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Espanha vence a Suécia por 2 a 1 e está na final da Copa do Mundo Feminina

Com informações do Terra
Foto: Hannah Mckay / Reuters

Comemoração espanhola ao fim do jogo

Lágrimas, risos e abraços dominaram o gramado do estádio Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia, nesta terça-feira, dia 15, ao apito final da brasileira Edina Alves. Antes marcada por protestos das atletas contra o técnico Jorge Vilda, a Espanha venceu a Suécia, por 2 a 1, e fez história classificando-se à final da Copa do Mundo feminina pela primeira vez. Paralluelo abriu o placar, Blomqvist empatou e Olga Carmona decidiu.

Para chegar à semifinal, a Espanha passou pela Holanda nas quartas de final, vencendo por 2 a 1, precisando da prorrogação. Já a Suécia eliminou, na etapa anterior, o Japão, que era o único campeão mundial até então vivo na competição, vencendo por 2 a 1.

A primeira boa oportunidade do jogo aconteceu aos 10 minutos com a chegada da Espanha, em uma bola cruzada dentro da área. Redondo cabeceou e a defesa sueca afastou. Hermoso ainda tentou pegar o rebote, mas a defesa adversária conseguiu afastar. Aos 13, Olga Carmona arriscou um chute firme de fora da área, assustando as jogadoras da Suécia.

A resposta sueca surgiu na sequência, com um cruzamento de Rubensson. Kaneryd tentou o cabeceio, mas o impedimento foi marcado. Bonati recebeu uma bola pela direita aos 20 minutos, e cruzou para dentro da área. Hermoso subiu para o cabeceio e bola foi nas mãos de Musovic. Marcando alto, as espanholas ficavam mais com a bola e as adversárias esperavam para puxar o contra-ataque, com poucas oportunidades ofensivas.

Na pressão das espanholas que mantinham a posse, aos 34 minutos Putellas pegou um rebote de uma falta que foi cobrada na esquerda, limpou da marcadora e finalizou firma para o desvio da defesa das rivais. A Suécia encontrava dificuldade para sair e buscava espaços pelas pontas, no pouco tempo que ficava com a posse. Asllani pisou na área e tentou finalizar, mas a bola foi direto para a linha de fundo.

A primeira oportunidade de gol da Suécia surgiu aos 41 minutos, com uma bola cruzada pelo alto. Rolfö recebeu livre de marcação dentro da área e finalizou no seu lado esquerdo, para a grande defesa de Coll. Foi a melhor chance de todo o primeiro tempo. A pressão sueca seguiu por dois escanteios seguidos, mas a defesa adversária impediu a finalização das bolas que foram alçadas para dentro da área.

As equipes não mexeram no intervalo e logo no primeiro minuto do segundo tempo, Asllani cobrou uma falta ruzada para a área, e Putellas subiu para afastar. A Suécia voltou mais ligada e tentava utilizar suas bolas aéreas para levar vantagem perante as adversárias. Após um escanteio cobrado aos 6 minutos a goleira Cata Col saltou para afastar com soco. Eriksson tentou dividir, mas a arbitra Edina Alves marcou falta de ataque.

Aos 11 minutos, Vilda tirou Putellas e colocou Paralluelo em sua vaga. A melhor do mundo teve atuação discreta no jogo. Logo na sua primeira jogada, a camisa 18 criou uma oportunidade pelo lado esquerdo, mas a defesa sueca levou vantagem. Tentando recuperar a posse, as espanholas respondiam pelas pontas e aos 15 minutos, Redondo tabelou com Aitana pela esquerda, mas ao pisar na área, Rubensson interceptou o lance.

A chuva chegou ao estádio Eden Park e o gramado ficou escorregadio, deixando o jogo mais corrido. Abelleira sofreu falta na entrada da grande área feita por Rolfö aos 22 minutos. Na cobrança, a bola de Caldentey bateu na barreira. Com um contra-ataque veloz pelo lado esquerdo, Hermoso cruzou a bola para dentro da área. Redondo tentou a finalização e caiu, na sequência, Paralluelo recuperou a bola para não sair em linha de fundo, e mesmo caída, Redondo chutou e acertou a rede pelo lado de fora.

Na segunda substituição espanhola Eva Navarro apareceu no lugar da atacante Redondo. As primeiras substituições da Suécia chegaram aos 31 minutos. Schough entrou no meio de campo no lugar de Kaneryd. Blackstenius deu lugar no ataque para Blomqvist.

