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Neymar assume responsabilidade por expulsão no domingo, mas critica arbitragem

Foto: reprodução / Premiere

O lance que gerou a expulsão do camisa 10 santista

Depois de ser expulso por fazer um gol com a mão no domingo, na partida entre Santos e Botafogo, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão, o atacante Neymar assumiu a responsabilidade pelo cartão vermelho, mas criticou a arbitragem do jogo.

"O desespero de fazer gol às vezes nos faz cometer erros... Quero pedir perdão aos meus companheiros e aos torcedores! Eu errei, me perdoem! Hoje se eu não sou expulso, tenho certeza que conseguiriamos os 3 pontos... Time tá de parabéns pelo jogo de hoje. Esses 3 pontos, pode colocar na minha conta", publicou Neymar em um story no Instagram.

"Obs: segundo amarelo tem que dar mesmo mas o primeiro o juiz está de sacanagem, fiz uma falta e já tomo amarelo... Como tem juiz ruim hein... pqp. É só minha opinião, não me punam mais", finalizou, criticando o árbitro Davi de Oliveira Lacerda.

A expulsão - Primeiro, na etapa inicial, Neymar cometeu uma dura falta em Jair Cunha, no ataque santista. O zagueiro driblou o camisa 10, que perdeu o tempo da bola e acabou chutando a canela do rival, tomando cartão amarelo.


Depois, na etapa final, em duelo na pequena área de ataque, Neymar empurrou a bola para o gol com as mãos, de forma deliberada. O tapa na bola custou o segundo cartão amarelo e, consequentemente, a expulsão de Neymar antes dos 30 minutos da etapa final.

Último jogo? - Com a expulsão, Neymar vai cumprir suspensão na partida contra o Fortaleza, no dia 12 de junho. Como após isto, o Brasileirão será paralisado durante a Copa do Mundo de Clubes e o contrato do jogador com o Santos termina no dia 30, a partida deste domingo pode ter sido a última dele nesta segunda passagem pelo Peixe.

Vale ressaltar que tanto Neymar quanto seu pai, quando são perguntados sobre renovação, desconversam e dizem que só vão responder esta pergunta somente depois do dia 12. O Santos, até o momento, também não se pronunciou sobre o caso.

As postagens do jogador

Gandula de Atlético-GO x Criciúma é expulso por ajudar goleiro a arrumar barreira

Com informações da Agência Estado
Foto: Jorge Rodrigues/Atlético-GO

Jogo foi em Goiânia

O árbitro Alex Gomes Stefano, responsável por apitar o duelo entre Atlético Goianiense e Criciúma, que terminou com vitória do time catarinense, por 2 a 1, na noite de quarta-feira, registrou em súmula que expulsou um gandula da partida por ajudar o goleiro Ronaldo, da equipe goiana, a arrumar uma barreira antes de uma cobrança de falta. A partida, válida pelo Brasileirão, foi disputada no estádio Antônio Accioly, em Goiânia.

O fato inusitado aconteceu aos 56 minutos do segundo tempo e acabou ineficaz, já que Trauco cobrou a falta com maestria e fez o gol da vitória do Criciúma. O árbitro relatou também que objetos foram atirados no gramado, o que pode render uma punição ao Atlético-GO no futuro.

“Excluí, aos 56 minutos do 2º tempo, o gandula, Lucas Silva Nunes Arruda por colocar-se ao lado da trave, orientando a formação de uma barreira numa cobrança de falta contra a equipe mandante. Logo em seguida, foram arremessados copos descartáveis vindos da torcida do Atlético Goianiense para o campo de jogo”, relatou.


Para o Criciúma, a vitória veio como sinal de alívio, já que o clube vinha de quatro tropeços consecutivos no torneio. O clube catarinense subiu quatro posições na tabela do Brasileirão e chegou ao 14º lugar, com nove pontos, abrindo dois do Corinthians, o primeiro time dentro da zona de rebaixamento.

