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6 a 0! Marília 'atropela' a Matonense, fora de casa, e aplica a maior goleada do Paulistão A3

Com informações do ge.globo
Foto: Leonardo Carrara/MAC

Comemoração em um dos gols da partida

O Marília goleou a Matonense por 6 a 0 na tarde desta quarta-feira, dia 21, mesmo jogando no Estádio, Hudson Buck Ferreira, em Matão, e aplicou a maior goleada da Série A3 do Campeonato Paulista deste ano. A partida foi válida pela décima rodada da competição.

O MAC, que está na briga para entrar no G8 do Campeonato Paulista da Série A3, vinha de um empate em casa com o Lemense em 1 a 1. Já a Matonense, que tem a pior campanha entre os 16 times, com apenas um ponto, vinha de derrota em casa para o EC São Bernardo, por 2 a 1.

Com menos de um minuto de jogo, Aslen Kevin aproveitou o vacilo da zaga da Sema e chutou para o gol. A bola ficou mastigada e o zagueiro Breno tentou tirar, mas acabou completando para as próprias redes. Os visitantes ampliaram aos seis minutos, com Luiz Henrique, que aproveitou a cobrança de escanteio e chutou de perna esquerda no canto do goleiro Alê.

Na segunda etapa, logo aos quatro minutos, Franklin aproveitou a bobeada da defesa da Matonense dentro da área, dominou e chutou forte para fazer o terceiro gol do Marília. Aos 18 minutos, após uma investida rápida, Franklin recebeu, ajeitou o corpo e deu um belo chute colocado de fora da área para a fazer o seu segundo gol no jogo, o quarto dos visitantes.

Aos 22 minutos, Aslen Kevin dominou após cobrança de escanteio e chutou para marcar o quinto gol do MAC. A bola ainda desviou no zagueiro Breno, que já havia feito gol contra, antes de entrar. Aos 34 minutos, Romário aproveitou a sobra da defesa da Sema e chutou de fora da área para fechar o placar: 6 a 0 para o MAC


Com a goleada, o Marília subiu para a sétima posição e chegou aos 12 pontos. Por outro lado, a Matonense segue na lanterna da Série A3, com apenas um ponto conquistado. Na próxima rodada, as equipes entram em campo no sábado, dia 24. A Sema visita o São Caetano, no Anacleto Campanella, às 15 horas, e o MAC recebe o Sertãozinho, às 19h15, no Bento de Abreu.

50 anos do histórico 6 a 0 do Botafogo sobre o Flamengo

Com informações do Torcedores.com
Foto: arquivo

Naquele 15 de novembro de 1972, o Botafogo fez 6 a 0 no Flamengo

Maracanã 15/11/1972. O Mario Filho recebeu apenas 46.279 torcedores, pouco em se tratando de Maracanã, clássico regional e anos setenta – quando os públicos foram os maiores da história, o juiz Arnaldo César Coelho não imaginava quantas vezes apontaria para o meio de campo, com um detalhe: apenas para gols de um único time. Naquele dia, que se completa 50 anos, o Botafogo atropelaria o Flamengo por 6 a 0. E era aniversário do Rubro Negro!

Estamos na vigésima rodada, era uma quarta-feira, e o Flamengo estava a dois dias do seu aniversário, mal sabia a torcida o presente que receberia. O time da gávea tinha o técnico Zagallo, o goleiro Renato, e jogadores como Rodrigues Neto, Fio Maravilha, Zanata; o Botafogo era treinado por Sebastião Leônidas, estava com o goleiro Cao, e tinha atletas como Osmar Guarnelli, Marinho Chagas, Nei Conceição.

A partida é iniciada, a zaga do Flamengo resolveu não aparecer, Jairzinho acordou inspirado, porque logo aos quinze minutos, ele entra livre e chuta forte 0 a 1, aos trinta e cinco, o Flamengo ataca, Botafogo desarma, cria contra-ataque, Zequinha cruza, o argentino Fischer emenda de primeira 0 a 2, não demorou muito, aos quarenta e um, Chiquinho falha, Fischer cabeceia e cai. Renato fica parado vendo a bola entrar, inacreditável 0 a 3.

