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O início da trajetória de Zenon no Avaí

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Zenon atuando no Leão

Conhecido principalmente pelas passagens em Corinthians e Guarani, onde ele se tornou ídolo de ambos os clubes, o meia Zenon, que completa 69 anos neste dia 31, foi um dos grandes nomes do futebol brasileiro nos anos 1970 e 1980, tendo inclusive jogado alguns jogos na Seleção Brasileira e se tornando um dos maiores nomes da história do Timão. Antes dos troféus conquistados no estado de São Paulo, o meia começou sua trajetória no Avaí. 

Zenon nasceu em Tubarão, no sul do estado de Santa Catarina e deu seus primeiros passos no futebol no Hercílio Luz, onde fez boa parte da base antes de ser rejeitado no Grêmio, fazendo um teste nos anos 1970. Depois, chegou ao Avaí, onde concluiu as categorias de base e iniciou sua trajetória profissional no futebol. 

Zenon rapidamente foi conquistando seu espaço no time azul e branco. Já no título catarinense de 1973 conseguia atuar constantemente e foi um dos destaques da campanha, muito celebrada na Ressacada. No ano seguinte, Zenon faria história no clube, sendo autor do primeiro gol avaiano na história do Campeonato Brasileiro, em um empate com o América por 1 a 1.


Em 1975, novamente seria importante para um título, ajudando a equipe em mais uma conquista estadual. Seguiria atuando pelo Leão até o final daquele ano, quando seu bom futebol já começava a chamar a atenção de diversos clubes brasileiros. Acabou se transferindo ao Guarani em 1976, onde faria parte do maior time da história do Bugre, que conquistou o Campeonato Brasileiro daquele ano em cima do Palmeiras.

Considerado ídolo do Avaí, Zenon foi votado como um dos integrantes da seleção histórica do clube, em uma eleição que envolveu jornalistas, torcedores e ex-jogadores do Avaí. Zenon esteve em atividade no futebol profissional até 1992, quando pendurou as chuteiras jogando pelo São Bento, time do interior de São Paulo. 

Próspera é punido e rebaixado para a Série C do Campeonato Catarinense

Com informações do SC Todo Dia
Foto: Lucas Colombo / EC Próspera

Em campo, o Próspera já tinha sido rebaixado na Série A Catarinense

O Próspera foi rebaixado para a Série C do Campeonato Catarinense. A informação foi confirmada pelo presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubinho Angelotti, e é referente aos sucessivos W.O’s das equipes de base do clube criciumense.

“Os seus times de base levaram W.O, e a penalidade por levar W.O é ser rebaixado no profissional. Como já havia sido rebaixado para a Série B do Catarinense, será rebaixado para a Série C”, confirmou o presidente da FCF. Com a decisão, o Próspera encerra um ciclo de ascensões e quedas em poucos anos.

O clube foi campeão da Série B do Catarinense em 2020, chegou ao mata-mata da Série A do estadual em 2021 e garantiu até mesmo vaga inédita na disputa da Série D do Brasileirão em 2022.


Neste ano, no entanto, acabou rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Catarinense. Problemas relacionados a mando de campo fizeram com que o clube abandonasse alguns jogos das categorias de base, sendo punido com o rebaixamento para a Série C.

“A Série B vai ter um time a menos em 2023, vai jogar com 9 clubes em 2023. No próximo ano, o Próspera poderá jogar a Série C”, declarou Rubinho.

Jornalista Polidoro Júnior lança biografia do ex-jogador Adilson Heleno

Foto: Fátima Damasceno

Adilson Heleno com o livro que conta a sua história

Uma noite memorável para os amantes do futebol catarinense. Assim foi o lançamento do sexto livro do jornalista Polidoro Júnior, no hotel Majestic, em Florianópolis. O evento foi realizado na última segunda-feira, dia 7.

Com a presença de dirigentes esportivos, ex-jogadores, imprensa e personalidades da ilha, o Volume II da coleção "Eternos Craques" em homenagem ao ídolo avaiano, Adilson Heleno, o sucesso do evento foi comemorado por Polidoro Júnior.

"Tivemos uma grande noite para o futebol catarinense. Presenças dos presidentes Júlio Heerdt, do Avaí e Norton Boppré, do Figueirense, do radialista J.B. Telles, representando a Federação Catarinense de Futebol, do ex-presidente do Avaí, Décio Girardi, que foi o responsável pela aquisição de Adilson Heleno pelo Leão da Ilha, ex-jogadores como Belmonte, Flávio Roberto, Jacaré, Albeneir, Balduíno, Marquinhos Santos, Michel Schmoller, Viola, Márcio Marral, Biguaçú e Marcos Severo. Uma homenagem merecida ao Adilson Heleno, que fez muito pelo nosso futebol", destacou o autor do livro.

No total, a biografia de Adilson Heleno, volume II da coleção Eternos Craques, conta com 80 páginas, que estão divididas em nove capítulos e ilustrado com 144 fotos. Foram impressos mil exemplares do livro que poderá ser adquirido nas Livrarias Catarinense e nas lojas Futebol Mania, em Florianópolis.


"A ideia da coleção Eternos Craques é eternizar a história desses jogadores que contribuíram muito com o nosso futebol para que as gerações futuras tenham a oportunidade de saber um pouco mais sobre nossos ídolos do passado. Espero que as pessoas tenham uma ótima leitura e a partir de agora passamos a planejar o Volume III, onde já temos mais um grande personagem definido: Balduíno.", finalizou.

Luto! Aos 30 anos, atacante Aldair perde batalha para câncer

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Aldair iniciou a carreira no Joinville

Pouco menos de um mês depois de receber alta, o ex-atacante Aldair, de apenas 30 anos, faleceu nesta sexta-feira, dia 21, devido a um tumor, proveniente de um câncer de pele, que se deslocou para o cérebro. Após a saída do hospital, em setembro, Aldair iniciou tratamento com radioterapia para a retirada do tumor, mas não sobreviveu.

