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Maricá FC luta, vira o jogo, mas cede empate e está eliminado da Série D

Foto: Mateus Dutra

Pablo Thomaz marca gol de empate do Tsunami contra a Aparecidense

O Maricá FC foi valente. Fez um segundo tempo quase perfeito, chegou a virar o jogo contra a Aparecidense, mas acabou cedendo o empate. Com o 2 a 2 em Aparecida de Goiânia, o Tsunami encerrou sua jornada no primeiro Campeonato Brasileiro de sua história.

Os gols do azul, vermelho e branco foram marcados por Café, aos 10 minutos do segundo tempo, e Pablo Thomaz, aos 26 minutos da mesma etapa, após uma grande jogada de Café, que, antes de cruzar para o atacante, aplicou uma caneta no lateral Mário Henrique.

O gol que classificou a equipe goiana foi marcado pelo mesmo Mário Henrique, de cabeça, aos 50 minutos do segundo tempo, após cobrança de falta cruzada na área por David Jr. O outro gol da Aparecidense foi assinalado pelo atacante João Marcos.


Agora, o Maricá F.C. volta suas atenções para a Copa Rio. No primeiro jogo da segunda fase, o Tsunam i venceu o Petrópolis fora de casa por 3 a 0. A partida de volta será disputada na próxima quarta-feira, 13, no Estádio João Saldanha, em Maricá.

Maricá FC vai a Goiás buscar virada no Brasileirão Série D

Foto: Paulinne Carvalho / Comunicação Maricá FC

Sob o olhar do técnico Reinaldo, elenco do Maricá FC se prepara para duelo decisivo contra a Aparecidense, em Goiás

O Maricá FC entra em campo neste sábado (09), às 16h, em Aparecida de Goiânia (GO), para um dos jogos mais importantes de seus sete anos de história. No Estádio Annibal Batista de Toledo, o Tsunami enfrenta a Aparecidense pelo jogo de volta da segunda fase do Campeonato Brasileiro Série D. O time precisa reverter a derrota por 2 a 1 sofrida no primeiro confronto, em Maricá. Para avançar, o Maricá precisa vencer por um gol de diferença e levar a disputa para os pênaltis ou conquistar uma vitória por dois gols ou mais de vantagem para garantir a vaga direta nas oitavas de final em sua primeira participação no Campeonato Brasileiro.

A pressão é grande, mas a confiança também. O clube já provou que sabe se superar em momentos decisivos. Em 2024, o Maricá protagonizou duas viradas memoráveis que enchem a torcida de esperança: a primeira, pela semifinal da Série A2 do Campeonato Carioca, quando derrotou o Audax por 4 a 3, com um gol salvador de Pablo Thomaz aos 54 minutos do segundo tempo. A segunda, nas oitavas de final da Copa Rio, quando venceu a Portuguesa-RJ por 2 a 1, de virada, com gol de pênalti de Walber aos 15 minutos do segundo tempo. Esses jogos demonstraram não apenas qualidade técnica, mas também resiliência, entrega e um espírito de luta que são marcas registradas do grupo.

Embarque imediato para a virada! - O Maricá FC entra em campo neste sábado levando consigo o futebol do Rio. É o único representante do estado na competição. Ciente das dificuldades, o técnico Reinaldo reforça a confiança no elenco: “É o que eu falo para os meus atletas: trabalhar forte, com excelência, treinar com afinco e dedicação. Já vivemos momentos como esse, de viradas. Tivemos um jogo contra o Audax no ano passado, um contra a Portuguesa também, e nas duas vezes conseguimos a classificação. Vamos com tudo para fazer isso novamente”, afirmou o comandante maricaense.


O jogo terá um componente inédito para o time. Será a primeira viagem aérea da história do Tsunami. Na primeira fase, o time fez deslocamentos rodoviários para São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais, onde enfrentou Portuguesa-SP, Água Santa, Porto Vitória, Rio Branco e Pouso Alegre. A delegação embarca nesta sexta-feira para Goiânia, de onde segue para Aparecida de Goiânia, cidade localizada nos arredores da capital do estado.

A torcida, mesmo à distância, promete apoio incondicional. O Maricá F.C. espera transformar esse incentivo em combustível para superar mais um obstáculo. A missão é difícil, mas o histórico do clube mostra que, com garra e determinação, nada é impossível.

Maricá FC revisita viradas históricas por sonho de vaga na Série D

Foto: Clever Felix

Pablo Thomaz é carregado nos ombros após marcar dois gols na virada do Tsunami contra Audax na Série A2 de 2024

O futebol é cheio de histórias que desafiam a lógica, e o Maricá Futebol Clube sabe bem disso. No próximo sábado (09), o Tsunami entra em campo em Goiás com uma tarefa hercúlea: reverter a derrota por 2 a 1 sofrida no jogo de ida contra a Aparecidense e avançar para a terceira fase da Série D do Campeonato Brasileiro. Não será fácil, mas também não será a primeira vez. O torcedor que acompanha de perto a curta caminhada do clube sabe que esse time já virou confrontos difíceis antes e em momentos decisivos. O discurso de que “é possível” não é apenas motivacional. É factível.

Um dos exemplos mais marcantes dessa história recente veio na semifinal da Série A2 do Campeonato Carioca do ano passado. O Tsunami havia perdido o primeiro duelo para o Audax por 1 a 0 em Moça Bonita e precisava vencer no estádio João Saldanha. O jogo de volta foi eletrizante, digno de roteiro cinematográfico. Em uma batalha intensa, o azul, branco e vermelho venceu por 4 a 3, com o gol da classificação marcado por Pablo Thomaz aos 54 minutos do segundo tempo. O estádio explodiu em emoção, e o time mostrou que sabe lidar com momentos de pressão.

Herói da partida, Pablo Thomaz também carrega na memória aquele jogo no João Saldanha e usa esse momento como combustível para a partida deste sábado. “Foi uma semana em que a gente deixou um pouco a brincadeira de lado. Levamos mais a sério, sabendo da importância daquela partida. Eu fui abençoado com os dois gols que nos classificaram. E agora vamos seguir o mesmo padrão daquela semana que a gente teve contra o Audax. É hora de mais trabalho, de concentração. Sabemos da qualidade da equipe da Aparecidense, mas a gente já conseguiu reverter uma vez. Então, não é nada que seja impossível”, afirmou o atacante maricaense.

Maricá F.C é o time da virada - Outra situação similar ocorreu nas oitavas de final da Copa Rio do ano passado. Após empatar em 2 a 2 com a Portuguesa-RJ no jogo de ida em Maricá, a equipe foi até o estádio Luso-Brasileiro precisando de uma vitória para seguir vivo. O cenário se complicou com um gol da equipe adversária, mas o Tsunami manteve a cabeça no lugar, virou a partida e garantiu a classificação com um triunfo por 2 a 1. O gol decisivo saiu dos pés de Walber, em cobrança de pênalti, aos 15' do segundo tempo.

“A gente sabe que começar um jogo atrás é sempre complicado, é sempre difícil. Esse jogo foi especial para a gente, um jogo de Copa Rio, um jogo difícil contra um grande adversário que era a Portuguesa, onde a gente teve a oportunidade de virar o jogo e sair classificado. E é tudo o que a gente tem que fazer agora contra a Aparecidense. A gente já viu que é uma grande equipe, mas a nossa equipe também está bem preparada. Se a gente entrar bem concentrado, bem equilibrado e sabendo o que podemos fazer, temos tudo para virar e sair classificado de campo”, afirma o meia, o jogador mais antigo do elenco e uma das lideranças do grupo.


