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Série documental "1995 - No Tempo dos Bad Boys" estreia nesta quinta no SporTV

Arte: reprodução


A série documental “1995 – No Tempo dos Bad Boys” estreia nesta quinta-feira (11), às 23h30, no SporTV, trazendo de volta uma das eras mais irreverentes e icônicas do futebol carioca. A produção, desenvolvida em parceria com o Globoplay, é dividida em três episódios e revisita personagens, bastidores e acontecimentos que marcaram aquele ano.

O recorte temporal destaca o centenário do Flamengo, que em 1995 sacudiu o país ao contratar Romário, então melhor jogador do mundo. A série também revisita o histórico gol de barriga de Renato Gaúcho, que deu o título carioca ao Fluminense, e a campanha vitoriosa do Botafogo de Túlio Maravilha no Campeonato Brasileiro — enquanto o Flamengo amargava a perda da final da Supercopa.

Segundo o diretor Chico Trigo, a proposta é transportar o público para uma viagem nostálgica. “A ideia é levar o espectador para aquele futebol dos anos 1990. Talvez o maior símbolo desse período seja justamente 1995, com a disputa pelo posto de ‘Rei do Rio’ entre Romário, Renato Gaúcho e Túlio. Personagens polêmicos, folclóricos — ou os dois ao mesmo tempo”, explica.


A narrativa também destaca o papel do funk carioca como expressão cultural emergente, seu impacto nas arquibancadas e a relação íntima entre jogadores, torcedores e imprensa. Era um tempo de provocações públicas, apostas ousadas, entrevistas inflamadas e um futebol vivido com intensidade dentro e fora de campo.

Após a estreia, o segundo episódio vai ao ar na sexta-feira (12), às 19h30, e o terceiro no sábado (13), às 20h. A série também ficará disponível no Globoplay, inclusive para não assinantes do canal.

Confira o trailer abaixo:

Imagens: SporTV

"A Mão do Eurico": série do Globoplay mostra dirigente que viveu entre conquistas e polêmicas

Com informações do GE.com
Foto: divulgação


Em 1969, uma reunião no Conselho Deliberativo do Vasco votava a cassação do presidente Reynaldo Reis. O vice de Patrimônio à época chamava-se Eurico Miranda, então com 25 anos. Quando a votação caminhava para o fim com derrota de Reis, a luz da sede náutica do clube foi apagada. No dia seguinte, o jornal "O Globo" estampou a manchete "Mão do Eurico" acima de uma foto dos disjuntores da sede vascaína.

Essa história é a primeira de muitas contadas na série documental "A Mão do Eurico", que estreou na segunda-feira, dia 13, no Globoplay. São cinco episódios diários ao longo desta semana - o último estreará na sexta - que contam a trajetória de um dos dirigentes mais polêmicos da história do futebol brasileiro.

"O Eurico não passa indiferente por ninguém. Uns acham que é o maior dirigente da história do futebol brasileiro, outros acham que é um dos maiores males da história do Vasco. Existe um lado muito vencedor e também um lado controverso, polêmico e agressivo. Nossa ideia não é mudar a opinião de ninguém, mas contar a história completa do personagem", explica o diretor do documentário, Rafael Pirrho.

Eurico morreu em 2019. Sua viúva, Sylvia, deu longa entrevista para a série, assim como os quatro filhos: Mário Ângelo, Eurico Brandão, Álvaro e Sylvia. Ex-jogadores, dirigentes, políticos e jornalistas também aparecem em depoimentos.

As polêmicas também fazem parte da série, como o assalto sofrido por Eurico quando voltava para casa com parte da renda de um Vasco x Flamengo em 1997 e as descobertas das CPIs instaladas no Congresso em 2001. Na ocasião, documentos mostraram que dinheiro do Vasco passava pelas contas de Aremithas José de Lima, um funcionário simples do clube que foi usado como laranja.


Entre admiradores e críticos, há uma unanimidade: o tamanho da relevância do dirigente no futebol brasileiro das últimas quadro décadas. É essa história que "A Mão do Eurico" conta desde segunda-feira no Globoplay.

A série tem direção de Rafael Pirrho, roteiro de Rafael Pirrho e Chico Trigo, produção de Vanessa Santilli e Gabriel Rigoni, produção executiva de Gustavo Gomes, Gustavo Poli e Renato Ribeiro, direção de fotografia de Edu Bernardes, montagem de Eric Romar, Clarisse Dworschak e Gabriel Barata e apoio técnico de Raphael Cyrne.

O Curioso do Futebol

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