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Atendendo o TJD-SP, próximas duas rodadas do Paulista Sub-11 e Sub-12 serão com portões fechados

Arte: FPF


Através de portaria divulgada na última quarta-feira, dia 28, a Federação Paulista de Futebol anunciou que as duas próximas rodadas, 16 e 17, do Campeonato Paulista Sub-11 e Sub12, serão realizadas sem público, com portões fechados. A entidade alegou "preservação da disciplina" no documento, após solicitação, via ofício, do TJD-SP.

A decisão atende uma solicitação feita pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP). "Considerando os termos do Ofício nº 3/2025, datado de 26 de agosto de 2025, expedido pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Estado de São Paulo, por meio do qual o Presidente do TJD/SP propõe a realização das rodadas 16 e 17 do Campeonato Paulista SUB-11 e SUB-12 com portões fechados", diz o documento.

A portaria, assinada pelo diretor Executivo de Competições, Fábio Moraes, fala que é dever da FPF preservar a disciplina nos campos de futebol. "Considerando que é dever desta Entidade preservar a disciplina nos campos de futebol. Informa: Atender integralmente a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Estado de São Paulo, para que todos os jogos referentes às rodadas 16 e 17 do Campeonato Paulista SUB-11 e SUB-12 de 2025 ocorram de portões fechados ao público".


Ofício - O ofício nº 3/2025, expedido pelo presidente do TJD-SP no dia 26 de agosto, foi o ponto de partida para a determinação. O ofício não está disponibilizado nem pela Federação Paulista, nem pelo Tribunal de Justiça Desporitva em seus siites.

Com a medida, nenhum torcedor (nem familiares) poderá acompanhar in loco os jogos das duas categorias nessas rodadas, que acontecerão sem a presença de público. A FPF reforçou que a portaria tem efeito imediato e está em vigor a partir da data de sua publicação.

TJD-SP pune Portuguesa Santista com multa e perda de um mando de campo por caso de injúria racial

Foto: Flavio Hopp / @flaviohopp / Agência Briosa

Fato ocorreu na partida contra o São José

A Portuguesa Santista foi julgada pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) nesta quarta-feira, dia 5, pelo caso de injúria racial contra o goleiro do próprio time, Tom Cristian, na partida contra o São José, em dia 20 de fevereiro, pelo Paulistão A2. A pena da Briosa é pagar uma multa de R$ 50 mil, além de perder o mando de campo em uma partida.

A defesa da Portuguesa Santista foi feita pelo advogado Rafael Cobra. Deram depoimento o gerente de Futebol do clube, Cassiano Carduz, e o próprio goleiro Tom Cristian. Também representou o clube na sessão do TJD-SP o gerente administrativo de Futebol Marcos Martiniano.

De acordo com informação do jornalista Walter Dias, o advogado Rafael Cobra vai entrar nesta quinta-feira com efeito suspensivo para que a punição de perda de mando de campo seja cumprida apenas numa próxima competição, já que o Paulistão A2 tem sua última rodada no próximo sábado, com todos os jogos começando às 15 horas, e a Briosa encara o Votuporanguense em jogo que está marcado para o Estádio Ulrico Mursa.

A Briosa também havia sido denunciada por abandono de campo, mas o TJD-SP inocentou o clube nesta questão.


O caso - Após ter levado o terceiro gol do São José, aos 30 minutos do segundo tempo, o goleiro Tom Cristian alegou que um torcedor do próprio time havia proferido injúria racial, comunicando o árbitro sobre o ocorrido. O jogador se recusou a voltar a jogar o que foi seguido por seus companheiros de equipe, esperando dentro de campo até os 44 minutos do segundo tempo.

No minuto seguinte, a arbitragem encerrou a partida. Na súmula, o árbitro Henrique Otto Cruz Hengstmam relatou o ocorrido e alegou que a Portuguesa Santista abandonou o campo de jogo.

Atlético Mogi é julgado novamente pelo TJD-SP e perde pontos na Segundona

Com informações do ge.globo
Foto: Guilherme Borges/ge.globo

Equipe foi punida com a perda de três pontos por escalar jogadores de forma irregular na estreia da quinta divisão do Paulista, contra o Mauá

O Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo (TJD-SP) puniu o Atlético Mogi com a perda de quatro pontos devido à escalação irregular de atletas na estreia do time no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (quinto nível do estadual) no dia 20 de abril, contra o Mauá, partida que terminou empatada em 2 a 2.

