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Djalminha e sua grande passagem pelo Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Djalminha brilhou no tempo em que defendeu o Verdão

Djalma Feitosa Dias, mais conhecido como Djalminha, foi um dos grandes meio-campista do futebol brasileiro, atuando por equipes gigantes e conquistando títulos. O jogador foi muito importante para o Palmeiras em 1996, que o próprio elegeu como o melhor time que atuou, ficando no clube até 1997. 

O jogador nasceu em Santos, São Paulo, no dia 9 de dezembro de 1970, e começou a sua carreira aos 19 anos de idade, quando subiu para o time principal do Flamengo. A gávia foi muito importante na revelação de diversos atletas, junto com Djalminha, Zinho foi um dos que saiu do rubro-negro no memso período. 

Após 4 anos no profissional do Flamengo, o jogador estava em busca de mais espaço, já que no clube atuava mais na segunda etapa, e não era em todo jogo que entrava. Por causa disso, Djalminha preferiu procurar novos rumos na carreira, para poder se desenvolver cada vez mais. 

Djalminha recebeu uma proposta do Guarani, onde teria muito espaço e chegaria para ser uma grande estrela no clube. Em 1993 chegou no time e rapidamente conquistou sua vaga como titular, fazendo grandes atuações e chamando a atenção de outros clubes.

Depois de uma boa temporada no clube, o meio-campista recebeu uma proposta milionária para ir para o futebol japonês e Djalminha decidiu aceitar, pois iria receber muito dinheiro, mesmo perdendo na parte futebolística.

Porém, o jogador ficou pouco tempo no clube, menos de um ano, e logo depois retornou ao futebol brasileiro, para novamente atuar no Guarani em 1995. Djalminha manteve o grande desempenho, do mesmo jeito de quando saiu do clube, e isso continuou chamando muita a atenção. 

Djalminha era um meia que pisava na área e fazia gols importantes, além de ter um passe muito refinado. Depois de mais uma temporada no clube, o jogador voltou a receber propostas e dessa vez era de uma grande equipe do futebol brasileiro, o que seria uma grande oportunidade. 

A Parmalat, que na época era a grande patrocinadora do time alviverde, comprou o jogador e levou ele ao Palmeiras. O verdão montou uma grande equipe, que contou com Cafu, Júnior Flávio, Rivaldo, Muller e Luizão, e formou um dos melhores times da história do clube. 

O jogador conseguiu se encaixar rapidamente com o time, com o comando do Luxemburgo, fazendo grandes atuações e impressionando a todos pelo poder ofensivo. 

A equipe teve um entrosamento praticamente perfeito e em pouco tempo, o que mostrou o ótimo trabalho feito pelo Luxa na época. O time fez um Campeonato Paulista que entrou para a história, marcando 102 gols na competição, o que é recorde até o momento. 


Djalminha foi muito importante, assim como todos, e ajudou o time a conquistar o Paulistão depois da grande campanha, goleando praticamente todos os seus adversários. Tanto que, Djalminha declarou anos depois que aquele time foi o melhor que atuou. 

Porém, essa foi a única conquista do jogador pelo clube, pois o time acabou decepcionando um pouco nas outras competições, pois todos estavam com uma grande expectativa. 

O meia permaneceu no clube até o final do primeiro semestre de 1997, quando recebeu uma proposta do Deportivo La Coruña, da Espanha, e aceitou. Djalminha deixou o alviverde com 83 jogos e 45 gols, números impressionantes.

Djalminha e sua passagem pelo Guarani

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo / Gazeta Press

Djalminha brilhou com a camisa do Bugre

Djalma Feitosa Dias, mais conhecido como Djalminha, nasceu em Santos, São Paulo, no 9 de dezembro de 1970, e se tornou um dos grandes meias do futebol brasileiro, o jogador passou por grandes times, conquistando muitos títulos importantes.

Djalminha começou sua carreira no profissional em 1989, pelo Flamengo, junto com diversas crias da Gávea. O meia surgiu como uma grande promessa e fez parte do time vencedor da Copa do Brasil de 1990, Campeonato Carioca de 1991 e também atuou no título do Campeonato Brasileiro de 1992.

Porém, em 1993, o jogador acabou brigando com Renato Gaúcho durante uma partida e acabou facilitando na negociação com o Guarani e o meia decidiu ir para o time paulista. O clube estava passando por uma reconstrução e gostaria de contar com o craque, que gostou e resolveu ser protagonista na equipe paulista, chegando com uma grande contratação.

No Guarani era titular absoluto e a grande estrela do time, mostrando todo seu potencial. Com o decorrer da temporada, o jogador foi ganhando uma idolatria por parte da torcida e foi carregando o time paulista para a reconstrução junto com outros jovens.

Em sua primeira temporada, Djalminha fez 20 jogos e marcou 7 gols, não foram grandes números, mas era apenas o início do meia no clube e precisava de uma adaptação. Em 1994, o meia conseguiu fazer um excelente Paulista e mostrou o motivo da sua contratação.

Em 1994, Djalminha atuou em mais partidas, mas acabou deixando o clube no meio da temporada. O meia fez 31 jogos e marcou 21 gols, números excelentes e que chamaram a atenção de outros clubes pelo mundo. Mesmo com o Guarani sendo a sensação do Brasileirão daquele ano, com o trio Djalminha, Amoroso e Luisão, o Bugre negociou o seu camisa 10, ainda na primeira parte do nacional. O jogador foi contratado pelo Shimizu S-Pulse, do Japão.