O técnico Reinaldo também confia na força do elenco e no histórico recente do clube como fator motivacional para o duelo decisivo. Para ele, a chave está na concentração e na entrega. “A gente sabe das dificuldades, sabe que o adversário tem qualidade e experiência. Mas também sabemos da nossa capacidade. Esse elenco já provou que cresce em momentos assim. Nosso foco é total. Já superamos situações complicadas antes e temos condições de fazer isso de novo”, destacou o treinador do Tsunami.

Essas vitórias heroicas fazem parte da identidade construída pelo Maricá F.C. nos últimos anos. Um clube jovem, sem grandes estrelas, mas com um grupo unido, com espírito coletivo e com a crença de que nada está perdido. Contra a Aparecidense, neste sábado, às 16h, o técnico Reinaldo, os jogadores e a torcida sabem que será necessário fazer um jogo perfeito. Mas não é a primeira vez que o impossível bate à porta. Em solo goiano, a equipe maricaense não entra em campo apenas para disputar uma vaga. Entra para fazer história.

Treinador Reinaldo comenta classificação do Maricá no Brasileirão Série D

Foto: Paulinne Carvalho / Comunicação Maricá FC

Reinaldo ao lado de sua comissão técnica durante treino no Estádio João Saldanha

Em um momento histórico para o Maricá Futebol Clube, o técnico Reinaldo faz um balanço da campanha na primeira fase da Série D, que garantiu a equipe entre os 32 classificados para a próxima etapa da competição nacional. O Tsunami se tornou o único representante do Rio de Janeiro no torneio, já que Nova Iguaçu e Boavista foram eliminados. Em entrevista exclusiva, o treinador destacou a regularidade do time ao longo das 14 rodadas, comentou os desafios enfrentados até aqui e projetou os compromissos decisivos: o confronto mata-mata contra a Aparecidense — equipe que fez a melhor campanha geral na Série D — e a sequência da Copa Rio, em que o Maricá defende o título conquistado no ano passado e estreou com vitória por 3 a 0 sobre o Petrópolis, no jogo de ida, ontem, em Caxias. A partida de volta será na próxima quarta-feira, no Estádio João Saldanha, em Maricá.

“É um feito histórico para o clube. Uma classificação no primeiro ano jogando uma Série D, em uma chave muito difícil. Fomos muito regulares. Saímos apenas uma rodada do G4 e terminamos dois pontos à frente do quinto colocado”, disse.

O Maricá F.C conquistou uma classificação histórica na Série D. Qual a avaliação geral da participação da equipe no campeonato? - O balanço é muito positivo. É mais um momento marcante com a camisa do Maricá F.C. Conseguimos a classificação logo no nosso primeiro ano de Série D, em um grupo muito equilibrado. Fomos consistentes: saímos apenas uma rodada do G4 ao longo das 14 rodadas e terminamos dois pontos à frente do quinto colocado.

O que mais te surpreendeu positivamente no time nessa primeira fase? - Para ser sincero, nada me surpreendeu. Conheço bem esse grupo — já vou para a minha terceira temporada aqui — e sei o que cada atleta pode entregar. O que me deixa feliz é ver a evolução do time a cada partida. Claro que tivemos um jogo ruim, como contra o Rio Branco, e isso é responsabilidade minha. Cabe a mim corrigir os erros.

Quais foram os maiores desafios até aqui? - São muitos. Enfrentamos grandes equipes, todas são SAF, viajamos para Minas, Espírito Santo e São Paulo, lidamos com lesões, gramados ruins... Mas isso faz parte e todo mundo passa por isso. O importante é que superamos tudo com um grupo forte mentalmente. Fomos competentes.

O fato de ser o único time do Rio na Série D aumenta o peso e a responsabilidade da equipe? - É um orgulho e, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade. Vivemos um momento único. Levar o nome do Maricá F.C e do Rio para o cenário nacional é especial. Isso é mérito dos nossos atletas, que são os protagonistas, e da nossa torcida, que nos apoiou mesmo nos momentos difíceis. Essa união está trazendo frutos importantes.

“É um momento único e de muita alegria. Levar o nome do Maricá FC e do Rio de Janeiro para o cenário nacional é muito especial. Isso é mérito total dos nossos atletas, que são os protagonistas, e do nosso torcedor, que esteve com a gente até nos momentos mais difíceis. Essa união está trazendo frutos importantes para o clube”, afirmou.

Houve algum momento que foi uma virada de chave para o time? - Acho que todos foram tratados como finais. Tivemos tropeços, como contra Portuguesa e Água Santa em casa, mas mantivemos a mentalidade forte. Quando não vencemos, eu assumo. Cabe ao treinador deixar o time leve, confiante e pronto para competir.

O que essa classificação representa para você, pessoalmente? - É essencial. Sou grato a Deus, à diretoria e, principalmente, aos jogadores. Esse é meu primeiro clube como técnico principal. Em dois anos, já são três taças, permanência na primeira divisão do Carioca e agora essa classificação histórica. Isso valoriza nosso trabalho.

E agora vem a Aparecidense. O que esperar desse confronto? - Vamos enfrentar uma grande equipe, a melhor da fase de grupos. Muito bem treinada pelo meu amigo Lúcio Flávio. Mas agora começa tudo do zero. Sabemos da nossa força jogando em casa e vamos com tudo, respeitando o adversário, mas confiantes no nosso potencial.

Você e Lúcio Flávio, atual técnico da Aparecidense, jogaram juntos. Como será esse reencontro agora como técnicos? - Um motivo de orgulho. Jogamos juntos em alguns clubes. (São Paulo, Santos, Botafogo). Hoje, ele vem fazendo um ótimo trabalho. Vai ser bom recebê-lo aqui. São dois treinadores em início de carreira, estudando e se preparando. Quem ganha com isso é o futebol.

Tem alguma história curiosa com ele? - Acho que não. O Lúcio sempre foi um cara mais reservado, tranquilo. Não era dos mais resenheiros. Mas foi um grande amigo que o futebol me deu. Bate uma saudade da época de vestiário.

Qual a estratégia para esse duelo de 180 minutos? - Inteligência. Temos que fazer um bom jogo em casa, mas sem se expor demais. Lá em Aparecida vai ser difícil, e um mau resultado aqui pode complicar. Vamos manter nossa organização e contar com a força da nossa torcida.


E a Copa Rio? O que representa defender esse título? - É uma responsabilidade prazerosa. Significa que já fomos campeões. Foi um momento marcante e é uma competição que gostamos muito. Vamos com vontade e respeito aos adversários.

O que mudou no time desde o título do ano passado? - Evoluímos fisicamente, mentalmente e taticamente. Tivemos mudanças no elenco, chegaram novos jogadores, mas todos muito inteligentes, que entenderam rápido nosso estilo. Isso facilita meu trabalho.

A Copa Rio pode abrir caminho para voos maiores? - Sem dúvida. Estamos na Série D justamente por termos sido campeões da Copa Rio no ano passado. Ela abre portas para a Copa do Brasil ou outra Série D. É um torneio importantíssimo, e vamos em busca do bicampeonato.

Você pretende rodar o elenco para equilibrar o time nas duas competições? - Todos aqui têm condição de jogar. Escalo quem considero o melhor para cada jogo, com base na estratégia. O foco é sempre honrar a camisa do Maricá F.C e dar alegrias à nossa torcida.

Mesmo com derrota, Maricá garante classificação na Série D

Foto: Rafael Brozeghini

Mesmo com derrota para o Rio Branco no Espírito Santo, Tsunami garante quarta colocação e enfrenta a Aparecidense na próxima fase

O resultado não foi o que a torcida maricaense esperava. Mas a derrota por 3 a 0 para o Rio Branco — gols de Marcos Júnior, Dudu e Romarinho — no Espírito Santo, pouco importa. O que interessa mesmo é que o Maricá F.C fez história. Com o empate entre Nova Iguaçu e Porto Vitória, na Baixada Fluminense, o time conquistou uma classificação inédita e histórica em sua primeira participação em campeonatos brasileiros. Com 19 pontos, o Tsunami encerrou sua participação na fase de grupos da Série D na quarta colocação do Grupo A6. Agora o Maricá F.C é o Rio de Janeiro na competição, pois é o único time do estado que segue na disputa.

