Mostrando postagens com marcador Gama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gama. Mostrar todas as postagens

Fortaleza vira no fim contra Minas Brasília e fica perto do acesso no Brasileirão Feminino A2

Com informações de O POVO
Foto: João Moura / Fortaleza EC

Fortaleza virou no fim do jogo

O Fortaleza deu um passo importante na busca pelo acesso à elite do futebol feminino brasileiro. Pelo jogo de ida das quartas de final do Brasileirão Feminino A2, neste domingo, dia 22, no Bezerrão, no Gama, o Tricolor do Pici venceu o Minas Brasília por 2 a 1, de virada, e ficou perto da vaga.

Foi um jogo de cenários com o passar dos minutos. O Minas Brasília começou melhor, com duas chances claras logo aos 3 minutos de jogo. Em ambas, a zaga tricolor foi exigida e acabou abrindo espaços que pareciam gerados por nervosismo. O susto serviu como alarme. A partir dali, o Fortaleza se reorganizou, adiantou as linhas e passou a deixar o jogo mais brigado no meio de campo.

O plano ofensivo cearense passava pelos pés de Jhow, atacante referência que buscava o jogo entre as defensoras adversárias – ou no meio, quando a criação não rendia. Mesmo isolada em um 4-5-1 defensivo, partiram dela as jogadas mais promissora do Tricolor. Quando a bola parou de chegar, passou a ajudar na marcação pelo lado direito da defesa e tentava jogadas individuais.

Outro desafogo era com Natália, que jogou um passo atrás do costume e ajudou na dinâmica, mas não teve um dia inspirado nas tomadas de decisões no setor ofensivo. Em dois lances de perigo em velocidade, deixou a bola correr mais do que deveria perdeu a posse próximo ao gol rival.

O panorama voltou a mudar. O Minas Brasília recuperou o domínio no meio-campo durante boa parte do jogo, especialmente com Jay — a camisa 10 brasiliense que recuava para buscar o jogo e ditava o ritmo com passes longos. A principal arma do time da casa era a velocidade de Bia Batista, que recebia bolas esticadas nas costas da defesa tricolor. A dupla criou volume ofensivo, mas sem eficácia na finalização.

Para minar as chances, o Fortaleza utilizou um alto número de faltas como recurso para diminuir a intensidade. O modelo de jogo ficou voltado ao contra-ataque, e foi assim que surgiu a melhor chance, quando Tainá conseguiu partir em velocidade em campo livre, mas tentou tirar da goleira na finalização e a bola foi à linha de fundo.

A partir da metade do segundo tempo, o jogo aumentou o ritmo. Aos 24, a zaga do Fortaleza parecia ter cortado bem um lance na área, mas duas jogadoras se bateram e a bola sobrou para Monse abrir o placar o Minas.


No primeiro lance após o gol, Júlia Batista foi expulsa por uma falta no meio e as Leoas ficaram em vantagem númerica. Na sequência, veio o empate: em recuo ruim, Jhow aproveitou a falha das adversárias e tocou por baixo da goleira para igualar o placar.

Nos minutos finais, o Tricolor buscou a virada com Athemi, que saiu do banco para dar a vantagem ao Fortaleza. A ofensiva se posicionou bem e recebeu a bola de Tainá, para empurrar para as redes e comemorar a virada.

O jogo de volta está marcado para o dia 6 de julho, às 15 horas, no Presidente Vargas, em Fortaleza. O Tricolor do Pici conquista o acesso com um empate. Já o Minas Brasília precisa vencer por dois gols, para classificar direto, ou por um e levar a definição da vaga para as penalidades.

Volante do Gama, Bruno Ribeiro, destaca início consistente da equipe no estadual

Foto: divulgação / SE Gama

Bruno Ribeiro vem se destacando pelo Gama

Reforço contratado para temporada 2023, o volante Bruno Ribeiro, vem sendo uma das principais peças do Gama, ganhando cada vez mais espaço no meio-campo. Com um início de ano positivo, a equipe é líder do campeonato estadual, com dez pontos na competição. O aproveitamento do time em cinco rodadas é sólido, tendo 66% de aproveitamento, e conquistando em média 2 pontos por jogo.

“Começamos o ano com tudo, não estamos dando bobeira para os adversários. Fizemos uma boa pré-temporada, justamente visando começar 2023 com o pé direito. Queremos o título local, e vamos brigar em todos os jogos pela vitória”, afirmou o volante.

Aos 21 anos, o atleta chegou ao Gama após passagem pelo futebol mineiro, onde atuou por Coimbra e Villa Nova. As boas atuações fizeram o atleta se destacar e ser contratado como jovem promessa do futebol brasileiro. Ainda jovem, o jogador é o mais novo no meio-campo, e soma até aqui 202 minutos atuando na temporada.

O volante iniciou o ano como reserva, mas nos últimos jogos vem ganhando cada vez mais espaço, e iniciou as últimas duas como titular, tendo inclusive atuado por 90 minutos na vitória sobre o Santa Maria. “Sempre entrego meu máximo em campo, viso atuar ajudando meus companheiros, nos treinos também dou o meu melhor em cada sessão, e com isso venho conseguindo ganhar mais espaço”, comenta Bruno.


Após a vitória, o time tem 10 dias de intervalo até o próximo confronto. Líder do estadual, o Gama visita o Brasília, primeiro na zona da degola estadual. O confronto será válido pela sexta, das nove rodadas da fase de grupos do campeonato, em caso de vitória o alviverde pode praticamente decretar a classificação para o mata-mata.

Gama anuncia fim da SAF e Vilson Tadei como técnico

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo SE Gama

Vilson Tadei em outra passafem pelo Gama

Um dos clubes mais tradicionais do Distrito Federal, a Sociedade Esportiva do Gama teve duas novidades nesta quarta-feira, dia 14 de dezembro: o fim da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no clube e a contratação de Vilson Tadei como treinador.

A primeira é que o clube anunciou que uma decisão judicial liminar fez com que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) fornecessem novamente à atual diretoria do Gama, os acessos para que o clube possa inscrever jogadores e fazer as tramitações necessárias para seguir em frente. Com isso, a SAF Gama está extinta. O presidente do clube é Wendel Lopes.

Outra novidade do Gama é a contratação do técnico Vilson Tadei. O treinador comandou o clube em 2019 e 2020 levando a agremiação gamense conquistar os títulos candangos. Vilson Tadei e o departamento de futebol vão começar a montagem do elenco para o Candangão 2023.


O Gama vai estrear no Campeonato Candango de 2023 no dia 28 de janeiro frente ao Taguatinga. Como o estádio Bezerrão está em reformas, a diretoria gamense corre atrás de um novo local para o clube no campeonato do Distrito Federal.