O ex-atleta descobriu a doença em maio deste ano e promoveu uma campanha de doação nas redes sociais para arrecadar fundos para o tratamento. Na época, o Joinville divulgou a ação nas redes sociais, e o Brusque, clube que também teve passagem, também promoveu a campanha durante uma partida da Série B do Brasileiro.

Natural de Joinville, Aldair iniciou nas categorias de base e foi revelado no JEC. Pelo Tricolor, Aldair fez 74 jogos e marcou 16 gols, entre eles os de número 3 mil e 3,5 mil do clube. Foi campeão brasileiro da Série C com o Joinville em 2011.


Em Santa Catarina, o ex-atacante defendeu Brusque, Metropolitano, Camboriú, Concórdia e Nação, o último time da carreira. Em outros estados, teve passagens por São Bento de Sorocaba, Vitória da Bahia e América de Natal. Clubes prestaram homenagens a Aldair nas redes sociais.

Com previsão para lançamento de livro, Adilson Heleno celebra 60 anos de idade

Foto: divulgação

Adilson Heleno é o próximo tema da coleção Eternos Craques

Uma das histórias mais respeitadas do futebol catarinense. E que hoje completa uma data importante: ex-jogador com passagens por Avaí, Criciúma, Figueirense, Marcílio Dias e Tubarão, Adilson Heleno comemorou 60 anos nesta sexta-feira, dia 07 de outubro.

Carioca e cria das categorias de base do Flamengo, o ex-meia teve boas passagens por Grêmio, Fortaleza e também fora do país. Mas foi em Santa Catarina que ele escreveu boa parte de sua vitoriosa história, com conquistas, feitos e gols até hoje lembrados no estado. Tudo isso e muito mais sobre a carreira de Adilson Heleno será celebrado no segundo volume da coleção Eternos Craques, do jornalista Polidoro Junior. 

“Feliz por poder celebrar meus 60 anos com saúde, rodeado sempre de gente que eu amo muito. Marcante também por agora ter toda a minha trajetória sendo contada pelo Polidoro e também por muita gente que fez parte da minha carreira, da minha história dentro do futebol. São muitas histórias, muitas lembranças, tudo. Não vejo a hora de poder ter esse livro em mãos também como presente dos meus 60 anos de idade”, afirmou o craque Adilson Heleno.

O livro já tem previsão de lançamento. De acordo com Polidoro Junior, a edição Eternos Craques sobre Adilson Heleno sai do forno na primeira quinzena de novembro.


“Honrado por poder homenagear mais um grande personagem da história do futebol catarinense, um atleta que marcou muita gente em Santa Catarina com sua trajetória, seu futebol, os títulos. O Adilson Heleno tem uma história rica e está sendo fantástico finalizar mais esse projeto. Em breve teremos a data, mas o lançamento certamente será antes do início da Copa do Mundo e estamos ansiosos”, finalizou o jornalista Polidoro Junior, que no primeiro volume contou a história e homenageou Albeneir, outro grande personagem do futebol de Santa Catarina.

Polidoro Júnior define personagem do segundo livro da coleção Eternos Craques: Adilson Heleno

Foto: Rodrigo Polidoro/Divulgação

Polidoro Júnior com Adilson Heleno

Após o sucesso em 2017 do primeiro volume da coleção Eternos Craques, que imortalizou a história de Albeneir, o jornalista Polidoro Júnior definiu o segundo personagem da série. Trata-se de Adilson Heleno, que foi revelado nas categorias de base do Flamengo e teve passagens por clubes importantes do Brasil, entre eles: Grêmio e Fortaleza, e que nas décadas de 80 e 90 foi um dos principais jogadores do futebol catarinense ao defender as cores de: Avaí, Figueirense, Criciúma e Tubarão.

Com 43 anos de experiência na imprensa, Polidoro Júnior lançará a sua quinta obra na área esportiva. Natural de Florianópolis e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Polí, como é conhecido na capital catarinense, valorizou mais um feito de sua carreira. "É uma honra imortalizar a história do craque Adilson Heleno. Será, assim como foi na primeira edição do Albeneir, um livro de luxo, com rico conteúdo visual, através de belas fotos, além, logicamente de muitas histórias relatadas por esse personagem grandioso que é o Adilson Heleno. Um livro para os fãs dele, para colecionadores e para os amantes do futebol em geral", explicou Polidoro Júnior.

Nas próximas semanas, o autor divulgará a data de lançamento da biografia. Enquanto essa data não é anunciada, Polidoro Júnior já revelou alguns detalhes importantes do segundo livro da coleção Eternos Craques. "Serão 80 páginas e teremos uma primeira tiragem de três mil exemplares. No primeiro livro da coleção, quando foi contada a história do Albeneir, foram impressos dois mil exemplares e todos foram comercializados. A expectativa é repetir o sucesso. Mas, cabe ressaltar que mais importante que a parte financeira é o conteúdo histórico. Esse é o real objetivo da coleção Eternos Craques", revelou Polí.

Escolhido para ser o personagem do segundo livro da série Eternos Craques, Adilson Heleno enalteceu o seu relacionamento com Polidoro Júnior. "Nos conhecemos em 1987, quando ele era repórter. Tínhamos respeito um pelo outro e essa postura transformou-se numa amizade que perdura até os dias de hoje. O Polidoro é um grande profissional. Me sinto lisonjeado de ter minha biografia escrita por ele. Tenho certeza que o público gostará do que revelarei. Desde o meu começo na escolinha do Garrincha, a chegada na base do Flamengo, o fato de ser considerado o novo Zico, as passagens por clubes do patamar de Grêmio e Fortaleza, além, logicamente, da bonita história que construí no futebol catarinense", declarou Adilson Heleno, que está com 59 anos.