Apesar do revés, o técnico Reinaldo comemorou a classificação e avaliou como positiva a campanha do time na primeira fase. “Hoje não foi o que esperávamos. Mas o importante é que conquistamos uma classificação histórica para o time e para a torcida. Apesar da derrota, merecemos a vaga. Agora é corrigir os erros e preparar o time para as batalhas que virão pela frente”, analisou.

Outro campeonato - Com a posição final na chave, o Maricá F.C enfrentará a Aparecidense, de Goiás, primeira colocada do Grupo A5. O adversário do primeiro dos três mata-matas que separam o time do acesso à Série C tem a melhor campanha da competição, com 32 pontos na classificação geral. O jogo de ida será no próximo fim de semana, no caldeirão do João Saldanha, em Maricá. Para Reinaldo, será a primeira das seis partidas da “Copa do Mundo” que o Maricá F.C terá pela frente até o acesso.


“Vamos enfrentar o time com a melhor campanha geral do campeonato. Mas confiamos no nosso grupo e no nosso trabalho. Sabemos que mata-mata é outro campeonato. Com a força da nossa torcida, vamos encará-los com respeito, mas sem medo. Agora começou a nossa Copa do Mundo”, completou.

Antes da Aparecidense, o Maricá F.C tem compromisso na próxima quarta-feira, dia 30, quando estreia na Copa Rio contra o Petrópolis, no Estádio Los Larios, em Nova Iguaçu. O jogo da volta será no Caldeirão do Cordeirinho, no dia 6 de agosto.

Maricá FC joga por classificação histórica na Série D

Foto: Paulinne Carvalho / Comunicação Maricá FC


Zagueiro Felipe Carvalho e atacante Bruninho disputam bola em treino do Maricá F.C para partida decisiva contra o Rio Branco, no Espírito Santo

Com 491 quilômetros separando as cidades de Maricá e Cariacica, o Tsunami embarcou para o Espírito Santo rumo ao maior desafio da temporada até aqui. No sábado (26), às 16h, no Estádio Kleber Andrade, o Maricá F.C. enfrenta o Rio Branco-ES pela última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Um empate ou uma vitória garantem a classificação inédita da equipe maricaense para a próxima fase da competição nacional.

Além disso, o Maricá F.C. carrega a responsabilidade de representar o futebol do Rio de Janeiro na Série D. Com Boavista e Nova Iguaçu já eliminados, o Tsunami é o único time fluminense ainda na briga por uma vaga na próxima fase, tornando o duelo contra o rival capixaba ainda mais importante para o estado. A classificação do clube maricaense não seria apenas um feito histórico local em sua primeira participação em campeonatos brasileiros, mas também uma conquista para o futebol carioca em âmbito nacional. Nas quatro divisões do Brasil, o Maricá F.C. é, ao lado do Flamengo, o time estadual com melhores chances em sua competição.

Para o técnico Reinaldo, o fato de ser o único time do Rio ainda com chances de classificação provoca dois sentimentos. “É um orgulho e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade. Mas não queremos pensar muito nisso.

"Vamos lá para jogar essa verdadeira final como a gente sempre jogou, dentro e fora de casa, pela vitória e sem se preocupar com regulamento. Vamos buscar esses três pontos e a classificação. Esse é o objetivo”, afirmou o comandante maricaense.

Adversário deste sábado, o Rio Branco já garantiu sua classificação antecipada e a segunda colocação na chave. Se vencer, não alcança mais a líder Portuguesa-SP. Alheio à situação do adversário, o Maricá promete entrar com tudo em campo, mantendo o foco e a concentração ao longo dos 90 minutos. “Essa parte mental está sendo muito bem trabalhada para a gente fazer um grande jogo. O grupo é muito experiente. E sabemos da força do grupo. Eu sempre falo que o nosso maior nome é o nosso escudo, é o Maricá F.C. Aqui um sempre correu pelo outro e pelo nosso torcedor, que é a nossa maior estrela.”, completou.

A esperança de gols para esse confronto vem dos pés de um velho conhecido da torcida: Pablo Thomaz. De volta ao clube, o atacante já está regularizado e pode reforçar a equipe neste jogo decisivo. Autor de gols históricos com a camisa do Maricá, Pablo é visto como peça importante no ataque e pode fazer a diferença na partida.


Reforço na área - Além de Pablo Thomaz, o Tsunami contará com mais um reforço. Revelado nas categorias de base do Vasco da Gama e campeão pelo Maricá F.C. da Copa Rio e do Campeonato Carioca A2 no ano passado, o atacante Marcos Paulo está de volta. O jogador retorna ao clube após uma boa passagem pelo Taquaritinga, de São Paulo, onde marcou 10 gols e deu uma assistência em 15 partidas.

Marcos chega para reforçar ainda mais o setor ofensivo do Tsunami. Ele já vem treinando com o grupo e viajou com o time para o Espírito Santo. Outra boa notícia é o retorno do atacante artilheiro Gutemberg, que volta depois de cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo.

Se conquistar a classificação, o Maricá F.C. alcançará um feito histórico: avançar de fase logo na sua estreia em campeonatos brasileiros. A torcida, mesmo distante fisicamente, te m sido fundamental ao longo da campanha e promete tarc conectada com o time nessa batalha que pode entrar para a história do clube.

Maricá FC está a um empate da vaga na segunda fase da Série D

Foto: Bruno Maia/Maricá FC

Um empate contra o Rio Branco, em Cariacica, leva o Tsunami à próxima fase da competição. Veja os cenários que garantem a classificação do time

A primeira fase da Série D chega à rodada final com o Maricá FC a um passo de fazer história. Estreante na competição, o clube depende apenas de si para garantir a classificação à segunda fase do torneio nacional, o segundo que disputa em sua curta história de oito anos. Antes, jogou a Copa do Brasil de 2022, quando foi eliminado na primeira fase pelo Guarani-SP. A equipe ocupa a 3ª colocação do Grupo A6, com 19 pontos, e enfrenta o Rio Branco-ES, fora de casa, em Cariacica, neste sábado (26), às 16h.

O adversário já está classificado. Com 23 pontos, o alvinegro capixaba não pode mais ser alcançado por nenhum outro concorrente e só briga para confirmar a 2ª posição do grupo. Já o Maricá F.C pode se garantir no G4 até mesmo com um empate, e só corre risco real de eliminação em caso de derrota — e ainda assim no saldo de gols.

A briga pelas duas últimas vagas - No Grupo A6, a Portuguesa (27 pontos) e o Rio Branco (23) já estão classificados. Restam duas vagas em disputa entre quatro times:

• Maricá – 19 pontos, cinco vitórias, saldo de gols (+3)
• Água Santa – 18 pontos, cinco vitórias, saldo de gols (0)
• Pouso Alegre – 17 pontos, cinco vitórias, saldo de gols (-3)
• Porto Vitória – 16 pontos, quatro vitórias, saldo de gols (+1)

* Nova Iguaçu (14 pontos) e o Boavista (9) já estão eliminados.

A rodada final coloca frente a frente os concorrentes diretos pela vaga, o que aumenta ainda mais o peso de cada jogo. Confira as partidas que definirão as duas vagas em disputa no Grupo A6:

Pouso Alegre x Água Santa – Estádio Manduzão (MG)
Rio Branco (já classificado) x Maricá – Estádio Cleber Andrade (ES)
Nova Iguaçu (eliminado) x Porto Vitória – Estádio Laranjão (RJ)

Os resultados que classificam o Maricá F.C na Série D - Segundo o portal Metrópoles, o Maricá F.C tem 95,1% de chances de classificação. Confira abaixo os cenários que levam o Tsunami a conquistar uma classificação histórica na Série D.