Há 20 anos, Santos perdia do São Caetano e só avançava no Brasileirão com a ajuda do Gama

Por Victor de Andrade
Foto: reprodução Folha de São Paulo

Folha de São Paulo do dia seguinte destacava a classificação no sufoco do Santos

Em 17 de novembro de 2002, era realizada a última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro daquele ano. O Santos, que brigava por uma das oito vagas para o mata-mata, foi derrotado pelo São Caetano, no Anacleto Campanella, por 3 a 2 e só avançou na competição porque o Gama, que já estava com o rebaixamento decretado, goleou o Coritiba, que também brigava pela classificação.

Com um time cheio de jovens jogadores, o Santos tinha virado a sensação daquele Brasileirão. Com um futebol vistoso e até um pouco irresponsável, a segunda geração dos Meninos da Vila encantavam. Jogos como a vitória sobre o Corinthians, por 4 a 2, confirmavam a tese de que o Peixe estaria na briga. Até em partidas em que não saiu vencedor, como o empate com o Fluminense, no Maracanã, e a derrota para o São Paulo, no Morumbi, mostravam uma equipe bastante competitiva.

Porém, nas últimas rodadas daquela primeira fase, a "maionese desandou". Depois de um empate com o Paysandu, no Mangueirão, onde o elenco se envolveu em confusão com policiais, o Santos caiu de produção e derrotas para Portuguesa e Ponte Preta, na Vila Belmiro, deixaram o Alvinegro Praiano dependendo de uma vitória, na última rodada, para avançar sem depender de outros resultados.

O adversário naquele 17 de novembro, no Anacleto Campanella, era o São Caetano, que vinha de dois vices nacionais nas temporadas anteriores (2000 e 2001) e também de uma final de Libertadores. Já classificado, o Azulão queria a vitória para garantir que fizesse sempre em casa os jogos de volta no mata-mata.

Uma série de times também precisavam confirmar a classificação. Além de Santos, Grêmio, Atlético Mineiro, Fluminense, Coritiba e Cruzeiro, este último com chance quase remota, estavam na briga. Alguns com menos dificuldades, outros com mais. Mas a última rodada seria uma grande briga.

Para aquele jogo, o treinador Emerson Leão fez modificações na equipe. A entrada do goleiro Rafael foi forçada, pois Júlio Sérgio, titular em toda a campanha, se machicou na partida contra a Ponte Preta e Fábio Costa, que estava afastado por lesão desde o meio do ano, ainda não tinha condições de jogo. Mas, por opção, o técnico barrou o centroavante Alberto e saiu jogando com Douglas de titular naquele embate.

Com o Anacleto Campanella lotado de torcedores do Santos, o primeiro tempo foi morno. Os resultados apontavam que com o empate, o Santos se classificaria. Com isto, o Peixe trancava o jogo e o São Caetano também não atacava muito. Porém, aos 40 minutos, Magrão bateu cruzado, rasteiro, e Claudecir se antecipou à Rafael para fazer 1 a 0 para o São Caetano.

No início do segundo tempo, a situação do Santos se complicou. Após uma tabelinha meio que sem querer, aos 8 minutos, Luiz Carlos Capixaba dez 2 a 0. Aos 13', o Peixe diminuiu com Alex, de cabeça, após bola alçada na área por Elano.

O gol deu ânimo à equipe santista, que foi para cima, em busca do empate. Porém, o nevorsismo tomava conta e em um contra-ataque, o Azulão fez o terceiro, com Claudecir de cabeça, aos 18 minutos, após falha do goleiro Rafael.

Com medo de perder a classificação, Leão botou todos os atacantes que tinha no banco de reservas para tentar ao menos o empate. Aos 43 minutos, William sofreu pênalti e Alberto cobrou para diminuir para o Santos. Os dois vindos do banco de reservas. Porém, ao fim da partida, o placar apontava 3 a 2 para o São Caetano.

Jogadores do Santos saíram de cabeça baixa, achando que tinham sido desclassificados. Mário Sérgio, treinador do Azulão, chegou a falar para Leão que time de garotos faziam bons jogos, mas não ganhavam campeonatos. Mal sabia o comandante do Azulão que um outro resultado mudaria tudo!


Nos alto-falantes do Anacletto Campanella, uma voz anunciava: "no Distrito Federal, Gama 4, Coritiba 0". Com este resultado, os 39 pontos do Santos foram suficientes para ficar com a oitava e última vaga do mata-mata. Se o Coxa vencesse, também chegaria a 39, mas teria uma vitória a mais (12 a 11). O Cruzeiro até fez 39, mas tinha as mesmas 11 vitórias do Santos e perdia no saldo de gols, com uma margem até razoável (10 para o Peixe e apenas um para a Raposa. Lembrando que no confronto entre os dois, no Mineirão, o Alvinegro goleou por 4 a 1).

Apesar do alívio da classificação, a oitava colocação fazia com que o Peixe enfrentasse, nas quartas de final, o São Paulo, que teve a melhor campanha da primeira fase, com apenas cinco derrotas em 25 jogos e cinco pontos na frente do São Caetano, o segundo colocado. Mas, o que aconteceria a partir do primeiro jogo do mata-mata é uma outra história que fica para uma outra oportunidade. Mas podemos adiantar que foi o início de uma arrancada histórica!

Ricardo Colbachini deixa o Gama para ser auxiliar de Abel Braga na Suíça

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação SE Gama

Colbachini aceitou ser auxiliar de Abel Braga no suíço Lugano

O empate sem gols com a Aparecidense-GO, no Estádio Abadião, em Ceilândia, no Distrito Federal, no último sábado, dia 13, pelo Campeonato Brasileiro da Série D de 2021, foi o último jogo do técnico Ricardo Colbachini no comando do Gama.

O treinador se reuniu com a diretoria após a partida e comunicou sua saída após receber uma proposta ímpar. Colbachini será o auxiliar de Abel Braga no Lugano, da Suíça. O experiente treinador foi anunciado nesta semana pelo time que foi quarto colocado na última liga do país.

Contratado há duas semanas pela equipe candanga, Ricardo Colbachini comandou o Gama em apenas dois jogos da Série D do Brasileiro 2021: vitória sobre o goiano Jaraguá, por 3 a 1, e o empate sem gols com a Aparecidense, time do mesmo estado do adversário anterior.

A diretoria gamense, junto com sua parceria, estuda a possibilidade de fixar o auxiliar técnico Adailton Martins na vaga deixada por Colbachini.


Líder do Grupo A5 da Série D, com os mesmos quatro pontos da Aparecidense, o Gama volta a campo no sábado, 19, contra o União Rondonópolis. A partida está marcada para o Estádio Luthero Lopes, às 16 horas, em Rondonópolis.