Livros lançados por Polidoro Júnior na esfera esportiva:

2012 – Futebol, um estádio no coração da cidade
2013 – Um jogo inesquecível
2014 – 90 anos do maior clássico
2017 – Coleção Eternos Craques, volume 1: Albeneir

A passagem de Andrade pelo Inter de Lages

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Andrade atuando pelo Inter de Lages

Está completando 65 anos neste dia 21 de abril um dos grandes nomes de meio-campo da história do Flamengo, o ídolo Andrade. Além de marcar a história do rubro-negro, ele passou por diversos clubes ao longo de sua trajetória no futebol. Já experiente, no início dos anos 1990, ele foi contratado pelo Inter de Lages, que voltava a primeira divisão do estadual.

Ele veio para o Colorado Lageano após deixar o Vasco da Gama, por onde jogou entre 1989 e 1990. Chegou para reforçar um time interessante para o nível do Inter na época. O Campeonato Catarinense começaria no meio do ano e ele foi o grande reforço para a equipe, que manteve inclusive boa parte do elenco do ano anterior. 

Apesar do início ruim, com goleada sofrida em casa para o Criciúma, o campeonato do Inter naquele ano foi muito bom. Depois de três jogos sem vencer nas primeiras rodadas, na quarta partida o Inter bateu o Blumenau. A partir daí, Andrade foi um dos destaques da boa campanha, que permitiu ao Leão terminar em terceiro lugar e se classificar para a fase final da competição. 


Na fase final, ficaram pelo caminho e acabaram não conseguindo disputar o título, terminando na sexta colocação geral. Foram, em 32 jogos, 13 vitórias, 13 empates e apenas seis derrotas. No total, 30 gols marcados e 21 sofridos, uma ótima campanha onde Andrade foi merecidamente um dos destaques do bom time do Inter, que viu Criciúma e Chapecoense decidirem o título e a conquista ficar com a equipe de Criciúma. 

Andrade deixou o Inter ao final do ano, se transferindo para o Atlético Paranaense. No total, segundo números da Wikipedia, fez 33 jogos e quatro gols pelo Inter, contando partidas do catarinense e amistosos. Andrade pendurou as chuteiras jogando pelo Barreira, no ano de 1996. 

Felipe Gil, ex-diretor de futebol do Santos, acerta com o Hercílio Luz

Foto: divulgação Hercílio Luz FC

Felipe Gil acertou com o Hercílio Luz

O Hercílio Luz tem um novo estrategista futebolístico para o restante da temporada de 2022 e trata-se de Felipe Gil, diretor de futebol, que estava atuando como coordenador geral na base do Santos FC. Felipe chega com um grande desafio por se tratar de um ano histórico para o clube de Santa Catarina.

O time que chegou às quartas de final do campeonato catarinense conseguiu vaga na Série D 2023 e tem pela frente a Copa Santa Catarina, que pode dar uma vaga na Copa Brasil, por conta disso, o Hercílio fez o convite a Felipe, que diz se sentir preparado para os desafios.

"Fiz um ótimo trabalho na base do Santos, montei um time que chegou na final da Copinha e venho com muita confiança para o Hercílio, pude acompanhar a campanha da equipe durante o Catarinense e sei que o desafio aumenta junto das expectativas da diretoria, tenho certeza que a seriedade desse clube, vai levá-lo longe", disse.

O dirigente, que já teve passagens por Figueirense, Internacional, Brasil de Pelotas e Paraná, detalhou um pouco mais sobre o que lhe foi apresentado no Leão do Sul. "Eu notei, conversando com o presidente, com as pessoas aqui do clube, uma projeção muito boa para o futuro, já pensando no cenário nacional. O clube está em processo de se tornar SAF e todos sabem que com um projeto sério e honesto, tem tudo para ir muito longe e estou muito empolgado para fazer parte disso".


A disputa da Copa Santa Catarina se inicia a partir de agosto e Felipe já trabalha para montar o melhor elenco para alcançar um dos principais objetivos do clube. "O trabalho já começou agora. Apesar de ser apenas daqui alguns meses, o mapeamento de atletas e planejamento começa agora e vamos com muita força para conseguir o título da Copa, sempre pensando alto", finalizou.

Livro 'Histórias que a bola esqueceu – a incrível trajetória do EC Metropol e sua torcida' chega à sua 3ª edição


A história de um time amador que, reforçado para abafar uma greve de mineiros de carvão, acabou se tornando uma lenda do futebol brasileiro. O livro Histórias que a bola esqueceu – a incrível trajetória do E. C. Metropol e de sua torcida (Carbo Editora), do chargista e roteirista Zé Dassilva, resgata a saga deste clube que surgiu na década de 1960, em Criciúma, no sul de Santa Catarina, na época uma cidade de apenas 60 mil habitantes, e vai até a Europa, em uma das maiores excursões de um time brasileiro pelo exterior. A obra chega à sua terceira edição, ampliada e revisada, com prefácios de Ruy Castro e Juca Kfouri – com o lançamento em Criciúma e Florianópolis.

“O Metropol gerou uma paixão coletiva que ficou acima dos conflitos trabalhistas, mudando a vida da cidade e contagiando outras torcidas de Santa Catarina”, considera Zé Dassilva. Em pouco menos de 10 anos, o clube alviverde foi cinco vezes campeão catarinense, venceu a Chave Sul da Taça Brasil por duas vezes, revelou jogadores para grandes times e ainda teria aplicado uma maldição de 20 anos sobre o Botafogo. Mais do que vitórias em campo, o time dos mineiros inaugurou uma era de profissionalismo no futebol, com práticas que ainda demorariam a ser adotadas por outros clubes do país.

Histórias que a bola esqueceu – a incrível trajetória do EC Metropol e de sua torcida tem um rico acervo de fotos e depoimentos da época gloriosa do Metropol, além da relação completa de ex-atletas, dirigentes e partidas disputadas. “Zé Dassilva investigou a saga do Metropol como se deve fazer: ouviu os protagonistas e coadjuvantes da história, alinhou as informações numa narrativa ágil e colorida e produziu um livro vivo, que respira com facilidade fora do contexto do futebol”, afirma o escritor Ruy Castro no prefácio.