Vitória - Com uma vitória por qualquer resultado, o Maricá F.C vai a 22 pontos e não pode mais ser alcançado pelo Porto Vitória (ES), o quinto colocado e último time com chances de conquistar uma vaga na segunda fase. Com esse resultado, o time se classifica na terceira colocação da chave e, na próxima fase, faz o primeiro jogo do mata-mata em casa, no João Saldanha.

Empate - Se o Maricá empatar e for a 20 pontos, não pode mais ser ultrapassado por dois dos três concorrentes diretos à vaga, já que Água Santa e Pouso Alegre têm um confronto direto na última rodada. Ou seja, um deles obrigatoriamente ficará pelo caminho. E mesmo que o Porto Vitória vença o Nova Iguaçu, o time capixaba vai a 19 pontos e fica a um do Tsunami. A única mudança seria de posição na tabela. O Maricá F.C perderá a terceira colocação se empatar com o Rio Branco e o Água Santa ganhar do Pouso Alegre. Aí o time paulista teria 21 pontos contra 20 do Tsunami. Para o Pouso Alegre ficar em terceiro no grupo, precisa bater o Água Santa por três ou mais gols de diferença e o Tsunami ser derrotado por quatro gols ou mais no Espírito Santo. O Maricá F.C tem três gols de saldo e o Pousão, menos três tentos.

Classificação até com derrota - O Maricá F.C pode se classificar até mesmo se perder para o Rio Branco. Para isso, basta que a derrota seja por um resultado igual ao de uma eventual vitória do Porto Vitória sobre o Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O Tsunami tem o mesmo número de vitórias, cinco, e dois gols de saldo de vantagem em relação ao rival capixaba: 3 x 1.


Eliminação - O time só será eliminado se perder por dois gols de diferença e o Porto Vitória bater o Nova Iguaçu por três gols ou mais de vantagem na Baixada Fluminense. Caso haja empate no saldo, o time capixaba teria que marcar dois gols a mais que o Maricá F.C para ficar com vantagem nos tentos marcados. O Tsunami leva vantagem no quesito, com 14 gols marcados contra 13 do time capixaba.

Apesar de ter a vantagem do empate e depender apenas de si para avançar de fase, o Tsunami não quer saber de fazer contas e de jogar com o regulamento debaixo do braço. A equipe treina forte durante a semana e vai a campo com foco total em buscar a vitória, independentemente dos outros resultados da rodada. O time viaja nesta quinta-feira de manhã para o Espírito Santo. Quatrocentos e noventa e um quilômetros separam Maricá de Cariacica, cidade vizinha a Vitória, e de uma classificação que entrará para a história do azul, branco e vermelho da cidade do Leste Fluminense.

Maricá FC enfrenta Portuguesa de Desportos e pode obter classificação na Série D

Foto: Paulinne Carvalho/Comunicação Maricá FC

Lateral-esquerdo Marcelo em treino para o confronto contra a Lusa em Maricá

O sábado, 19 de julho, pode entrar para a história do Maricá FC. Em terceiro lugar no Grupo A6 da Série D, o Tsunami garante a classificação matemática para a segunda fase da competição nacional com uma vitória sobre a Portuguesa-SP, às 16h, no Estádio João Saldanha. O feito será inédito para o clube, que disputa seu primeiro campeonato brasileiro. Em 2022, o Maricá participou da Copa do Brasil, mas foi eliminado na primeira fase pelo Guarani.

Com 19 pontos, o Maricá FC é o melhor time do Rio de Janeiro no campeonato. O Boavista, com nove pontos, já está eliminado. O Nova Iguaçu soma 14 pontos e ainda tem chances de avançar.

A equipe comandada pelo técnico Reinaldo chega embalada após duas vitórias consecutivas, consolidando o bom momento na reta final da primeira fase. Na última rodada, o Tsunami venceu o Nova Iguaçu por 3 a 1, na Baixada Fluminense, encerrando um jejum de seis meses sem vitórias fora de casa. Agora, joga em casa para escrever um novo capítulo na história do clube.

“Dentro de casa, a gente sabe da nossa força. Eu confio muito no meu grupo de atletas — são quase dois anos trabalhando com eles. Mas sabemos que será um dos jogos mais difíceis da nossa temporada, porque eles também têm o objetivo de se classificar em primeiro lugar, enquanto nós lutamos para garantir nossa vaga no G-4. Para nós, será uma verdadeira final de Copa do Mundo. Mas estamos preparados para isso”, afirmou o técnico Reinaldo.

De volta ao João Saldanha, onde só perdeu uma partida desde sua estreia no estádio em 2024, a expectativa é repetir o bom desempenho com a força de sua torcida. Na Série D, foram quatro vitórias em seis jogos na competição. A Portuguesa-SP, adversária deste sábado, briga pela liderança do grupo, o que aumenta ainda mais o peso do confronto. E Reinaldo conta com a força da massa para conseguir os três pontos que irão sacramentar a vaga na próxima fase.


“A gente conta muito com o nosso torcedor nesse jogo. Sabemos da força que vem das arquibancadas e o quanto isso motiva os atletas. É um momento histórico, uma oportunidade única de fazer algo grande pelo clube e pela cidade. Então, quero convidar cada maricaense a estar com a gente neste sábado no João Saldanha. Juntos somos mais fortes”, destacou o comandante maricaense.

Samba no esquenta histórico - E não vão faltar motivos para lotar o João Saldanha. O Maricá FC preparou uma programação especial para animar a torcida no pré-jogo. A festa começa às 13h, com roda de samba ao vivo do grupo de pagode Oh Sorte. O show contará com participação especial do sambista e compositor maricaense Rafael Caçula. Futebol, música e celebração prometem marcar um dia histórico para o clube e para a cidade.

Maricá FC fica perto de vaga no mata-mata do Brasileirão Série D

Foto: Bruno Maia/Maricá FC

Clayton comemora seu segundo gol na vitória contra o Nova Iguaçu

Foi um jogo que poucos viram, mas que ficará guardado por muito tempo na memória da torcida maricaense. Assim foi a vitória do Maricá FC por 3 a 1 sobre o Nova Iguaçu, na tarde deste sábado, na Baixada Fluminense. Sem transmissão por rádio ou internet, o triunfo, com dois gols de Clayton e um da revelação Oliver, marcou o fim de um jejum de quase seis meses sem vitórias fora de casa. O Nova Iguaçu descontou com um gol de Fernandinho, nos acréscimos do segundo tempo.

A última vitória longe do Estádio João Saldanha havia sido na estreia do Cariocão 2025, contra o Botafogo, no Estádio Nilton Santos. Os três pontos conquistados no Estádio Jânio Moraes, o Laranjão, deixaram o time muito próximo de garantir uma vaga na próxima fase da Série D do Campeonato Brasileiro — a primeira competição nacional de longa duração da história do clube.

O primeiro gol saiu logo aos oito minutos do primeiro tempo. O volante Matheus Banguelê arrancou da intermediária e deu um passe preciso para Clayton, que tirou do goleiro Lucas Macitoli e abriu o placar para o Tsunami. Clayton ainda marcaria mais um, aos 47 do segundo tempo, acertando um petardo de fora da área no ângulo. Foi a primeira vez em sua carreira que o volante marcou dois gols em um mesmo jogo.

“Semana passada eu quase marquei um golaço de bicicleta contra o Boavista. Mas hoje compensei com dois. Trabalho muito para isso. Sempre treino chute de fora da área, e hoje fui recompensado. Esse resultado foi muito importante para nós. Agora estamos muito próximos do nosso objetivo”, afirmou Clayton.