Ex-Macaé, Jonathan Pimpão recebe propostas de Gama e Duque de Caxias

Foto: divulgação Macaé Esporte

Jonathan Pimpão quando ainda estava no Macaé

Após se destacar com a camisa do Macaé durante a disputa do Campeonato Carioca, o atacante Jonathan Pimpão analisa as ofertas que vem recebendo para o segundo semestre de 2021. Enquanto isso, o jogador analisa as propostas do Gama e Duque de Caxias. O time de Brasília jogará a Série D do Campeonato Brasileiro, enquanto o Gigante Tricolor da Baixada disputará a Série A2 do campeonato estadual.

"Recentemente recebi alguns contatos e essas propostas concretas graças aos frutos que venho colhendo, mas ainda estou analisando a melhor opção junto com os meus familiares. Estou negociando com outro clube, que prefiro não revelar o nome para não atrapalhar nas negociações, mas falta acertar alguns valores para assinar", disse Jonathan Pimpão.


Revelado nas categorias de base do Duquecaxiense FC, Jonathan Pimpão estreou como jogador profissional marcando um gol aos 16 anos de idade. Na sequência, ficou afastado do futebol durante um período por problemas pessoais.

Ao retornar, o atacante passou duas vezes pelo Artsul, uma no Comercial-MS e por último o Macaé, onde atuou por quatro partidas no estadual deste ano.

Com experiência na seleção militar, Dourado é sondado pelo Gama para a Série D

Foto: divulgação Santa Maria-DF

Dourado em ação pelo Santa Maria, do Distrito Federal

Com experiência na seleção brasileira militar, o atacante Dourado foi sondado por clubes do Distrito Federal para as disputas da Segunda Divisão do Candango e a Série D do Campeonato Brasileiro. E um deles foi o Gama, clube no qual o jogador atuou nas categorias de base e tem um acordo encaminhado para a disputa da competição nacional.

"Entraram em contato comigo para saber da minha situação no segundo semestre. Estou treinando diariamente devo voltar a jogar na segunda divisão do Candango, então consequentemente a Série D seria uma opção viável caso entremos em um acordo para a sequência da temporada e também 2021. A minha vontade é que tudo dê certo, mas por enquanto ainda estamos nas conversas iniciais", disse Dourado.

Recentemente, Dourado superou um drama familiar devido a pandemia do Covid-19 e retomou aos treinamentos por conta própria enquanto define o seu futuro. Com vasta experiência no futebol brasiliense, o jogador de 27 também participou dos dois últimos Jogos Mundiais Militares pelo Brasil, sendo Coreia do Sul em 2015 e a China em 2019.

"É um time da minha cidade que sempre tive o sonho de defender no profissional após jogar na base e seria uma grande conquista na minha carreira", completou.


Enquanto isso, o Gama ainda luta para chegar à decisão do Candangão 2021. No quadrangular semifinal, a equipe é a terceira colocada, com três pontos, quatro atrás do vice-líder Ceilândia. Ainda faltam dois jogos para a definição. O Brasiliense, líder, com 12, já está classificado, enquanto o Luziânia, quarto, com um ponto, tem chances remotas de classificação.

Ninja? Jackie Chan, do Manaus FC, desafia o "bola na trave não altera o placar" na Copa Verde

 Com informações do Futebol Interior
Foto: Reprodução/ManausFCTV

A bola na trave virou gol no Bezerrão

O jogo entre Manaus FC e Paysandu, disputado na tarde desta quarta, dia 3, no Bezerrão, pela Copa Verde, teve um dos momentos mais bizarros e absurdos do futebol nos últimos tempos. A situação parece até uma piada de tão pitoresca. Jackie Chan, atleta do Manaus, tentou um chute de longe que pegou na trave e nas costas do goleiro, segundo a arbitragem, dentro do gol também, já que foi dado o tento ao time manauara. O Skank, aparentemente, estava errado, já que bola na trave alterou o placar.

É difícil até descrever o gol que foi validado pelo trio responsável pela arbitragem: comandada por Eduardo Tomaz de Aquino Valadão e com Marcio Soares Maciel e Paulo Cesar Ferreira de Almeida como assistentes. Já que a bola não passe nem perto das redes.

Aos 26 minutos da segunda etapa, o meia Jackie Chan arriscou um chute colocado de fora da área, que bateu na junção entre a trave e o travessão, também conhecido como forquilha e nas costas do goleiro Paulo Ricardo, do Paysandu, antes de sair pela linha de fundo. Os jogadores do Manaus se quer comemoraram, mas o árbitro correu para o centro do gramado, validando o gol.


Através de um vídeo divulgado no Twitter é possível ver, muito claramente inclusive, que a bola não ultrapassou a linha do gol em nenhum momento. Até os narradores da transmissão ficam confusos quando a arbitragem acaba validando o lance e nem os jogadores do Manaus FC comemoraram inicialmente.

Agora, no domingo, o Paysandu terá o jogo de volta no Mangueirão, as 16 horas, onde uma vitória simples basta para classificar o Papão. Ficará para os bicolores a reclamação de que o resultado do primeiro jogo poderia (e deveria) ter sido positivo aos paraenses, já que o gol do Manaus não existiu.

O polêmico lance

Gama bate Brasiliense nas penalidades e conquista o Candangão 2020

Por Willian Matos / Jornal de Brasília

Jogadores comemoraram o título

A missão era difícil. O Gama entrou em campo na tarde deste sábado (29), no Bezerrão, precisando vencer por dois gols de diferença para levar aos pênaltis a decisão do Candangão 2020. Difícil, mas não impossível. O alviverde venceu por 2 a 0 no tempo regulamentar, converteu todos os pênaltis da decisão e levantou a 13ª taça do torneio local!

Os primeiros 15 minutos da decisão foram de marcação cerrada do Brasiliense, que aproveitou a vantagem e esperou o Gama tomar iniciativa. O alviverde, por sua vez, tentava usar a velocidade de Everton como válvula de escape.

O primeiro chute a gol veio aos 17′. Everton encontrou Peu no meio de campo. O lateral dominou e bateu de pé direito, que não é o bom. A bola passou à direita de Fernando Henrique. O Gama tinha mais posse de bola, mas errava muitos passes e só levava perigo na bola aérea. Em uma delas, Wallace aproveitou cruzamento e pegou de bate-pronto. Fernando Henrique mandou para escanteio.

A primeira finalização do Jacaré veio somente aos 38 minutos. Marcos Aurélio pegou uma sobra depois de um bololô na entrada da área, driblou dois marcadores e bateu, mas o chute saiu fraco. Cinco minutos depois, outra chegada do Brasiliense. Romarinho recebeu pela esquerda e bateu com perigo. A bola saiu por cima do gol de Calaça.

