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Time da pequenina cidade de Hällevik, Mjällby conquista o Campeonato Sueco de 2025

Foto: @mjallbyaifs / Instagram / Reprodução

 conquistou o título sueco nesta segunda-feira

O Mjällby AIF conquistou nesta segunda-feira (20) o título do Campeonato Sueco (Allsvenskan) ao derrotar o IFK Göteborg por 2 a 0, pela 27ª rodada da competição. A vitória garantiu à equipe 66 pontos e a taça com três rodadas de antecedência, já que o vice-líder Hammarby, com 55 pontos, não pode mais alcançar o líder.

O título é o primeiro da história do clube na elite sueca. A equipe, comandada pelo técnico Anders Torstensson, soma até aqui 20 vitórias, seis empates e apenas uma derrota, registrando uma das campanhas mais consistentes dos últimos anos no país. Um dos gols da partida decisiva foi marcado pelo centroavante Jacob Bergström, que destacou o desempenho coletivo após o jogo.
Origem e estrutura

Fundado em 1939, o Mjällby tem sede em Hällevik, no sul da Suécia, município de aproximadamente 1,5 mil habitantes. O clube manda seus jogos no Strandvallen, estádio com capacidade para 6 mil torcedores. Nesta temporada, a média de público da equipe na liga foi de cerca de 5 mil pessoas.

Crescimento recente - O Mjällby passou por um período de reconstrução nos últimos anos:

2016: estava na terceira divisão
2018: venceu a terceira divisão e conquistou o acesso
2019: título da segunda divisão
2020: retorno à Allsvenskan
2023: vice-campeão da Copa da Suécia
2025: campeão nacional pela primeira vez

A conquista encerra um ciclo de ascensão iniciado ainda na divisão inferior do país.


Destaques da temporada - Alguns atletas ganharam protagonismo na campanha do título:

Herman Johansson (meia): 7 gols e 5 assistências, líder em participações diretas
Noel Törnqvist (goleiro): 12 jogos sem sofrer gols e convocação para a seleção sueca
Elliot Stroud (ponta): 6 gols e 5 assistências
Abdoulie Manneh (atacante): 7 gols e 3 assistências

O sistema defensivo também foi um dos pontos fortes, com regularidade ao longo do campeonato. Com o resultado, o Mjällby garantiu o troféu inédito e agora volta as atenções às últimas rodadas da liga e ao planejamento para a próxima temporada.

Após alcançar marca centenária na Suécia, Erick Brendon celebra

Foto: Divulgação/Östersunds FK

Formado na base do Botafogo, o Erick Brendon defende atualmente o Östersunds FK

Criado nas categorias de base do Botafogo, o volante Erick Brendon tem feito história atuando na Suécia. Quando surgiu na base Alvinegra, Erick atuava como lateral-direito e foi capitão da equipe sub-20 que levantou o título Carioca da categoria em 2014. O volante está no país europeu desde 2019, quando acertou com o IFK Värnamo, desde lá, o brasileiro acumula 113 jogos no país. Erick celebrou a marca e projeta alcançar números ainda mais expressivos.

“Muito feliz por poder alcançar uma marca tão expressiva como essa. É o sonho de qualquer garoto que é apaixonado por futebol poder jogar na Europa e conseguir vencer. Quando recebei o convite para vir atuar aqui, não pensei duas vezes, mas também sabia dos desafios que seria ficar longe da família, o frio, alimentação e a adaptação à uma cultura diferente. Hoje, fico muito feliz por estar totalmente adaptado, podendo desempenhar um bom futebol e sendo capaz de alcançar uma marca como essa”, disse.

Além do Botafogo, Erick atuou por outras equipes do Rio de Janeiro, entre elas, o América. Na atual temporada, Erick Brendon soma 22 jogos pelo Östersunds FK. O brasileiro destacou que está bem adaptado ao futebol sueco e que não pensa em retornar ao Brasil no momento.


“Estou bem adaptado ao futebol aqui da Suécia, também ao país, uma cultura muito diferente da nossa no Brasil. Aqui eu tenho uma qualidade de vida muito boa, o país proporciona isso. Não tenho o pensamento de voltar ao futebol brasileiro no momento, eu espero poder permanecer aqui por mais alguns anos, seguir crescendo, alcançando grandes números e, quem sabe, daqui a algum tempo, poder voltar a atuar no Brasil”, concluiu.