Foi dos pés de Paralluelo o primeiro gol espanhol no jogo. A atacante de 19 anos recebeu um cruzamento do lado esquerdo criado por Hermoso, Andersson não conseguiu tirar e a camisa 18 finalizou rasteiro dentro da área para fazer o 1 a 0, aos 41 minutos. O lance chegou a ser analisado pelo VAR, mas foi validado pela arbitragem.


Peter Gerhardsson mexeu novamente no time com Rubensson saindo para a chegada de Hurtig no meio. A Espanha ainda comemorava o gol e logo aos 42 minutos a Suécia chegou ao empate. Depois de arremesso lateral com cruzamento para dentro da área, Hurtig desciou e Blomqvist chapou no pé com segurança para fazer o 1 a 1.

O jogo passou a ferver na reta final. Aos 44 minutos, Abelleira cobrou um escanteio rasteiro e Olga Carmona finalizou sem chance de defesa para a goleira Musovic. Espanha na frente de novo. 2 a 1 e a Espanha estava na final

Com o resultado, a Espanha vai encarar o vencendor de Austrália e Inglaterra, que jogam nesta quarta, em Sidney, na outra semifinal, na decisão da Copa do Mundo Feminina, que será domingo, dia 20, às 7 horas, no Stadium Australia, em Sidney. Já a Suécia encara o perdedor do outro jogo, na decisão de terceiro lugar, no sábado, dia 19, às 5 horas, no Lang Park, em Brisbane.

Suécia vence o Japão por 2 a 1 e vai à semifinal da Copa do Mundo Feminina

Com informações do GE.com
Foto: Getty Images

Suecas festejam a classificação

Em busca de seu primeiro título mundial na história, a Suécia superou o Japão e segue viva na Copa do Mundo Feminina. A equipe europeia bateu as asiáticas por 2 a 1, na madrugada desta sexta-feira, o Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia. Ilestedt e Angeldhal marcaram para as suecas, e Hayashi descontou para as japonesas já no fim do jogo.

Nas oitavas de final, o Japão conseguiu a sua classificação não tomando conhecimento da Noruega, goleando por 4 a 1. Já a Suécia teve uma tarefa mais complicada, ganhando nas penalidades dos Estados Unidos, por 5 a 4, após um 0 a 0 no tempo normal e prorrogação.

No começo do jogo, a Suécia tentou apostar em cruzamentos para aproveitar a boa altura de suas atletas, enquanto as japonesas buscavam colocar a bola no chão e acelerar a partida, principalmente pelas pontas. Foram as europeias que saíram na frente, aos 31', após jogada em bola parada. Depois de cobrança de falta na área, a goleira Yamashita cortou, mas a sobra ficou com as suecas. Eriksson insistiu, e a bola caiu nos pés de Ilestedt, que completou para o fundo das redes.

A tentativa de reação do Japão no começo do segundo tempo foi travada pelo segundo gol sueco, que saiu aos cinco minutos, em cobrança de pênalti, marcado após a bola bater na mão de Nagano. Angeldhal cobrou e converteu. As japonesas seguiram tentando diminuir a diferença e tiveram a chance de ouro aos 31', quando a árbitra marcou um pênalti após empurrão em Ueki. A camisa 9 foi para a cobrança, mas mandou a bola no travessão.


A quatro minutos do fim, veio o gol nipônico: Ueki cobrou falta da entrada da área e de novo atingiu o travessão, com a bola passando em cima da linha na sequência. Após cobrança de lateral, as japonesas trocaram passes rapidamente, e Hayashi aproveitou que a zaga sueca afastou mal para estufar as redes: 2 a 1.

Na semifinal, a Suécia vai ter pela frente a Espanha, que eliminou o Holanda, também nesta sexta-feira, por 2 a 1, precisando da prorrogação. A partida está marcada para a próxima terça-feira, dia 15, às 5 horas, no Eden Park, em Auckland.

