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Goleiro brasileiro Jeferson Merli morre afogado em Portugal aos 27 anos

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação / GD Caldelas

Jeferson Merli em treino do Caldelas

O goleiro Jeferson Merli, de 27 anos, morreu afogado em uma praia artificial no norte de Portugal, neste sábado. O atleta, que havia acabado de renovar com o Grupo Desportivo Caldelas, teve sua morte confirmada neste domingo pelo clube português.

Natural de Vista Alegre do Alto, no interior de São Paulo, Jeferson aproveitava as férias em Terras de Bouro, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, região próxima a Braga. Foi neste local que o acidente aconteceu, deixando a cidade natal do jogador e o futebol português de luto.

No Brasil, o goleiro defendeu o União, do Mato Grosso do Sul, em 2019, antes de se transferir para a Europa. Na sequência, passou pelo Safor, da Espanha, e por clubes portugueses como Condor, Águias da Graça, Lage, Terras de Bouro e, por último, Caldelas, onde estava em novo contrato.

O Caldelas divulgou nota lamentando profundamente a perda do atleta, destacando sua dedicação em campo, amizade e profissionalismo. O clube reforçou que Jeferson deixa uma marca positiva entre companheiros e torcedores.
É com enorme tristeza e profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do nosso guarda-redes Jeferson Merli.

O Jeferson, que recentemente tinha renovado com o nosso clube, deixa-nos não só a sua dedicação dentro de campo, mas também a amizade, o profissionalismo e o espírito de união que sempre o caracterizaram.

Neste momento de dor, o GD Caldelas manifesta a sua solidariedade e endereça as mais sentidas condolências à família, aos amigos e a todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviver.

O nosso clube jamais esquecerá a sua entrega e a marca que deixou em todos nós.

Descansa em paz, Jeferson.


A Prefeitura de Vista Alegre do Alto também manifestou pesar pelo falecimento do jogador, ressaltando os laços de Jeferson com a cidade e prestando solidariedade à família e amigos neste momento difícil. O clima é de muita tristeza entre quem acompanhou a trajetória do goleiro, que deixa saudades no futebol brasileiro e português.
Vista Alegre do Alto em Luto

Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento de Jeferson Merli, jovem de 27 anos, natural de nossa cidade, ocorrido neste sábado em Portugal, vítima de afogamento.

Jeferson era jogador de futebol e, mesmo distante, mantinha laços fortes com Vista Alegre, onde vivem seus pais e familiares. Sua partida tão precoce causa comoção e dor a todos que o conheciam.

Neste momento difícil, nos unimos em solidariedade à família Merli, desejando força e consolo a todos que sofrem com essa triste perda.

Jean Chera planeja voltar ao futebol após mais de cinco anos parado

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação Sinop

Sinop, em 2017, foi o último clube de Jean Chera

Aos 27 anos, Jean Chera quer voltar a jogar futebol. "Eterna promessa", ele se aventurou pelo futevôlei e campeonatos de Fifa e agora está disposto a tentar retomar a carreira dentro das quatro linhas. Jean Chera treina desde dezembro para tentar se recondicionar fisicamente e está à espera de propostas.Chera foi atleta e professor de futevôlei em São Paulo e em Sinop, no Mato Grosso, além de tentar carreira como jogador de Fifa. Aos 27 anos, o meia entendeu que ainda pode jogar futebol. Seu último clube foi o Sinop, em 2017.

"Esse ano eu vou voltar a jogar futebol. Comecei a me preparar no fim do ano passado, parei um pouco para Natal e Ano Novo e estou voltando agora. São quatro anos que parei, bastante tempo e sei que vai ser difícil, mas nada é impossível com força de vontade para realizar", disse.

E ele completa. "Estou me preparando sozinho com academia e corrida para me condicionar e terminar a preparação quando chegar em algum clube. Estou com 27 anos, acredito que ainda há tempo. Não dá tempo de errar mais, é ir pelo caminho certo e correr atrás", disse.

Jean Chera era, ao lado de Neymar e Gabigol, a maior promessa das categorias de base do Santos. Aos 16 anos, porém, ele foi convencido pelo pai, Celso, a jogar no Genoa, da Itália. O Peixe não chegou nem perto do que a família queria para renovar o contrato.

No Genoa, Chera não vingou e viu a carreira derrapar. Não conseguiu o passaporte italiano e precisou voltar. Jean Chera foi para o Flamengo, onde não conseguiu se firmar no sub-17 e saiu alegando salários atrasados. O Rubro-Negro foi mais um clube a reclamar da atuação do pai de Jean como empresário.


Chera começou a rodar: foi para Athletico, Cruzeiro, Oeste, Paniliakos (Grécia) e Cuiabá, sem fazer sucesso. Em 2016, Jean Chera voltou para o Santos para ganhar um salário mínimo no time B. A "eterna promessa" não se firmou, foi para a Portuguesa Santista, onde fez os únicos dois gols como profissional, e atuou por último no Sinop, onde fez oito jogos, mas não marcou.