Segundo tempo, todos tinham a dúvida, será que o Flamengo vai reagir? Ou o Botafogo continuará no massacre? A segunda opção é a afirmativa correta, até os vinte e três o Flamengo segurou, quando em um levantamento na área, Fischer faz um corta-luz, Jairzinho mata no peito e chuta rasteiro 4 a 0, Fischer é elogiado sem parar pela imprensa, caminhávamos para o final do jogo, parecia que o placar seria aquele, mas não, o Botafogo queria mais, aos trinta e oito Zequinha faz um passe à meia altura e Jairzinho completa de calcanhar 5 a 0, mas a humilhação seria maior ainda, aos quarenta e três, Renato larga a bola, Ferreti aproveita o vacilo e faz 6 a 0.

O Juiz apita, para alívio dos Flamenguistas. O narrador Doalcey Camargo brincava dizendo que tinha terminado o estoque de piada, segundo os botafoguenses, parece que houve uma conspiração com o Canal 100, o qual possuía as imagens desse jogo, pois, elas nunca mais foram exibidas, ou estão escondidas.


O mais engraçado de toda essa história, é que durante nove anos, a torcida do Botafogo exibia a faixa com o placar toda vez que jogavam Botafogo e Flamengo, Zico dizia que não aguentava mais olhar aqueles dizeres durante os clássicos. No campeonato carioca de 1981, o Flamengo abriu 3×0 no primeiro tempo, Zico conta que chegou ao vestiário e disse: “Hoje é a nossa chance” e o placar acabou 6×0 para o Flamengo, lavando a alma da torcida, e com certeza, os flamenguistas não viriam mais à faixa, o mais interessante é que Jairzinho estava nos dois 6 a 0 (no ano de 1981, ele estava prestes a encerrar a carreira), mas que os flamenguistas tiveram que aguentar nove anos de gozação, isso tiveram. No campeonato brasileiro de 1985, o Flamengo venceu o Botafogo por 6 a 1.

Há 26 anos, Palmeiras fazia 6 a 0 no Santos em plena Vila Belmiro

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Djalminha, Rivaldo e Luisão comemoram um dos gols do Verdão na partida

Em um domingo ensolarado em Santos, ocorreu o grande clássico da saudade, Santos e Palmeiras. O que ninguém esperava, era o passeio que o Peixe tomou do seu rival perante ao seu torcedor, na Vila Belmiro: a partida terminou em 6 a 0 para o Alviverde. O jogo, válido pelo Paulistão daquele ano, ocorreu no dia 24 de março de 1996, há exatos 26 anos.

O Palmeiras vivia uma grande temporada e com grandes jogadores, tanto que fez uma das melhores campanhas da história da competição. Entretanto, ninguém esperava que o Santos fosse ser goleado dentro de sua casa, mas isso ocorreu da pior forma.

O Alviverde, que era comandado por Vanderlei Luxemburgo, que estava vivendo um dos melhores momentos de sua carreira como treinador. O Palmeiras era uma máquina, passava por cima de quase todos os adversários e ficou conhecido como o time dos cem gols na competição.

O Santos tinha desfalques importantes para o jogo e o Palmeiras praticamente com o time completo, apenas Amaral não participou, pois estava suspenso. O jogo começou com o verdão em cima e não demorou muito para abrir o placar. Com 24 minutos, o alviverde já tinha feito 3 a 0, com gols de Rivaldo e Cléber (duas vezes).

O Peixe não esboçou reação e continuou sendo dominado dentro de casa. No segundo tempo as coisas só pioraram, a equipe continuou tomando um baile e a torcida começou a perder a cabeça, atirando diversos objetos para dentro do gramado. Inclusive, pedindo a demissão do técnico interino Orlando Amarelo.

A etapa final contou com mais três gols alviverdes para fechar a goleada. Rivaldo deu o passe para o gol de Cafu marcar o quarto, de pênalti Djalminha fez mais um e no último gol, após um cruzamento, Rivaldo estava livre para fechar a grande goleada do Palmeiras.