Na Suécia, volante ex-Erick Brendon faz balanço do primeiro turno e projeta segunda parte da temporada

Foto: Reprodução / Facebook / Östersunds FK

Jogador defende desde a temporada passada o Östersunds FK, equipe da segunda divisão da Suécia

Revelado pelo Botafogo, o volante Erick Brendon, que também atua como lateral-direito, vive boa fase na Suécia. O brasileiro de 28 anos, que está desde 2019 no futebol sueco e defende o Östersunds FK, equipe da segunda divisão local, avaliou a primeira parte da temporada e destacou o bom momento vivido no país europeu.

“Nessa primeira parte da competição, estamos fazendo um campeonato de meio de tabela. Temos oscilado bastante, o que não é bom para a gente. O nosso time é forte e qualificado, acredito que podemos evoluir e subir na tabela de classificação. Tenho feito bons jogos, participado bastante, o futebol aqui é bem rápido e forte, tenho conseguido me sobressair e ajudar a equipe com algumas assistências”, disse.

Na última temporada, Erick Brendon disputou 15 partidas pelo Östersunds FK. Na atual, dos 13 jogos disputados, Erick entrou em campo em 12 oportunidades. O brasileiro acumula quatro assistências para gols dos seus companheiros. Restando 17 rodadas para o final do campeonato, Erick Brendon acredita que a sua equipe tem chances de entrar na briga pelo acesso – apenas os dois primeiros sobem de forma direta. O terceiro colocado disputa um playoff.


“Ainda tem muito campeonato pela frente, sabemos que não vamos encontrar facilidades, pois o campeonato tem muitos times qualificados, mas o nosso objetivo nessa temporada é brigar na parte de cima. Para isso, precisamos de uma sequência de vitórias para poder colar no pelotão de cima e brigar por uma vaga na primeira divisão da próxima temporada”, concluiu.

Vitinho comenta a experiência no Vasalund IF da Suécia

Foto: divulgação Vasalund IF

Jovem atacante foi destaque na 2ª divisão do Paulista de 2022 e agora atua na Suécia

Com o início do Campeonato Paulista sub-23 – 2ª divisão, um importante participante da competição em 2022 relembra momentos vividos com o Flamengo de Guarulhos, fala de sequência na carreira e sua ida para o Vasalund IF da Suécia.

Aos 22 anos, Victor Damasceno de Oliveira, mais conhecido como Vitinho, é natural da zona leste de São Paulo e agora desbrava Solna, no Condado de Estocolmo, na Suécia. “Vim para a Suécia no início de 2023 após disputar o Paulista A2 pelo Monte Azul e estou adorando a experiência. Confesso que fiquei com muito medo, por já ter passado por uma experiência nada agradável no exterior, quando fui para a Bolívia, em 2018. Hoje, acompanhando de longe o início da competição em que me destaquei, vejo o quanto ela foi fundamental para o meu desenvolvimento dentro de campo”.

Vitinho gosta de reforçar que o futebol paulista é uma escola que todo jogador deveria estudar. “O futebol paulista é uma escola. Independentemente da divisão ou competição. As competições são bem difícil, com níveis competitivos e de muita visibilidade. Para mim, além disso, a minha vivência no terrão durante toda a minha infância, me ajudou a ter a habilidade que hoje possuo, inclusive, para continuar me destacando, só que agora, no exterior”, comenta.


Na Suíça desde o início do ano, o jovem atacante diz que inicialmente sentiu dificuldade na adaptação devido a língua, clima e cultura, e que o futebol acaba sendo bastante diferente também. “É muito diferente. O clima maltrata bastante, e o estilo de treinamento e jogos também, aqui é muito físico o tempo todo, embate corporal, e a gente acaba se destacando devido as habilidades e técnicas que vivemos no Brasil. Mas as dificuldades foram só no início, hoje estou adaptado, tive muito apoio do clube e dos jogadores, fui muito bem acolhido e estão me ensinando muito. Foi a melhor escolha que pude fazer”, finaliza.

Seu time, o Vasalundif disputa a 3ª divisão do país e conta com Vitinho no time principal. O atacante já balançou as redes e sonha com o time brigando nas primeiras posições.

João Paulo comenta sobre adaptação na Suécia e projeta estreia pelo Varbergs BolS

Foto: Divulgação/Varbergs BolS

O atacante João Paulo com a camisa do Varbergs BolS

O atacante João Paulo (22) está vivendo sua primeira experiência no futebol internacional. Revelado pelas categorias de base do Palmeiras, o atleta foi transferido para o Varbergs BolS, time que disputa a primeira divisão da Suécia.

João comenta que quando chegou ao país, demorou um pouco para se adaptar ao estilo de jogo sueco. “Os brasileiros têm um destaque aonde for em relação a qualidade técnica, mas uma coisa que me chamou muito atenção aqui, foi a força física dos suecos e a intensidade. Nunca tinha visto algo assim e a partir de agora pretendo adquirir essas características, trabalhando muito no dia a dia.”