O Gama voltou para o segundo tempo com Michel Platini no lugar de Esquerdinha, com o objetivo de povoar ainda mais a área do Brasiliense. A princípio, pareceu ter dado certo. Aos 3 minutos, Wallace cruzou na cabeça de Nunes, que completou para o gol. No entanto, o centroavante estava em posição de impedimento. Um minuto depois, Platini também teve chance de cabeça, mas mandou por cima.

O alviverde insistia na bola alçada na área. Aos 9′, Peu levantou com perigo, mas ela passou pelos dois centroavantes. Dois minutos depois, Emerson completou de cabeça, mas por cima. Aos 11′, o Gama abriu o placar. David Souza pegou a sobra de uma bola levantada e arriscou de fora da área. A bola desviou na barriga de Everton e acabou matando Fernando Henrique. 1 a 0 Gama.


O Brasiliense reagiu aos 22′, com Douglas. O meia deu um drible no marcador, conduziu e arriscou de fora da área. A bola foi no travessão do goleiro Calaça. Àquela altura, o jogo era melhor em relação ao primeiro tempo. Aos 24′, Esquerdinha chegou no carrinho em Everton e recebeu o segundo amarelo, deixando o Jacaré com um a menos.

Aos 30′, Fernando Henrique saiu mal da área e acabou criando uma confusão na disputa pela bola, até que Nunes foi derrubado. O árbitro Sávio Sampaio marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Nunes usou da tranquilidade de sempre para fazer 2 a 0 Gama.

A partir daí, a partida ficou aberta. O Gama tentava o terceiro gol para ser campeão no tempo normal, enquanto o Brasiliense buscava diminuir o placar, embora o técnico Márcio Fernandes tenha recuado o time antes do segundo gol sofrido. Aos 48′, Norton quase resolveu a parada nos 90 minutos. O meia arriscou de fora da área e acertou o travessão. Foi o último lance antes do apito final: Gama 2×0 Brasiliense. A final seria decidida nos pênaltis!

Nas cobranças, Rodrigo e Sandy perderam para o Brasiliense. O Gama converteu todas que teve de bater. Por ironia do destino, Nunes, artilheiro do campeonato, era o quinto batedor e não precisou ir à marca da cal. A Sociedade Esportiva do Gama é campeã do Candangão 2020!

O título do Gama na Série B de 1998

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução/Site do Gama

O Gama foi campeão brasileiro da Série B em 1998

Recentemente, escrevemos aqui no site sobre o imbróglio do descenso do Brasileirão de 1999, quando a CBF tentou de maneira falha implementar o promédio. Um dos clubes protagonistas dessa situação foi o Gama. Agora vamos entender como o Verdão chegou lá para começo de conversa. Em 1998, o alviverde de Brasília fez grande campanha e ganhou o maior título de sua história, o Campeonato Brasileiro da Série B de 1998.

Se engana quem pensa que o Gama foi avassalador do início ao fim da competição. O Esquadrão Verde, que vinha montando o time que daria o título da série B desde 1994 e vivia grande fase em cenário estadual, teve diversos treinadores durante a conquista do estadual de 1998 e Orlando Lelê, que começou comandando na Série B, após a garantia da taça brasiliense, caiu após um começo com quatro jogos sem vencer, incluindo um empate sofrido no finalzinho do jogo na estréia contra a Tuno Luso e três derrotas seguidas. Quem assumiu o comando do alviverde foi Vagner Benazzi.

Numa fase de grupos maluca, o Gama, que era lanterna, primeiro precisava pensar em escapar do rebaixamento, para depois pensar na classificação. Porém, as duas situações eram relativamente próximas. Logo na estreia de Benazzi, vitória por 3 a 0 para cima do Americano, com dois gols de Rodrigo Beckham, sim, aquele. Ele era o grande destaque daquela equipe, trazido por Lelê, que havia trabalhado com o meia na Briosa, e um de Humberto. Na rodada seguinte, porém, derrota para o Ceará, em Fortaleza. Ai vieram vitórias contra XV de Piracicaba e Bahia e outra derrota, desta vez para a Tuna. O alviverde passou no quarto lugar, na bacia das almas, deixando para trás o Bahia e o rebaixado Americano.


Os gols de Remo 1 x 4 Gama

A partir daí, o campeonato mudou de figura, já que a competição entrou numa fase de mata-mata em três jogos. O Gama enfrentou o Remo e começou batendo os paraenses no Bezerrão, por 1 a 0, gol de pênalti de Renato Martins. Foi no jogo da volta, porém, num Mangueirão abarrotado, que o Gama mostrou que poderia sonhar alto. O Verdão abriu o placar com Humberto, mas os remistas empataram. Na etapa final, atuação espetacular alviverde e mais três gols, fechando  o placar em 4 a 1. Humberto, de novo, Nei Bala e Willian fecharam o marcador. Não foi nem necessário o terceiro jogo.

No quadrangular semifinal, o Periquito caiu num grupo com Desportiva Ferroviária, XV de Piracicaba e Criciúma. No primeiro turno, o Gama mostrou novamente muito brio. Abriu a terceira fase batendo a Desportiva por 1 a 0, no Bezerrão, antes de acabar derrotado pelo XV de Piracicaba, no Barão de Serra Negra, por 1 a 0. Depois, outra vitória em casa, por 2 a 1, contra o Criciúma. Ai veio um duelo importantíssimo contra o Tricolor Carvoeiro, no Heriberto Hulse, onde os catarinenses não perdiam e nem levavam gol a três meses. O que não significou nada para Rodrigo Beckham, que marcou o primeiro gol do jogo. O Criciúma até empatou, mas o gol não adiantou muito. 

Depois desse empate, bastava uma vitória contra o XV de Piracicaba para classificar. E ela veio, por 1 a 0, com gol de Nei Júnior, logo aos quatro minutos do jogo. O Nhô Quim, que havia ido tão bem até ali, acabaria eliminado graças ao próprio Verdão na última rodada, já que os candangos perderam para a Desportiva Ferroviária e o resultado jogou os paulistas para o quarto lugar e para a eliminação. 

A partir daí veio a quarta e última fase. Botafogo de Ribeirão Preto, Gama, Desportiva Ferroviária e Londrina disputavam duas vagas na Série A de 1999. O Gama começou empatando com o Londrina por 0 a 0 no Estádio do Café. Depois, outro empate com a Desportiva, em casa, por 2 a 2, que só veio no finalzinho do jogo. Precisando da vitória, os alviverdes foram ao Santa Cruz e calaram os 20 mil torcedores do Botafogo. William e Rodrigo Beckham fizeram os dois gols e o placar terminou em 2 a 1. De volta a disputa, o Gama teve de novo dois empates, na volta do duelo contra o Botafogo (1 a 1) e contra a Desportiva, em Cariacica, num jogo cercado de dramas e que só teve a igualdade garantida graças a um gol de Paulo Henrique no finalzinho do jogo (2 a 2).