Jogador do Juventude leva 2 amarelos durante cobrança de lateral e é expulso

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Fernando Alves / EC Juventude

João Lucas protagonizou lance bizarro no Brasileirão

João Lucas conseguiu realizar uma façanha nesta quarta-feira durante o triunfo do Juventude sobre o Atlético Goianiense por 1 a 0, em Caxias do Sul. O atleta fez “cera” ao cobrar um lateral e recebeu o cartão amarelo. Irritado, xingou o árbitro Raphael Claus e foi expulso no lance.

Por sorte, o relógio já apontava 45 minutos do segundo tempo, e o Juventude conseguiu segurar a pressão do Atlético-GO para conquistar a vitória, que levou o Juventude para o 12º lugar do Brasileirão, com nove pontos.

“Hoje foi um jogo diferente sobretudo porque pagamos o primeiro jogo. As trocas hoje foram todas a níveis físicos e era muito importante esses pontos, fundamental. Por vezes abrimos mão de ter nosso estilo para ser mais eficiente, e hoje aconteceu numa bola parada”, disse o treinador sobre a vitória do Juventude.


Mais dele - Responsável pelo lance bizarro na Série B, João Lucas tem 26 anos e começou a carreira no Villa Nova-MG, antes de passar pelas categorias de base do Goiás. O atleta rodou ainda por Bangu, Flamengo, Cuiabá e Santos, antes de chegar no Juventude. Pelo time gaúcho, fez 21 jogos ao longo da temporada e marcou um gol.

O Juventude volta a campo na terça-feira, às 19h, para enfrentar o Vitória, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela oitava rodada do Brasileirão.

Preparador de goleiros do CSE invade o campo e impede contra-ataque do Murici no Alagoano

Com informações do GE.com
Foto: reprodução Eleven Sports

O treinador de goleiros Jorjão invadindo o campo e evitando o ataque do Murici

Um lance inusitado chamou atenção na vitória do Murici sobre o CSE, pela quarta rodada do Campeonato Alagoano, neste sábado, dia 12, no Estádio José Gomes da Costa, casa do Verdão. Nos acréscimos da etapa final, o preparador de goleiros da equipe tricolor, Jorjão, invadiu o campo e impediu uma jogada de contra-ataque dos donos da casa.

O jogo já estava 1 a 0 para o Murici. Na jogada, Tadeu recebeu o lançamento e avançou em velocidade, mas o preparador de goleiros apareceu dentro do campo e deu um chutão na bola, evitando o que poderia ser o segundo gol do time da casa.


Jorjão foi expulso pelo árbitro Ricardo Laranjeira. Mesmo com a intervenção do treinador de goleiros, o CSE perdeu o jogo por 1 a 0 e agora ocupa o quarto lugar da tabela do Alagoano., com quatro pontos. O Murici é o terceiro, com sete.

Vale lembrar - Pelo estadual de 1976, o massagista do CSA, Castanha, invadiu o campo no clássico contra o CRB e entrou para a história do futebol alagoano. Ele impediu um gol regatiano ao chutar a bola que estava prestes a atravessar a linha do gol azulino na reta final do jogo.

Jogador do Santana é expulso por urinar no banco em derrota para o Guarulhos na Copinha

Foto: reprodução Eleven Sports

Expulsão ocorreu antes do início da segunda etapa

O Santana Esporte Clube se despediu do Grupo 26 Copa São Paulo de Juniores na última segunda-feira, dia 10, ao ser derrotado pelo Guarulhos, por 1 a 0, no Estádio Antônio Soares de Oliveira. Porém, um atleta da equipe amapaense foi expulso por ter urinado no banco de reservas, de acordo com a súmula da partida.

O fato ocorreu na volta das equipes do intervalo. Athirson, camisa 14 do Santana, estava pronto para entrar no jogo, à beira do campo, quando acabou levando cartão vermelho do árbitro Claudemir de Araujo Silva. Na súmula, o "homem de preto" da partida explicou o porque expulsou o jogador.

