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As passagens de Leandro Ávila pelo Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Leandro Ávila teve duas passagens pelo Fogão

Natural de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Leandro Coronas Ávila, popularmente conhecido apenas como Leandro Ávila, está comemorando o seu 51º aniversário nesta quarta-feira, dia 6 de abril de 2022. Por isso, hoje vamos relembrar as duas passagens que, o agora ex-volante, teve pela equipe do Botafogo, que aconteceram em 1995 e 2001.

Após ser revelado nas categorias de base do Vasco da Gama entre 88 e 92, Leandro jogou pelo time principal do Gigante da Colina até 95. Neste mesmo ano, rumou para um dos seus rivais do estado carioca, indo para o Botafogo.

Nesta sua primeira passagem pelo clube Alvinegro do Rio de Janeiro, foi um dos grandes destaques do time. Mostrando sua importância dentro do elenco, ajudou e muito os seus companheiros de equipe a levar o troféu do Campeonato Brasileiro de 1995 para a galeria botafoguense. Inclusive, chegou a ser convocado para defender a Seleção Brasileira 

Assim que o volante deixou o clube alvinegro, retornou ao Vasco. Na sequência da sua carreira, ainda rodou por clubes como Palmeiras, Fluminense e Flamengo entre 1996 e 2001. Neste ano, Ávila voltou para o time preto e branco do Rio de Janeiro, emprestado pelo Mengão.

Desta vez, o Botafogo vivia um momento completamente diferente daquele em que o atleta teve a sua primeira passagem. Naquela ocasião, o Fogão brigava contra o rebaixamento, e o volante ajudou na manutenção do clube na elite do futebol brasileiro em 2001.


Depois desta segunda passagem pelo alvinegro, Leandro Ávila voltou para o Fla no ano seguinte. Ao fim de seu ciclo com o rubro-negro, o atleta ainda defenderia as cores de equipes como o Internacional, o Al Hilal da Arábia Saudita e encerraria a sua carreira como jogador de futebol profissional no Marília em 2004, aos 33 anos de idade.

Quando o Botafogo virou a "Estrela Solitária"

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Botafogo

A fusão de dois clubes deu origem ao escudo atual do Botafogo

Castigado por administrações caóticas o Botafogo, um dos mais tradicionais clubes do futebol brasileiro, vive hoje um dos piores e mais catastróficos momentos de sua história. Porém, a história botafoguense é muito maior que o momento triste vivido pelo clube carioca e o escudo do Glorioso é um dos mais famosos e mais marcantes do futebol brasileiro, talvez inclusive do futebol mundial. A estrela solitária surge a partir de 8 de dezembro de 1942, com a fusão entre dois distintos clubes de nome Botafogo no Rio de Janeiro.

A história do clube que hoje conhecemos como Botafogo começa em 1891, com a criação do Grupo de Regatas Botafogo, que três anos depois se tornaria o Club de Regatas Botafogo. Um dos fundadores foi Luiz Caldas, conhecido como Almirante, famoso velejador brasileiro naquele período. O nome Club de Regatas Botafogo surge após a morte de Luiz, quando o clube é regulamentado, tendo como sede na época um casarão que já foi demolido.

O Botafogo Football Club surgiu inicialmente como Electro Club, criado pelos estudantes Flávio Ramos e Emmanuel Sodré, estudantes que tinham 14 e 15 anos na época. Um mês depois da primeira fundação, o nome foi alterado para Botafogo Football Club, devido a sugestão da avó de Flávio. As duas instituições existiam paralelamente naqueles anos. O Botafogo FC foi campeão estadual por sete vezes antes da junção fusão dos dois clubes.


A fusão dos dois clubes aconteceu no dia 8 de dezembro de 1942, mas já era estudada desde 1931. Ela foi combatida por muitos anos devido a personalidades de ambas as instituições principalmente Antônio Mendes de Oliveira Castro, do Remo e João Saldanha, sim, aquele, do futebol, com o temor de que o clube de regatas estivesse infiltrado por torcedores do Fluminense, clube que, de fato, era o único dos rivais botafoguenses que jamais tinha possuído um departamento de regatas famoso.

A fusão acaba finalmente tendo andamento por um motivo muito triste. Naquele ano, mais precisamente em 11 de junho, num confronto entre as equipes do Botafogo de Regatas e do Botafogo FC pelo campeonato estadual de basquete, o atleta Armando Albano, um dos principais do clube de futebol e integrante inclusive da Seleção Brasileira, chegou atrasado ao jogo e entraria no intervalo. Porém, durante esse período, ao se agachar para pegar uma bola teve um mal súbito e faleceu. A notícia da morte prontamente causou uma comoção que acabou por selar a união entre as duas instituições, com a tramitação terminando em dezembro.

Da fusão, surgiu o símbolo que se tornaria a maior representação do clube até hoje. A estrela solitária representa a aparição de Vênus no céu, chamada de "Estrela D'Alva" e era o símbolo máximo do clube de regatas. Quando as instituições se fundiram, surgiu o escudo que tinha o formato do símbolo do time de futebol com a estrela solitária branca diante de um fundo preto. Desde então, pouco o escudo foi alterado, marcando a história da instituição até hoje e para sempre.

O Curioso do Futebol

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