Na última rodada, que ocorreria no dia 20 de dezembro daquele ano, contra o Londrina, a situação era a seguinte: um empate e o Gama subia, dependendo do resultado do Botafogo para ser campeão, uma vitória e o acesso viria com título. Diante de um Mané Garrincha abarrotado, o Verdão abriu o placar aos 6, com Renato Martins, aproveitando cobrança de falta de Rodrigo Beckham, William Fabro fez o segundo. No segundo tempo, já diante da festa da torcida, Nei Bala cruzou e o goleirão falhou e deu o terceiro gol. Final de jogo, vitória e festa da torcida alviverde, pois o título era do Gama.

O jogo do título diante do Londrina

Além do Esquadrão Alviverde, quem também subiu naquele ano foi o Botafogo de Ribeirão Preto, que terminou o campeonato goleando a Desportiva, em Ribeirão Preto. A campanha final do Periquito foi de 11 vitórias, seis empates e sete derrotas em 24 jogos, com 33 gols feitos e 24 sofridos. O artilheiro e grande destaque foi o meia Rodrigo Beckham. Além dele, também foram bem nomes como Nei Bala, Nei Júnior, Humberto, Paulo Henrique e o goleiro Marcelo Cruz. A equipe do Distrito Federal ficaria na Série A até 2002, quando caiu. Hoje, o Gama disputa, quando consegue vaga pelo estadual, a Série D, torneio que o alviverde disputará em 2020, tentando voltar a ser forte no cenário nacional.

1999 - O fracasso do promédio no Brasileirão

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução/Blog Soberano


Sandro Hiroshi foi pivô da polêmica de rebaixamento em 1999

O relativamente complicado sistema de "promédio" é a forma de definir o rebaixamento utilizado por alguns campeonatos na América do Sul. O sistema leva em conta a média de pontos de uma equipe nas três últimas edições de disputa de um torneio consecutivas, podendo ser calculado em menos jogos, quando a equipe joga menos edições. O Brasil, que demorou muito para conseguir ter um sistema de rebaixamento imune a problemas e a viradas de mesa, tentou adotar tal sistema a partir do Brasileirão de 1999.

No sistema que a CBF adotaria, cairiam para a Série B os times com piores médias de pontos nos campeonatos de 1998 e 1999, usando uma média ponderada, já que o número de jogos era diferente (23 x 21). A fórmula basicamente concluía que a média de pontos se daria pela soma das médias de pontos de 1998 (o total de pontuação daquele ano dividido por 23) com a média de 1999 (o total de pontuação dividido por 21) com esse valor total sendo dividido por 2. Ou seja, sendo p = pontuação da equipe na competição, M= ((p98/23) + (p99/21)) /2.

Apesar da ideia complicada de entender, na teoria não seria uma situação tão bizarra. Porém, uma contratação acabou causando uma confusão épica no rebaixamento. O São Paulo trouxe na época o atacante Sandro Hiroshi, que havia se destacado no Paulistão pelo Rio Branco e o colocou para jogar no Brasileirão. A questão é que Sandro havia se envolvido em problemas com sua negociação quando saiu do Tocantinópolis para o Rio Branco de Americana. O jogador, que posteriormente ainda se veria envolvido em punições por adulteração de idade, ficou no centro de uma polêmica onde o Tocantinópolis reclamava que o alvinegro de Americana devia os valores pela negociação dele, alegando também que o Tigre havia inscrito o atacante sem autorização do clube anterior no Paulistão. Já o Rio Branco alegava que ele vinha como jogador de base, não precisando portanto de tal autorização. A CBF, para evitar maiores problemas, bloqueou o passe do jogador.

Ai que o imbróglio se complicou de vez. Hiroshi atuou pelo Tricolor Paulista em uma goleada por 6 a 1 sobre o Botafogo. Porém, com a decisão da CBF, o atacante não poderia ter jogado. O Botafogo então entrou com um processo na CBF pedindo os pontos do jogo, procedimento que uma portaria da CBF autorizaria em caso de escalação irregular. O Fogão venceu a causa no STJD e foi declarado vencedor do jogo. Depois disso, então, Botafogo de Ribeirão Preto, Atlético Mineiro, Coritiba, Inter, Vasco e Guarani também tentaram usar da mesma manobra, com só o Inter conseguindo a pontuação. Aliás, no caso do Inter, como o jogo havia terminado em 2 a 2, deram um ponto a mais ao Inter.  Ou seja, o colorado faria 2 pontos pelo jogo. Como a situação seria impossível em uma partida real, acabaram dando mais um ponto ao colorado, que ficou com os três pontos de uma vitória.

Ao fim da competição, pela média de pontos, acabaram rebaixados Botafogo de Ribeirão Preto, Gama, Paraná e Juventude. Sem os pontos ganhos no tribunal, porém, cairia o Botafogo do Rio de Janeiro, não o Gama. O alviverde, então, entrou com recurso contra o rebaixamento no STJD. O tribunal deu parecer favorável a CBF, mantendo o descenso do Gama. A partir daí, o Gama, juntamente a presidência do Sindicato dos Técnicos do Distrito Federal, entrou na justiça comum contra seu rebaixamento. A justiça deu ganho de causa ao alviverde, negando recursos da CBF e obrigando a mesma à incluir o Gama no Brasileirão de 2000.

Sem tempo para recorrer e com pressão externa da FIFA, a CBF então largou a organização do Brasileirão ao Clube dos 13, que criou a Copa João Havelange. Nela, os clubes foram organizados por módulos e a competição não teria rebaixamento. O Gama também entrou na justiça para ser incluído na competição, algo que inicialmente não ocorreria. No fim das contas, a confusão fez com que o campeonato de 2001 tivesse de contar com 28 clubes e acabou causando problemas para edições seguintes do Brasileirão. Uma situação que ocorreu com a Copa União foi o "super acesso" do Fluminense, campeão da Série C em 1999, que acabou voltando direto para a Série A em 2000. Daí, surge a brincadeira do "Pague a Série B!".

Talvez por essa falha ou talvez por algum planejamento que veio depois (ou talvez até pelos dois motivos) o Brasileirão passou a ser disputado por pontos corridos em 2003. Aos poucos o número de clubes foi reduzindo até chegar ao que temos hoje. Outra mudança foi que a punição por uma irregularidade na escalação passou a envolver apenas a perda de pontos do time infrator, não mais dando os pontos ao seu adversário. Tais situações foram relativamente comuns entre 2003 e 2005.