Após o grande resultado, o Palmeiras se consagrou campeão do primeiro turno antecipado, o que daria pra ele a vaga na final do Paulistão, mas a equipe também venceu o segundo turno, confirmado justamente contra o Santos, vencendo por 2 a 0, no Parque Antarctica. Com isso, não precisou ter a final e o Verdão levantou o título Paulista pela 21° vez.

Há 60 anos, Guarani aplicava a maior goleada do Dérbi de Campinas

Por Mateus Bezerra / FPF
Foto: Arquivo Guarani FC

O time do Guarani que venceu a Ponte por 6 a 0 em 1960

Último confronto do Paulistão Sicredi 2020, antes da pausa devido o surto da Covid-19, o Dérbi Campineiro traz uma das maiores e mais antigas rivalidades do futebol paulista. Entre tantos capítulos que enriquecem o embate está a maior goleada da história entre os clubes, quando o Guarani venceu a Ponte Preta, por 6 a 0, há exatos 60 anos.

O primeiro encontro entre os rivais aconteceu no dia 24 de março de 1912. O clássico, que já foi disputado 196 vezes, chama atenção por conta do equilíbrio histórico entre as duas equipes. São 67 vitórias para o lado bugrino, contra 64 do Alvinegro, incluindo 64 empates. Ao todo, foram 512 gols, sendo 259 do Bugre, e 253 da Macaca.


Pela principal divisão do Campeonato Paulista, os antagonistas se enfrentaram 80 vezes. Ao contrário do histórico geral de confrontos, pelo estadual a supremacia é pontepretana. São 25 vitórias, cinco a mais que o rival, com outras 35 igualdades.

Mas, apesar da superioridade no cenário paulista, a maior goleada do confronto pertence ao Guarani. No dia 5 de junho de 1960, os clubes se enfrentaram em torneio amistoso, no Brinco de Ouro. Na ocasião, os anfitriões não fizeram cerimônia aos visitantes, emplacando uma goleada por 6 a 0. Os principais nomes daquela partida foram os atacantes Osvaldo e Benê, balançando as redes duas vezes cada um.


Ficha técnica
Guarani 6 x 0 Ponte Preta

Local: Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas;
Data: 5 de junho de 1960
Renda: Cr$ 359.325.
Juiz: Anacleto Pietrobom.

Gols: Benê 21' e Osvaldo 22' do 1ºT; Osvaldo (p) 14', Cabrita 31, Benê 33 e Paulo Leão 43' do 2ºT.

Guarani: Dimas; Ferrari e Carlão; Valter, Eraldo e Diogo; Dorival (Dido), Marim, Cabrita (Paulo Leão), Benê e Osvaldo. Técnico: Armando Renganeschi.

Ponte Preta: Valter; Darci Santos e Esmeraldo; Miltinho, Pitico e Ilzo; Alcides (Nivaldo), Paulinho (Zezinho), Nilson, Silvio e Joubert. Técnico: Gentil Cardoso.

"Gravou aquilo ali?"

Ronaldo em entrevista após o jogo: "gravou aquilo ali?" (foto: arquivo Cruzeiro)

Ronaldo, que completa neste 22 de setembro de 2016 40 anos de idade, foi um dos maiores camisas 9 que o mundo já viu. Rápido, habilidoso, forte e com um senso de finalização quase perfeito, o Fenômeno foi ídolo por praticamente todos os lugares onde passou: PSV, Barcelona, Internazionale, Real Madrid e Corinthians (só no Milan ele não teve muito sucesso), além, é claro, da Seleção Brasileira.

Mas vamos lembrar de uma história de Ronaldo no primeiro clube onde jogou como profissional e também foi ídolo: o Cruzeiro. O então garoto estreou com a camisa azul aos 16 anos, na abertura do Campeonato Brasileiro de 1993, contra o Corinthians. Aos poucos, foi conquistando a confiança da Comissão Técnica, companheiros de time e torcida, e passou a marcar seus gols.

No dia 7 de novembro de 1993, o Cruzeiro recebia o Bahia no Mineirão. Neste momento da competição, o Cruzeiro ainda sonhava em classificar para a fase final e Ronaldo brigava com Guga, do Santos, e Clóvis, do Guarani, para artilharia. Porém, o Tricolor de Aço tinha um mito em suas metas: o grande goleiro, mas já veterano, Rodolfo Rodriguez.

