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CBF recorre ao STF para anular afastamento de Ednaldo Rodrigues

Com informações da Agência Brasil
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Ednaldo Rodrigues foi afastado pelo TJ-RJ

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que afastou o presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues. O pedido foi encaminhado ao ministro Gilmar Mendes, que foi relator de decisões anteriores que garantiram a permanência do presidente no comando da confederação.

Mais cedo, o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Gabriel de Oliveira Zefiro determinou o afastamento e indicou Fernando Sarney, um dos vice-presidentes da CBF e que pediu à Justiça o afastamento de Rodrigues, para atuar como interventor da entidade.

Na decisão, o magistrado levou em consideração a denúncia de falsificação da assinatura de Antônio Carlos Nunes de Lima, ex-vice-presidente da entidade, no acordo homologado pelo STF para encerrar a briga judicial pelo comando da confederação.

“Declaro nulo o acordo firmado entre as partes, homologado outrora pela Corte Superior, em razão da incapacidade mental e de possível falsificação da assinatura de um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima, conhecido por Coronel Nunes", decidiu o desembargador.

Na semana passada, apesar de manter Ednaldo no cargo e negar o pedido de afastamento feito por Fernando Sarney, Gilmar Mendes determinou que a Justiça do Rio de Janeiro investigasse a suposta assinatura falsa que teria baseado o acordo homologado.

Acordo - Em fevereiro deste ano, Gilmar Mendes, relator do caso, homologou um acordo firmado entre a CBF, cinco dirigentes da entidade e a Federação Mineira de Futebol (FMF) para encerrar a disputa judicial contra a eleição de Ednaldo Rodrigues para presidência da entidade máxima do futebol brasileiro.

Em dezembro de 2023, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu retirar Ednaldo Rodrigues do cargo. Na ocasião, a 21ª Câmara de Direito Privado extinguiu a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público (MP) contra eleições que teriam sido realizadas irregularmente pela CBF em 2017.


Diante do processo, a entidade máxima do futebol brasileiro aceitou assinar em 2022 um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que, entre outras coisas, estabeleceu a realização de uma nova eleição, da qual Ednaldo Rodrigues saiu vencedor.

A decisão de retirar Ednaldo Rodrigues da CBF foi tomada atendendo a um pedido de ex-vice-presidentes da entidade que perderam seus cargos no âmbito do TAC de 2022. Para o TJ-RJ, o TAC assinado entre o MP e a CBF foi ilegal. Após a decisão do tribunal, Gilmar Mendes concedeu a liminar para manter Ednaldo Rodrigues no cargo.

Justiça destitui Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF e nomeia interventor

Com informações do Terra
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

A decisão do TJ-RJ anula acordo que sustentava mandato; Fernando Sarney é designado para convocar novas eleições

A Justiça do Rio de Janeiro destituiu, nesta quarta-feira (15), Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão foi proferida pelo desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, que considerou inválido o acordo jurídico que sustentava a permanência de Ednaldo no cargo, em razão de indícios de falsificação da assinatura de um dos signatários: o ex-presidente da entidade, Antônio Carlos Nunes Lima, o Coronel Nunes.

Com a anulação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2022 entre a CBF e o Ministério Público do Rio de Janeiro — o documento que viabilizou a eleição de Ednaldo — o tribunal nomeou Fernando Sarney, atual vice-presidente da CBF, como interventor. Ele ficará responsável por convocar novas eleições dentro do menor prazo possível.

Esta é a segunda vez que Ednaldo Rodrigues é afastado judicialmente do comando da entidade. Em dezembro de 2023, ele já havia sido destituído por decisão do Tribunal de Justiça, mas retornou ao cargo após determinação liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Desta vez, o novo afastamento ocorre sob o peso de acusações mais graves, que incluem possível fraude documental.


O caso reacende a crise institucional que há anos marca a governança da CBF. A atual turbulência gera incertezas inclusive sobre decisões recentes da entidade, como a contratação do técnico italiano Carlo Ancelotti para comandar a Seleção Brasileira — medida que agora pode ser juridicamente questionada, caso se entenda que foi tomada sob um mandato irregular.

A validade do TAC ainda será apreciada em julgamento definitivo pelo STF, que pode reverter ou ratificar os efeitos da decisão do TJ-RJ. Até lá, caberá ao interventor garantir a realização de um novo processo eleitoral que respeite os princípios de transparência e legalidade exigidos para a presidência da CBF.