A procuradoria do TJD denunciou o clube com base no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de "incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente".

O Atlético foi julgado pelo pleno do TJD no dia 7 de abril, mas foi absolvido de forma unânime. A procuradoria do tribunal, porém, entrou com recurso pedindo a condenação do time de Mogi das Cruzes, que voltou a ser julgado na última terça-feira (28) e, desta vez, o pleno decidiu de forma unânime pela condenação do clube.

De acordo com a súmula do jogo em questão, apenas oito dos 20 jogadores relacionados para o confronto tinham registros ativos na Federação Paulista de Futebol até a primeira rodada do estadual. A ocorrência não foi relatada pelo árbitro Renan Pantoja de Quequi, porém, foi denunciada posteriormente pela procuradoria do TJD.

Como punição, o artigo 214 prevê a "Perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 a R$ 100.000,00".


Punido, o Atlético perdeu os pontos da partida (um) e mais três, que deixam o time com -1 e na última posição da classificação do Grupo 3. O clube também foi penalizado com uma multa no valor de R$ 2.500,00.

O Atlético Mogi volta a campo para tentar amenizar o prejuízo na competição neste sábado (1º), quando faz o dérbi de Mogi contra o União no estádio Nogueirão, pela segunda rodada do returno da primeira fase.

Fernandópolis perde pontos por escalação irregular na estreia da Segundona Paulista

Foto: Fernanda Morais / @fermorais.foto / Tanabi EC

Fefecê teve escalação irregular no jogo contra o Tanabi

O Fernandópolis não vem tendo um bom início de Segunda Divisão Paulista, tendo perdido as duas partidas que fez, e a situação ficou ainda pior. Em julgamento do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), realizado na terça-feira, dia 30, o Fefecê perdeu três pontos por escalação irregular na estreia da competição.

Na súmula da partida contra o Tanabi, derrota em casa por 4 a 0 no dia 21 de abril, a arbitraem relatou o seguinte: "Informo que a equipe Fernandópolis Futebol Clube acusou restrição de seus jogadores no ato da escalação, foi autorizada inclusão e participação dos atletas na partida pelo gerente de futebol da equipe sr. Alessandro Gimenes".

No julgamento, foi deferido pelo presidente da 2ª Comissão Disciplinar o pedido de oitiva virtual do Sr. Everton Ricardo de Souza Longo, realizado pela Defesa. A pena de perda de pontos foi aplicada de forma unânime pelos membros da 2ª Comissão.

Já a pena de multa foi decidia pela maioria, com voto divergente da Dra. Maria Fernanda que aplicou o valor de R$ 1.000,00 (mil) reais. Perda dos pontos atribuídos a uma vitória, três pontos. Não sendo computados eventuais pontos obtidos pelo infrator e quaisquer outras vantagens regulamentares.


Assim, o Fernandópolis, que volta a campo na competição no próximo sábado, dia 4, às 16 horas, no Estádio Sócrates Stamato, em Bebedouro, contra a Internacional local, está em último no Grupo 1 do certame, agora com -3 pontos.

Atlético Mogi - Em caso similar, o Atlético Mogi, também na rodada de abertura, no empate em 2 a 2 contra o Mauaense, também seria julgado. Porém, a Defesa do clube apresentou pedido de adiamento do julgamento do processo para a próxima sessão, que foi deferido pelo presidente da 2ª Comissão Disciplinar do TJD-SP. A nova data do julgamento ainda será marcada.

TJD-SP estende suspensão preventiva da Matonense, que não joga contra o União São João

Com informações do Esporte Paulista
Foto: divulgação / SEMA

Escudo da SEMA

Suspensa por duas rodadas no Paulistão A3, a punição por suspeita de manipulação de resultados da Matonense foi estendida por mais alguns dias. Nesta quarta-feira, a Federação Paulista de Futebol confirmou que a partida União São João x Matonense, programada para sábado, às 15 horas, em Araras, pelo Paulista A3, está suspensa.

Com isso, o jogo, que seria no Estádio Hermínio Ometto, em Araras, não vai ocorrer, o que deverá acarretar em mais um WO favorável ao oponente da SEMA. Assim, o União São João garante mais três pontos sem precisar ir a campo na briga pela classificação.

Quando a rodada começar o time pulará duas posições e entrará no G-8. De nono, irá para o sétimo lugar com 19 pontos, colocando o Marília na 8ª colocação (19 pontos) e tirando o Lemense da zona de classificação (18 pontos).