Primeiro gol de jovem revelação - Revelação e capitão do Sub-20, o meia Oliver marcou seu primeiro gol como profissional em sua segunda partida pelo Tsunami — ele havia estreado na rodada anterior, contra o Boavista. Aos 21 minutos do segundo tempo, ajeitou e mandou um torpedo sem chances para o goleiro do Nova Iguaçu. “Não esperava marcar um gol tão cedo. Na hora, só me emocionei e comecei a chorar. A gente passa por muita coisa até chegar aqui. Mas eu sou muito abençoado. Agradeço aos meus companheiros e ao professor Reinaldo pela oportunidade”, disse o jovem, que dedicou o gol à avó, dona Judith, falecida em 2021.


Feliz com o resultado, o técnico Reinaldo comemorou muito a primeira vitória fora de casa desde janeiro. “A gente vinha merecendo ganhar fora. Mas sempre havia um detalhe que nos impedia de conquistar o resultado. Hoje finalmente conseguimos. Essa vitória vai nos dar mais força e confiança para seguir em busca dos nossos objetivos”, afirmou.

Para Reinaldo, a vaga está próxima, mas ainda não garantida: “Não tem nada ganho. Temos dois jogos dificílimos pela frente. Ainda precisamos pontuar para garantir a classificação”, completou No próximo sábado, o Maricá F.C. enfrentará a Portuguesa-SP, no Estádio João Saldanha, em Maricá. O Tsunami fecha sua participação na primeira fase contra o Rio Branco, em Cariacica, no Espírito Santo.

Maricá FC vai em busca de vitória contra o Nova Iguaçu pelo Brasileirão Série D

Foto: Paulinne Carvalho/Maricá FC

Elenco do Maricá FC treina para o jogo decisivo contra o Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

Em confronto direto na briga pelo G-4 do Grupo A6 da Série D do Campeonato Brasileiro, o Maricá FC visita o Nova Iguaçu neste sábado (12), às 15h, no Estádio Jânio Moraes, o Laranjão, pela 12ª rodada da competição nacional. O Tsunami busca sua primeira vitória fora de casa e quer se manter entre os quatro primeiros colocados da chave, garantindo presença na zona de classificação para a próxima fase. Com 16 pontos, ocupa a terceira colocação do grupo, atrás de Rio Branco-ES, com um ponto a mais, e da Portuguesa-SP, a líder com 21 pontos. Se não for derrotado, o azul, branco e vermelho de Maricá seguirá como o melhor time do Rio na competição.

O duelo marca mais um capítulo da recente rivalidade entre os dois clubes, que já se enfrentaram quatro vezes em competições oficiais. O retrospecto é favorável ao Tsunami, que nunca perdeu para o adversário de amanhã na Baixada Fluminense: são três empates — um deles com vitória do Maricá nos pênaltis, pelo Campeonato Carioca da Série A2 de 2020 — e uma vitória por 2 a 0 no confronto válido pelo Cariocão deste ano. No primeiro turno da Série D, empate por 1 a 1 no Estádio João Saldanha.


Para o técnico Reinaldo, a partida é mais uma decisão de campeonato para o Tsunami. “É um jogo crucial para um time que almeja permanecer no G-4. Enfrentar o Nova Iguaçu fora de casa é sempre difícil, mas nosso grupo tem crescido. Estamos há três jogos sem perder e viemos de uma vitória importante em casa contra o Boavista. Estamos trabalhando forte, ajustando os detalhes, e vamos buscar os três pontos na Baixada com seriedade, foco, respeito e muita entrega”, destacou o treinador.

Após o confronto de amanhã na Baixada, o Maricá F.C enfrentará a Portuguesa-SP, no próximo sábado, no Estádio João Saldanha e fecha sua participação na fase contra o Rio Branco, em Cariacia, no Espírito Santo.

Maricá FC bate o Boavista e volta ao G4 da Série D

Foto: Bruno Maia/Comunicação Maricá FC

Comemoração do gol da vitória

O Maricá FC viveu uma tarde perfeita no Estádio João Saldanha. Com direito a show antes da partida, o Tsunami venceu o Boavista por 1 a 0 e voltou ao G4 do Grupo A6 da Série D. O gol da vitória foi marcado por Gutemberg, após cruzamento de Café, aos 38 minutos do primeiro tempo. Com o triunfo, a equipe chegou aos 16 pontos e se posicionou novamente entre os quatro primeiros, dependendo apenas de si mesma para conquistar uma vaga na próxima fase da competição.

A festa começou antes mesmo do apito inicial. Quem chegou mais cedo pode aproveitar a roda de samba “Caldeirão do Tsunami”, com as participações do grupo “Oh Sorte” e da “Maricadência”, a bateria da União de Maricá, comandada pelo mestre Paulinho Steves. E foi no embalo do pandeiro e do tamborim que o time entrou em campo, no João Saldanha, onde só perdeu uma partida desde a inauguração do estádio, em 2024.

Feliz com o resultado, o técnico Reinaldo não poupou elogios aos seus comandados: “Com a força da nossa torcida, demos mais um passo importante para alcançarmos nossos objetivos. A vitória é sempre boa, mas o mais importante é que o time se entregou em campo. Sabemos que o campeonato é longo e que cada jogo é uma batalha. Agora, vamos seguir focados no próximo desafio contra o Nova Iguaçu e buscar nosso principal objetivo, que é a classificação para a próxima fase.”

Autor do gol, o atacante Gutemberg também celebrou o desempenho da equipe: “O gol é sempre especial, mas o mais legal é ver todo o time jogando junto e com vontade de vencer. Cada vitória nos aproxima mais do nosso objetivo, que é a classificação para a próxima fase. Agora, é pensar no próximo jogo e manter o foco!”


Além do gol, outro lance que levantou a torcida foi uma bicicleta de Clayton aos dois minutos do segundo tempo. O volante quase marcou um golaço após cruzamento de Jonathan Chula. O técnico Reinaldo também promoveu a estreia do meia Oliver, um dos destaques e capitão do time Sub-20 do Tsunami, que chegou à semifinal da Copa OPG da categoria.

Com o resultado positivo, o Maricá FC já se prepara para o próximo compromisso na Baixada Fluminense, contra o Nova Iguaçu, no próximo sábado, no Estádio Jânio Moraes, o Laranjão.

De volta ao João Saldanha, Maricá FC reencontra torcida e encara o Boavista em confronto regional

Foto: Paulinne Carvalho/Comunicação Maricá FC

Tsunami treina para o clássico regional contra o Boavista, amanhã, em Saquarema

Após duas rodadas seguidas longe de casa, com dois empates contra Porto Vitória e Pouso Alegre, o Maricá F.C. retorna ao seu estádio neste sábado (05), às 16h, no Estádio João Saldanha. O adversário será o Boavista, de Saquarema. O Tsunami aposta na força do mando de campo para vencer o clássico da região e conquistar três pontos cruciais na luta por uma vaga no G4 do grupo A6 da Série D.

Com 13 pontos na quinta colocação do grupo, o Maricá F.C. está a apenas um ponto do Pouso Alegre, quarto colocado e atual último classificado da chave. Nessa rodada, os mineiros enfrentam o Nova Iguaçu fora de casa, na Baixada Fluminense.

O duelo contra o rival local, que ocupa a última colocação do grupo com nove pontos, tem sido marcado pelo equilíbrio. Será o terceiro duelo da história entre os dois clubes, com uma vitória para cada lado. No último Cariocão, o Tsunami venceu por 1 a 0 em Maricá. No primeiro turno desta Série D, o Boavista levou a melhor por 2 a 1.

Calderão vai ferver - Para desempatar o confronto, o Tsunami conta com a força de sua torcida no Caldeirão do Cordeirinho. Das cinco partidas disputadas no João Saldanha na Série D, o time venceu três, empatou uma e perdeu apenas uma, alcançando 70% de aproveitamento — um dos melhores do grupo. O clube vê o apoio da torcida como um fator determinante para seguir vivo na briga pela classificação.