Candidato único, Ednaldo Rodrigues é reeleito presidente da CBF

Com informações da CBF
Foto: Staff Images / CBF

Ednaldo Rogrigues foi candidato único

Candidato único, Ednaldo Rodrigues foi reeleito nesta segunda-feira (24) por unanimidade para um mandato de mais quatro anos (de 2026 a 2030) à frente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele recebeu todos os votos das 27 federações e também todos os votos dos 40 clubes das Séries A e B, totalizando 141 pontos. A chapa “Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza” foi a única inscrita para a eleição, realizada na sede da CBF, no Rio.

Com Ednaldo foram eleitos também oito vice-presidentes: Ricardo Nonato Macedo de Lima, Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, Gustavo Oliveira Vieira, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Leite Rozenha, Antônio Roberto Góes da Silva, Leomar de Melo Quintanilha e Rubens Renato Angelotti.

A eleição também se estendeu ao Conselho Fiscal, com a aprovação nas urnas dos nomes de José Sergio Oliveira Santos, José Piedade Campos e Elielson Gomes Ferri como membros efetivos, e os de Antonio Felipe Gomes Duarte de Farias, Leonardo Gladson Lemos Otero e Rodrigo de Albuquerque Benevides Mendonça como suplentes.

"Hoje, celebramos não apenas a confirmação do nosso trabalho pela reeleição, mas o triunfo da democracia, do diálogo, da liberdade e da autonomia das organizações esportivas. Ao longo dos últimos anos, enfrentamos muitos desafios. Sofremos todo tipo de preconceito e perseguições. Tentaram até um golpe. Resistimos e vencemos! Agradeço a Deus por tudo, à minha família pelo apoio incondicional e a todos que trabalham incansavelmente todos os dias para fortalecer e purificar o futebol brasileiro, em especial à FIFA, a CONMEBOL e a cada um de vocês, representantes de federações e clubes, pela confiança e parceria ao longo desses anos", disse o presidente, em seu discurso de agradecimento.

"A CBF voltou a ter representatividade internacional. O português foi reconhecido como língua oficial da FIFA e CONMEBOL. Criamos a União das Federações de Futebol da Língua Portuguesa. Estabelecemos um Escritório de Projetos da CBF na FIFA, resultando no maior investimento que o Brasil recebeu da FIFA em toda sua história e posicionando a CBF como referência para o mundo inteiro em diversas áreas", prosseguiu Ednaldo Rodrigues, que enumerou várias conquistas da CBF nos últimos anos sob sua gestão, destacando o papel da entidade no combate ao racismo e pelo desenvolvimento do futebol inclusivo.

"Fomos pioneiros na liderança global do combate ao racismo, implementando medidas como a parceria com o Observatório da Discriminação Racial no Futebol, a reforma do RGC com sanções esportivas e a campanha #ComRacismoNãoTemJogo, vencedora do prêmio FIFA The Best. Também nos tornamos referência global em inclusão, apoiando iniciativas como a Seleção de Futsal Down, Futsal Nanismo e as Olimpíadas Especiais."


Ednaldo também fez menção a outros aspectos de sua administração, reforçando o compromisso da CBF com o crescimento do futebol nacional. "Batemos recordes sucessivos de faturamento e superávit, reinvestindo mais de 70% no desenvolvimento e fomento do futebol brasileiro. O maior investimento da história! Intensificamos os esforços para implementar o Fundo de Legado da Copa do Mundo, construindo Centros de Desenvolvimento do Futebol em estados que não sediaram jogos e melhorando a infraestrutura dos estádios em todo o país. Aprimoramos os torneios existentes e criamos novos, como o Campeonato Sub-15 masculino com 32 clubes, campeonato brasileiro masculino sub-20 da série B com 20 clubes, Copa do Nordeste masculino sub-20 com 24 clubes e Copa do Brasil feminina com 64 clubes. Garantindo oportunidades para jovens talentos de todas as regiões do Brasil", disse.

Ele prometeu dar sequência ao trabalho com todo empenho e dedicação possíveis. "Vamos continuar construindo um futebol que orgulha o país, gera empregos, promove o desenvolvimento e, acima de tudo, faz a alegria de milhões de torcedores."