"Expulsei diretamente o jogador pois o mesmo estava fazendo 'xixi' no banco de reservas da sua equipe, demonstrando explicitamente suas partes intimas sem qualquer pudor e preocupação com o público em geral, torcedores presentes e/ou telespectadores, ja que o jogo estava sendo transmitido na TV para todo o país", explicou o árbitro na súmula.


Ele ainda completou. " Tal atitude foi percebida por mim, arbitro central da partida, quando a equipe de arbitragem adentrou ao campo para reinicio da partida no segundo tempo. E o cartão foi mostrado ao jogador quando o mesmo estava aguardando no lado de fora do campo de jogo, para entrar no lugar de um companheiro substituído, não se efetivando assim a substituição", finalizou, dando os motivos pelo qual mostrou o cartão vermelho ao jogador de 20 anos.

Campanha - O Santana perdeu os três jogos que fez na Copa São Paulo, sendo que estreou levando 9 a 0 do Avaí. Depois, derrotas mais dignas: 3 a 0 para o Flamengo local e 1 a 0 para o Guarulhos, ficando na lanterna do Grupo 26. Na chave, avançaram para a segunda fase Avaí e Flamengo.

Trecho da súmula onde o árbitro explica o motivo da expulsão

Carlinhos Bala dá soco em rival e é expulso em jogo da Série A2 Pernambucana

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Eduardo Travassos

Lance onde acabou ocorrendo a expulsão de Carlinhos Bala

Carlinhos Bala, aquele mesmo, com passagens por Náutico, Sport e Cruzeiro foi expulso neste sábado por dar um soco em seu adversário. A confusão ocorreu na vitória do Barreiros por 1 a 0 para cima do Caruaru City, no estádio Lacerdão, pela sexta rodada do Campeonato Pernambucano da Série A2 de 2021.

O experiente jogador, que repensou a aposentadoria para jogar pelo Barreiros, perdeu a cabeça e acabou agredindo Henrique, do Caruaru City. Além da dupla, o técnico do time do Caruaru, Thyago Marcolino foi expulso por reclamação durante a confusão.

Antes de ser expulso, porém, Carlinhos Bala, que está com 41 anos, estava bem no jogo e deu bela assistência para Hyago marcar o único gol da partida, que deixou o Barreiros ainda vivo na briga pelo acesso á elite do futebol pernambucano.

Mais jogos - Ainda neste sábado, o Íbis, líder do Grupo A, perdeu a primeira. A derrota foi diante do Ipojuca, em pleno Ademir Cunha. Já o Centro Limoeirense fez 5 a 2 no Cabense. Por fim, o América bateu o Atlético por 1 a 0.


Na tabela de classificação, o Íbis lidera, com 11 pontos, seguido por Ferroviário, América e Ipojuca, todos com oito. Pelo Grupo B, o Petrolina fez 5 a 0 no Pesqueira. Na terça, o 1º de Maio fez 2 a 1 no Ypiranga. A vitória levou o Petrolina para a primeira posição, com 11 pontos. Ypiranga e Caruaru têm dez. 1º de Maio soma nove. Em quinto, o Barreiros soma sete.

Ruy Rey e a polêmica expulsão na final do Paulistão de 1977

Foto: arquivo

Dulcídio expulsando Ruy Rey no terceiro e decisivo jogo do Paulistão de 1977

O torcedor do futebol é totalmente passional e um jogador pode passar de herói para vilão em pouco tempo. Quem sofreu com isto foi Ruy Rey, que está completando 68 anos neste 17 de janeiro, atacante da Ponte Preta na final do Paulistão de 1977, contra o Corinthians. Ele fez o gol da vitória no segundo jogo, que deixou a Macaca perto da taça, mas acabou sendo expulso no terceiro confronto, onde o Timão sagrou-se campeão.

