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A longa trajetória de Servílio de Jesus com a camisa do Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Servílio de Jesus dedicou grande parte de sua carreira ao Timão

Natural de São Felix, cidade localizada no estado de Salvador, Servílio de Jesus, ex-meia e atacante, estaria completando 107 anos de idade nesta quinta-feira, 15, se estivesse vivo. Em sua carreira, ele teve uma passagem pelo Corinthians, clube no qual dedicou onze anos, atingiu várias marcas importantes e se tornou ídolo.

Revelado pelo Galícia Esporte Clube em 1933, Servílio chegou a se transferir para o Bahia, mas retornou Azulino em 1937, onde foi campeão baiano. Em 1938, o atleta atraiu interesse do Corinthians, que por coincidência, estava fazendo uma excursão por Salvador na época.

Mesmo chegando no início da temporada, não demorou muito para conquistar o seu espaço como um meia-direita. Se tornou o principal responsável por armar as jogadas no meio de campo e dar condições para Teleco, o ídolo e centroavante do Timão na época, converter as chances em gols. Por demonstrar tamanha classe e habilidade, ganhou a alcunha de “Bailarino”, dada pela imprensa. Posteriormente, ajudou o clube Alvinegro do Parque São Jorge a conquistar os campeonatos paulistas de 38, 39 e 41.

Com a saída de Teleco para o Santos em 1944, Servílio passou a jogar como atacante por conta da sua grande capacidade e precisão nas finalizações. A partir daí, aumentou ainda mais o seu número de gols, se sagrando artilheiro dos estaduais de 45, tendo balançado as redes adversárias em 17 oportunidades. Em 46, anotou nove tentos, e na temporada seguinte, foi as redes 20 vezes. 


Encerrou a sua belíssima trajetória no time corintiano depois de disputar 364 partidas e marcar 200 gols. Apesar de aposentado da carreira de jogador profissional, continuou trabalhando no futebol e chegou a treinar o Coringão por três jogos em 1948. Veio a falecer em São Paulo, no dia 10 de abril de 1984.

Atleta de 200 gols pelo Corinthians, Servílio falecia há 37 anos

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Servílio foi um dos grandes jogadores da história do Corinthians

Exatamente 37 anos atrás, o Corinthians perdia um grande ídolo da história nos anos 1930 e 1940. Servílio, atleta que foi três vezes campeão estadual pelo Timão e um dos maiores artilheiros do clube, faleceu aos 68 anos.

Servílio de Jesus nasceu na cidade de São Felix, na Bahia, em 15 de dezembro de 1915. Ele deu os primeiros passos no futebol em 1933 no Galícia Esporte Clube, de onde seria vendido para o Bahia e retornaria em 1937 para ser campeão estadual. Depois, em 1938, chamou a atenção do Timão, que fazia uma excursão pelo estado nordestino.

Contratado no início daquele mesmo ano, ele rapidamente entrou no time como meia-direita. Era o principal responsável pelas jogadas de meio-campo, geralmente finalizadas pelo ídolo Teleco, o centroavante. Atleta de muita classe com a bola nos pés, passou a ser chamado pela imprensa de “Bailarino”. E assim, conquistaria os títulos do Paulistão de 1938, 1939 e 1941.


Após a saída de Teleco, Servílio foi deslocado para o comando do ataque por ser um grande finalizador. Assim, aumentaria ainda mais a sua média de gols. Ele foi artilheiro dos estaduais de 1945, com 17 gols, de 1946, com nove, e 1947, com 20. Com números tão bons, encerrou sua passagem com a camisa alvinegra com 364 partidas e 200 gols marcados. Ainda foi técnico corinthiano por três partidas em 1948, falecendo em São Paulo no dia 10 de abril de 1984.

Os títulos nos anos 40 do Moto Club de São Luís

Foto: arquivo / Futebol Maranhense

O time do Moto Club de 1948: campeão maranhense e do norte

Neste 13 de setembro de 2020, o Moto Club de São Luís, um dos grandes times do futebol maranhense, está completando 83 anos de fundação. Entre os vários títulos, ficam como destaque os conquistados na década de 40, quando, ainda nova, agremiação foi heptacampeão estadual e ainda conquistou a taça em torneios regionais.

Tudo começa em 1944. O recém time maranhense arrebata o título estadual, com Pepê sendo o artilheiro do certame, tendo marcado 16 gols. No ano seguinte, o Papão do Norte repetiu o feito, sendo novamente campeão e seu principal atacante foi o goleador máximo, com o mesmo número de tentos.

Por incrível que possa parecer, em 1946, a dose se repetiu: o Moto Club foi novamente campeão maranhense e Pepê também foi artilheiro, mas desta vez com "apenas" sete gols. Em 1947, Pepê não foi o goleador, o posto ficou com Batistão, do Sampaio Corrêa. Porém, o Rubro Negro arrebatou mais um estadual e ainda por cima foi campeão da Copa Norte Nordeste, conquistando o seu primeiro regional.

Em 1948, o Moto Club confirmou ser a principal força da região. No Estadual, foi novamente campeão e viu seu ex-grande atacante, Pepê, ser o artilheiro da competição, defendendo o Santa Izabel. Porém, o Papão conquistou um dos grandes títulos de sua história: o Torneio Campeão dos Campeões do Norte, passando por Paysandu e Fortaleza.


Em 1949, novamente o Moto Club fez valer a sua grande era e conquistou o Campeonato Maranhense. Ainda sobrou para 1950, onde o Rubro Negro ficou novamente com o título e teve novamente o artilheiro: Galego, com oito gols.

Este heptacampeonato estadual e os dois títulos regionais fizeram com que o Moto Club se tornasse um dos grandes do futebol maranhense, rivalizando com Sampaio Corrêa e Maranhão. Depois disso, foram mais 18 títulos estaduais do Papão do Norte.
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