Presidente da CBF diz que não pretende estender calendário do Brasileirão

Com informações da Agência Estado
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, afirmou no domingo que não pretende estender o calendário do Brasileirão deste ano

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, afirmou neste domingo que não pretende estender o calendário do Brasileirão deste ano, após suspender o campeonato por duas rodadas. A intenção do dirigente é finalizar a competição no dia 8 de dezembro, como programado inicialmente.

“A proposta da CBF é exatamente a de manter o calendário de 2024 até o dia 8 de dezembro. Lógico que vamos conversar com todos os clubes. A CBF vai dar várias soluções para que a competição possa terminar dentro daquilo que foi planejado no calendário de 2024”, declarou, em entrevista ao canal SporTV.

Com a declaração, Ednaldo antecipa sua posição antes da reunião entre a CBF e os clubes da primeira divisão, marcada para esta segunda-feira. A entidade e os times vão decidir como vão reorganizar o Brasileirão após o atraso de duas rodadas – a competição foi suspensa no dia 15 de maio em razão das enchentes no Rio Grande do Sul.

“Teremos uma reunião amanhã (segunda) com todos os clubes da Série A, num Conselho Técnico Extraordinário, para exatamente buscar ali a melhor solução. Para que a competição não tenha uma extensão além do calendário. A proposta da CBF é conciliar de uma forma que não traga nenhuma consequência para todos os envolvidos: os clubes, os patrocinadores, os atletas, para não acrescerem seu período de férias. E também para não impactar no calendário de 2025”, explicou o presidente da CBF.

Sem entrar em detalhes, Ednaldo disse que a entidade vai “propor soluções” para repor as datas perdidas num calendário já apertado. Questionado sobre se pretende colocar mais jogos dos times brasileiros durante a Copa América, o dirigente se esquivou, sem antecipar maiores informações.

“A CBF vai propor soluções. A gente sabe que é um momento crítico e que cada um tem que dar um pouco, cada um tem que ter um pouco de desprendimento para que possamos conciliar. A CBF vai procurar a melhor alternativa possível para que isso não aconteça de uma forma tão extensa. A diretoria de competições e a presidência vão estar à disposição para conciliar da melhor maneira possível com os clubes essas reposições de jogos.”

O maior temor dos times no momento é que a CBF acrescente mais partidas durante a disputa da Copa América, que será realizada entre 21 de junho e 15 de julho. A entidade já havia decidido anteriormente que não pararia o Brasileirão durante a competição de seleções, o que gerou incômodo nos clubes por perderem jogadores convocados para a seleção brasileira e para as demais equipes sul-americanas. Agora há o risco de crescer esse número de jogos em que os times não terão alguns dos seus principais atletas.


A CBF paralisou o Brasileirão na metade do mês de maio, por duas rodadas, em razão das dificuldades enfrentadas pelos clubes gaúchos em meio à tragédia do Rio Grande do Sul. Grêmio e Internacional tiveram estádios e CTs inundados, sem poderem treinar ou mandar jogos em Porto Alegre. Ao mesmo tempo, os jogadores se envolveram nas operações de cuidado e resgate das pessoas afetadas diretamente pelas enchentes.

Também presente na Série A, o Juventude não chegou a sofrer perdas por inundação, mas também enfrenta dificuldades logísticas para se deslocar pelo Brasil porque o Aeroporto Salgado Filho, na capital gaúcha, foi inundado e fechado, com previsão de reabertura somente no segundo semestre.

Ednaldo Rodrigues demite o treinador Fernando Diniz da Seleção Brasileira

Com informações do GE.com
Foto: divulgação / CBF

Fernando Diniz foi demitido pelo presidente da CBF reconduzido ao cargo

Fernando Diniz foi demitido nesta sexta-feira do cargo de treinador da seleção brasileira. A decisão foi tomada pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, um dia depois de ter sido reconduzido ao cargo por uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ednaldo Rodrigues comunicou a decisão a Mario Bittencourt, presidente do Fluminense – clube que também emprega Fernando Diniz como treinador. O dirigente, então, informou ao profissional da demissão.

A passagem de Fernando Diniz pela seleção brasileira durou seis jogos, todos pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026: vitórias sobre Bolívia e Peru, empate com a Venezuela, derrotas para Uruguai, Colômbia e Argentina.

Diniz foi contratado no dia 4 de julho de 2023 para dirigir a seleção brasileira por um ano. O plano de Ednaldo Rodrigues era que o técnico do Fluminense ficasse até a chagada de Carlo Ancelotti, em junho de 2024. Mas o italiano acabou renovando com o Real Madrid.