Com a disputa acirrada e os times se alternando na tabela a cada rodada, o técnico Reinaldo evita fazer projeções sobre o número necessário de pontos para a classificação.


“Estamos pensando jogo a jogo. A próxima partida é sempre a mais difícil e importante. É um momento crucial. Mas voltar a jogar em casa nos dá confiança para transformar o apoio em resultado. Sabemos da força do João Saldanha. É fundamental jogar em casa e com a força do nosso torcedor”, destacou o técnico.

Após o embate contra o Verdão de Saquarema, o Maricá F.C terá apenas mais uma partida em casa, contra a líder Portuguesa (SP), na penúltima rodada, além de dois jogos fora do João Saldanha — contra Nova Iguaçu e Rio Branco (ES), com quem fecha sua participação na primeira fase no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo.

Maricá FC empata com Pouso Alegre em Minas e segue na briga pelo G4

Foto: Paulinne Carvalho/Maricá FC

A equipe do Maricá que foi a campo neste sábado

Em duelo direto por uma vaga no G4 do Grupo A6 da Série D do Brasileirão, Pouso Alegre e Maricá empataram por 1 a 1 na tarde deste sábado (28), no Estádio Manduzão, em Minas Gerais. Com um primeiro tempo agitado e uma segunda etapa mais cadenciada, o resultado mantém as duas equipes vivas na luta por uma vaga na próxima fase da competição. O Tsunami segue na quinta colocação do Grupo A6, com 13 pontos ganhos, apenas um atrás do Pouso Alegre, o quarto colocado da chave. Os quatro primeiros se classificam para a segunda fase da competição.

O time mineiro abriu o placar aos 20 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento rasteiro na área, Thiago Rubim apareceu livre e finalizou de primeira para marcar para o Pouso Alegre.

Mesmo fora de casa, o Maricá F.C. foi para cima e buscou o empate nos acréscimos da etapa inicial. Aos 49 minutos, Marcelo cobrou escanteio com perfeição, e Jonathan Chula subiu alto para cabecear com firmeza e deixar tudo igual no Manduzão. O atacante, inclusive, já havia assustado aos 17 minutos, em cabeçada perigosa após cruzamento de Almir. Foi o terceiro gol de Chula na competição, o que o torna o artilheiro da equipe na Série D. Ele é também o maior goleador da história do clube, com 22 gols marcados.

No segundo tempo, as equipes reduziram o ritmo, e as chances claras foram raras. O grande destaque da etapa foi o paredão maricaense Dida, que salvou a equipe aos 8 minutos com uma defesa espetacular em chute à queima-roupa do volante Adsson dentro da área. Dida voltou a brilhar aos 43 minutos, ao defender um chute cruzado de fora da área do atacante Brown.

Após o apito final, o técnico Reinaldo valorizou o ponto conquistado fora de casa e já projetou o clássico regional contra o Boavista, da vizinha Saquarema, no próximo sábado.


“Sabemos da dificuldade que é jogar aqui contra o Pouso Alegre, uma equipe forte dentro de casa. O grupo mostrou personalidade para buscar o empate e teve chances para vencer. O importante é que saímos invictos nos dois jogos seguidos fora de Maricá, hoje e contra o Porto Vitória. Agora é virar a chave e focar no clássico contra o Boavista. Vamos jogar diante da nossa torcida, onde somos muito fortes, e contamos com esse apoio para dar mais um passo rumo à classificação”, afirmou o treinador.

O clássico regional será no próximo sábado, dia 5 de julho, às 16h, no Estádio João Saldanha. Apesar de serem de cidades vizinhas, será apenas o terceiro confronto da história entre os dois clubes, com uma vitória para cada lado. O Tsunami venceu por 1 a 0, em Maricá, no último Cariocão. No primeiro turno desta Série D, o Boavista levou a melhor por 2 a 1. Quem vencer, assume a vantagem no retrospecto.

Maricá FC empata com Porto Vitória e segue na luta por classificação na Série D

Foto: Rafael Brozeghini

Matheus Lira divide com Rossetto no empate sem gols em Cariacica

O Maricá FC foi ao Espírito Santo e conquistou um empate por 0 a 0 com o Porto Vitória, no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica. Com o resultado, o Tsunami ocupa a quinta colocação do Grupo A6 da Série D do Campeonato Brasileiro, a apenas um ponto do quarto colocado, o Pouso Alegre. Os quatro primeiros colocados da chave avançam à próxima fase da competição. Este foi o primeiro jogo do Maricá no estado vizinho ao Rio de Janeiro, em um estádio que se acostumou a receber partidas de grandes times cariocas.

Foi uma partida equilibrada, com poucas chances de gol para ambos os lados. Porém, o lance de maior perigo foi do Tsunami. Aos 39 minutos, Clayton fez um lindo passe em profundidade para Lucas Café, que invadiu a área em velocidade. O camisa 7 finalizou, mas o zagueiro Thainler fez o corte providencial, com a bola explodindo na trave do goleiro Aydhan. O paredão Dida brilhou mais uma vez ao defender um chute colocado no ângulo do atacante Lucas Xavier, aos 47 minutos do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Maricá voltou melhor e teve a principal chance da etapa final. Aos 13 minutos, Café arrancou em velocidade pela esquerda, deixou a marcação para trás e cruzou rasteiro para Chula, que apareceu livre na pequena área, mas finalizou para fora, desperdiçando a melhor oportunidade do jogo.

Detalhe tirou os três pontos - Para o técnico Reinaldo, o resultado foi positivo. Ele destacou que a vitória fora de casa hoje escapou por um detalhe. "Viemos aqui para buscar os três pontos e tivemos chances para isso. Levamos azar na bola na trave e faltou pouco para o Chula decidir o jogo. Mas o empate não foi um mau resultado. Agora é voltar para casa, descansar e usar bem a semana para se preparar para outra pedreira, que será o Pouso Alegre fora de casa", afirmou Reinaldo.


A partida contra os mineiros está marcada para o sábado, dia 28, às 17h, no estádio Manduzão, em Pouso Algre. Será mais um confronto direto pelo G4, já que o adversário está um ponto e uma posição à frente do Maricá F.C. Além do rival, o Tsunami terá que superar os 429 quilômetros que separam Maricá da cidade do interior mineiro.

Maricá visita o Porto Vitória em confronto direto por vaga no G4 da Série D

Foto: Paulinne Carvalho

Time pronto para a batalha de Cariacica

O Maricá FC volta a campo neste sábado (14), às 17h, contra o Porto Vitória, no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica (ES), pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série D. Com 11 pontos e na terceira colocação do Grupo A6, o Maricá F.C leva vantagem no saldo de gols sobre o adversário. No jogo do primeiro turno, o Tsunami venceu o rival capixaba por 2 x1 no Estádio João Saldanha, com gols de Clayton e Marcelo. Quem vencer termina a rodada à frente na tabela e segue com boas chances na luta pela classificação.

A partida também representa a busca por reabilitação do Maricá F.C na competição, após a derrota contra o Água Santa (SP) na rodada passada no Estádio João Saldanha. Um triunfo no Espírito Santo seria também o primeiro da história do clube fora dos limites do Rio de Janeiro.

O treinador Reinaldo ressaltou a importância do duelo e destacou a confiança no grupo para trazer um bom resultado de Cariacica. “Nosso time é muito experiente, com jogadores acostumados a pressão. Em todos os jogos fora, apesar de não vir a vitória, performamos. É um adversário direto, mas temos condições de jogar de igual para igual, fazer um grande jogo e conquistar a primeira vitória fora de casa”, destacou o comandante.