Quando o atleta chegou a cidade de Varberg, sua primeira impressão foi muito positiva, tendo em vista que o país é considerado primeiro mundo. “O país é literalmente de primeiro mundo. Eu ainda não conhecia a Europa e é totalmente diferente do Brasil. Estou gostando muito da cidade, fora que todos me acolheram bem, fui muito bem recebido.”


O Varbergs BolS vem realizando jogos amistosos, visando à preparação para as principais competições do país. João Paulo vive expectativa para estrear oficialmente pelo clube. “A expectativa é sempre a melhor possível, esperamos fazer uma boa copa, uma boa liga e quem sabe pensar na parte de cima da tabela”, afirmou o atacante.

O próximo jogo do Varbergs BolS será pela Svenska Cupen, contra o Ostersunds FK, às 11h no horário de Brasília.

Atuando pelo Orebro, zagueiro Jullyan Becker fala de sua experiência nas divisões de acesso suecas

Por Tiago Cardoso
Foto: divulgação

Jullyan Becker em ação pelo Orebro

Na cidade de Orebro, a 200 quilômetros de Estocolmo, capital da Suécia, Jullyan Becker vive o sonho de milhares de crianças brasileiras, jogar na Europa. A Suécia, país que viu nascer o Rei do Futebol, Pelé, e onde a seleção Brasileira começou a escrever sua história de maior esquadrão do planeta, é o país onde o paranaense Jullyan Becker foi se aventurar.

O FC Orebro Nordic, seu time, não vive os holofotes das grandes ligas e tampouco o investimento dos times das divisões superiores da Suécia, mas possui estrutura de fazer inveja aos clubes das divisões inferiores do Brasil. A conquista da quinta divisão sueca em 2021 foi a primeira conquista da história do clube, glória da qual o defensor brasileiro fez parte, tendo capitaneado o time em algumas ocasiões.

Então, para que vocês conheçam como funcionam as divisões inferiores do futebol sueco, fizemos uma entrevista com Jullyan Becker, saído da capital paranaense, Curitiba, para viver o sonho da bola na Escandinávia. Confira a entrevista:

O Curioso do Futebol - Como foi o começo de sua carreira?

Jullyan Becker - Comecei no futebol desde pequeno, pois sempre fui apaixonado pelo futebol. Comecei jogando nas escolinhas do athletico e conforme foi passando os anos e eu fui me destacando recebi o convite para integrar a base do athletico, lá permaneci por 1 ano e meio, por conta de problemas no joelho acabei me afastando do futebol por um período e então retornei apenas com 21 anos a jogar, nisso tive muita dificuldade para conseguir clube, porém quando estava no união Beltrão recebi a proposta para jogar na Suécia.

OCDF - Como chegaste ao futebol sueco?

JB - cheguei ao futebol sueco através de um contato que me viu jogando e se interessou por mim, fazendo a proposta para jogar na Suécia

OCDF - Como é jogar nas divisões inferiores do futebol sueco?

JB - As divisões menores do futebol sueco, infelizmente não tem uma visibilidade tão grande, porém a estrutura dos clubes e o comportamento tático das equipes são excelentes, o futebol sueco é um futebol muito físico e de obediência tática.

OCDF - Qual sua projeção de futuro no futebol sueco?

JB - Minha projeção é ir crescendo no futebol sueco e conseguir integrar equipes de divisões maiores

OCDF - Como é a estrutura do clube aí na Suécia?

JB - as estruturas dos clubes aqui são de se invejar, pois mesmo clubes de divisões menores tem estrutura de grande clubes brasileiros.

OCDF - Quais as diferenças substanciais entre o futebol nas divisões inferiores do Brasil e na Suécia?

JB - A qualidade nas divisões inferiores do Brasil é maior se comparada com o da Suécia, porém eles conseguem igualar a falta de técnica com a obediência tática.


OCDF - O Baruch Imbituba te deixou uma boa impressão no período em que ali esteve? Achas que tem elenco subir à segunda divisão do Campeonato Catarinense?

JB - O Baruch Imbituba me deixou uma boa impressão sim, apesar de ser um clube novo tem muito para crescer, acredito que com o trabalho que está sendo realizado lá tem tudo para crescer bastante no cenário do futebol. E com certeza acho que será um candidato para subir de divisão.

OCDF - Os salários recebidos nas divisões inferiores do futebol sueco são suficientes para ter uma boa qualidade de vida e focar somente no desenvolvimento profissional?