Corinthians e Ponte Preta disputaram três jogos das finais de 77, sendo todos no Morumbi. No primeiro, em 5 de outubro, o Timão venceu por 1 a 0, gol de Palhinha, ainda no primeiro tempo. Na segunda partida, quatro dias depois, a Ponte deu o troco, vencendo por 2 a 1. Dicá abriu o placar para o time campineiro, mas Vaguinho empatou.

Porém, Ruy Rey fez a torcida da Macaca explodir de felicidade com um gol aos 38 minutos da segunda etapa, dando a vitória à Ponte Preta e deixando o time bem perto do primeiro título paulista de sua história. Ruy Rey tinha virado herói!

Porém, como dissemos no começo, o futebol pode pregar peças e Ruy Rey foi de herói a vilão de um jogo para outro. No 13 de outubro de 1977, novamente Ponte Preta e Corinthians se enfrentavam e aí veio o calvário do atacante pontepretano.

Aos 16 minutos de partida, lançado em profundidade, Ruy Rey dividiu a bola com Moisés e viu a arbitragem assinalar falta. O atacante da Ponte Preta já estava com a cabeça quente com Dulcídio Wanderley Boschillia, que o chamava de "macaquinho" como mera provocação. Inconformado com a decisão, xingou o juiz com vontade. Acabou expulso.


Com um jogador a menos, a Ponte Preta até tentou segurar a pressão corintiana. Porém aos 36' do segundo tempo, Basílio fez o gol que deu o título ao Corinthians. É claro que os torcedores pontepretanos acharam um culpado pela derrota: Ruy Rey.

Aquela expulsão mudou a carreira de Ruy Rey. Ele passou a conviver com a acusação de ter forçado o cartão vermelho para facilitar a vitória do Corinthians, time pelo qual viria a jogar meses depois. Ruy Rey sempre negou o fato, mas a fama acabou atrapalhando a carreira do jogador.

Em jogo das quartas do Paulistão A3, árbitro expulsa locutor do estádio

Foto: Gustavo Amorim

Thiago Luis Scarascati mostra o cartão vermelho para Ricardo César Ferreira

Na partida entre Capivariano e Velo Clube, realizada no Estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães, em Santa Bárbara d'Oeste, que terminou empatada em 0 a 0 e classificou o time de Rio Claro para as semifinais do Campeonato Paulista da Série A3 de 2020, teve uma cena, no mínimo, inusitada. O árbitro da partida expulsou o locutor do estádio. É isto mesmo que aconteceu!

O fato ocorreu aos 27 minutos do segundo tempo. O árbitro da partida, Thiago Luis Scarascati caminhou em direção ao banco de reservas da equipe mandante da partida, o Capivariano, e mostrou o cartão vermelho. Na hora, muitos pensaram que ele estava expulsando algum membro da comissão técnica ou reservas da equipe de Capivari.

Porém, o cartão vermelho não era para alguém que estava envolvido diretamente no jogo. Quem foi expulso era Ricardo César Ferreira, credenciado como motorista zona azul (que nestes jogos durante a pandemia de coronavírus significa que pode ir onde os jogadores estão) e responsável pelo equipamento de som do estádio.


Segundo Thiago Luis Scarascati, Ricardo César Ferreira proferia as seguintes palavras contra o árbitro da partida: "Olha a cera caralho, vai deixar até quando porra, você é fraco demais". Com isto, comandante da partida não teve dúvidas. Sacou o cartão vermelho!

O fotógrafo Gustavo Amorim, que estava trabalhando na partida, registrou "no clique" o momento exato em que Thiago Luis Scarascati sacou o cartão vermelho direcionado a Ricardo César Ferreira. Esta é a imagem que abre este texto.