O jogador acabou não se adaptando no Japão e não ficou muito tempo por lá. Em 1995, retornou para o futebol brasileiro para jogar novamente pelo Guarani e retomando seu papel de protagonista. Em seu retorno, fez parte de um famoso trio histórico do Guarani, junto com o Amoroso e Luizão, revelações do Bugre. A temporada foi excelente por parte do meia, mas a equipe paulista não tinha um time para brigar por grandes títulos, até porque, por conta das lesões de Amoroso, o trio atuou poucas vezes juntos.


Mas, a excelente temporada do meia Djalminha, deu uma confirmação da sua afirmação no futebol e já não era mais uma promessa e, sim, um protagonista. Já no final de 1995, acabou sendo contratado pela Parmalat e foi atuar no Palmeiras. O meia deixou o Guarani com 96 jogos e 47 gols. Depois do Verdão, o craque ainda defendeu o Deportivo La Coruña e encerrou a carreira no América do México.

O início de Djalminha no Flamengo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Juha Tamminen

Djalminha quando defendeu o Flamengo

Nascido em Santos, no dia 9 de dezembro de 1970, Djalma Feitosa Dias, popularmente conhecido como Djalminha, começou sua carreira como jogador de futebol nas categorias de base do Flamengo e por lá ficou entre 1976 e 1988. Depois de se destacar no time juvenil do clube rubro-negro, foi promovido para a equipe profissional do Fla no ano seguinte.

Foi então, que no Campeonato Carioca de 1989, Djalminha, filho do grande zagueiro Djalma Dias, recebeu a sua primeira oportunidade de atuar profissionalmente com a camisa do Mengão. Debutou em um jogo diante do América-RJ pela competição estadual com apenas 19 anos de idade. Porém, esta seria a primeira das duas únicas partidas que o jovem disputou durante toda a temporada.

Pouco aproveitado no time profissional, o meia voltou a atuar na base do Flamengo e só conseguiria novas chances após se destacar na Copa São Paulo de Futebol Juniores do ano seguinte. Foi o grande destaque rubro-negro na conquista do torneio de base mais importante do país, principalmente por marcar cinco gols na goleada do Mengo sobre o Corinthians por 7 a 1 na quarta fase.

Por este motivo, o Maestro ganhou muita moral pela coleção de boas atuações, e não só passou a ser relacionado com bastante frequência na equipe profissional, como ganhou vaga no time titular. Junto com ele, o lateral esquerdo Piá e o zagueiro Junior Baiano, que também fizeram parte do time campeão da Copinha, foram outros jovens promovidos ao time principal. A partir daquele momento, os três se juntavam a nova geração flamenguista, que já contava com jogadores renomados. Eram eles: Paulo Nunes e Marcelinho Carioca.

Após se juntar a outros grandes jogadores como Renato Gaúcho, o Maestro Junior e Zinho, o Flamengo foi campeão da Copa do Brasil de 1990 com este grande conjunto no elenco. Ao longo do torneio, Djalminha atuou em seis jogos durante toda a campanha, mesmo não tendo sua vaga absoluta na equipe titular.

Mesmo demonstrando muita habilidade quando entrava em ação com a camisa vermelha e preta do Rio de Janeiro, o Maestro permaneceu na mesma condição de reserva por mais algum tempo. Por conta da grande esperança que se tinha no jovem jogador, o meia foi se sentindo cada vez mais pressionado, já que mesmo fazendo de tudo em campo, nada parecia ser suficiente. Para muitos torcedores, era ele que poderia preencher o espaço deixado por Zico. Naquela ocasião, o Galinho de Quintino havia se transferido para o Kashima Antlers.

Apesar de todas essas 'especulações', Djalminha continuou na função de "sombra" para alguns atletas do time titular rubro-negro. Na conquista do Campeonato Brasileiro de 1992, o meia continuava em busca de seu espaço, mas acabou não tendo êxito e acabou sendo apenas coadjuvante naquele elenco campeão nacional.

Alguns meses após o título, houve um episódio que serviu como motivo para a sua saída do clube carioca. Foi justamente em um Fla-Flu, jogo válido pelo Torneio Rio-São Paulo, realizado em junho de 1993. Nesta ocasião, houve um desentendimento entre Djalminha e Renato Gaúcho. Maestro recebeu uma chamada de atenção vinda do seu companheiro de equipe e não gostou. Com isso, partiu para cima de Renato, que acabou o empurrando. No fim da discussão, a confusão acabou sendo apartada por Marcelinho Carioca.

Por conta do momento tenso, a decisão do que iria ser feito em relação a este lamentável episódio teve de ser decidida fora das quatro linhas. Depois do clima estar mais propício para uma conversa saudável, Djalminha acabou sendo convidado a se retirar do clube rubro-negro, já que a diretoria queria evitar problemas futuros dentro daquele bom elenco.


Com isso, o craque deixou o Flamengo tendo jogado 133 partidas e marcado 28 gols ao longo de sua passagem. Ao todo, conquistou a Copa do Brasil de 1990, o Campeonato Carioca de 1991 e o Brasileiro em 1992, além da Copa São Paulo de Futebol Juniores também em 1990.

Na sequência de sua trajetória atuando dentro das quatro linhas, passou também por clubes como Guarani (duas vezes), Shimizu S-Pulse, Palmeiras, Deportivo La Coruña e Austria Viena por empréstimo. Djalminha encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional atuando pelo América do México no ano de 2004.

O Curioso do Futebol

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