O julgamento da Matonense no TJD de São Paulo ainda não tem data para ocorrer. Nem a FPF ou o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) se pronunciaram oficialmente sobre os casos, mas a própria Matonense, em seu perfil oficial nas redes sociais, revelou que há suspeita de manipulação de resultado na partida entre Sema e União Suzano, que aconteceu em 31 de janeiro, e, por conta disso, houve sua suspensão preventiva para a apuração do caso.


Dois atletas estão sendo investigados, segundo apuração do ge. O clube comunicou a empresa que faz a gestão do futebol nesta temporada e também a Federação Paulista de Futebol (FPF). A gestora afastou os jogadores, cujos nomes não foram revelados.

O jogo da última rodada do Paulista A3 da Matonense, no dia 23 de março, às 15 horas, contra o Rio Preto, no Estádio Hudson Buck Ferreira, em Matão, ainda está confirmado.

Matonense se pronuncia sobre suspensão preventiva por suspeita de manipulação

Foto: Maurício Noznica / As Mil Camisas

Hudson Buck Ferreira é o estádio da Matonense

Na última sexta-feira, dia 8, a Matonense foi suspensa preventivamente pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP) por suspeita de manipulação de resultado, não indo a campo no final de semana pelo Paulistão A3. Nesta segunda-feira, dia 11, o clube, através de suas mídias sociais, se manifestou sobre o fato, através de nota.

"A Sociedade Esportiva Matonense, vem a público esclarecer: Matonense na iminência de não disputar as competições de 2024, por questões financeiras, com isso, voltar a última divisão do Campeonato Paulista, resolve fazer um contrato de parceria com uma empresa para a disputa do campeonato da A3 de 2024, sendo da gestora, a única responsável 'pela administração, gerência e gestão dos Departamentos de Futebol: Profissional e amador da Matonense'", disse a nota.

"Tomando ciência pela Federação Paulista de Futebol (FPF), que havia suspeita de manipulação de resultado no jogo entre União Suzano AC e Matonense, sendo que um jogador estava sendo investigado, imediatamente a Matonense comunicou a gestora que suspendeu o atleta, a Matonense compareceu a FPF prestou todos os esclarecimentos inclusive juntando contrato de parceria, está contribuindo para os esclarecimentos dos fatos. E na ultima sexta feira foi suspensa preventivamente os atletas e a Matonense, nos termos do Art. 35 CBJD", finalizou o comunicado.


A princípio, a Matonense foi suspensa preventivamente por uma semana, levando WO no jogo que estava marcado para o último final de semana, contra o Lemense, e o próximo embate, contra o Grêmio Prudente, que seria na quarta-feira. A princípio, a SEMA ainda volta a campo nas duas últimas rodadas.

Matonense é suspensa preventivamente pelo TJD-SP por suspeita de manipulação de resultados

Foto: Maurício Noznica / As Mil Camisas

Os jogos seriam no Hudson Buck Ferreira

A Matonense foi suspensa preventivamente pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) nesta sexta-feira, dia 8. As partidas diante do Lemense e Grêmio Prudente, pela 12ª e 13ª, respectivamente, foram suspensas e, segundo informações, o motivo seria a suspeita de manipulação de resultados.

O TJD-SP e a Federação Paulista de Futebol ainda não publicaram o teor da suspensão preventiva, mas o presidente do Lemense, próximo adversário da Matonense, Alexandre Barbosa, em entrevista para a Rádio Tendell, confirmou o motivo da suspensão. Zulão e SEMA se enfrentariam domingo em Matão. Alguns jogadores, que ainda não foram divulgados, também sofreram a mesma sanção preventiva.


O segundo jogo onde a suspensão está confirmada seria na próxima quarta-feira, dia 13, contra o Grêmio Prudente, também em Matão. A princípio, a suspensão preventiva da Matonense tem duração de uma semana, já que os jogos contra União São João (16 de março) e Rio Preto (23 de março) não foram canceladas. Porém, a Sema pode ter a punição estendida nos próximos dias.

A Matonense é a lanterna da A3 e a única equipe que ainda não venceu na competição, somando apenas um ponto em 11 jogos.

