvez, Enéas não tenha tido mais chances na seleção brasileira. Aliás, com a camisa canarinho, o meia-atacante realizou sete jogos e marcou dois gols. Em 1979, ele teve seu passe negociado com o Bologna, da Itália. No Velho Continente, Enéas não conseguiu brilhar, foi para a Udinese, onde nem jogou, e em 1981 acabou desembarcando no Palmeiras.

Com um filho pequeno, dificuldades de adaptação e uma lesão no joelho, Enéas preferiu retornar ao Brasil a permanecer na Itália, onde não seria aproveitado pela Udinese. E ele retornou para ser reforço do Palmeiras, que tentava acabar com o jejum de títulos desde o Paulista de1976.

Ao todo, marcou 28 gols em 93 partidas, mas o Palmeiras não conseguiu nenhum título. Seu último jogo pelo clube foi a derrota para o Corinthians na semifinal do Paulista de 1983, quando foi reserva e entrou após o intervalo.


A saída do Palmeiras em baixa acabou fazendo de Enéas um andarilho da bola no fim de carreira, com passagens por XV de Piracicaba, Juventude, Desportiva, onde conquistou seu último título no Campeonato Capixaba de 1986, além do Ponta Grossa e da Central Brasileira de Cotia, seu último clube, na terceira divisão paulista.

Em 22 de agosto de 1988, sofreu um grave acidente de carro na Avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo, e foi internado, em coma, com uma luxação na coluna cervical. Morreria quatro meses depois, em 27 de dezembro, aos 34 anos, vítima de uma broncopneumonia.

Enéas - O cometa do Bologna

Foto: Arquivo Bologna

Enéas em ação pelo Bologna: apenas uma temporada no time italiano

Um dos maiores jogadores da história da Portuguesa de Desportos, Enéas de Camargo, ou simplesmente Enéas, completaria 66 anos neste 18 de março de 2020. O ídolo rubro-verde jogou no exterior, sendo um dos primeiros a atuar no futebol italiano após a abertura das fronteiras para jogadores estrangeiros: foi defender o Bologna.

Lançado em 1972 na Portuguesa, Enéas foi um dos grandes destaques da maior fase da história do clube, sendo importante nas conquistadas da Taça São Paulo e Paulistão, em 1973, e Taça Governador do Estado, em 1976. Em 1980, depois de quase de 400 jogos e 179 gols pelo time Rubro Verde, ele deixou a Lusa e desembarcou na Itália, no meio de 1980, mais precisamente no Bologna.

O time italiano, aproveitando-se do fato da volta da liberação de estrangeiros no campeonato, foi em busca de Enéas por causa do seu protagonismo na Lusa e sua facilidade de deixar os companheiros na cara do gol. Com estes predicados, logo ele caiu nas graças da torcida, que o apelidou de "Cometa".

Nos primeiros jogos, Enéas foi muito bem e encheu os olhos do torcedor do Bologna. Porém, após algumas rodadas, pareceu que o feitiço acabou. Com a chegada da virada do ano, o craque teve problemas de adaptação ao rígido inverno europeu. Além disso, ele teve problemas com o esquema tático, passou a perder espaço na equipe e começou a ter saudades da família, que ficou no Brasil.

No segundo turno da Série A italiana, Enéas teve uma lesão e ficou fora de 10 partidas. Com isto, perdeu de vez espaço na equipe e, nas poucas chances que teve, vivia de lampejos, pouco lembrando os anos na Lusa ou até mesmo os primeiros jogos na Itália.


Com tudo isto, mais os desentendimentos com o treinador Luigi Radice, que não gostava da vida que ele vivia fora de campo, ele deixou o Bologna, sendo envolvido em uma troca com a Udinese, que mandou Herbert Neumann. Porém, a vida de Enéas no novo clube italiano foi ainda mais rápida. Sem entrar em campo com a camisa da Udinese, em julho de 1981, por uma quantia considerável de 50 milhões de cruzeiros, Enéas voltou ao futebol paulista para defender a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Chegou no Verdão com uma lesão no joelho, o que limitou as suas apresentações logo na chegada. Mesmo assim, ficou no Palestra Itália por mais três anos. Depois, ele ainda passou por XV de Piracicaba (SP), Ponta Grossa (PR), Juventude (RS), Desportiva (ES) e a Central Brasileira de Cotia (SP), seu último time.