Sobre o autor - Natural de Criciúma, Zé Dassilva é autor-roteirista na TV Globo desde 2000 e chargista do Diário Catarinense desde 1998. Graduado em Jornalismo pela UFSC, com pós-graduação em cinema-documentário pela FGV/RJ. Escreveu séries e novelas que marcaram época na TV brasileira, como “Linha Direta”, “Sai de Baixo”, “Sob Nova Direção”, “Casseta & Planeta”, “Malhação” e “Império”, de Aguinaldo Silva, vencedora do Emmy International como melhor telenovela mundial em 2015. Para o SporTV, produziu charges animadas e codirigiu o documentário “As Donas da Bola” (2006). Participou em outros livros como ilustrador (incluindo “A Ponte Sumiu!”, de Carlos Stegemann, 2010) e lançou, em 2010, o “Almanaque do Futebol Catarinense”, escrito com Emerson Gasperin. Em 2014, produziu a obra bilíngue “The Yellow Book” (Toriba Editora), livro oficial dos 100 anos da Seleção Brasileira. Em 2021, recebeu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Direitos Humanos e Anistia na categoria Arte, com charge publicada no Diário Catarinense. Mora no Rio de Janeiro desde 2000, mas torce pelo Criciúma Esporte Clube – e só pelo Criciúma!

Lançamentos

Criciúma
Data: 14 de dezembro, 2021
Local: Restaurante D.O.C. Gastronomia, Nações Shopping.
Horário: A partir das 19h
Patrocínio: Althoff Supermercados
Preço de lançamento: R$ 45,00

Florianópolis
Data: 16 de dezembro, 2021
Local: Assembleia Legislativa de Santa Catarina
Horário: A partir das 19h
Patrocínio: Althoff Supermercados
Preço de lançamento: R$ 45,00

Capa do livro

Marcos Paulo valoriza campanha do Juventus vice na Copa SC

Foto: Divulgação/GE Juventus

Marcos Paulo atuou pelo Juventus de Jaraguá na Copa SC

De lanterna a finalista. Numa trajetória de recuperação, o Juventus de Jaraguá do Sul ficou com o vice-campeonato da Copa Santa Catarina de 2021 ao perder na decisão para o Figueirense. Em dois confrontos, o alvinegro levou a melhor ao empatar em 0x0 no jogo de ida, em Jaraguá do Sul, e vencer a decisão, em Florianópolis, por 2 a 0.

Apesar da derrota na final, a avaliação interna no Juventus foi positiva da participação do clube na competição. Isso porque, faltando duas rodadas para o término da primeira fase, o clube de Jaraguá do Sul estava na lanterna da competição, porém, sucessos consecutivos contra Avaí e Hercílio Luiz nas rodadas derradeiras fizeram com que o Moleque Travesso passasse paras as semifinais. Na fase eliminatória, o Juventus superou o Hercílio Luz e só parou na final, no revés para o Figueirense.

Presente em sete das 11 partidas do Juventus na Copa Santa Catarina, o atacante Marcos Paulo valorizou a campanha do clube de Jaraguá do Sul. "Foi uma competição curta, mas muito difícil, com clubes tradicionais do estado. Iniciamos mal, porém, não baixamos a cabeça e conseguimos reagir na competição. Tivemos um grupo unido e com o apoio da comissão técnica saímos da lanterna para final da competição. Buscamos vitórias importantes fora de casa. Logicamente, queríamos o título, mas a torcida do Juventus saiu orgulhosa pela nossa entrega", opinou o atleta de 27 anos.

Com contrato com o Juventus até o final do Campeonato Catarinense de 2022, Marcos Paulo aproveita o seu momento de férias. Mesmo tendo vínculo com a equipe catarinense, o atacante já recebeu outras sondagens.


"Independente do que acontecer no futuro, creio que o grupo do Juventus fez história na Copa Santa Catarina. Fomos guerreiros. Colocamos como objetivo chegar até o último jogo da competição e conseguimos. O título não veio por detalhes. Agora é descansar um pouco. Tenho contrato com Juventus, mas já recebi algumas sondagens. Vou sentar com os meus representantes e definir o que for melhor para a sequência da minha carreira. Espero um 2022 com muitos gols e conquistas", finalizou.

Goleiro Caio Ghisleri vibra com conquista do acesso para a Série B do Catarinense com o Blumenau

Foto: Divulgação

Caio em ação pelo Blumenau

A conquista da promoção para a Série B do Campeonato Catarinense pelo Blumenau foi bastante comemorada pelo goleiro Caio Ghisleri. A vaga foi assegurada após o empate deste domingo por 3 a 3 com o Pedra Branca, em confronto pela última rodada da primeira fase da Série C, disputado na cidade de Palhoça.

“O Blumenau fez um trabalho sério e montou um elenco forte para lutar pelo acesso. Estou muito feliz por fazer parte desse projeto vitorioso. Quero dar os parabéns aos diretores do clube, comissão técnica e companheiros de elenco e agradecer à torcida pelo apoio”, declarou o jovem goleiro de 19 anos de idade, que foi cedido por empréstimo pelo Joinville até o término do estadual e cuja carreira é gerenciada pela empresa BL Sports.

Com a promoção garantida, o próximo objetivo do Blumenau é lutar pelo título do estadual da Série C. O adversário na decisão será o Caravaggio, em partidas marcadas para os próximos dias 24 e 28.


O BEC chega à final credenciado pela melhor defesa da competição, com apenas cinco gols sofridos em oito jogos disputados. Foram seis vitórias, um empate, uma derrota e 16 gols marcados.

O Blumenau tenta retornar aos tempos de glória vividos na primeira divisão estadual principalmente nos anos 1980. Para isso, conseguiu dar um "primeiro passo" em 2021. 

Neto Volpi vê ‘mais uma pedreira’ para o Concórdia pela frente no Catarinense

Foto: Ricardo Artifon / Concórdia

Neto Volpi no jogo contra o Avaí

Não tem jogo fácil no Campeonato Catarinense. Ainda mais para quem é goleiro. Depois de conseguir segurar o Avaí, em Florianópolis, por 0 a 0, Neto Volpi e seus companheiros do Concórdia tem agora ‘mais uma pedreira’ pela frente.