TJD pune Catanduva por fazer 6 substituições, anula vitória e jogo com Grêmio Prudente será remarcado

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Murilo Aguilar / Grêmio Prudente

Jogo entre Grêmio Prudente e Catanduva foi anulado e será refeito

O Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP)  puniu em julgamento realizado nesta quinta-feira o Cadantuva por ter feito seis substituições na vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio Prudente, pela segunda rodada do Campeonato Paulista da Série A3. Por causa da irregularidade, o duelo foi anulado e será remarcado pela Federação Paulista de Futebol (FPF) nas próximas horas. A informação foi dada em primeira mão pelo Portal Futebol Interior.

“Vejo com bons olhos a decisão do Pleno, em se tratando de evidente erro de direito (erro na aplicação ou no cumprimento de regra), o Deferimento da Impugnação era a medida mais acertada. Deferida a Impugnação, dentre as possibilidades, a anulação da partida era mais provável do que eventual alteração do resultado, já que há essa previsão no artigo 259 §1º do CBJD. Na exposição, enfatizei o fato de se expor o Grêmio, vítima nesse episódio, a ter que jogar novamente, ter que se expor novamente a riscos (lesões, cartões, gastos extras), ainda como vítima, sendo prejudicado novamente. No Voto, o Relator adicionou a questão do cumprimento das custas da partida por conta do Catanduva. Unânime a nosso favor”, disse o advogado Ayrton Zanata, em entrevista ao Futebol Interior.

A vitória do Grêmio Prudente no Pleno ocorreu por unanimidade. O Catanduva pode recorrer à decisão, mas ainda não confirmou se buscará uma reviravolta através do Tribunal. Além de ter perdido os pontos referentes à partida, o Catanduvense terá que arcar com todos os custos do novo duelo com o Grêmio Prudente. Não houve outras sanções.

O caso - O Catanduva foi denunciado ao TJD-SP por fazer seis substituições na vitória sobre o Grêmio Prudente por 2 a 1, pela segunda rodada do Campeonato Paulista da Série A3. Na ocasião, o árbitro autorizou a mudança, mas relatou o erro em súmula, assim como a violação da regra por parte da equipe de Catanduva.

Ainda na súmula, o árbitro errou ao citar o jogador que estaria envolvido na sexta substituição. No registro, consta que o último atleta a entrar em campo foi Nathan Índio, o que é desmentido pelas imagens de televisão.

O sexto jogador a entrar em campo pelo Catanduvense durante a partida foi Thiago Ribeiro, ex-Santos, São Paulo e Cruzeiro, que, inclusive, fez o gol da vitória, que rendeu ao Catanduva três pontos na tabela de classificação.

O Pleno, no entanto, assim como a maioria dos advogados especializados em direito esportivo contatados pelo Futebol Interior, considerou “erro de direito” por parte do Catanduva, anulou a partida e retirou os três pontos conquistados pelo clube com a vitória sobre o Grêmio Prudente.


A Federação Paulista de Futebol (FPF) deve, nas próximas horas, confirmar o ganho de causa por parte do Grêmio Prudente e divulgar uma nova data para o duelo ser realizados, enquanto isso o Catanduva estuda se entrará com recurso para reverter a decisão no Tribunal.

Paulista A3 - O Catanduva é o único time com 100% de aproveitamento na Série A3. Apesar do jogo contra o Grêmio Prudente ser anulado, o time continua na liderança, agora, com 12 pontos. O Grêmio Prudente é o sétimo, com sete. O próximo compromisso do Catanduva é no domingo, às 10h, diante do EC.São Bernardo, no estádio Primeiro de Maio. No sábado, às 19h, o Grêmio Prudente desafia o Bandeirante, em Birigui.

TJD-SP finaliza suspensão do Fernandópolis

Foto: Mauricio Noznica / As Mil Camisas

Estádio onde o Fernandópolis manda suas partidas

O Fernandópolis FC, através de suas mídias sociais, divulgou que a suspensão preventiva que o clube sofreu no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) e que causou a eliminação precoce no Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023 foi finalizada nesta segunda-feira, dia 7 de agosto.

"Após a comprovação de certas provas, a presidente da 3ª Comissão Disciplinar considera que a decisão do processo 686/2023 foi parcialmente cumprida. Com isso, a agremiação Fernandópolis Futebol Clube não está mais suspensa pelo TJD/SP", diz a nota publicada nas mídias sociais do clube.

O caso - No último dia 17 de julho, o TJD-SP suspendeu preventivamente o Fernandópolis e 11 jogadores sob a suspeita de manipulação de resultados nos Campeonatos Paulista da Segunda Divisão e Sub-20 da atual temporada.