Confira o que foi registrado na súmula:
Aos 72' minutos de jogo, exclui o Sr. Ricardo César Ferreira, credenciado como motorista zona azul e responsável pelo equipamento de som que fica ao lado do banco de suplentes da equipe mandante, por aos gritos proferir as seguintes palavras a mim: "Olha a cera caralho, vai deixar até quando porra, você é fraco demais".
Classificação - Ao fim do embate, o 0 a 0 na partida classificou o Velo Clube, visitante no jogo, para as semifinais da competição, onde vai encarar o Noroeste, que até então tem a melhor campanha do Paulistão A3 2020. No outro confronto, o EC São Bernardo terá pela frente o Comercial.

Por causa de 'treta', final do Paulistão A2 não terá treinadores principais

Foto: reprodução SporTV

Edson Vieira e Alexandre Gallo se desentenderam ao final da partida

A decisão do Campeonato Paulista da Série A2 2020, entre São Caetano e São Bento, que será na próxima segunda-feira, feriado de 12 de outubro, não terá a presença, no banco de reservas, dos treinadores principais de ambas as equipes. Tudo porque Alexandre Gallo, do Azulão, e Edson Vieira, do Bentão, foram expulsos no fim do primeiro jogo da final.

Nesta sexta-feira, dia 9, no Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba, as duas equipes se enfrentaram, pelo primeiro embate da decisão da competição. O São Caetano levou a melhor e, mesmo fora de casa, venceu por 3 a 2. Porém, após o apito final, Alexandre Gallo e Edson Vieira se desentenderam.

Um treinador começou a empurrar o outro, chegaram a se agarrarem, mas a turma do 'deixa-disso' conseguiu intervir na confusão e evitou que houvesse sopapos, tapas e socos. O mais incrível é que o zagueiro Domingos, do São Caetano, conhecido por ser bravo, foi um dos atletas que apartou a briga.


Depois da confusão, o árbitro Adriano de Assis Miranda não teve dúvidas: mostrou o cartão vermelho para os dois treinadores e eles não poderão ficar no banco de reservas na partida decisiva. Tanto São Caetano como São Bento devem ser dirigidos pelos auxiliares.

O segundo jogo da decisão do Campeonato Paulista da Série A2 2020 está marcado para a próxima segunda-feira, dia 12, às 17 horas, no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. O Azulão, jogando em casa, precisa de um empate para ser o campeão. Já o São Bento precisa vencer por dois gols de diferença para ficar com o título. Em caso de vitória do Bentão por um gol, a decisão da taça será nas penalidades.

A primeira expulsão de Pelé na carreira

Com informações do Centro de Memória e Estatística do Santos FC
Foto: arquivo Santos FC

Pelé foi expulso pela primeira vez em um jogo contra o Corinthians

No dia 22 de dezembro de 1957, o garoto Edson Arantes do Nascimento, com apenas 17 anos de idade, era expulso do gramado pela primeira vez em sua magistral carreira. Tal fato se deu na partida vencida pelo Santos FC diante do Corinthians, pelo placar de 1 a 0, com Dorval marcando o tento solitário santista que formou com: Manga; Urubatão, Dalmo, Fiote e Ramiro; Zito e Jair Rosa Pinto; Dorval, Guerra, Pelé e Pepe. O técnico era Luiz Alonso Perez, o Lula.

No time adversário foi expulso o zagueiro Olavo Martins, que viria jogar no Alvinegro praiano nos anos de 1961/1965 e ser o técnico do Peixe nos anos de 1975/76. No time da capital nessa partida válida pelo Campeonato Paulista, jogaram os atletas Gilmar, Olavo, Cláudio e Zague que também tiveram em suas carreiras partidas disputadas com a camisa do Santos FC.

O técnico do Timão nesse jogo era Oswaldo Brandão, que também dirigiu o Peixe no período de 1948/50 e que comandando o time da Vila Belmiro contra o Corinthians nunca perdeu nenhuma partida. Em seis jogos, venceu cinco e empatou apenas uma. Essa partida foi a segunda partida do famoso “Tabu” que durou de 1957 a 1968 época em que o time santista ficou sem perder para o time do Parque São Jorge em partidas do Paulistão.