O time encara no domingo, dessa vez em casa, o Criciúma. Para o goleiro Neto Volpi, a sequência mostra a dificuldade e o alto nível da competição.

“Fico feliz de ter feito bem meu trabalho contra o Avaí. A gente sabia que eles iriam agredir, ainda mais em casa. Mas fomos bem, soubemos jogar o jogo. Importante mais uma vez não sofrer gol. Já temos agora mais uma pedreira, mais um adversário muito forte que é o Criciúma. Estamos trabalhando forte pois sabemos que o nível do Catarinense é muito alto”, afirmou o arqueiro.


Com nove pontos somados até aqui, o Concórdia duela com o Tigre, que tem sete. Por isso o goleiro Neto Volpi projeta um confronto extremamente estudado.

“Já estamos analisando o time deles e tenho certeza que eles também estão vendo o nosso. Faz parte do jogo. Com certeza será uma final, muito disputada, uma partida de muito estudo com certeza. Temos que estar atentos do começo ao fim. Queremos voltar a vencer e vamos buscar”, finalizou.

Franklin comemora seu primeiro gol pelo Marcílio Dias

Fotos: Bruno Golembiewski/CNMD

Franklin em ação pelo Marcílio Dias

Na última quarta-feira, dia 24, o Marcílio Dias enfrentou o Metropolitano, em jogo válido pela quinta rodada do Campeonato Catarinense. A equipe precisava de uma vitória, pois não vencia há dois jogos e graças ao atacante Franklin, conseguiu vencer por 1 a 0.

“Grato a Deus pelo gol, venho junto com meus companheiros trabalhando forte para conquistar as vitórias, crescer na competição e poder surpreender com gols e assistências na equipe”, disse o jogador, de olho na continuação da competição.

Com o resultado, o time subiu provisoriamente para a quarta posição, com sete pontos em cinco jogos, estando cinco pontos atrás da líder isolada Chapecoense e podendo perder ainda nesta rodada duas posições, mas ainda ficaria na zona de classificação.

“Nosso primeiro objetivo é conseguir a classificação para o mata a mata. Estamos trabalhando firme e sei que estamos no caminho certo para conseguir o que estamos planejando, agora é continuarmos focados e trabalhar bastante, com intensidade”, afirma.


Franklin tem 28 anos e fez seu terceiro jogo pelo Marcílio Dias, sendo titular nos últimos dois. Na temporada passada o atacante atuou pelo Americano, no Campeonato Carioca e no Goianésia, onde disputou o Campeonato Goiano e a Série D, sendo titular absoluto. O jogador está atuando pela primeira vez no futebol catarinense.

Tem início nesta quarta a Copa Santa Catarina 2020


Começa nesta quarta-feira, dia 13 de janeiro, a edição de 2020 da Copa Santa Catarina, a competição de segundo semestre da Federação Catarinense de Futebol, que teve seu início postergado para janeiro de 2021, ao invés do fim de 2020, devido à pandemia de coronavírus. Seis equipes disputarão a competição, que dá vaga na Copa do Brasil de 2021.

A competição estava prevista, a princípio, para começar no fim do ano, mas por conta da Covid-19 foi transferida. Juventus, Marcílio Dias, Joinville, Concórdia, Tubatão e NEC estarão na disputa do torneio, que terá uma duração menor que um mês, já que a final está prevista para o dia 7 de fevereiro.

Fórmula de disputa - A Copa Santa Catarina de 2020 será disputada em duas fases. Na 1ª fase, as equipes se enfrentaram no sistema de pontos corridos em turno único. Os quatro melhores colocados classificam-se à 2ª fase. A partir da 2ª fase até definição do campeão os clubes se enfrentarão no sistema de confronto eliminatório, os populares mata-mata, em jogos únicos e a final com jogos de ida e volta.

Na semifinal, o 1º colocado enfrentará o 4º colocado, e o 2º colocado encara o 3º colocado. O mando de campo ficará com o líder e o vice-líder. Quem vencer estará na decisão e, em caso de empate, o resultado será definido nos pênaltis.


A grande final será realizada em duas partidas, e o título ficará com quem somar o maior número de pontos e, em caso de empate, o saldo de gols. Se houver igualdade nos dois critérios, o desempate será através dos pênaltis.

Confira aqui a tabela completa da competição e aqui o regulamento.

Paulo Magro, presidente da Chapecoense, falece vítima da Covid-19

Com informações do Yahoo Notícias
Foto: Marcio Cunha/Chapecoense

Paulo Ricardo Magro assumiu a Chape após renúncia de Plinio David de Nes Filho

Paulo Ricardo Magro, presidente da Chapecoense, faleceu nesta quarta-feira devido a Covid-19. O clube catarinense confirmou o falecimento do dirigente, que estava internado em um hospital de Chapecó desde o dia 18.

"Extremamente consternados e com os nossos corações tomados pela tristeza e incredulidade, comunicamos o falecimento do presidente da Associação Chapecoense de Futebol, Paulo Ricardo Magro, ocorrido nesta quarta-feira (30)", anunciou a Chapecoense em nota oficial.

Magro tinha 58 anos e estava na presidência da Chapecoense desde agosto de 2019. Ele assumiu o cargo após a renúncia Plinio David de Nes Filho, o Maninho, de quem era vice-presidente administrativo. O seu mandato iria até o fim de 2021.

O clube pediu aos seus torcedores "se unam em orações" pelo dirigente, seus familiares e amigos.

"Paulo foi um dos grandes responsáveis pela retomada da Chapecoense, dentro e fora de campo. Com a sua coragem, idoneidade e sabedoria, ele permitiu que o time alviverde voltasse a trilhar um caminho vitorioso, pavimentado pela dignidade e pelo trabalho - valores tantas vezes pregados pelo nosso querido presidente", afirmou a Chapecoense.