Outra das consequências foi que o sistema de pontos corridos passou a causar uma situação que a confusão dos regulamentos antigos do Campeonato Brasileiro e a falta de sintonia dos cartolas acabava evitando, que é o rebaixamento de equipes grandes. Com um regulamento mais claro e direto e que evitava situações de viradas de mesa, uma campanha ruim de um grande inevitavelmente causaria um descenso. Da enorme lista de clubes não rebaixados até 2000, sobraram hoje apenas Santos, São Paulo e Flamengo.

A situação também é um belíssimo resumo de como o futebol brasileiro era, até pouquíssimo tempo, uma verdadeira baderna. Antes dos pontos corridos, haviam mudanças de formula praticamente todos os anos, problemas com viradas de mesa, rebaixamentos e acessos ignorados, entre outras situações. A "organização" do Campeonato Brasileiro é um fato bem recente e os constantes descensos de times grandes mostram como a bagunça acabava beneficiando os grandes quando estes faziam campanhas muito aquém de seu tamanho.

Por fim, curiosamente, o mesmo jogador envolvido no caso da perda de pontos que iniciou toda essa confusão (Sandro Hiroshi) foi pego num caso de alteração de idade (no futebolês, o famoso gato) ainda naquele ano, pois as investigações de sua transferência acabaram por desmascarar o fato de que Hiroshi jogava com documentos falsos desde 1994. A suspensão de 180 dias imposta pelo caso fez com que a carreira de Hiroshi nunca decolasse de fato. O atacante só conseguiu algum sucesso na Coréia do Sul e em curtos períodos pelo São Paulo. 

Com "milagre de Lázaro", Brasil vira para cima do México e conquista a Copa do Mundo Sub-17

Foto: Alexandre Loureiro/CBF

Lázaro entrou no segundo tempo e fez o gol do título já nos acréscimos

Um dos milagres de Jesus mais conhecidos e contados na história é quando Ele ressuscita Lázaro. Pois na noite deste domingo, dia 17 de novembro, no Estádio Bezerrão, no Gama, em Brasília, um "milagre" de um outro Lázaro, já nos acréscimos da partida entre as seleções brasileira e mexicana, deu ao time canarinho o quarto título na Copa do Mundo Sub-17. Com o gol do jogador do Flamengo, já nos acréscimos do jogo, o Brasil virou para cima do México, venceu por 2 a 1, e ficou com a taça da competição.

O clima de decisão tomou conta da partida desde o apito inicial, quando Yan Couto fez boa jogada pela direita, cruzou fechado e viu a bola passar por trás do gol mexicano. Mas a primeira finalização mesmo saiu aos 11 minutos, com João Peglow, que arriscou da entrada da área, à direita da meta adversária. O domínio da Canarinho seguiu e, aos 13, Yan cruzou da direita e a bola sobrou para Gabriel Veron finalizar por cima.


Logo depois, Kaio Jorge fez ótima jogada pela esquerda, entrou na área e rolou para trás, onde Peglow chutou de primeira e acertou o travessão. A pressão na parou, e a Canarinho ainda ficou perto de marcar em outros dois chutes de Peglow: um defendido por Garcia, e outro que saiu rente à trave direita. Outra boa oportunidade para o Brasil foi aos 28, após cruzamento de Patryck pela esquerda, que fez a bola chegar em Veron, que chutou de primeira e viu Garcia fazer a defesa. O goleiro mexicano ainda segurou as finalizações de Peglow e Patryck antes do jogo ir para o intervalo.

No segundo tempo, o México foi quem começou assustando. Logo no primeiro lance, Martínez lançou na área, e Luna pegou de primeira, mas mandou para fora. O Brasil respondeu na sequência, com Kaio Jorge arriscando de fora da área e Garcia fazendo a defesa. Aos seis, Peglow lançou na medida para Kaio Jorge, que finalizou de primeira, mas por cima da meta mexicana. A pressão da Canarinho seguiu com uma bomba de Patryck, que Garcia espalmou. Depois, Peglow recebeu na área, dominou e chutou forte rente à trave esquerda dos adversários.

O México, que pouco criou, encontrou espaço aos 20 minutos, quando Gonzáles recebeu cruzamento e cabeceou para fazer 1 a 0. A Canarinho não desanimou e seguiu ofensiva. Aos 27, Diego Rosa recebeu de Veron e chutou da entrada da área à esquerda do gol mexicano. No minuto seguinte, Lázaro também foi acionado por Veron e bateu por cima do travessão.


Nos minutos finais, Lázaro recebeu na área, mas o chute parou em Guzman. Daniel Cabral arriscou de fora da área e acertou a trave. No rebote, Veron cabeceou por cima. Logo depois, o árbitro checou um carrinho da defesa mexicana em Veron e assinalou o pênalti. Kaio Jorge cobrou no canto direito e deixou tudo igual na decisão: 1 a 1.

O empate fez a torcida se animar ainda mais no Bezerrão e empurrar a Canarinho. Sem perder o ímpeto, a Seleção Brasileira seguiu no ataque e, já nos acréscimos, saiu o "milagre de Lázaro", o merecido gol do título. Yan cruzou da direita, e Lázaro bateu de primeira para decretar o tetracampeonato brasileiro: 2 a 1.

França vence Holanda e fica em terceiro na Copa do Mundo Sub-17

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Kalimuendo foi o grande nome do jogo e marcou os três gols da vitória francesa

O encerramento da Copa do Mundo Sub-17 Brasil 2019 está sendo realizada neste domingo, dia 17, no Bezerrão, no Gama, em Brasília. O evento foi aberto com a decisão de terceiro lugar da competição, envolvendo a França e Holanda, os derrotados das semifinais. O franceses levaram a melhor e venceram por 3 a 1, conquistando um lugar no pódio.

As duas equipes chegaram até à semifinal da competição e perderam a chance de chegar à decisão do título. A Holanda chegou a estar ganhando do México, por 1 a 0, cedeu o empate e foi derrotada nas penalidades. Para a França foi ainda pior, pois fez 2 a 0 no Brasil, no primeiro tempo, e levou a virada.


A Holanda começou melhor e abriu o placar aos 14 minutos. Taylor acertou um lindo passe para Taabouni. O meia entrou sozinho na área e só deu uma cavadinha na bola para superar o goleiro Semedo. A França reagiu e empatou aos 21'. Altikulac recebeu bom passe na lateral esquerda, cruzou rasteiro de primeira para Kalimuendo, que encheu o pé para deixar tudo igual. E assim terminou o primeiro tempo.

Se a etapa inicial foi equilibrada, na segunda a França impôs o seu jogo. Aos 9 minutos, os Bleus chegaram ao segundo gol. Na cobrança de falta, a Holanda tentou fazer uma jogada ensaida, mas ela deu errado e deu o contra-ataque aos franceses. A bola chegou para Kalimuendo e o atacante francês não mostrou nervosismo, finalizando com categoria e colocando a França à frente no placar.