Além da partida citada, o eterno Rei Pelé, foi expulso de campo em partidas nas quais defendeu o Alvinegro mais famoso do mundo, exatas 11 partidas, sendo que a última vez em que deixou forçosamente as quatro linhas foi no dia 23 de novembro de1969 na partida disputada contra o CA Mineiro no Mineirão, em Belo Horizonte.

Pagliuca – O primeiro goleiro a ser expulso em uma Copa do Mundo

Por Lucas Paes

Pagliuca depois da expulsão. Marchegiani virou o goleiro, substituindo um atleta de linha

O dia 18 de dezembro é aniversário de uma das maiores muralhas que a infinita escola italiana de goleiros formou: Gianluca Pagliuca, gigante no gol da Sampdoria, ídolo Interista e referência do Bologna, completa 52 anos. Uma das maiores divindades da posição, o Gato DI Caleschio conseguiu inclusive a proeza de ser ídolo da Internazionale ganhando apenas uma competição com os Nerazzurri. Mas um dos capítulos mais loucos da vida de Pagliuca veio na Copa do Mundo de 1994, quando ele foi o primeiro goleiro a ser expulso em uma copa. 

A primeira fase da Itália em 1994 começou trágica, com derrota para a Irlanda, no Giants Stadium. No segundo jogo, contra a Noruega, o time até fazia uma partida razoável. Aos 21 minutos, Leonhardsen foi lançado de frente para o crime, finalizando ela em um caminho que inabalavelmente terminaria nas redes. Desperado, Pagliuca saiu espalmando a bola fora da área. O juiz alemão Hellmut Krug não teve dúvidas e mostrou o cartão vermelho ao goleiro italiano, já que era uma situação clara e manifesta de gol. A Itália ficou com 10 e via uma boa chance de uma eliminação na primeira fase. Para piorar, o treinador Arrigo Sacchi teve de sacar Roberto Baggio, craque do time, que não vinha em boas condições para a partida. 

Porém, para a sorte da Azzurra, o time conseguiu marcar no segundo tempo. Signori cobrou falta com precisão para a área e Dino Baggio marcou o gol da vitória italiana, numa cabeçada mortal, sem chances para o goleiro Thorstvedt. A Itália terminou aquele grupo no terceiro lugar, se classificou as oitavas e chegou até a decisão. Nela, como a história já contou diversas vezes, principalmente na magistral narração de Galvão Bueno, Baggio jogou um pênalti na Lua e deu o título ao Brasil. 

Quanto a Pagliuca, voltou na fase final e foi um dos grandes destaques daquela seleção, protagonizando também um momento de sorte absurda na final, quando ia tomando um frangaço e contou com a ajuda da trave. Foi para a Internazionale depois do mundial, onde viraria ídolo, apesar de conquistar apenas um título. Depois, ainda passou pelo Bologna e pelo Ascoli, antes de pendurar as chuteiras. É, até hoje, uma das maiores referências da posição de goleiro no futebol.

A nova polêmica de Felipe Melo e os atletas problemas no futebol

Por Lula Terras

Felipe Melo foi expulso com três minutos de jogo (foto: reprodução/Twitter)

A expulsão do volante Felipe Melo, aos três minutos de jogo, no confronto entre Palmeiras e Cerro Portenho, colocou em risco a classificação do time palmeirense para as quartas-de-final da Libertadores. O fato, ao lado da decisão do atacante Walter, que está jogando no CSA, de Alagoas, de receber com uma arma de brinquedo, os funcionários da empresa de energia elétrica, que foram à sua residência para providenciar o corte de luz, traz à tona, uma velha discussão sobre a existência dos atletas problemáticos no futebol brasileiro. 