A suspensão aconteceu a duas rodadas para o fim da segunda fase da Bezinha e, com isso, o Fefecê foi eliminado e perdeu os dois últimos jogos por W.O. O clube se defendeu alegando ter denunciado a situação à Federação Paulista de Futebol (FPF) a partir de provas enviadas pela esposa de um dos jogadores e considerando a punição "injusta".

Os jogos com suspeita de manipulação foram na primeira fase da competição, nas derrotas para Vocem e Tanabi. No duelo entre Fernandópolis e Vocem, o placar estava em 2 a 2 até os 23 minutos do segundo tempo. Em um intervalo de 19 minutos, o Fefecê sofreu três gols e perdeu por 5 a 2. Contra o Tanabi, na derrota por 2 a 0, os dois gols saíram na etapa complementar, aos 20 segundos e aos 49 minutos.


Depois, no julgamento em 28 de julho, o TJD-SP manteve a suspensão ao clube e confirmou a punição a quatro atletas do time, acusados de participação em um esquema de manipulação de resultados. Com a decisão dessa segunda, a suspensão foi finalizada.

Fernandópolis e quatro atletas são punidos após julgamento no TJD-SP

Com informações da FPF
Foto: reprodução

Estádio Cláudio Rodante, casa do Fefecê

O Fernandópolis Futebol Clube e alguns de seus atletas foram a julgamento no Tribunal de Justiça Deportiva do Estado de São Paulo na manhã desta sexta-feira (28) sobre suposta manipulação de resultados no Campeonato Paulista Sub-23 Segunda Divisão e Campeonato Paulista Sub-20. Clube e atletas receberam punições, especialmente com base nos artigos 191 e 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

Suspenso preventivamente, o clube segue com a punição até que comprove a rescisão de contrato com a empresa parceira para gestão de suas atividades. Além disso, foi multado em R$ 8 mil.

Outros quatro atletas incluídos no processo foram punidos. Daniel da Costa Viana, o Índio, recebeu R$ 6 mil de multa, mais 360 dias de suspensão; enquanto Rafael William Silva Santos, Rian Fernando dos Santos Marques e Rinaldo Gabriel dos Santos receberam multa de R$ 2 mil e 180 dias de suspensão.


Já os atletas Anthony Barbosa de Souza, Caleb Carvalho Cantarella, Chrigor Wallace Mataruco de Oliveira, Luiz Fernando Ferreira de Azevedo, Mauro Josias Ferreira de Oliveira, Ryan Costa de Jesus e Vinicius Santos Cruz Gomes foram absolvidos por unanimidade.

Com relação aos resultados, cabem recursos tanto das defesas quanto da Procuradoria do TJD do Futebol Paulista.

ECUS perde os pontos da vitória contra o Mauaense, na Segundona Paulista, em decisão do TJD-SP

Foto: Genilton Lucas / EC União Suzano

Jogo foi em 23 de abril

Nesta quinta-feira, dia 4 de maio, o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) julgou as restrições dos atletas que defenderam o ECUS na vitória por 3 a 1 sobre o Mauaense, na rodada de abertura do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023, no dia 23 de abril, e decidiu penalizar o clube de Suzano com a perda de três pontos.

O ECUS foi para julgamento pelo artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que diz: "incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente".

Por decisão unânime, a 1ª Comissão do TJD-SP decidiu penalizar a equipe com a perda de três pontos, além de multa de R$ 3 mil. O ECUS, na partida, também infringiu o artigo 206 do CBJD, por atraso na entrada em campo, e também foi multado, desta vez por R$ 2 mil.

A 1ª Comissão do TJD-SP é formada pelo presidente Ricardo de Paula Coelho, o vice-presidente Rafael Stipkovic Araújo Paulo e os auditores Felipe Franceschi Buorom, Alexandre Bissoli e Oswaldo Abrão José.

Com isto, o ECUS, que pode recorrer no Superior Tribunal de Justuça Desportiva (TJD), fica zerado na pontuação do Grupo 6 do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, já que na segunda rodada perdeu para o Barcelona Capela por 1 a 0.

Na súmula - O árbitro do jogo ECUS 3 x 1 Mauaense, Lucas Belotte, registrou as irregularidades na súmula da partida. "Informo que a documentação da Equipe ECUS (Esporte Clube União Suzano), foi entregue às 9h50, e que nenhum de seus atletas estavam registrados em súmula, todos foram inseridos manualmente pela equipe de arbitragem, assim como sua Comissão Técnica, ao validar, todos apresentaram restrição, onde foi autorizada por escrito pelo responsável da equipe, sr. Jaques Almeida de Carvalho".