Ronaldo marcando o famoso gol

Mas o Cruzeiro não tomou conhecimento do adversário e foi abrindo vantagem ainda no primeiro tempo: Ronaldo abriu o marcador, aos 13. Careca, após passe do garoto, que já tinha completado 17 anos, ampliou aos 22. O Fenômeno marcou mais duas vezes, aos 31 e 37, e a etapa inicial terminou com o placar de 4 a 0 para a Raposa.

Nos 45 minutos finais, era visível o descontentamento do experiente goleiro uruguaio, que reclamava com sua defesa em praticamente todos os lances. Para piorar a situação, Ronaldo balançou novamente as redes aos 34, de pênalti. No placar, Cruzeiro 5 a 0 e a irritação de Rodolfo Rodriguez só aumentava e a prova e suas gesticulações provavam isto.

Mas o pior ainda estava por vir: aos 40 minutos, Rodolfo Rodriguez encaixou a bola em uma defesa após vacilo da zaga do Bahia. O experiente arqueiro uruguaio botou a bola no chão e começou a fazer gestos de lamentação, reclamando de seus companheiros. Porém, ele não contava com o esperto garoto cruzeirense, que deu um totózinho da bola e a mandou para o fundo das redes: Cruzeiro 6 a 0.

Confira os gols da partida

Rodolfo Rodriguez até ameaçou uma reclamação, mas o lance era legal. O mais legal foi depois do apito final. Em entrevista à Globo Minas, Ronaldo, ainda não acreditando no que tinha acontecido, perguntava ao repórter: "gravou aquilo ali?", recebendo uma resposta afirmativa do jornalista que cobria a partida.

Meses depois daquele jogo, no início de 1994, Rodolfo Rodriguez, que foi ídolo no Nacional do Uruguai e no Santos FC, encerrava a sua brilhante carreira, ainda jogando pelo Bahia. Já Ronaldo virou o Fenômeno, o maior jogador de sua geração, tendo conquistado diversos títulos por onde passou.

6 a 0! Sereias da Vila foram implacáveis com a Lusa

Sereias dominaram a partida

Depois de um empate inesperado no fim de semana contra o Juventus, as Sereias da Vila, equipe de Futebol Feminino do Santos FC, voltaram a vencer na Copa Ouro de Futebol Feminino, torneio organizado pela Associação Paulista de Futebol (APF), e de forma implacável: 6 a 0 contra a Portuguesa, em partida realizada na manhã desta quinta-feira, 24 de março, no CT Meninos da Vila, na Baixada Santista. O resultado garantiu o Alvinegro na final do torneio.

Na competição, as Sereias estrearam com vitória contra o Centro Olímpico, por 3 a 0, e depois empataram em 1 a 1 com o Juventus. Já a Lusa estreou vencendo a equipe da Moóca, 4 a 1, e foi derrotada pelo Centro Olímpico por 1 a 0. Quem vencesse, estaria na decisão da Copa Ouro. O Santos jogava pelo empate.

Tcheury marcando primeiro gol da partida

Logo no início da partida, as Sereias mostraram que queriam apresentar um futebol melhor do que na última partida e dominaram as ações, com muito toque de bola. A Lusa sentia a saída de algumas jogadoras do elenco, que acabaram indo para outras equipes que irão disputar o Campeonato Paulista. Ainda no começo, Ketlen caiu dentro da área, em lance duvidoso, mas a árbitra Fernanda dos Santos Ignácio nada marcou.

O Santos mostrava tanta superioridade que o gol era uma questão de tempo. E ele saiu aos 25 minutos. Em boa trama no meio de campo, Tcheury saiu sozinha na cara da goleira Gabi e teve tranquilidade para finalizar. Santos 1 a 0. As Sereias não tiraram o pé e chegaram e novamente Tcheury, aos 34, fez o segundo, após bela jogada de Giovana pela direita, a bola sobrou para a atacante, que não perdoou.

Giovana fazia belas jogadas pela direita

Com 2 a 0 no placar, foi a vez de outra avante santista, Ketlen, marcar duas vezes. Aos 37, Chai caiu pela direita e, de canhota, cruzou na cabeça da atacante alvinegra: 3 a 0 para o Santos. Seis minutos depois, a volante Sandrinha fez jogada pela esquerda e, com a perna destra, achou Ketlen sozinha, que testou para as redes.