JB - Os salários recebidos nas divisões inferiores do futebol sueco lhe dão uma condição para ter uma boa qualidade de vida, porém sem nenhum exagero, apenas com o básico, para se conseguir focar somente no desenvolvimento profissional é necessário estar numa divisão um pouco melhor como a segunda divisão de lá.

Lateral Erick Brendon busca segundo acesso por time da Suécia

Por Samuel Charles
Foto: reprodução Instagram

Erick Brendon em ação pelo IFK Värnamo

Formado nas categorias de base do Botafogo, o lateral-direito Erick Brendon tem sido destaque na Suécia. Desde 2019 atuando no IFK Värnamo, Erick conquistou o título da terceira divisão sueca na temporada passada e esse ano busca levar a sua equipe à elite nacional. Em dois jogos disputados, a equipe do brasileiro soma três pontos. Erick falou sobre as expectativas para esta temporada.

“A temporada passada foi muito especial. Conseguimos levar o clube para a segunda divisão e isso foi uma alegria gigantesca. Sabemos que esse ano o nível de dificuldade é muito maior, as equipes são mais preparadas. Mas, a gente vai em busca de conquistar mais um acesso e entrar para a história do clube”, disse.

Aprendizagem - Erick não chegou a atuar profissionalmente pelo Glorioso, mas estava no grupo que conseguiu o título da série B, em 2015. Pelas categorias de base, o jogador foi capitão e campeão Carioca, em 2014. Apesar de ser lateral-direito, Erick passou a atuar como volante e é atualmente o camisa 10 da equipe. o jogador comentou sobre a evolução na carreira e os aprendizados que adquiriu no futebol europeu.


“Essa minha vinda para o futebol europeu foi muito boa para mim. Pude viver em uma nova cultura, pude aprender bastante. Posso dizer que tenho uma outra cabeça, muito mais aberta. Profissionalmente também cresci muito. É um futebol muito tático, com alta intensidade, então isso faz com que você tenha que evoluir. Cada dia tem sido um aprendizado diferente”, concluiu.

Atacante Anderson Ponciano conta como é jogar na Suécia em tempos de pandemia

Com informações MF Press Global
Foto: acervo pessoal

Anderson Ponciano defende atualmente o United IK

Anderson Ponciano joga em times da Suécia desde 2010, mas, desde o ano passado, a saudade passou a ser sua grande adversária. Sem a família brasileira por perto e sem o calor da torcida nos estádios, por causa da pandemia, o atleta tem aprendido a lidar com o carinho e admiração de fãs pelo meio virtual.

“Acho que o torcedor não deixou de torcer, muitos estão acompanhando o mercado da bola e seus respectivos times pela internet, onde tem muita conversa em torno de especulações, transferências, novos técnicos, etc. Mas, claro, estamos todos na expectativa que tudo isso acabe logo e o torcedor possa voltar aos estádios”, afirma o artilheiro do United IK, time que vai disputar a segunda divisão do campeonato sueco neste ano.

Anderson contou que no país europeu, apesar das diferenças culturais com o Brasil, a torcida é muito acolhedora e apoia o time independente das derrotas. “A torcida na Suécia é bem diferente da do Brasil. Aqui eles te apoiam se você ganha ou perde. Se a equipe de futebol é de alguma cidade do interior, por exemplo, a torcida adversária é muito educada, bate palma se você faz uma jogada boa ou se erra”, conta. “No Brasil, jogar em um time do interior é uma pressão enorme dos torcedores. Eles te xingam, xingam sua família e sua qualidade técnica”, relembra.

Apesar das diferenças, o jogador afirma que nos dois países existe um amor inexplicável pelo futebol. “Times grandes, como Aik, Hammarby e Malmö - time que revelou Zlatan Ibrahimovic, ídolo na Suécia - as torcidas organizadas são muito apaixonadas pelos times, mas não tem confrontos entre as adversárias”, pontua.

Com relação à pandemia, o atleta afirma que a presença da torcida no estádio faz diferença nas partidas. “Acho que isso varia para cada jogador. Enquanto uns crescem com a presença de torcedores, outros não fazem questão. Para mim é muito importante ter o apoio do torcedor para empurrar o time a alcançar o resultado”, finaliza.


Carreira - Anderson Ponciano, de 31 anos, é um jogador de futebol brasileiro, nascido na Baixada Santista (SP), que atualmente vive na Suécia. Aos 19 anos alcançou o sonho de ser um jogador profissional e estrelar em um time da Europa, mas antes de seguir carreira internacional, foi jogador das categorias de base dos times: Associação Atlética Portuguesa e Associação Esportiva Santacruzense, ambos do interior paulista.

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