A Holanda se perdeu com o segundo gol sofrido e os franceses se aproveitaram para ampliar a vantagem. Aos 16', Aouchiche chutoua de fora da área, o goleiro Raatsie fez a defesa parcial, mas a bola bateu no travessão e sobrou tranquila para Kalimuendo, de peixinho, fazer o terceiro dele e de sua seleção no jogo. Depois, a França só controlou o jogo, garantiu o resultado e o terceiro lugar na competição.

Com virada histórica, Brasil vence a França e está na Final da Copa do Mundo Sub-17

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Brasileiros comemoram o gol da vitória

A Seleção Brasileira está classificada para a grande decisão da Copa do Mundo Sub-17. Em uma partida emocionante, o Brasil virou em 45 minutos a desvantagem de 2 a 0 para 3 a 2 e eliminou a França na semifinal do Mundial. Kaio Jorge, Gabriel Veron e Lázaro marcaram os gols da Canarinho, todos no segundo tempo de jogo.

A Seleção Brasileira começou o primeiro tempo vendo os franceses tomarem conta das primeiras ações ofensivas. Aos seis minutos de jogo, Kalimuendo-Muinga recebeu bom passe, saiu de cara para o goleiro Matheus Donelli, que nada pôde fazer: 1 a 0 para a França. Passados mais seis minutos, foi a vez de Mbuku marcar. O camisa 11 fez ótima jogada e bateu na saída do camisa arqueiro brasileiro, ampliando a vantagem.

A partir daí, o time de Guilherme Dalla Déa cresceu na partida e se lançou ao ataque em busca dos gols para empatar a partida. A melhor oportunidade aconteceu aos 23 minutos, quando Gabriel Veron invadiu a área driblando e bateu para o gol, mas viu a bola sair pelo lado. Aos 43, a arbitragem chegou a assinalar pênalti para o Brasil, sofrido por Yan Couto. Mas, após a checagem no VAR, voltou atrás na decisão e anulou o tiro livre.


Depois da conversa nos vestiários, a Canarinho voltou para a etapa final disposta a buscar o resultado. Comandando a posse de bola, a Seleção finalmente estufou as redes aos 16 minutos. Em cobrança de escanteio, a zaga francesa não conseguiu cortar, Henri tocou para o meio, e Kaio Jorge completou para o gol. Quarto tento marcado no torneio pelo camisa 9.

Se lançando ao ataque, o Brasil chegou ao empate aos 30 minutos. Daniel Cabral puxou ótima jogada pela esquerda, cruzou antes da bola sair pela linha de fundo e encontrou Yan Couto, que bateu para a defesa do goleiro Zinga. No entanto, no rebote, Gabriel Veron apareceu para encher o pé de primeira e igualar o marcador no Bezerrão: 2 a 2.


E o que parecia impossível no intervalo, aos 43 minutos, Lázaro tornou realidade. O goleiro Matheus Donelli cobrou impedimento rápido, lançando o atacante brasileiro. O camisa 20 dominou, cortou para o meio e com uma bomba fez um golaço para colocar o Brasil em vantagem e garantir a ida para a decisão da Copa do Mundo Sub-17: 3 a 2 de virada.

Diante do México, que passou pela Holanda, o Brasil entrará em campo para a decisão no próximo domingo (17), às 19 horas. O Estádio Bezerrão será o palco da partida final do Mundial Sub-17. Na preliminar, a partir das 15 horas, franceses e holandeses disputam o terceiro lugar.

México bate Holanda nas penalidades e é finalista da Copa do Mundo Sub-17

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Jogadores mexicanos comemoram a classificação

O México é o primeiro finalista da Copa do Mundo Sub-17 Brasil 2019. Na tarde desta quinta-feira, dia 14, no Bezerrão, no Gama, Distrito Federal, os mexicanos despacharam a Holanda, vencendo nas penalidades, depois de um empate em 1 a 1 no tempo normal. Agora, os mexicanos esperam o vencedor de Brasil e França para saber quem será a outra seleção na decisão.

A Holanda foi melhor no primeiro tempo. O atacante Braaf foi o principal jogador da seleção laranja, levando bastante perigo ao gol mexicano. A melhor finalização do holandês foi aos 38 minutos, com um chute forte de dentro da área, que passou à esquerda do gol. Antes disso, aos 27', Ünüvar até balançou as redes, mas fez falta no goleiro García. Pelo lado mexicano, o melhor lance ocorreu aos 18', mas o goleiro Raatsie fez boa defesa.

A segunda etapa foi mais aberta, mas ainda com a Holanda melhor. A superioridade se fez valer aos 28 minutos, quando em uma linda jogada do zagueirão Bogarde pela esquerda, ele driblou Ruíz e entregou a bola nos pés de Regger, que momentos antes tinha perdido um gol feito, mas desta vez balançou as redes.

Porém, o México acordou com o gol sofrido e foi em busca do empate, que aconteceu aos 33 minutos. Gonzáles trombou feio com Rensch na entrada da área e o árbitro marcou falta. Na cobrança, Álvarez bateu forte de perna esquerda e mandou a bola no ângulo de Raatsie, sem chances pro goleirão holandês: 1 a 1. As duas equipes ainda tentaram o segundo gol, mas o jogo foi para as penalidades.

Nas cobranças, brilhou a estrela do goleiro Eduardo García, que pegou três cobranças e colocou o México na decisão do Mundial Sub-17. A seleção da América do Norte agora espera a outra semifinal, entre Brasil e França, para saber o adversário na final, que está marcada para o domingo, dia 17, às 19 horas, no Bezerrão. Às 15 horas, no mesmo estádio a Holanda enfrenta o perdedor da outra semifinal na disputa pelo terceiro lugar.

Brasil passa pelo Chile e está nas quartas da Copa do Mundo Sub-17

Com informações da CBF
Foto: Bruna Prado - FIFA/FIFA via Getty Images

Kaio Jorge comemorando um dos gols da Seleção Brasileira

A Seleção Brasileira está nas quartas de final da Copa do Mundo Sub-17! Na noite desta quarta-feira (6), a equipe comandada por Guilherme Dalla Déa venceu o Chile por 3 a 2, no Estádio Bezerrão, no Gama (DF), e se garantiu na próxima fase. Classificada em primeiro do Grupo A, a Canarinho segue com 100% de aproveitamento na competição.