Ednaldo Rodrigues foi destituído da presidência da CBF no dia 7 de dezembro, por decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Nesse período, a entidade foi comandada pelo interventor José Perdiz. Na última quinta-feira, uma liminar do STF reconduziu Ednaldo à presidência.


Em seu retorno à CBF, o dirigente decidiu encerrar imediatamente a passagem de Diniz. No planejamento inicial, o treinador ainda comandaria a Seleção nos dois amistosos de março, contra Inglaterra e Espanha. Mas isso não vai acontecer.

As duas partidas marcarão a estreia do futuro treinador. O preferido de Ednaldo para substituir Diniz é o atual técnico do São Paulo, Dorival Júnior. O dirigente também avalia o nome do ex-lateral Filipe Luís para o cargo de coordenador da Seleção.

Liminar de Gilmar Mendes, do STF, recoloca Ednaldo Rodrigues na presidência da CBF

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Liminar reconduz Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF

Após manifestações do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, e da Advocacia Geral da União nesta quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes concedeu liminar pelo retorno de Ednaldo Rodrigues para a presidência da CBF.

A decisão de Gilmar - leia trecho da decisão liminar mais abaixo - veio pouco depois das das manifestações solicitadas à PGR e para a Advocacia-Geral da União, e então decidir sobre a ação ingressada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Na decisão em caráter liminar, Gilmar Mendes, relator do caso, ressaltou que via "evidente perigo de dano" e "para evitar prejuízos dessa natureza enquanto esta Suprema Corte se debruça sobre os parâmetros constitucionalmente adequados de legitimidade do Ministério Público na seara desportiva, faz-se necessária a concessão de medida cautelar apta a salvaguardar a atuação – ao que tudo indica constitucional – do ente ministerial, consubstanciada em diversas medidas judiciais e extrajudiciais manejadas em todo o país".

Na semana que vem, entre 8 e 10 de janeiro, comitiva da Fifa vai para a sede da CBF se reunir com o -agora - antigo interventor José Perdiz e Ednaldo Rodrigues, de volta ao poder na confederação. Depois da liminar, o caso será analisado no plenário do Supremo Tribunal Federal, ainda sem data prevista para este julgamento. Veja trecho da decisão:
"(i) determinar a suspensão da eficácia das decisões judiciais que porventura tenham afirmado a ilegitimidade do Ministério Público em causas referentes às entidades desportivas e à prática do desporto no País, suspendendo-se consequentemente o curso dos respectivos processos, até que o Supremo Tribunal Federal se manifeste definitivamente sobre a interpretação constitucionalmente adequada das normas impugnadas nestes autos ou até eventual decisão desta Corte em sentido contrário, ressalvadas as hipóteses em que já tenha ocorrido trânsito em julgado e, por fim;

(ii) por se tratar de decorrência direta do comando anterior, determino, em específico, a suspensão da eficácia das deliberações prolatadas pelo TJRJ nos autos da Ação Civil Pública 0186960-66.2017.8.19.0001 e da Reclamação 0017660- 36.2022.8.19.0000, que declararam a nulidade do TAC celebrado entre o MPRJ e a CBF, suspendendo-se integralmente todos os comandos e consequências das referidas deliberações, notadamente para determinar a imediata restituição ao cargo dos dirigentes eleitos na Assembleia Geral Eleitoral da Confederação Brasileira de Futebol realizada em 23 de março de 2022, até que o Supremo Tribunal Federal se manifeste definitivamente sobre a interpretação constitucionalmente adequada das normas impugnadas nestes autos ou até eventual decisão desta Corte em sentido contrário.

Comunique-se, com urgência, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), com cópia desta decisão.

Oficie-se ao(à) relator(a) da Ação Civil Pública 0186960-66.2017.8.19.0001 e da Reclamação 0017660-36.2022.8.19.0000, bem como aos Presidentes de todos os Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais do país, com cópia desta decisão. A comunicação aos Juízos de 1º grau deverá ser feita pelo Tribunal com os quais mantenham vinculação administrativa.

Na sequência, inclua-se em pauta para o julgamento colegiado do referendo da medida cautelar (RISTF, art. 21, V). Atribuo à presente decisão força de mandado e ofício.

Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se com urgência.