Em 22 de agosto de 1988, sofreu um grave acidente de carro na Avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo, e foi internado, em coma, com uma luxação na coluna cervical. Morreria quatro meses depois, em 27 de dezembro, aos 34 anos, vítima de uma broncopneumonia. Ele deixou saudade nos torcedores da Lusa e dos fãs de futebol.

Enéas - Um craque com a camisa da Lusa

Fotos: arquivo Revista Placar

Enéas levantava os torcedores das arquibancadas com seus belos lances

Os anos 70 talvez tenha sido a época mais equilibrada nas competições de clubes do futebol brasileiro. Todos os grandes times do momento tinham os seu grande craque, aquele que poderia pintar na seleção a qualquer momento. A Portuguesa de Desportos, que na época brigava entre as potências, também tinha o seu: o grande Enéas, considerado por muitos o maior jogador da história do clube, que infelizmente veio a falecer em 27 de dezembro de 1988, exatos 30 anos.

Enéas Camargo nasceu em São Paulo, em 18 de março de 1954. Cresceu vendo o futebol brasileiro se tornar o melhor do mundo, ficando fã de gênios como Pelé. Com isto, resolveu seguir os passos de seus ídolos e se arriscou no futebol. Grande acerto! Enéas, mesmo estudando e trabalhando como office boy na adolescência, sempre arrumava um tempo para bater uma bolinha, seja no campo ou na quadra.

Aliás, foi com a bola pesada que ele começou a se destacar e a aprimorar os seus fundamentos. Isto encantou o ex-jogador Nena, que era responsável pelas categorias de base da Portugues, e o jovem fez a transição para o campo. Não demorou muito e o próprio Nena, em 1972, indicou o jogador para Cilinho, então treinador do time profissional e, assim, com 18 anos, Enéas assinava o seu primeiro contrato profissional.

Enéas comemorando um dos gols em sua carreira

Futebol calmo, frio e calculista, às vezes encarado como lento, Enéas impressionava pelas fintas curtas em um característico “zigue zague” herdado do Futebol de Salão. A grande conquista do craque com a Lusa veio já no ano seguinte, com menos de 20 anos. A Portuguesa conquistava o Campeonato Paulista, dividido com o Santos, em um dia com diversos erros de Armando Marques, que anulou um gol legítimo do Rubro Verde no tempo normal e errou na contagem das penalidades.

Apesar do homem do apito, a conquista da Portuguesa naquele Paulistão colocou Enéas entre os grandes do futebol brasileiro. Assim, começaram a vir as propostas de vários times, mas a Lusa recusava todas, tentando sempre manter o seu grande craque no Canindé.Em março de 1974, Enéas jogou sua primeira partida pela Seleção Brasileira no empate em 1×1 contra o México. Na época, seu nome disparou entre os mais cotados para disputar a Copa do Mundo. Mas na convocação final anunciada pelo técnico Zagallo, Enéas não foi relacionado no grupo que embarcou para os gramados da Alemanha.

Enéas e a sua Portuguesa novamente decidiram o título paulista em 1975. Dessa vez, o São Paulo do experiente e catimbeiro goleiro Waldir Peres ficou com o título. Já na Taça do Atlântico em 1976, Enéas foi convocado para vestir o uniforme canarinho. As sondagens para contratar o craque continuavam. E nada da Portuguesa liberar o jogador.

Em 1975, jogando contra o Juventus

E assim Enéas foi levando a vida até 1980, quando finalmente foi negociado com o Bologna Football Club da Itália. Chegava ao fim seu ciclo no Canindé, onde esteve em campo em 376 partidas e marcou 179 gols. Na Itália, Enéas enfrentou dificuldades para se adaptar. Frio rigoroso, neve, treinamentos pesados e um sistema de marcação forte e truculento.

Em julho de 1981, por uma quantia considerável de 50 milhões de cruzeiros, Enéas voltou ao futebol paulista para defender a Sociedade Esportiva Palmeiras. Depois, ele ainda passou por XV de Piracicaba (SP), Ponta Grossa (PR), Juventude (RS), Desportiva (ES) e a Central Brasileira de Cotia (SP), seu último time.

Em 22 de agosto de 1988, sofreu um grave acidente de carro na Avenida Cruzeiro do Sul, em São Paulo, e foi internado, em coma, com uma luxação na coluna cervical. Morreria quatro meses depois, em 27 de dezembro, aos 34 anos, vítima de uma broncopneumonia. Ele deixou saudade nos torcedores da Lusa e dos fãs de futebol.
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