O domínio da Seleção Brasileira começou logo no início da partida. Aos cinco minutos, Kaio Jorge arriscou de longe e viu o goleiro Fierro saltar para espalmar. Mas, aos sete, o camisa 9 cobrou falta no canto do defensor chileno e colocou o Brasil na frente: 1 a 0. A pressão do time de Guilherme Dalla Déa continuou e o placar quase foi ampliado aos 15, após Gustavo Garcia levantar a bola para Kaio Jorge, que foi fatal na finalização, mas estava em posição irregular e teve o gol invalidado.

Depois, o Chile começou a encontrar espaços e chegou ao empate aos 24, quando Cruz chutou no canto direito para fazer 1 a 1. A Canarinho respondeu na sequência, no chute de longe de Daniel Cabral, que saiu para fora. Aos 31, foi a vez dos chilenos chegarem com perigo, mas Rojas foi parado em ótima defesa de Matheus Donelli. O jogo seguiu aberto, com os dois times buscando o gol a todo instante. Até que, aos 40, Cruz virou para os chilenos. E, aos 45, Kaio Jorge foi derrubado por Fierro na área, e o próprio atacante cobrou o pênalti para deixar tudo igual antes do intervalo: 2 a 2.

No segundo tempo, o Chile voltou mais ofensivo nos primeiros minutos, mas a Seleção Brasileira equilibrou as jogadas e voltou a ficar na frente aos 19 minutos. Diego Rosa pegou a bola após rebatida da zaga chilena e finalizou com força para fazer 3 a 2.


Logo depois, Veron iniciou jogada pela esquerda, e Patryck cruzou na medida para Kaio Jorge, que quase ampliou, mas cabeceou para fora. A Canarinho seguiu no ataque, com boas chegadas de Kaio Jorge, Talles Magno e Veron, mas não balançou mais as redes. O placar positivo persistiu até o apito final, confirmando a classificação brasileira para as quartas de final da competição.

O Brasil volta a campo na próxima segunda-feira (11), às 20h, no Estádio Olímpico, em Goiânia. O adversário sairá do confronto entre Equador e Itália, nesta quinta (7), às 16h30, em Cariacica (ES).

Brasil vence Nova Zelândia e já se garante nas oitavas da Copa do Mundo Sub-17

Com informações da CBF
Foto: Alexandre Loureiro/CBF

Comemoração de um dos gols do Brasil

A Seleção Brasileira Sub-17 garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo da categoria. Na noite desta terça-feira (29), os comandados do técnico Guilherme Dalla Déa entraram em campo para enfrentar a Nova Zelândia, no Estádio Bezerrão, e venceram por 3 a 0. Kaio Jorge, Talles Magno e Diego Rosa fizeram os gols brasileiros.

A Seleção Brasileira começou a partida dominando as ações. Melhor no jogo, não demorou muito para a Canarinho inaugurar o marcador no Bezerrão. Aos 17 minutos, Henri descolou ótimo lançamento para Gabriel Veron na direita, que levou no fundo e cruzou rasteiro. Dentro da área, Kaio Jorge apareceu para completar como um autêntico camisa 9, colocando o Brasil na frente: 1 a 0.

A melhor oportunidade da Nova Zelândia aconteceu aos 26, quando Randall cobrou falta da entrada da área no cantinho. Mas o goleiro Matheus Donelli caiu bem e fez ótima defesa, mantendo a vantagem brasileira. Já na reta final, aos 41, o lateral-direito Yan acabou recebendo cartão vermelho, e a Seleção passou a jogar com um atleta a menos.

Na etapa final, o Brasil passou a se segurar bem na defesa e explorar os contra-ataques para tentar garantir a segunda vitória no torneio. Os neozelandeses até chegaram com perigo, mas não conseguiram ultrapassar a defesa brasileira. Aos 34, a Seleção Brasileira ampliou no Bezerrão. O atacante Talles Magno aproveitou falha do goleiro adversário, roubou a bola e só teve trabalho de empurrar para o gol vazio: 2 a 0.

Quando a partida já estava nos acréscimos, aos 46, Diego Rosa sacramentou a classificação para as oitavas de final. Em novo erro da equipe da Nova Zelândia, o camisa 17 ficou de cara para o gol e, com calma, tirou de Paulsen, fazendo o terceiro da Seleção e dando números finais ao jogo: 3 a 0.

O triunfo fez o Brasil chegar a seis pontos no Grupo A do Mundial, empatando com a Angola, mas liderando pelo saldo de gols. Às 20h da próxima sexta-feira (1), brasileiros e angolanos se enfrentam no Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, em busca da liderança da chave.

Brasil abre a Copa do Mundo Sub-17 goleando o Canadá

Com informações da CBF
Foto: Alexandre Loureiro/CBF

Brasil não teve dificuldades para derrotar o Canadá

Estreia brilhante da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Sub-17. Neste sábado (26), em Brasília, o Brasil encarou o Canadá na primeira rodada da competição, foi absoluto na partida e goleou por 4 a 1, com gols de João Peglow (duas vezes), Gabriel Veron e Franklin (contra).

O Brasil sobrou no primeiro tempo em Brasília. Com marcação sob pressão e bom toque de bola, a Seleção não deu chances aos canadenses. Depois de quase abrir o placar logo aos cinco minutos, com Kaio Jorge, o Brasil pulou na frente aos 16: Yan chegou bem pelo lado direito, deixou três marcadores para trás e cruzou da linha de fundo. João Peglow invadiu a área e bateu no contrapé do goleiro para marcar.


Seguindo superior ao adversário, Kaio Jorge conseguiu excelente cruzamento pela direita, a bola bateu no peito do zagueiro Franklin e morreu no fundo do gol: 2 a 0 aos 44 da etapa inicial. E assim terminou a primeira etapa.

A Canarinho voltou do intervalo em ritmo acelerado, fazendo o terceiro logo no primeiro lance: Yan fez outra boa jogada pela direita e alçou a bola na área. O zagueiro Franklin cortou mal e a sobra ficou limpa para João Peglow, que mandou uma bomba de primeira para estufar as redes. E o quarto gol não demorou. Na casa dos 10, Gabriel Veron aproveitou outro vacilo da defesa canadense, se antecipou ao zagueiro e chutou para ampliar a vantagem.


Na marca dos 25, o goleiro Matheus fez sua primeira defesa no jogo, ao espalmar chute de Kerr, quase na marca do pênalti. Quase no fim, aos 40, Russel-Rowe arriscou da entrada da área, a bola desviou no meio do caminho e enganou o camisa 1 brasileiro. Mas, ao apito final, quem comemorou por último foi a torcida verde e amarela nas arquibancadas do Bezerrão.

O resultado faz a Canarinho largar na liderança do Grupo A, somando os primeiros três pontos. Em busca do tetra, a Seleção volta a campo pela Mundial Sub-17 na terça-feira (29), contra a Nova Zelândia, às 20h, novamente no Bezerrão.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações