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O então promissor Abuda e sua estreia pelo Corinthians com 17 anos

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Abuda tinha 17 anos quando estreou profissionalmente pelo Corinthians

Adaílson Pereira Coelho, mais conhecido como Abuda, nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 28 de março de 1986, e surgiu como uma grande promessa, mas acabou não vingou. O atacante passou por alguns clubes grandes, inclusive fora do país, mas não conseguiu ter o mesmo desempenho da base.

O começou na base do Juventude, com 14 anos, sendo destaque da equipe durante dois anos. Com isso, o Corinthians se interessou e trouxe o atleta em 2002 para integrar o time de base. Abuda manteve um grande nível, mostrando ter um grande potencial.

Depois de pouco tempo atuando na base do clube, ele foi chamado para o time principal. Começou a treinar com o elenco e foi sendo relacionado para algumas partidas, e em 16 de junho de de 2003, ele entrou em campo pela primeira vez como profissional, em um jogo contra o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro.

Três dias depois, o jogador entrou novamente em campo pelo Timão, em um jogo contra o Guarani, e marcou seu primeiro gol no profissional. Após esse momento, todos pensaram que ele ia deslanchar e suprir todas as expectativas criadas em cima dele.

Ele acabou entrando em alguns poucos jogos, mas ainda sem muito desempenho, tanto que foi reintegrado para a categoria de base em novembro. Em 2003, o atacante disputou o Sul-Americano e a Copa do Mundo pela Seleção Brasileira Sub-17. No mundial, ele foi o artilheiro e campeão, sendo um dos principais destaques.

Mesmo com as grandes atuações, o jogador não estava mais recebendo chances na equipe principal. O atacante ainda foi campeão da Copa São Paulo em 2004 e 2005, e após isso voltou a receber chances no profissional, mas acabou não tendo sequência.

Abuda não desempenhou o mesmo futebol da base, e por isso não conseguiu espaço no timão. Após alguns anos no clube, o atacante foi aconselhado pelo Fernando Baiano a seguir a sua carreira na Alemanha, pois ele recebeu uma proposta do Wolfsburg.


O atacante nunca conseguiu desempenhar aquele futebol que encantou a todos, e viveu, inclusive ainda vive atuando por clubes menores, mas esse ano ainda não foi contratado por ninguém. O jogador que surgiu como uma grande promessa, acabou sendo uma grande decepção.

Abuda rodou o Brasil e o mundo jogando futebol. Chegou a atuar por Náutico, Vasco e Avaí, defendeu clubes do interior paulista e do nordeste e jogou até a temporada passada, por três clubes: o pernambucano Sete de Setembro, o mato-grossense Campo Novo e o paraense Sport Real.

Aos 36 anos, Abuda jogará Segundona Paraense pelo Sport Real

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Sport Real

Abuda com a camisa de seu novo clube

O Sport Real, do município de Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, anunciou a contratação do experiente atacante Abuda, de 36 anos, ex-Corinthians, para a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Paraense de 2022.

Abuda deverá fazer sua estreia contra o Parauapebas, dia 10 de setembro, às 16 horas, no Estádio Rosenão, em Parauapebas. O Sport Real está no Grupo D do Paraense, ao lado de Altamira, Atlético-PA, Carajás, Gavião e Parauapebas.

O atacante apareceu como destaque no Corinthians e ainda defendeu o Vasco e times do exterior. Abuda é natural de São Luís, no Maranhão, e iniciou a carreira no Timão.

Antes de se profissionalizar, Abuda conquistou a Copa do Mundo pela seleção brasileira sub-17, em 2003. Pelo Timão, ele foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em 2004, e campeão do Campeonato Brasileiro, em 2005.


No Brasil, o atacante teve passagens também pelo Náutico, Vasco, Paraná e Sampaio Corrêa, dentre outros clubes. No exterior, defendeu o Wolfsburg, da Alemanha; Germinal Beerschot, da Bélgica; Tours, da França; Gifu e Tokyo Verdy, do Japão.

No futebol paraense, o atacante defendeu, em 2009, o Castanhal no Campeonato Paraense, marcando dois gols em nove jogos. Na atual temporada, o atacante passou por Sete de Setembro, de Pernambuco, e Campo Novo, do Mato Grosso.

De saída, Abuda agradece oportunidade do Sampaio Corrêa

Foto: Lucas Almeira / Sampaio Corrêa

Abuda treinando no Sampaio Corrêa, antes do início da quarentena

A pandemia do novo coronavírus vem afetando todos os setores da sociedade e, no futebol, não é diferente. Contratado para reforçar o Sampaio Corrêa no campeonato estadual, o volante Abuda, em comum acordo com a direção do clube, optou por rescindir seu contrato que, a princípio, tinha duração de três meses.

Apesar da despedida, o experiente jogador, com passagens por equipes como Vasco, Chapecoense, Ponte Preta, Atlético-GO e Figueirense, deixa as portas abertas e não descarta um futuro retorno no Sampaio Corrêa, equipe de seu estado natal.

“Infelizmente essa situação do coronavírus pegou todos desprevenidos e todo mundo, de alguma forma, tem sofrido com tudo isso. Conversei com o pessoal do clube ontem e chegamos nessa decisão de rescindir, mas, independente de qualquer coisa, saio pela porta da frente, com amizades e, quem sabe no futuro, retornar. Agradeço ao clube e aos funcionários, desde o primeiro dia fui sempre muito bem tratado por todos”, revelou o atleta, que também já atuou fora do país, defendeu o Gaziantepspor, da Turquia, e o Al-Mojzel, da Arábia Saudita.


Mesmo sem jogos nas últimas semanas por conta do período de quarentena, Abuda vinha mantendo a forma física diariamente. O volante optou por ficar morando no alojamento e treinando no clube, ao invés de retornar para casa com a família.

“São escolhas, decisões que precisamos tomar. O corpo é nosso instrumento de trabalho e, hoje, mais do que nunca, o futebol exige muito da parte física. Vou continuar treinando e tenho certeza que logo tudo vai se acertar. Agora é seguir em frente em busca de um novo desafio. Estou preparado”, concluiu.

No Sampaio Corrêa, Abuda comenta medidas adotadas para treinamentos

Foto: divulgação Sampaio Corrêa

Abuda já treinando pela Bolívia Querida

O Maranhão segue sendo um dos poucos estados brasileiros sem casos de infectados pelo novo coronavírus (COVID-19). Diante dessa situação, o Sampaio Corrêa segue realizando seus treinamentos, mas com portões fechados.

“Foi feito um trabalho muito bacana do departamento médico com a gente sobre a conscientização e a gravidade da situação. Não estamos fazendo atividades na academia e os treinos estão sendo apenas no campo”, revelou o volante Abuda.

Sem uma definição sobre o prosseguimento do campeonato estadual, o volante admite que diante do rápido avanço da pandemia pelo mundo, a tendência é que a situação se agrave nos próximos dias.

“Estamos acompanhando com atenção os noticiários e a situação vêm piorando a cada dia. Acredito que nos próximos dias devemos ter algumas outras medidas aqui no clube. É uma situação chata, mas necessária. A gente fica chateado, mas entendemos que a nossa saúde e de quem nos cerca é mais importante do que qualquer outra coisa”, finalizou.


O Sampaio Corrêa é o atual vice-líder do campeonato maranhense com dez pontos conquistados e um jogo a menos que o líder Moto Club, que tem dezesseis. O próximo jogo programado será com o Imperatriz, ainda sem data definida devido às paralisações.

De família maranhense, Abuda comemora chegada ao Sampaio Corrêa

Foto: Lucas Almeida

O jogador durante a sua apresentação

Com passagens por clubes como Vasco, Chapecoense, Ponte Preta e Figueirense, o volante Abuda foi oficializado como reforço do Sampaio Corrêa na última sexta-feira (6). Regularizado, o jogador ficou no banco de reservas no clássico com o Moto Club, pelo campeonato estadual.

Além da oportunidade de retornar ao Brasil após um período no futebol saudita, outro motivo em especial facilitou o acerto de Abuda com a Bolívia Querida. É que a família do volante é maranhense e, segundo o jogador, sempre teve o sonho de vê-lo atuando pelo Sampaio Corrêa.


“Estou muito feliz com esta nova oportunidade na minha carreira. Meu pai e meus familiares são maranhenses e sempre me falavam que queriam me ver jogando pelo Sampaio Corrêa. Estar aqui é um sonho realizado, não só para mim, mas como para toda a minha família. Agora é trabalhar para que eu possa ajudar a equipe a conquistar os seus objetivos”, ressaltou o volante, de 31 anos, que é natural da cidade de Almeirim (PA).

Focado, Abuda trabalha de olho na sua estreia com a camisa do Sampaio Corrêa. Ele deverá fazer o seu primeiro jogo pela nova equipe na próxima terça-feira (17), quando a Bolívia Querida visita o Imperatriz, pelo Campeonato Maranhense.


“Fui muito bem recebido por todos aqui no clube e isso tem facilitado a minha adaptação. Estou bem fisicamente e pronto para fazer o meu primeiro jogo. Creio que será uma partida difícil, contra um concorrente direto na briga pelas primeiras posições. Porém, vejo que temos um elenco qualificado e com totais condições de retornar com um bom resultado”, concluiu Abuda.

Liderado por Abuda, Crac faz boa campanha no Campeonato Goiano

Por Ana Cibele/WP Assessoria Esportiva
Foto: Mamede Sports / Divulgação

Abuda lidera a equipe que voltou à elite do futebol goiano

Muito mais do que técnica, o futebol requer um fator de vital importância: experiência. Em um time repleto de jovens e nomes pouco conhecidos no mundo da bola, o volante Abuda é um dos líderes do Crac no Campeonato Goiano. No auge dos seus 31 anos de idade, o experiente meio campista, com passagens por Goiás e Avaí, destaca a campanha feita pelo clube de Catalão até agora no torneio estadual.

"A campanha até agora está excelente, graças a Deus. Estamos fazendo um bom trabalho, um bom campeonato, ficando apenas atrás dos grandes. Acho que temos tudo para classificar, e no mata mata, se Deus quiser, conseguir a proeza de ir para uma final e consequentemente dar ao clube mais um título goiano", ressaltou Abuda.

Além do futebol mostrado dentro de campo, a experiência do volante Abuda vem se mostrando fundamental para o clube. Para ele, isso ajuda dentro e fora de campo, pois passa aos atletas maior confiança, além de dar uma maior tranquilidade para buscar os resultados planejados para a temporada.

"A experiência conta bastante neste momento, já que sou bem conhecido no estado de Goiás devido a minha experiência nos clubes daqui, principalmente no Goiás, onde fiquei quatro anos e consegui títulos e acessos. Isso conta muito e agrega, tanto na diretoria quanto comissão técnica, que vem nos dando paz a tranquilidade no torneio, para que possamos fazer um bom Campeonato Goiano e, se Deus quiser, chegarmos ao título", destacou o veterano meio campista.

O Curioso do Futebol

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