Brasília, 4 de janeiro de 2024.

Ministro GILMAR MENDES"

Ação do PCdoB -
Na ação, o partido PCdoB defende o que classifica como Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) da decisão da turma de desembargadores do TJRJ - aquela que destituiu Ednaldo do poder em 7 de dezembro do ano passado.

Na ocasião, a Justiça do Rio de Janeiro entendeu que não havia legitimidade do Ministério Público do Rio de Janeiro para assinar Termo de Ajustamento de Conduta com a CBF.

O PCdoB citava "perigo na demora configurado diante da comunicação de que os atos de gestão do interventor não serão reconhecidos pela FIFA e pela CONMEBOL, com possibilidade concreta de aplicação de sanções ao futebol brasileiro." O que inclui, de acordo com a ação do PCdoB, "risco iminente de não inscrição da seleção brasileira de futebol no torneio pré-olímpico, cujo prazo se encerra em 5.1.2024".

Fifa e Conmebol rejeitam interventor na CBF e virão ao Brasil por eleição

Com informações de Rodrigo Mattos / UOL Esporte
Foto: arquivo

Ednaldo Rodrigues foi afastado da presidência da CBF

A Fifa e a Conmebol mandaram uma carta para a CBF expressando preocupação com a decisão da Justiça Comum de destituir o presidente Ednaldo Rodrigues. No documento, a entidade e a Conmebol dizem que irão mandar representantes ao Brasil e pedem que a eleição na entidade aguarde até que essa visita seja concluída para uma análise da situação pelas entidades.

A Fifa e a Conmebol também entenderam como incorreta a nomeação do presidente do STJD, José Perdiz, como interventor da entidade, feita pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Na visão das entidades, o diretor mais velho da CBF, no caso Hélio Santos Menezes (diretor de compliance e governança), deveria ter assumido a gestão da entidade com a vacância de presidentes e vices, como manda o estatuto da CBF. Assim, a entidade afirma não reconhecer o interventor como representante da CBF, só Hélio Menezes.

O presidente em exercício da CBF, José Perdiz, elogiou a participação da FIfa no processo da eleição por meio de sua assessoria de imprensa: "É com satisfação e respeito que recebemos a carta da Fifa. Vejo como um sinal positivo termos a entidade acompanhando o processo eleitoral na CBF. Conforme determinação da Justiça brasileira, confirmada pelo STJ, vou convocar em 30 dias as eleições, dentro da transparência e da lisura exigidas". Não comentou, no entanto, o fato de a entidade não o reconhecer como interventor.

Há ameaça de sanção à confederação brasileira em caso de entendimento de que houve interferência de terceiros na gestão. A pena mais grave é a suspensão da CBF que impediria a seleção brasileira de participar de competições internacionais como as eliminatórias da Copa.

A carta é endereçada ao secretário-geral da CBF, Alcino Reis, que foi destituído por Perdiz do cargo. Agora, o secretário-geral é Caio Rocha, nomeado por ele. No documento, a Fifa e a Conmebol explicam que já receberam todos os documentos referentes ao processo jurídico relacionado à destituição de Ednaldo.

Em seguida, o documento afirma que: "Fifa e Conmebol gostariam de expressar sua preocupação com os últimos desenvolvimentos e educadamente lembrar aos órgãos envolvidos da CBF que o estatuto obriga que conduzam os seus assuntos de forma independente e sem influência de uma terceira parte".

Em seguida, a Fifa afirma que, se as medidas do tribunal de justiça constituírem uma interferência de terceiros, as duas entidades não terão "alternativa além de curso de ação além de aplicar as relevantes sanções na CBF".


No restante da carta, a Fifa diz para a eleição na CBF, marcada pela Justiça, não deve ocorrer antes de uma visita e de uma análise da situação pelas entidades.

"Em relação a isso, com o propósito de fazer uma auditoria no processo, a Fifa julga que a eleição não deve ser convocada ou ser realizada antes que delegações da Fifa e da Conmebol visitem o Brasil no próximo janeiro para examinar a situação e discutir o assunto com os respectivos órgãos envolvidos para reportar para os relevantes órgãos da Fifa e permitir que eles possam decidir o curso de ação a ser tomado a respeito do estatuto da CBF e a autonomia da associação."

A carta foi assinada pelo chefe de associações membros, Kenny Jean-Marie, e pela secretária-geral da Conmebol, Monserrat Jiménez Granda.