"Diante da perda irreparável, o sentimento é de tristeza, mas, acima de tudo, de gratidão ao homem que entrou para a nossa história e nela se eternizou ao, novamente, reconstruí-la. Neste momento de profunda dor, pedimos que os torcedores se unam em orações pela família e pelos amigos. Que a força que tantas vezes deram ao nosso clube nunca os falte", acrescentou o time.

Magro faturou o título do Campeonato Catarinense de 2020 e lidera a Série B, estando perto de assegurar o acesso à elite do futebol nacional.

O terceiro e último título catarinense do Caxias de Joinville

Foto: Arquivo

Em pé: Juca, Puccini, Ivo Meyer, Arno Hoppe, Hélio e Joel;
Agachados: Filo, Boca, Cleuson, Didi e Carioca

Neste 12 de outubro de 2020, o Caxias Futebol Clube, da cidade de Joinville, está comemorando o seu centenário de fundação. Entre idas e vindas, envolvido até na fusão que gerou o Joinville Esporte Clube, voltou às atividades em 2000, mas atualmente licenciado, o Alvinegro teve na década de 50 o seu ápice. Campeão catarinense primeiramente em 1929, a equipe foi bicampeã estadual em 1954 e 1955.

Os anos 50 foram de glória para o Caxias Futebol Clube. Com a reestruturação feita pela diretoria, principalmente no elenco, o alvinegro joinvilense conquistou dois títulos estaduais seguidos, quebrando um jejum que vinha desde 1929, quando foi campeão pela primeira vez.

O primeiro deles veio em 1954. O Caxias chegou à decisão contra o Tubarão. No primeiro jogo, o Caxias venceu pelo placar de 4 a 2. No segundo, um empate em 2 a 2 garantiu o título para a equipe de Joinville. Porém, esta era teria mais um título e seria já no ano seguinte.


Em 1955, os dois primeiros confrontos entre as duas equipes, em Joinville e Blumenau, respectivamente, terminaram empatados em 2 a 2. O título foi conquistado em um campo neutro, em Florianópolis. Assim como no Citadino, o Caxias levou o título de forma invicta e teve ainda Didi como artilheiro, com seis gols.

Depois do bicampeonato, formando três títulos estaduais, o Caxias nunca mais conseguiu ser campeão na elite catarinense. O máximo que conseguiu de taças foram dois títulos na era do retorno, já nos anos 2000: a Série B de 2002 e a Série C de 2010. O Alvinegro até esboçou um retorno ao futebol neste 2020, ano do centenário, mas a pandemia de coronavírus abortou a pretensão do clube.

"Pé-frio" - Livro conta a história dos jogos no Brasil disputados com neve


Que o futebol é uma caixinha de surpresas, isso todos sabem. O que muitas vezes não se tem noção é do tamanho das surpresas que ele nos reserva. Algumas inusitadas, como a dos jogos realizados sob neve no nosso país tropical. Sim, futebol e neve já se encontraram comprovadamente por oito vezes no Brasil, todas na década de 1970, nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

E a história de cada uma dessas partidas foi resgatada pelo escritor Henrique Porto em sua segunda obra, intitulada “Pé-frio, futebol e neve no Brasil”. Um trabalho de pesquisa que iniciou em 2016 e em julho deste ano chega ao leitor.

Tendo como foco as dificuldades dos atletas, que não estavam preparados para enfrentar condições tão adversas, surgem histórias como a do goleiro que vestiu meia-calça, de uma lua de mel interrompida, das lágrimas que congelaram, do pentacampeão Felipão entrando numa fria por duas vezes, de um dirigente sem papas na língua, entre outros saborosos causos.

“Este é um livro diferente, pitoresco e curioso, que resgata histórias desconhecidas até por pesquisadores do futebol e que estava faltando na bibliografia futebolística brasileira”, descreveu o administrador de empresas e escritor Max Gehringer, autor do prefácio da obra. Gehringer, que também é historiador de futebol, relata na abertura do livro uma passagem pouco conhecida sobre a Seleção Brasileira de Futebol.

“É uma obra para todos que gostam de futebol, mas também para aqueles que apreciam boas histórias”, informou o autor. Além dos relatos citados, a publicação trará fotos, fichas técnicas das partidas e fichas técnicas de quase todos os atletas que entraram em campo naqueles jogos.

A publicação custa R$ 60,00, com frete incluso, e ela pode ser adquirida diretamente com o autor, no Whats App (47) 9991-0818 ou no e-mail arqueologodofutebol@gmail.com

OS JOGOS

17/07/1975 – Juventude (RS) 2x0 Internacional-SM (RS)
12/08/1978 – Caxias (RS) 2x2 Cruzeiro (RS)
30/05/1979 – Chapecoense (SC) 3x2 Criciúma (SC)
30/05/1979 – Esportivo (RS) 0x0 Grêmio (RS)
30/05/1979 – Caçadorense (SC) 3x1 Palmeiras (SC)
30/05/1979 – Caxias (RS) 1x0 Grêmio Bagé (RS)
30/05/1979 – Internacional (SC) 1x1 Avaí (SC)
30/05/1979 – Gaúcho (RS) 0x0 Farroupilha (RS)


FICHA TÉCNICA

Título: Pé-frio: futebol e neve no Brasil.
Autor: Henrique Porto
ISBN: 978-65-86363-02-9
Prefácio: Max Gehringer
Páginas: 220
Formato: 15 x 21 cm
Peso: 385 gramas (aprox.)

Em ano atípico, Kindermann comemora 45 anos de história

Por Andrielli Zambonim
Foto: arquivo

Título na Copa do Brasil Feminina de 2015 é um dos mais importantes da história do clube

Sem festa, sem bolo e sem jogo! Foi desse jeito que a Associação Esportiva Kindermann, comemorou os 45 anos de história. Neste dia 23 de agosto de 2020, a equipe, único time catarinense feminino na elite do futebol brasileiro, relembra os 45 anos de fundação. Junto com o aniversário do fundador, Salézio Kindermann, a Associação Esportiva Kindermann foi fundada em 1975.

Seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, em virtude da pandemia de coronavírus que assola o Brasil, não foi possível realizar uma grande comemoração lembrando a data. Mas o presidente da equipe fez questão de relembrar o orgulho que tem da equipe e a força que está mantendo o time em pé, mesmo diante de tantas dificuldades causadas pela Covid-19.

“Nesses 45 anos de história, o meu orgulho é imenso. Sentimos a aflição de não estar ainda em campo com a torcida, mas sabemos que são momentos difíceis. E como já superamos tantas dificuldades nesses 45 anos, tenho certeza, que em breve o time contará com o apoio da torcida”, disse Salézio.

A pandemia trouxe muitos prejuízos financeiros a todas as equipes. Mas apesar disso, nenhuma atleta da equipe, ou integrante da comissão técnica foi dispensada. Pelo contrário, o time ainda recebeu reforços, que em breve serão amplamente divulgados. Todos da equipe receberam seus salários em dia, e toda a estrutura de segurança e saúde para continuar o trabalho na medida do possível.

A associação foi criada pelo desejo e amor incondicional de fortalecer o futebol e incentivar o esporte. Revelando talentos e descobrindo grandes nomes do futebol, o time caçadorense se tornou uma potência, e atualmente está entre os grandes nomes, disputando o maior campeonato de futebol do Brasil.

“Não foi uma caminhada fácil até aqui. Manter uma equipe de futebol é caro e muitas vezes você não tem apoio e acaba investindo do próprio bolso. Mas tenho orgulho do que conseguimos até aqui. Se olharmos para trás vamos lembrar que o Kindermann desde sempre prometia que seria uma lenda no futebol. Com a modalidade masculina sempre conseguimos nos destacar a nível regional, e das equipes masculinas saíram grandes nomes do futebol”, disse Salézio.

Oportunidade para as modalidades femininas - Em 2004 Salézio abriu as portas e o coração para a modalidade feminina. O futsal feminino foi trazido para Caçador, na época, a proposta era formar um time vitorioso que fosse um dos melhores do país.


Através de muito trabalho, treinamentos, vitórias, corridas, chutes, defesas e algumas derrotas, logo o time se consagrou o melhor de Santa Catarina. “A missão de ser a melhor equipe do país começava pela busca de se destacar no Estado. Foram muitas as dificuldades, mas todas superadas da melhor forma possível”, destaca Salézio Kindermann.

Uma trajetória vitoriosa - O Kindermann foi fundado em 23 de agosto de 1975, com a iniciativa do empresário Salézio Kindermann. A equipe masculina começou com um time amador que logo foi reconhecido pela Federação Catarinense, e ainda no ano de estreia evoluiu para a categoria profissional. Em 1978 foi formulado um estatuto, e o time passou a fazer parte da Associação Esportiva Kindermann. Após várias campanhas de destaque, no ano de 1995 Salézio Kindermann se afastou dos trabalhos do time e outras pessoas tomaram a direção. No entanto, apaixonado pelo esporte, em 1996 Salézio refundou o time que seguiu com os trabalhos na modalidade masculina até 2004. Neste ano, a modalidade masculina foi encerrada para dar lugar a equipe de futsal feminina de logo se destacaria no cenário esportivo.

Em 2008, a equipe de futebol feminino começou os trabalhos. Já no primeiro ano de trabalho o clube consagrou-se campeão catarinense de futsal nas três categorias que disputou: adulto, sub-20 e sub-17. A conquista foi inédita visto que nenhuma outra equipe já havia conquistado. Ainda neste ano o Kindermann conquistou a Taça Brasil sub-20 e alguns campeonatos municipais e da região, somando o total de oito competições disputadas. “Para o primeiro ano, as conquistas mostraram que a ideia poderia dar certo, pois o caminho que estava sendo percorrido era o ideal. O tempo passando, o sonho se tornando realidade, e a equipe adquirindo cada vez mais forma e estrutura de um grande clube vencedor”, comenta Salézio. 

Após várias disputas, brasileiros, copas internacionais e até uma conquista mundial, no ano de 2008 o clube passou a investir no futebol de campo feminino. No ano de estreia do futebol a equipe conquistou o Campeonato Catarinense. Ainda no primeiro ano a equipe representou Santa Catarina na Copa Brasil chegando as semifinais.

Desde o ano da estreia, 2008, até 2015, o Kindermann manteve a liderança no Estado. Em 2016 o Catarinense não aconteceu e em 2017 e 2018 novamente foi a vez de Caçador por meio do Kindermann.


Atualmente o time não mantém a equipe de futsal, porém, continua se destacando e fazendo história dentro dos campos. Atualmente todas as atletas recebem todo o auxílio necessário para que estudem. Todas as que desejam estudar possuem bolsa de estudos na Uniarp – Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, além de atendimento médico, alojamento, alimentação e outros cuidados.

Dois escudos para fortalecer um time: Avaí Kindermann - Em 2019 o Avaí firmou uma parceria com o Kindermann para a disputa do Brasileiro Feminino. O contrato do acordo vai até 2020 e a equipe de Caçador, adotou o uniforme do Leão.

A equipe passou a se chamar Avaí Kindermann e intercala alguns jogos na Ressacada e também em Caçador. Com o acerto, o Avaí supriu a necessidade de uma equipe feminina, exigência da CBF para os clubes da Série A.

Volta aos gramados - No Campeonato Brasileiro, o Avaí Kindermann volta aos gramados no próximo domingo (30), contra o Santos. De portão fechado, sem torcida para a segurança de todos evitando a contaminação pela Covid-19, o jogo poderá ser acompanhado em tempo real pelas redes sociais da equipe.

Superintendente do Marcílio Dias, Marco Gama avalia momento do clube

Foto: divulgação Marcílio Dias

Marco Gama faz projeção do Marcílio Dias na Série D do Brasileiro

Após a boa campanha no Campeonato Catarinense, classificando na quarta posição e chegando até as quartas de final, o Marcílio Dias retornou ontem (17) para os trabalhos de intertemporada, de olho na Série D do Campeonato Brasileiro. A estreia do Marinheiro acontece no dia 19 de setembro.