Curiosidade - Jean mantém boa relação com Celso Chera, mas o pai não cuida mais da carreira do jogador. Após fracassos sucessivos, o atleta optou por tomar as próprias decisões.

Há 27 anos, com o "gol de barriga" de Renato Gaúcho, o Flu era Campeão Carioca

Com informações do Fluminense
Foto: arquivo

O chute de Aílton achou a barriga de Renato Gaúcho

Há 27 anos, em uma partida épica, o Fluminense era campeão Carioca em um jogo com a cara dos Guerreiros Tricolores. Emocionante e com cinco gols - o último deles depois que Renato Gaúcho desviou com a barriga um chute do meio campo Ailton. Hoje é dia de comemorar e enaltecer a data de uma histórica vitória do Fluminense por 3 a 2 sobre o Flamengo, em um Maracanã lotado.

Favorito ao título, o time da Gávea comemorava o ano do seu centenário, com a contratação de Romário, recém-chegado do Barcelona como maior jogador do mundo na época. O Botafogo havia renovado com Túlio Maravilha, artilheiro do Brasileiro de 1994. O Vasco era o atual Tricampeão e buscava um inédito Tetracampeonato. O Flu, liderado por Renato Gaúcho, não era visto pela crônica esportiva como um time que pudesse ser campeão.

"O grupo estava sofrendo muito, todos sabiam da situação do clube. A mídia não confiava e ninguém acreditava no nosso plantel. Era improvável que o Fluminense pudesse chegar à final. Oscilamos muito dentro da competição, eu acho que por conta disso, demos margem para que a desconfiança surgisse. Mas é muito bom superar tudo isso com um grupo maravilhoso, que deixou de lado a parte financeira e focou somente em conquistar o título. Um time de Guerreiros, simples e de pessoas renegadas. Tenho certeza que nós escrevemos o nosso nome na história do clube", relembra o meia Aílton, autor do chute que encontrou, na barriga de Renato Gaúcho, o caminho das redes.

O Flamengo começou o octogonal com três pontos ganhos: dois por ter vencido o primeiro e o segundo turno da fase classificatória pelo Grupo B e um pela conquista da Taça Guanabara. O Vasco iniciou o octogonal com um ponto extra, por ter vencido o primeiro turno da fase classificatória do Grupo A. Já o Botafogo, chegava também com um ponto, por ter vencido o segundo turno da fase classificatória pelo Grupo A.

O Fluminense se recuperou e na fase final conseguiu o direito de disputar o título. E esse foi o grande problema para o Flamengo, campeão da Taça Guanabara, porque o Fluminense foi o seu carrasco durante todo campeonato. Em três jogos, duas vitórias para o Fluminense e um empate. Seria, na rodada final, mais um confronto entre as equipes, dessa vez para decidir o título.

O jogo decisivo poderia ser um filme, com grandes reviravoltas. O Maracanã naquele 25 de junho de 1995 estava lotado e o Fluminense abriu 2 a 0, fazendo, assim, um primeiro tempo praticamente sem erros. Veio o segundo tempo, e o Flamengo fez 2 a 1. Sorlei, pelo Flu, e Marquinhos, do rubro-negro, foram expulsos na briga pela bola no fundo da rede. Dez contra dez e o Flamengo conseguiu o empate, resultado que lhe dava o título. O Flu ainda teve Lira expulso, após disputa de bola com Fabinho.

Mas o futebol é imprevisível, mágico e o Fluminense é conhecido por ser guerreiro e lutar até o apito final. Aos 41 minutos da segunda etapa, quis o destino que a bola, em chute forte de Ailton, encontrasse a barriga de Renato Gaúcho pelo caminho e fosse às redes. Na súmula, o gol foi anotado para o meio campista.

Depois do gol de barriga, Lima interrompeu um ataque em velocidade do Flamengo, derrubando Sávio, e também foi expulso. O Fluminense terminou a partida com apenas oito jogadores em campo, dois a menos que o Rubro-Negro, mas levantando a taça de campeão Carioca de 1995.


"O gol surgiu de uma forma que eu tinha falado com o Ronald, eu disse para ele que só tinha um jeito de vencermos esse jogo. Eu iria ficar aberto na direita e quando ele pegasse na bola tocaria em mim. Eu saí driblando e quando vi era o Charles na minha frente, eu iria chutar, mas ele me fechou, cortei para um lado e para o outro e finalizei, ela resvala no Renato e sai o gol, o gol do título", explica Aílton.

Ronald se lembra perfeitamente do pedido de seu antigo companheiro de equipe. “Normalmente o lateral toca e faz a ultrapassagem, fiz o que ele me pediu e deu na maravilhosa jogada em cima do Charles Guerreiro. A sensação foi mágica, jogar no Maracanã e ser campeão. As dificuldades existiam, mas vim de um clube considerado pequeno e acostumado com elas. O que a imprensa falava na época serviu como motivação para todos do grupo. Conseguimos formar uma família unida, superando todos que eram contra”, conclui Ronald, o lateral direito do Fluminense campeão em 1995.

O Curioso do Futebol

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