Apesar de ter o reconhecimento como um bom jogador, inclusive com passagem pelo futebol europeu e pela Seleção Brasileira, Felipe Melo está ganhando maior notoriedade pela forma viril de seu estilo de jogo somada as explicações, nada convencionais para um atleta, que visa o futebol jogado. Assim como aconteceu em outro período, quando se desentendeu com o então treinador Cuca, que acabou afastado, acredito que os dirigentes palmeirenses não deixarão passar em branco, mais essa. Acredito até que é bem possível que seja oferecido para outros clubes, de preferência do Exterior, para se verem livres do jogador problema. 

Já, no caso do Walter, que também mostra habilidade no trato com a bola, ficou famoso pelos quilinhos a mais que ostenta, e pela imensa dificuldade de se livrar deles, a história é um pouco mais louca De um lado o atleta afirma que foi uma situação normal, e que ganhou repercussão maior, por ser jogador famoso. De outro lado, o funcionário da empresa de energia, diz que além de portar uma arma, o atleta o agrediu com um tapa. 

Muitos são os casos polêmicos envolvendo jogadores de futebol. Essas situações trazem à lembrança outros atletas, que misturaram sua história no futebol, entre o talento no trato com a bola, com a irreverência e escândalos nos campos e na vida pessoal. Um dos casos entrou para a história do futebol, foi Heleno de Freitas, um dos grandes ídolos na década de 40, que era um grande craque de bola, mas de um gênio incontrolável, que o levaram ao vício da bebida, drogas e muitas confusões com dirigentes e companheiros de futebol. 

Heleno de Freitas morreu em 1959, em um Sanatório, na cidade de Barbacena, Minas Gerais. Sua vida foi tema do livro “Nunca Houve um Homem como Heleno”, escrito pelo jornalista Marcos Eduardo Neves, e do filme “Heleno”, de 2012, dirigido por José Henrique Fonseca, e estrelado pelo ator Rodrigo Santoro. 

Na década de 60, Almir Pernambuquinho, também de grande talento, mas especialista em confusões, até que, em 1973, tomava umas cervejas em um bar, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomou as dores de um grupo de artistas, que estava sendo ofendida por alguns portugueses, e acabou assassinado, com um tiro na cabeça, por um deles, que portava uma arma de fogo. 

Muitos outros exemplos ocorreram e continuam ocorrendo no futebol, alguns com maior, outros, menor impacto, mas, todos, sem exceção, sem um final feliz para seus protagonistas. Fica o alerta aos novos atletas, que se inspiram nesses jogadores, que pensem bem o que querem fazer de sua vida no futebol.

O dia em que expulsaram o árbitro por ter "avermelhado" Pelé

Por Lula Terras

Lima e Pelé discutem com o árbitro Guillermo Velásquez

São tantas e constantes as polêmicas criadas no futebol, em sua imensa maioria, com a participação direta da arbitragem, que uma história antiga me veio à mente. Lembrei de uma história que entrou para o folclore do futebol, a expulsão do árbitro, que havia expulsado Pelé de campo. Esse fato aconteceu no dia 17 de julho de 1968, no estádio El Campin, em Bogotá, na Colômbia, durante a partida entre o Santos FC e a Seleção Olímpica da Colômbia. 

Naquele jogo, o time santista estava com suas principais estrelas e dominava, totalmente a equipe adversária, e Pelé, para o delírio da própria torcida adversária, anotou um gol e deu assistência, para mais dois. O destaque foi a péssima atuação do árbitro do jogo, Guillermo Velásquez, que irritou a equipe praiana, cujo ponto alto foi a validação de um gol irregular, para a equipe colombiana. Os jogadores santistas cercaram o juiz, que acabou por expulsar Pelé, o acusando de agressão.

Vídeo sobre o jogo

Para seu azar, a medida revoltou os torcedores, nas arquibancadas, que exigiram a volta do Rei para o campo de jogo. Por fim, foi decidida a troca do árbitro e o retorno de Pelé para o jogo, que terminou em 4 a 2, para o Santos. Essa história serve apenas de alerta aos árbitros atuais, que se sentem os donos da situação, mesmo errando seguidamente. Vai que numa dessas, acabam eles sendo expulsos de campo.
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