Antes de terminar o primeiro tempo, Lucélia, atacante da Lusa, e Calan, a zagueira das Sereias, tiveram um entrevero e ambas as atletas receberam cartão amarelo. Com isso, o jogo foi para o intervalo com o placar de 4 a 0 para as Sereias.

Durante a pausa, tive uma boa conversa com Alexandre Prieto, Pedro Ernesto Guerra Azevedo, assessor de imprensa e fotógrafo do Santos FC, e Edson de Lima, gestor esportivo, que conheci pessoalmente durante o jogo.

Na segunda etapa, o Santos continuou dominando

Voltando à partida, as Sereias da Vila não diminuíram o ritmo. Logo no início, Karen, que entrou no intervalo no lugar de Moretti, acertou um belo chute de fora da área, que obrigou Michelle, que substituiu Gabi, a fazer uma grande defesa. A Lusa não reagia e, assim como no primeiro tempo, pouco conseguia atacar.

A partida deu uma esfriada e o técnico das Sereias, Caio Couto, que novamente sofreu protestos de membros torcida organizada do Santos, mudou praticamente toda a equipe para fazer novos testes. Com as jogadoras do banco querendo mostrar serviço, o Alvinegro praiano voltou a atacar de forma contundente.

Sexto gol do Santos

O Santos chegou ao quinto gol aos 34 minutos. Cida recebeu na intermediária e arriscou o chute de longa distância, a bola desviou na zaga da Lusa e 'matou' a goleira Michelle. Em seguida, Karen acertou um tirombaço no travessão.

As Sereias conseguiram marcar mais um tento com um pênalti meio 'mandrake' marcado pela árbitra Fernanda dos Santos Ignácio. Erikinha, que não tinha nada a ver com a marcação, bateu com perfeição, aos 45 minutos, e deu números finais à partida: Santos 6, Portuguesa 0.

A volante Brenda, de apenas 15 anos, e a meia argentina Laura

Apesar da derrota, vale destacar duas jogadoras da Portuguesa que estavam no banco de reservas e entraram durante a partida. A primeira é a volante Brenda, de apenas 15 anos, que é considerada uma das grandes jóias do Futebol Feminino brasileiro. A outra é a atacante Laura Villanueva. Nascida na cidade de Mar del Plata, na Argentina, ela veio para o Brasil a trabalho, fez um testa na Lusa, passou e hoje faz parte do elenco da equipe.

Com a vitória, o Santos se garantiu na final da competição e vai enfrentar o Centro Olímpico, que venceu o Juventus nesta quinta-feira, por 1 a 0, com gol de Marjorie, aos 31 minutos do segundo tempo, em partida realizada em São Paulo. A data e local da decisão ainda serão confirmadas pela Associação Paulista de Futebol.

Final: Santos 6 a 0

Ficha Técnica

SANTOS 6 X 0 PORTUGUESA

Data: 24 de março de 2016
Local: CT Meninos da Vila

Árbitra: Fernanda dos Santos Ignácio
Assistentes: Gilmar Alves dos Santos e Luana Dias dos Santos

Cartões Amarelos: Calan (Santos) e Lucelia (Portuguesa)

Gols: Tcheury, aos 25' e 34' e Ketlen, aos 37' e 43' do 1T. Cida, aos 34', e Erikinha (pênalti), aos 45' 2T. Todos para o Santos.

SANTOS FC: Dani (Patricia); Giovana (Katiuscia), Calan (Camila), Auinã (Carol Arruda) e Dani Silva (Natane); Kelly, Sandrinha (Cida), Moretti (Karen) e Chai (Rosane); Tcheury (Erikinha) e Ketlen (Raquel) - Técnico: Caio Couto.

PORTUGUESA: Gabi (Michelle); Naty, Edna, Dani e Nathalia (Kris); Nega, Karolzinha (Brenda), Flávia (Laura), Thais (Baiana) e Giulliana; Lucélia (Marina) - Técnico: Prisco Palumbo.
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