Ednaldo entra com recurso no STJ contra afastamento da CBF e tenta ficar até as eleições

Com informações da Agência Estado
Foto: divugação

Ednaldo Rodrigues

A defesa de Ednaldo Rodrigues, presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), entrou com um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta segunda-feira, dia 11, contra a decisão da Justiça do Rio de destituir o dirigente do cargo. Os próximos passos serão dados nesta semana. Os advogados citam que a decisão põe em xeque a “organização do futebol e sua cadeia econômica”, além do risco de a entidade ser suspensa pela Fifa, impedindo a seleção brasileira e clubes do País de participarem de competições internacionais.

Ednaldo Rodrigues foi destituído do cargo na quinta-feira, dia 7, em consequência da anulação de uma série de assembleias da entidade, entre elas a que elegeu o dirigente baiano. Todos elas estariam em desconformidade com a lei. A Justiça também estabeleceu que o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), José Perdiz, atue como interventor na entidade até a convocação de novas eleições. A defesa de Ednaldo pede ao STJ que, caso o recurso não seja aceito, ele permaneça na função para convocar um novo pleito no prazo de 30 dias. Esse prazo acabaria em janeiro.

A consequência mais imediata do caso é afastar o treinador Carlo Ancelotti da seleção brasileira. Ednaldo encaminhou a contratação do treinador do Real Madrid para junho de 2024. Sem ele no cargo, o negócio pode ser desfeito. Ancelotti nunca se pronunciou sobre o assunto de forma clara.

O julgamento que acabou tirando Ednaldo do poder do futebol tratou da legalidade de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a CBF e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) em março de 2022. Na época, o TAC permitiu que a Assembleia Geral da entidade elegesse Ednaldo presidente. Na quinta-feira, porém, os desembargadores Gabriel Zéfiro, Mauro Martins e Mafalda Lucchese consideraram inicialmente que o MP não poderia ter ajuizado Ação Civil Pública (ACP) contra as eleições realizadas pela entidade em 2017, quando Rogério Caboclo foi eleito.

A revisão ocorreu a pedido de dois ex-presidentes da CBF, Ricardo Teixeira e Marco Polo del Nero. Assim, o TAC também foi considerado nulo. Outros dirigentes de federações também acionaram a Justiça.

A CBF e o MP-RJ firmaram o TAC porque o órgão da Justiça considerava ilegais as regras que regiam a eleição na confederação, ou seja, a que levou Ednaldo Rodrigues ao cargo de presidente. Isso porque uma mudança no estatuto da entidade, em 2017, estabeleceu pesos diferentes para os votos praticados por federações e clubes – a brecha permitia clubes e federações de votarem em conjunto para eleger o presidente. Foi sob essa regra que Rogério Caboclo elegeu-se presidente da CBF em 2017, indicado pelo então dirigente afastado Marco Polo del Nero. Caboclo foi destituído, em meio a denúncias de assédio.

Ednaldo Rodrigues, então vice-presidente da CBF, assumiu o comando de forma interina após o afastamento de Caboclo. Opositores tentaram barrar a eleição de março de 2022 alegando que o TAC fora assinado por ele, como presidente interino, e serviu para referendar uma eleição que o tornaria presidente de fato.


Risco de suspensão - Em meio a essa movimentação na Justiça, que teria entre os articuladores cartolas afastados pela Fifa, na semana passada a entidade máxima do futebol mundial enviou uma notificação à CBF alertando que a entidade poderia ser suspensa caso Ednaldo Rodrigues fosse afastado “por influência indevida de terceiros”.

“Gostaríamos de lembrar que, de acordo com o art. 14 par. 1 i) e art. 19 dos Estatutos da FIFA, as associações membros da FIFA são obrigadas a gerir os seus assuntos de forma independente e sem influência indevida de terceiros. Qualquer violação destas obrigações pode levar a potenciais sanções, conforme previsto nos Estatutos da FIFA”, dizia trecho do documento.

“Além disso, e em relação ao acima exposto, gostaríamos de enfatizar que quaisquer violações ao art. 14 par. 1 i) dos Estatutos da Fifa também podem levar a sanções, mesmo que a influência de terceiros não tenha sido culpa da associação membro em questão (art. 14, parágrafo 3 dos Estatutos da Fifa)”, acrescentava o texto. Na quinta-feira, a Fifa e a Conmebol reiteraram o alerta, em resposta a consultas realizadas pelo secretário-geral da CBF, Alcino Reis.