Com seis rodadas pela frente, sendo dois jogos em casa - Portuguesa e Boavista - e quatro longe do João Saldanha - Porto Vitória, Pouso Alegre, Nova Iguaçu, Rio Branco - a disputa por classificação no Grupo A6 para o Maricá F.C segue aberta. A diferença de apenas três pontos entre o quarto colocado da chave, e hoje último classificado, o Porto Vitória, e o lanterna, o Boavista, mostra o equilíbrio da competição e aumenta a importância de cada jogo. Ciente desse cenário, o Maricá FC trata a partida fora de casa como uma oportunidade de consolidar sua posição entre os quatro primeiros e ganhar fôlego para a reta final da primeira fase.

Maricá fecha turno na vice-liderança do Grupo A6 na Série D

Foto: Caíque Higino

Gol do atacante Gutemberg deixou o time atrás apenas da Portuguesa-SP no Grupo A6. Tsunami é o atual “Rei do Rio” na Série D

O Maricá FC enfrentou o frio de 15º em Diadema, cidade da Grande São Paulo, e nesta noite empatou com o Água Santa por 1 a 1. O gol do Tsunami foi marcado pelo atacante Gutemberg logo aos dois minutos do primeiro tempo. O baixinho platinado balançou a rede após cobrança de escanteio do meia Marcelo. O Netuno empatou aos 13 minutos do segundo tempo, com um chute de fora da área do meia Eduardo Ribeiro, que havia entrado no intervalo. O resultado deixou o Tsunami na vice-liderança do Grupo A6 da Série D, com 11 pontos, atrás apenas da Portuguesa-SP.

O empate também garantiu ao Maricá FC o título simbólico de “Rei do Rio” do primeiro turno da Série D, pois é o time do estado com a melhor campanha na competição. Nova Iguaçu, com nove pontos, e Boavista, com oito, são os outros representantes do Rio de Janeiro no torneio. O técnico Reinaldo ficou satisfeito com o resultado e afirmou que a primeira meta do time — que era terminar o turno no G4 — foi alcançada.

“Os jogadores estão de parabéns. Foi uma partida muito difícil e com um componente que não estamos acostumados a lidar: o frio. Mas soubemos controlar todas essas variáveis e voltar para casa com um ponto e a vice-liderança do grupo”, disse o treinador.

Os quatro primeiros colocados de cada chave avançam à segunda fase da competição. O resultado deixou o Tsunami a dois pontos do quinto colocado, o Nova Iguaçu. A boa colocação deixou o técnico Reinaldo satisfeito, mas ciente de que ainda há muito jogo pela frente.

“Saímos daqui com um empate e em segundo lugar na chave, mas ainda temos sete jogos pela frente. Agora, é voltar para Maricá e se preparar para a próxima partida, que será outra pedreira”, comentou.

Santo de casa que faz milagre - O goleiro Dida foi decisivo para a conquista do ponto fora de casa para o Maricá FC. No final da partida, fez três grandes defesas que garantiram o resultado. Dida é de Santo André, cidade vizinha a Diadema, e não jogava uma partida na região do Grande ABC desde 2016.


“Estou muito feliz por ter ajudado o time a sair daqui com esse ponto. E mais ainda por voltar a jogar perto de casa. Desde 2016, quando disputei a Série A2 com o Marília, não jogava na região”, disse o paredão maricaense, que foi um dos poucos que não sentiu o frio de Diadema. “É até mais gostoso para jogar”, brincou.

A família do goleiro - mãe, irmão e sobrinhos - esteve na arquibancada do estádio Distrital de Anamar, a casa do Netuno, como é conhecida a equipe de Diadema.

O time retorna amanhã de ônibus para Maricá. Na segunda-feira, inicia a preparação para o duelo contra o mesmo Água Santa, no sábado, no Estádio João Saldanha. A equipe irá defender uma invencibilidade de 20 jogos em casa, a maior série entre os times que disputam a Série D do Campeonato Brasileiro.

Marcelo comemora gol em vitória do Maricá FC contra o Porto Vitória pelo Brasileirão Série D

Foto: Bruno Maia/Maricá FC

Marcelo comemorou o gol

O Maricá FC teve uma tarde perfeita neste sábado no Estádio João Saldanha. Com a vitória por 2 a 1 sobre os capixabas do Porto Vitória, o Tsunami se consolidou no G4 do Grupo A6, terminando a partida na segunda colocação da chave. Além disso, completou sua 20ª partida invicta em casa — a maior série como mandante entre os 64 times da divisão. Para fechar, o time deu um presente de aniversário para a cidade de Maricá, que completa 211 anos na segunda-feira.

Feliz com seu primeiro gol com a camisa do Maricá, o meia Marcelo revelou estar mais leve ao marcar o gol da vitória do Tsunami. “Venho trabalhando muito forte para isso. Tive uma chance no primeiro jogo e não consegui. Hoje, a bola bateu no meu peito e foi na trave. Em outra oportunidade, dei um chute de fora da área e o goleiro fez um milagre. Mas tive a felicidade de marcar de pênalti e ajudar a conquistar esses três pontos fundamentais para nós”, afirmou.

O jogo - O Tsunami abriu o placar com menos de dois minutos de jogo. Clayton aproveitou o rebote do goleiro Aydhan, após uma forte cabeçada de Jonathan Chula. Foi o primeiro gol de Clayton com a camisa do Maricá. No entanto, o que parecia fácil logo se complicou. Aos 19 minutos, Lucas Xavier marcou para os capixabas após uma grande defesa do goleiro Dida.

A partir daí, começou a brilhar a estrela do meia Marcelo. Aos 30 minutos, ele quase marcou um golaço ao bater de fora da área no ângulo, mas Aydhan fez uma grande defesa. Aos 18 minutos do segundo tempo, Marcelo sofreu um pênalti cometido pelo lateral Netinho, após uma assistência de calcanhar de Chula. Na cobrança, Marcelo bateu no canto direito, sem chances para Aydhan. Aos 29 minutos, ele quase marcou o terceiro gol, acertando a trave com um peito de fora após cruzamento de Magno Souza, que havia entrado no lugar de Clayton.

Meta alcançada - Com a vitória, o Maricá FC se tornou o time com a maior série invicta entre as 64 equipes da Série D. O time não perde no Caldeirão do Cordeirinho desde seu primeiro jogo oficial ali, em maio do ano passado. São 20 jogos sem derrota, com 12 vitórias e oito empates. O técnico Reinaldo comemorou o resultado e a meta de duas vitórias nos últimos dois jogos disputados em casa — contra Pouso Alegre e Porto Vitória


"Atingimos nosso objetivo. Precisávamos dessas duas vitórias no João Saldanha para manter nossa posição no G4 e ir com mais tranquilidade para enfrentar o Água Santa em Diadema. Nossa torcida e a cidade, que faz aniversário segunda-feira, estão de parabéns. Mais uma vez mostramos que somos fortes em casa. Agora é buscar pontos fora para ficar cada vez mais perto da classificação”, disse o comandante maricaense.

Ao final da partida, o Maricá FC ocupava a segunda colocação do grupo, com 10 pontos, atrás apenas da Portuguesa (SP). Na próxima rodada, o time vai a Diadema, em São Paulo, enfrentar o Água Santa.

Contra Porto Vitória (ES), Maricá FC busca permanência no G4 e 20º jogo invicto em casa

Foto: Paulinne Carvalho/Maricá FC

Melhor time do Rio de Janeiro na Série D, o Tsunami não sabe o que é perder no João Saldanha desde sua inauguração, em 2024

O Maricá FC entra em campo neste sábado (25), pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro Série D, com um objetivo claro: manter sua invencibilidade como mandante e consolidar-se entre os quatro melhores do Grupo A6 da competição. Atualmente, o time ocupa a terceira posição da chave. A equipe enfrenta o Porto Vitória, do Espírito Santo, às 16h, no Estádio João Saldanha, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do Maricá FC no YouTube.