Nova Zelândia abre a Copa do Mundo Feminina vencendo a Noruega

Com informações do GE.com e Terra
Foto: Getty Images / Fifa.com

Wilkinson celebra o gol da vitória da Nova Zelândia sobre a Noruega

A Copa do Mundo Feminina de 2023 começou com triunfo de uma das seleções sede. A anfitriã Nova Zelândiam nesta quinta-feira, dia 20, bateu a Noruega por 1 a 0 e conquistou sua primeira vitória na história dos Mundiais. Wilkinson, com grande atuação, marcou o único gol da partida, que abriu o torneio no Eden Park, em Auckland.

As duas seleções estão no Grupo A do torneio, que conta também com Filipinas e Suíça. A Nova Zelândia está no certame pois é, ao lado da Austrália, uma das anfitriãs do evento. Já a Noruega se classificou pelas Eliminatórias europeias para a Copa do Mundo Feminina.

As donas da casa dominaram a etapa inicial. Apesar do favoritismo das norueguesas, foram as anfitriãs que tiveram maior volume ofensivo no primeiro tempo, apostando em cruzamentos e lançamentos em profundidade. Além disso, se comportou bem taticamente e variou o posicionamento de suas jogadoras. A Noruega também teve chances de marcar, mas esbarrou em boa marcação adversária.

Wilkinson já tinha recebido chances durante todo o primeiro tempo, mas na segunda etapa não perdoou, aos 2 minutos. O primeiro gol da Copa foi das anfitriãs! A Nova Zelândia desceu pela direita, após saída de bola longa. Jacqui Hand escapou em velocidade e cruzou bem para artilheira, que chegou livre entre as zagueiras e batendo de primeira, para o fundo do gol!


As norueguesas entraram como favoritas em campo, mas tiveram um jogo com baixa rotação e poucas chances de balançar a rede. A melhor chance foi acontecer aos 35 minutos do segundo tempo, com Tuva Hansen após belo pivo de Ada Hegerberg. As nórdicas ainda viram Percival perder um pênalti nos acréscimos. No fim, aumentaram a intensidade, porém não tiveram sucesso.

Agora, as duas seleções voltam a entrar em campo na terça-feira. A Nova Zelândia encara as Filipinas, às 2h30, no Wellington Regional. Do outro lado, a Noruega enfrenta a Suíça, às 5h, no Waikato, na cidade de Hamilton.

Haiti vence o Chile, na Repescagem, e garante vaga na Copa do Mundo Feminina

Foto: Dylan Chhour / Comunicaciones FFCh

Partida foi realizada em Auckland

O Grupo B foi a primeira chave a ser definida na Respescagem para a Copa do Mundo Feminina de 2023. E a vaga ficou com o Haiti, que na tarde de quarta-feira, dia 22, no North Harbour Stadium, em Auckland, na Nova Zelândia, final de noite no Brasil, venceu o Chile por 2 a 1 e estará no Grupo D do Mundial de futebol para as mulheres.

O Haiti, da Concacaf, fez um jogo preliminar na Repescagem e venceu Senegal por 4 a 0, no último sábado, no North Harbour Stadium, em Auckland. Já o Chile, quinto na Copa América da Conmebol, entrou direto no jogo decisivo por estar melhor colocado no ranking da Fifa (38ª colocação).

Jogo equilibrado no primeiro tempo, com poucas ações no ataque. Tanto Chile como Haiti ficaram se estuando, truncando a partida no meio-de-campo. Com o passar dos minutos, as haitianos 'tomaram conta' e abriram o marcador aos 45 minutos, com Melchie Dumornay, batendo de canhota, indo para o intervalo vencendo por 1 a 0.

Na segunda etapa, o Chile foi para cima desde os primeiros minutos, buscando o empate. A "La Roja" tentava de todas as formas o gol de empate, mas esbarrava na defesa haitiana, que estava bem postada. Aos 40', o Haiti teve um pênalti a seu favor, mas Nerila Mondesir desperdiçou a cobrança, com a goleira Chilena, Christiane Endler, defendendo.

Nos acréscimos, muita emoção. Melchie Dumornay marcou novamente, aos 53' e fez 2 a 0 para o Haiti. Mas o gol não deu descanso, já que dois minutos depois, Zamora diminuiu para o Chile. Porém os 2 a 1 garantiram as haitianas no Mundial.


Com o resultado, o Haiti se classificou para a Copa do Mundo Feminina de 2023 e estará no Grupo D, ao lado de Inglaterra, Dinamarca e China. A estreia será contra as inglesas, em 22 de julho, no Lang Park, em Brisbane, na Austrália.

O Curioso do Futebol

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