Atento ao planejamento para a sequência da temporada, o superintendente de futebol do Marcílio Dias, Marco Gama, ressaltou a importância do período antes do início de mais uma competição, de suma importância para o clube. 

“Estamos em um momento de ajustes na equipe, com a manutenção e renovação de contratos e também contratação de atletas de maneira pontual, para qualificar o elenco. Reapresentamos para a intertemporada visando a estreia diante do Pelotas, fora de casa. A expectativa é que já tenhamos pelo menos 90% do elenco disponível para a comissão técnica trabalhar”, destacou o profissional de 36 anos, que é natural de São Paulo, capital.


Além do trabalho diário nos bastidores do Marcílio Dias, Marco Gama se mantém atualizado no mercado do futebol. O superintendente da equipe catarinense iniciou no último mês o “Programa de Formação de Executivos de Futebol”, da CBF. O curso, que teve início no dia 23 de julho, tem duração prevista até o dia 7 de novembro.

“Vem sendo uma experiência muito boa absorver conhecimento, ver técnicas modernas de governança e compliance, além de um networking espetacular, pois os maiores profissionais do segmento são colegas de turma”, concluiu.

A boa participação do Criciúma na Libertadores de 1992

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo SPFC


Duelo entre Criciúma e São Paulo em 1992


Comandado por Luis Felipe Scolari, em 1991, o Criciúma aprontou uma das primeiras, se não a primeira zebra da história da Copa do Brasil ao vencer o Grêmio na final. Com isso, o Tigre Catarinense se classificou para a Libertadores de 1992. Em um momento de auge do clube carvoeiro, os catarinenses fizerma uma participação bastante honrosa na competição continental, em dias que até hoje são inesquecíveis para um dos maiores, se não o maior, clube de Santa Catarina.

Já treinados por Levi Culpi, os tricolores caíram num grupo relativamente complicado, ao lado do São Paulo, campeão brasileiro, comandado por Telê Santana e dos bolivianos San José e Bolivar, o segundo uma figurinha carimbada na Libertadores. A estreia ocorreria no dia 6 de março, diante do Tricolor do Morumbi, que escalou um time misto, priorizando, pasmem, o Brasileirão, algo relativamente comum naquela época. E o mistério de como seria o Heriberto Hulse foi logo resolvido, já que virou um inferno para os são-paulinos.

O Criciúma não tomou conhecimento do mistão dos paulistas e aplicou sonoros 3 a 0. Jairo Lenzi fez o primeiro aos 41 minutos da primeira etapa. No começo da etapa final, Gelson ampliou, de pènalti. Adilson, aos 44 do segundo tempo, marcou o gol que fechou o marcador e deu a vitória aos carvoeiros. A zebra continuou passeando, saindo do Brasil e indo para a América do Sul, já com alguns se perguntando se o Criciúma era mesmo uma zebra.

Jogando bem, os catarinenses continuaram voando na competição. Na segunda rodada, no dia 24 de março, venceram o San José, em Oruro, por 2 a 1. Gelson e o sempre matador Jairo Lenzi marcaram os gols do Tigre. O primeiro turno foi concluido com um bom empate com o Bolívar, na altitude de La Paz, três dias depois, outra vez com o gol carvoeiro saindo dos pés do matador Jairo Lenzi. Era o primeiro turno quase perfeito para os campeões da Copa do Brasil de 1991.

A vitória de goleada sobre o São Paulo

No segundo turno começa, e é verdade, no dia primeiro de abril. Jogando no Morumbi e desta vez contra o São Paulo completo, o Criciúma acabou trucidado e perdeu por 4 a 0. No dia 10, a equipe voltou a jogar em Santa Catarina e não deixou a goleada sofrida desanimar o elenco, dessa vez vencendo por 5 a 0 o Bolívar. Everaldo marcou três vezes, Jairo Lenzi uma e Adilson Gomes outra. Já classificado, o Criciúma ainda garantiu o primeiro lugar com uma vitória por 2 a 1 pra cima do Bolívar, gols de Roberto Cavalo e Grizzo. Não só o Tigre se classificou, como o fez na primeira posição, com quatro vitórias, um empate e uma derrota e 9 pontos ganhos (a vitória valia dois).

Nas oitavas de final, quando muitos achavam que o sonho poderia acabar, veio o Sporting Cristal. No primeiro jogo, dentro de Lima, o Criciúma buscou uma vitória por 2 a 1, com gols de Everaldo e Jairo Lenzi, sempre ele, no dia 30 de Abril. No dia 4 de maio, veio o confronto de volta em Criciúma, com uma partidaça e vitória catarinense por 3 a 2. Wilson, Gelson e Everaldo marcaram os gols da vitória e da classificação.


Nas quartas de final, um velho conhecido, o São Paulo de Telê Santana. No primeiro jogo, no Morumbi, vitória simples tricolor, em um jogo difícilimo. Na volta, no Heriberto Hulse, o Criciúma até saiu na frente com Soares, em linda jogada de Jairo Lenzi, deu tempo de Cavalo meter uma bola na trave, antes de Palinha empatar no segundo tempo. O jogo foi complicadíssimo, mas o São Paulo, que seria campeão, segurou o empate e se classificou.

A campanha do Tricolor Carvoeiro na Libertadores foi provavelmente a maior já feita por uma surpresa brasileira na competição até então, considerando que o Guarani, quando participou, teve equipes das quais se esperava campanhas boas. Não seria nenhum absurdo caso os catarinenses houvessem eliminado o São Paulo, pelo que foi o jogo em Criciúma. Fica registrado pra história o ótimo desempenho do Criciúma naquela Libertadores, com 6 vitórias, dois empates e duas derrotas, marcando 19 gols e sofrendo apenas 12. Hoje, o torcedor carvoeiro espera dias melhores do Criciúma, que sofre em anos recentes. 
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