Próxima partida - O EC União Suzano volta a campo no próximo domingo, dia 7, às 11 horas, quando tem pela frente o Nacional, pela terceira rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023. O jogo está marcado para o Estádio Francisco Marques Figueira, na cidade de Suzano.

TJD-SP julga na quinta a denúncia de restrições do ECUS na estreia da Segundona Paulista contra o Mauaense

Foto: @equipegoasport

ECUS venceu o jogo, mas pode perder os pontos no TJD-SP

O Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) marcou para a próxima quinta-feira, dia 4, o julgamento das restrições dos jogadores do ECUS que entraram em campo na vitória contra o Mauaense, por 3 a 1, no dia 23 de abril, na rodada de abertura do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2023.

A citação nº 32/2023 do TJD-SP, publicada em 28 de abril, divulgou a pauta do dia 4 de maio, na quinta-feira, e o caso do EC União Suzano na estreia da Segundona será o sétimo tema a ser discutido pelo pleno do Tribunal.

O ECUS foi denunciado no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que diz: "Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente".

De acordo com o mesmo artigo, a pena é de "perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 a R$ 100.000,00".

O ECUS também foi denunciado no artigo 206, que diz: "Dar causa ao atraso do início da realização de partida, prova ou equivalente, ou deixar de apresentar a sua equipe em campo até a hora marcada para o início ou reinício da partida, prova ou equivalente". Neste, o Mauaense também foi citado e a pena é apenas de multa: de R$ 100,00 a até R$ 1.000,00 por minuto de atraso.

O caso - Na rodada de abertura da Segundona Paulista, o ECUS recebeu o Mauaense, no Suzanão, e venceu por 3 a 1. Porém, a arbitragem, na súmula, apontou problemas com o time da casa. "Informo que a documentação da Equipe ECUS (Esporte Clube União Suzano), foi entregue às 9h50, e que nenhum de seus atletas estavam registrados em súmula, todos foram inseridos manualmente pela equipe de arbitragem, assim como sua Comissão Técnica, ao validar, todos apresentaram restrição, onde foi autorizada por escrito pelo responsável da equipe, sr. Jaques Almeida de Carvalho", escreveu o árbitro no documento.


Reincidente - Na abertura da Segundona Paulista de 2022, o ECUS teve problema similar em sua estreia, também no Suzanão, quando foi derrotado pelo Jabaquara por 2 a 1. Apenas um jogador do EC União Suzano entre todos os relacionados para aquele jogo estava regular e o time, no julgamento, perdeu três pontos.

Porém, não é só no profissional que teve problema. Na pauta do julgamento da próxima quinta-feira, o TJD-SP vai avaliar também problemas de irregularidades no ECUS no jogo do Paulista Sub-15, realizado no dia 8 de abril, contra o São Caetano. O artigo em que o EC União Suzano foi denunciado é o mesmo: nº 214.

Arbitragem aponta restrições em jogadores do ECUS, que pode perder os pontos da vitória contra o Mauaense

Foto: Genilton Lucas / O Curioso do Futebol

Jogo foi na manhã deste domingo

O ECUS estreou na Segunda Divisão Paulista de 2023 vencendo o Mauaense por 3 a 1, neste domingo, dia 23, no Suzanão. Porém, o time pode perder os pontos conquistados no embate, já que a arbitragem da partida apontou na súmula que todos os jogadores relacionados pela equipe da casa para a partida estavam com restrições. O caso ainda será analisado pelo TJD-SP.

"Informo que a documentação da Equipe ECUS (Esporte Clube União Suzano), foi entregue às 9h50, e que nenhum de seus atletas estavam registrados em súmula, todos foram inseridos manualmente pela equipe de arbitragem, assim como sua Comissão Técnica, ao validar, todos apresentaram restrição, onde foi autorizada por escrito pelo responsável da equipe, sr. Jaques Almeida de Carvalho", escreveu a arbitragem na súmula.

Ocorrência registrada na súmula

O EC União Suzano, que relacionou para o jogo 15 atletas, não conseguiu registrar os jogadores da equipe no Boletim Interno Diario (BID) da Confederação Brasieira de Futebol (CBF) antes da estreia e ainda teve o contratempo de que na sexta-feira, dia 21, foi feriado. No sistema do site da Federação Paulista de Futebol (FPF), o ECUS não tem atleta registrado.