Jogando em casa, o Maricá transformou o João Saldanha em um verdadeiro caldeirão. Desde a estreia na nova arena, em 18 de maio de 2024, na vitória por 2 a 0 sobre o Olaria pela Série A2 do Carioca, são 19 partidas sem derrota diante da torcida maricaense — e neste sábado o clube pode alcançar a marca de 20 jogos invicto como mandante. Caso não perca, o Maricá se tornará o time com a maior invencibilidade em casa entre todos os participantes da Série D, superando o tradicional América-RN. O Diabo Potiguar apresenta os mesmos números, mas nesta rodada enfrenta o Ferroviário do Ceará, em Fortaleza.

Melhor do Rio na Série D - Na classificação geral entre os clubes do Rio de Janeiro na Série D, o Maricá FC também se destaca como o melhor representante do estado, à frente de Boavista e Nova Iguaçu, que também disputam a competição nacional.

O técnico Reinaldo destacou a rápida ascensão do Maricá na tabela e reforçou a importância de manter o time no G4. “Até semana passada éramos vice-lanterna e, no sábado, já estávamos em terceiro no grupo. Nosso objetivo é seguir entre os primeiros.”


O comandante também valorizou o desempenho dos times cariocas na Série D: “Maricá FC, Nova Iguaçu e Boavista estão representando bem o Rio.” Sobre o duelo contra o Porto Vitória, alertou: “É um confronto direto, um jogo de seis pontos contra uma equipe que, apesar da lanterna, foi vice-campeã capixaba.”

Para o confronto de sábado, o técnico contará com o retorno importante do meia Marcelo, que cumpriu suspensão automática após ser expulso no clássico regional contra o Boavista. Por outro lado, o meia-atacante Walber está fora, em recuperação de uma lesão na parte posterior da coxa.

Com campanha sólida e o apoio da torcida no João Saldanha, o Maricá FC espera dar mais um passo importante rumo à classificação e seguir fazendo história na Série D.

Pelo Maricá FC, Gutemberg supera desconfiança e realiza sonho de marcar em Brasileiros

Foto: Bruno Maia/Maricá FC

Gutemberg comemorando o gol contra o Pouso Alegre

Na tarde em que brilhou ao marcar o gol da vitória sobre o Pouso Alegre, no último sábado, o atacante Gutemberg realizou um sonho no gramado do Estádio João Saldanha. A emoção de balançar a rede no Campeonato Brasileiro extrapolou os limites do campo e levou o jogador a uma viagem ao passado, marcado por privações e dificuldades.

“Como um menino de favela, de comunidade... independente se era Série D, Série C ou Série A, eu queria meter um gol no Brasileiro. É a realização de um sonho pra quem vem de baixo como eu”, disse o atacante, criado no Complexo da Maré, uma das maiores comunidades do Rio de Janeiro.

Após a partida, ainda visivelmente emocionado, o atacante abriu o coração sobre os obstáculos enfrentados até alcançar o momento mais marcante de sua carreira até agora.

“Só a minha família sabe o que eu passei”, desabafou o autor do gol que garantiu os três pontos e a terceira colocação no Grupo A6 da Série D para o Tsunami. No momento, o azul, branco e vermelho de Maricá é o melhor time do Rio na competição.

Dúvidas e preconceito - Gutemberg iniciou sua trajetória no futebol aos 12 anos, fazendo testes no Flamengo. Passou ainda por Vasco, Boavista, Olaria e Madureira, clube onde estreou como profissional. Mas o caminho esteve longe de ser fácil.

“No início da minha carreira, sofri muito preconceito por causa do meu porte físico, da altura e estrutura. Achavam que eu era muito franzino para ser jogador profissional. Mas minha família sempre me apoiou, independentemente dessas coisas”, afirmou o atacante, que após um trabalho de fortalecimento físico hoje pesa 60 quilos distribuídos em 1,69m de altura.


O apoio familiar foi essencial para que ele não desistisse. “Se eu estou aqui até hoje, primeiramente foi por Deus, que me deu força, sabedoria e o dom. Depois, minha família e minha esposa Jamilly, que nunca me deixaram desistir.”

O atacante também compartilhou um momento marcante antes da partida contra o Pouso Alegre, que simboliza, para ele, o poder da fé e a importância de quem sempre esteve ao seu lado. “Antes de eu me apresentar no hotel, meu padrasto, o Cláudio, pegou minha chuteira e começou a orar na varanda. Ali eu falei: hoje meu gol vem. E veio.”

Além de recolocar o time no G-4, o triunfo de sábado reforçou a persistência de um jogador que, como tantos outros no futebol brasileiro, carrega nas chuteiras muito mais do que técnica — carrega histórias, cicatrizes e sonhos. Gutemberg e seus companheiros voltam a campo no próximo sábado, às 16h, contra os capixabas do Porto Vitória, novamente no Estádio João Saldanha, em Maricá.

No embalo da torcida, Maricá comemora vitória sobre o Pouso Alegre pelo Brasileirão Série D

Foto: Bruno Maia/Maricá FC

Gutemberg comemora seu gol na importante vitória contra o Pouso Alegre

Caiu no caldeirão, não tem perdão. O Maricá F.C fez a lição de casa e venceu o Pouso Alegre por 1 a 0, na tarde deste sábado, no Estádio João Saldanha. O gol foi marcado pelo atacante Gutemberg. A vitória recolocou o Tsunami na zona de classificação do Grupo A6 da Série D.

Mais uma vez, o João Saldanha foi decisivo. Na véspera de completar um ano do primeiro jogo do clube no estádio — uma vitória por 2 a 0 contra o Olaria pela Série A2 do Carioca de 2024 —, o Tsunami alcançou seu 19º jogo invicto em casa. O técnico Reinaldo destacou o papel da torcida e a importância dos três pontos, que mantêm viva a luta por uma das quatro vagas à próxima fase da competição.

“Vitória difícil e importantíssima. Mesmo com um a menos desde o começo do jogo, eles venderam caro a derrota. Mas Série D é assim: não tem jogo fácil. E precisamos agradecer à torcida, que mais uma vez nos empurrou e foi o nosso maior reforço fora de campo”, disse o comandante maricaense.

O Pouso Alegre teve um jogador expulso logo aos cinco minutos do primeiro tempo. O atacante Jonathan Chula roubou uma bola na entrada da área e, quando se preparava para finalizar, foi derrubado pelo zagueiro Lailton. O árbitro paulista Murilo Tarrega Victor não hesitou e mostrou o cartão vermelho ao defensor mineiro. Aos 17 minutos da mesma etapa, Gutemberg marcou para o Tsunami, aproveitando o rebote do goleiro Filipe após cruzamento de Vinícius.

Mesmo com um jogador a menos, o Pouso Alegre pressionou. Mas as tentativas foram neutralizadas pela atuação segura e equilibrada da defesa maricaense, liderada pelo goleiro Dida e pelo zagueiro e capitão Sandro Silva.


“Uma vitória muito importante. A gente sabe da qualidade do adversário, mas precisava ganhar para recuperar a confiança e voltar a brigar no pelotão de cima. Hoje fomos bem na frente e conseguimos não tomar gol. Agora é step by step (degrau por degrau), lutar por uma vaga na próxima fase”, afirmou o capitão.

Meia meta alcançada - Metade da meta — conquistar seis pontos nos dois jogos seguidos em casa — foi alcançada neste sábado. No próximo fim de semana, o Tsunami entra em campo novamente diante de sua torcida, em busca de mais uma vitória e do 20º jogo invicto no Caldeirão do Cordeirinho, contra o Porto Vitória, do Espírito Santo.
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