Justiça anula eleição da CBF e tira Ednaldo Rodrigues da presidência

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação

Decisão afasta Ednaldo Rodrigues

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro, uma série de Assembleias da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e invalidou a eleição do atual presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues.

Os magistrados determinaram ainda que o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), José Perdiz, assuma a CBF pelo prazo de 30 dias para que conduza uma nova eleição.

A decisão tomada pela 21 Câmara de direito Privado determinou que o presidente do superior tribunal de justiça desportiva, José Perdiz, seja o presidente interino da entidade com objetivo de convocar novas eleições em até 30 dias.


Os desembargadores consideraram inválido o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por Ednaldo em 2022, por entenderem que o Ministério Público do Rio não tinha legitimidade para costurar o documento com a CBF em 2022.

O TAC serviu de alicerce para a realização da eleição que levou Ednaldo ao comando da entidade. A decisão tem efeito imediato a partir da notificação e da publicação. 

Presidente da CBF nega aumento de vagas na Série D a partir de 2024

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Ednaldo Rodrigues afirmou que não terá aumento de vagas na Série D

Os 64 clubes que disputarão o Campeonato Brasileiro da Série D de 2024 já foram definidos, mas muitos clubes conhecidos no país ficarão de fora, e neste contexto, o presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho, procurou Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, solicitando o aumento de vagas para beneficiar o Santa Cruz (PE).

No entanto, Ednaldo decidiu-se por manter o torneio nacional com o mesmo formato, afirmando que as quatro divisões nacionais já estão estruturadas.

“Os campeonato estão estruturados, tanto na Série D, C, B e A. O respeito a inclusão de cada clube pelo critério eminentemente técnico, inclusive, é uma lei no Brasil. Portanto, temos que respeitar os regulamentos, as leis para que possamos fazer um futebol competitivo, um futebol série e que respeita as leis”, disse Ednaldo.

O presidente da CBF afirmou ainda que torce por um bom desempenho do Santa Cruz nas próximas temporadas, relembrando a força do clube.


“A gente lamenta o fato do Santa Cruz estar hoje disputando vaga pra uma Série D, mas isso não tira a força do Santa Cruz, a pujança da torcida do Santa Cruz, e que nós acompanhamos muito ainda enquanto presidente da Federação Baiana e torcendo muito pelo clube, porque somos nordestinos. Acreditamos muito no potencial da diretoria, dos conselheiros e dos torcedores do Santa Cruz, para que o clube possa voltar ao lugar de destaque que sempre teve”, finalizou.

Presidente da CBF garante Ancelotti na Seleção em 2024

Com informações da CBF
Foto: Divulgação/CBF

Presidente da CBF garante Ancelotti em 2024

Dois anúncios em um. Foi assim que a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) fez nesta terça-feira, 4. No vídeo em que oficializou Fernando Diniz como seu técnico interino por um ano, o presidente da entidade confirmou que Carlo Ancelotti, nome desejado desde a saída de Tite, será o treinador da seleção brasileira em 2024.

“A partir do momento do Audax, passou por outros clubes com a mesma filosofia, mesmo método. Gostei muito da renovação que ele fez nas aplicações táticas. A proposta do jogo é quase parecida com o treinador que assumirá na Copa América, o Ancelotti”, justificou Ednaldo Rodrigues, confirmando que será o italiano que comandará a seleção na Copa América do ano que vem, a ser disputada entre junho e julho. Existe a possibilidade de que Ancelotti trabalhem juntos, mas não há, ainda, definição em relação a isso.

Os atletas brasileiros gostam do veterano treinador, tanto que os líderes do elenco aprovaram seu nome em reunião com Ednaldo Rodrigues. “É um excelente treinador, grande amigo, e acredito que vai agregar muito, porque tem grande experiência”, avaliou Ronaldinho Gaúcho, comandado pelo italiano ainda no Milan.

“O Ancelotti é um cara que ganhou tudo. Então, com certeza nos ensinará bastante”, projetou Neymar, o maior astro que o italiano comandará no Brasil ao lado de Vinícius Júnior, com quem já trabalha.