Próximos passos - Agora, o ECUS deve ser denunciado no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), que deve marcar o julgamento do caso. De acordo com o Artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), a punição é "perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais)", mais os pontos conquistados na partida, de acordo com o parágrafo primeiro.

Página do ECUS no site da FPF sem registro de atletas

Vale lembrar que de acordo com o parágrafo segundo: "O resultado da partida, prova ou equivalente será mantido, mas à entidade infratora não serão computados eventuais critérios de desempate que lhe beneficiem, constantes do regulamento da competição, como, entre outros, o registro da vitória ou de pontos marcados". Portanto, o Mauaense não deve ganhar os pontos do jogo.


O mesmo do ano passado - O caso não é novidade para o ECUS. Em 2022, no jogo da estreia, quando o time perdeu para o Jabaquara, também jogando em casa, por 2 a 1, os 17 jogadores relacionados para a partida, apenas um estava regular. O TJD-SP julgou o caso e puniu o EC União Suzano com a perda de três pontos, além de multra de R$ 1 mil.

TJD-SP suspende Andradina e quatro atletas por suspeita de manipulação de resultados na Segundona

Com informações do GE.com / Leonardo Lourenço
Foto: Fran Zanini / Catanduva FC

Jogo foi realizado em 3 de junho

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), Antonio Olim, determinou a suspensão preventiva do Andradina e de quatro atletas das equipes, suspeitos de participarem de um esquema de manipulação de resultados.

O tribunal instaurou um inquérito para investigar o caso, que também está na mira da polícia civil paulista. Segundo despacho da última terça-feira, os atletas Erivan Mitonho de Silva Filho, Alexandre da Silva Nabor, José Eduardo Oliveira Gomes da Silva e Jonathan Suzart de Jesus Marinho foram suspensos.

O documento cita “indícios veementes de autoria e materialidade” para justificar a decisão. Há suspeitas sobre dois jogos do Andradina na quarta divisão do Campeonato Paulista, duas derrotas: 7 a 1 para o Catanduva, em 3 de junho, e 4 a 2 para o Fernandópolis, em 28 de maio.

O Andradina terminou a primeira fase do torneio na última posição do Grupo 1, com seis pontos. Na última rodada, foi goleado por 8 a 0 pela Penapolense. A decisão do presidente do tribunal paulista leva em consideração um relatório produzindo por uma empresa especializada em monitoramento de padrão de apostas esportivas, contratada da Federação Paulista de Futebol, que indicou “grau máximo” de alerta para essas partidas.

Além dos jogos do Andradina, há pelo menos mais um confronto sob investigação, um do Paulista sub-20, o empate em 2 a 2 entre Independente e Capivariano, em 18 de maio. O inquérito tem 15 dias para ser concluídos, prorrogáveis por igual período.


O presidente do Andradina, Nei Giron, e o técnico da equipe, Rogério Ferreira, o China, foram ouvidos pela corregedoria da FPF há cerca de três semanas e negaram conhecimento do esquema. "Vou ser sincero, estou vendo um certo exagero. No outro dia do que aconteceu em Catanduva (derrota por 7 a 1), teve um jogo que foi 8 a 1 (União Mogi x Atlético Mogi). O jogo estava 2 a 0 e o juiz deu um pênalti para nós, mas não expulsou o goleiro que derrubou nosso atacante. Fizemos 2 a 1 e o jogo ficou super equilibrado até metade do segundo tempo", disse ao Globo Esporte, após o depoimento, o presidente do Andradina, Nei Giron.

"Me perguntaram também por que um jogador tentou fazer um golaço de calcanhar, mas contra. Prefiro acreditar que é ruindade mesmo, um desânimo. Não sei. O Atlético Mogi perdeu de oito e ninguém está falando nada, o Brasil perdeu de sete da Alemanha e ninguém falou nada", completou na época.

Ecus perde três pontos na Segundona Paulista por escalação irregular no jogo contra o Jabaquara

Por Victor de Andrade
Foto: Fernando Martinez / Jogos Perdidos

Ecus perdeu pontos por escalação irregular na estreia, contra o Jabaquara

Se a situação do EC União Suzano no Paulistão Segunda Divisão já não estava boa, agora ficou pior. O Ecus, que tinha apenas um ponto em três jogos, perdeu três no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) por escalação irregular na estreia, contra o Jabaquara, em 24 de abril, quando a equipe foi derrotada por 2 a 1, de virada, jogando no Estádio Francisco Marques Figueira.