Ronaldinho foi um dos mais de 40 brasileiros que Ancelotti dirigiu. Hoje, no Real Madrid, Rodrygo, Vini Jr e Eder Militão estão sob sua responsabilidade. “Onde ele chega, ele ganha”, enalteceu Rodrygo. “Ele pode trazer isso para a seleção também. A gente sabe que a seleção sempre tem de ganhar.”


Richarlison está ansioso para tê-lo de novo como técnico. O camisa 9 da seleção brasileira disse ter se tornado um “fenômeno” nas mãos do italiano quando defendia o Everton, da Inglaterra. “Lá no Everton, ele me ajudou muito, comecei a fazer gol sem parar. Virei um parceiro dele”, contou. “Ele me levava para casa, já me sentia até um filho dele”, completou o “Pombo”.

Presidente da CBF pede calma por técnico da Seleção

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação CBF

Ednaldo Rodrigues é o presidente da CBF

O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues, afirmou que a busca pelo novo treinador da Seleção Brasileira está sendo feita de forma responsável. O mandatário afirmou que a CBF está consultando os presidentes de clubes antes de falar com os treinadores, explicando que o rompimento de contratos pode gerar 'sequelas'.

Ednaldo Rodrigues ainda disse que "em breve, o assunto será superado", mas não citou o nome de nenhum técnico. A gente tem que ter muita tranquilidade, muita paciência e não sair atropelando treinadores que já tenham contratos para que eles rompam esses contratos, pois fica uma sequela. Nós estamos fazendo [a busca por um treinador] de uma forma muito responsável, conversando primeiro com os presidentes [de clubes] para depois chegarmos aos treinadores. É isso que estamos fazendo. Com certeza, em breve, esse assunto estará superado".

Ancelotti e CBF negaram contatos - A CBF avançou nas negociações para ter o italiano Carlo Ancelotti como substituto de Tite. O ex-jogador Kaká, que trabalhou com o treinador italiano no Milan, e que está ajudando nas negociações, seria o novo diretor de seleções.


A CBF emitiu um comunicado na última sexta-feira (10) negando o contato com o técnico do Real Madrid. Além disso, o próprio Ancelotti disse que pretende cumprir seu contrato no clube espanhol, que vai até 2024.

Presidente da CBF vai propor perda de pontos em casos de racismo a partir de 2023

Com informações do GE.com
Foto: divulgação CBF

Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, vai propor a partir de 2023 a aplicação de punições esportivas contra os times cujos torcedores demonstrarem comportamentos racistas. Ednaldo vai levar a ideia ao Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro – instância formada pelos clubes participantes da competição – do ano que vem.

Foi o Conselho Técnico, por exemplo, que vetou a venda de mando de campos e que primeiro aprovou (em 2021) e depois derrubou (em 2022) o limite para a troca de técnicos. Ednaldo Rodrigues vai anunciar essa intenção nesta quarta-feira, durante o primeiro Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol, organizado pela CBF. Estão confirmadas na abertura do evento o cantor Gilberto Gil, como convidado de honra, o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

"O evento é um marco para o início de uma série de iniciativas que vão discutir de uma forma mais profunda o combate ao racismo e à violência no futebol. É um gesto histórico para dar um basta contra o racismo e a ignorância no futebol. Além do evento, vamos fazer uma série de ações nos estádios nesta semana para conscientizar o torcedor. Chega de discriminação", disse Ednaldo Rodrigues.

Durante o seminário, vai ocorrer a apresentação da edição de 2021 do Relatório da Discriminação Racial do Futebol , produzido anualmente pelo Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Segundo Marcelo Carvalho, fundador do Observatório, o número de casos explodiu no ano passado em relação a 2020. "Foram 31 casos em 2020 e 64 em 2021. Esse é o número de casos de racismo no futebol brasileiro ou com atletas brasileiros em competições sul-americanas", disse Carvalho.

Neste ano, a CBF passou a patrocinar o trabalho do Observatório. "O trabalho do Observatório é muito relevante pela qualidade da pesquisa e ajuda a dar mais profundidade na discussão. A parceria da CBF serve para dar uma tranquilidade financeira ao grupo e ajudá-los a desenvolver projetos ao longo prazo", declarou o presidente da CBF.


O evento na sede da CBF também vai contar com a presença de representantes da Fifa, como Pavel Klymenko, que falará sobre "Melhores práticas internacionais no combate à discriminação". e Andrey Reis, líder de planejamento e operações de segurança da Fifa.

O Curioso do Futebol

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