A equipe foi denunciada por incurso no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de escalação irregular de atletas e foi julgada na última terça-feira, dia 10. A maioria do colegiado entendeu que o clube deveria perder três pontos e levar multa de R$ 1 mil.

A Federação Paulista de Futebol (FPF) já foi notificada da decisão do TJD-SP e na classificação oficial da competição, divulgada no site da entidade, o EC União Suzano já está com -2 pontos. "Ata: 36/2022 do dia: 10/05/2022, condenação: ECUS - Jogo: ECUS 1 x 2 Jabaquara - 24/04/2022. Perda: -3 pontos do seu ativo".

Problema foi relatdo na súmula da partida

Súmula - De acordo com o que foi relatado na súmula da partida pela arbitragem, apenas um dos 17 atletas relacionados pelo Ecus na partida estava em situação regular. "Somente o senhor Carlos Henrique Andrade da Silva n°17 da equipe do Esporte Clube União Suzano não apresentou restrições; os demais atletas foram encontradas restrições, sendo assim foi feito uma carta de próprio punho, em que o responsável da equipe o senhor Kaê Roger Faroni, autorizou a partipação dos mesmo para está partida", diz a súmula.

O que diz o CBJD - O artigo 214 do CBJD diz o seguinte. "Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009). A pena é a perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais)".


Situação na competição - Com a decisão, o Ecus fica com -2 pontos, ainda mais na lanterna do Grupo 6 da competição. A equipe volta a campo no próximo domingo, dia 15, às 15 horas, quando enfrenta o Ska Brasil, no Estádio Francisco Marques Figueira, em Suzano, pela quarta rodada da Segundona Paulista.

TJD-SP confirma derrota do União Suzano AC por WO em jogo contra o Comercial no Paulistão A3

Foto: Gero Rodrigues / União Suzano AC

O árbitro Lucas Belotte e os jogadores no sorteio antes da partida que deveria ocorrer

O Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) julgou nesta sexta-feira, dia 8, a suspensão por falta de médico do jogo entre União Suzano e Comercial, que deveria ter sido realizado no sábado, dia 2, no Suzanão, pela segunda fase do Paulistão A3 2022. O colegiado, por três votos a zero, confirmou a derrota do USAC por WO e os três pontos para o Bafo.

Os três auditores votaram pelo WO do time da casa na sessão extraordinária. O União Suzano AC cofirmou que vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Porém, até por jurisprudência, a tendência é que o resultado seja confirmado pelas instâncias superiores.

Com a decisão do TJD-SP, o Comercial se isola na liderança do Grupo 2 da segunda fase do Paulistão A3, com seis pontos ganhos, seguido pelo próprio União Suzano e também pelo Votuporanguense, ambos com três pontos. São José ainda está zerado.

O que aconteceu - A partida, válida pela primeira rodada da segunda fase da competição, foi suspensa pelo árbitro Lucas Belotte após uma hora de espera. A ambulância UTI, obrigatória na partida, já chegou com cerca de 25 minutos de atraso (o jogo estava marcado para começar às 15 horas).

Mesmo com o veículo no estádio, ele não contava com um médico, o que é necessário para a realização da partida. O árbitro chegou a esperar quase uma hora até confirmar a suspensão da partida. O árbtiro do jogo, Lucas Canetto Bellote, registrou na súmula os acontecidos no jogo. Confira:
Informo que a partida não foi iniciada por falta de médico na ambulância. Inicialmente, aguardamos a chegada da ambulância UTI, a qual chegou no estádio às 15h20, porém, sem o devido médico. Posteriormente, após aguardar o prazo mínimo estipulado de 30 minutos para a resolução do problema, fomos informados em quatro oportunidades de que o médico estaria chegando dentro de cinco minutos, fato que não se concretizou em nenhuma das oportunidades. Informo então que às 15h58, após ter aguardado os 30 minutos previstos no regulamento geral de competições e mais 28 minutos pela chegada do médico, decidi pelo não início da partida, informando a ambos os capitães e comissões técnicas.

Próximas partidas - Tanto União Suzano AC como o Comercial vão a campo neste sábado, dia 9, pela terceira rodada da segunda fase do Paulistão A3. O USAC recebe o Votuporanguense, no Francisco Marques Figueira, em Suzano, às 15 horas. Já o Comercial joga fora de casa, contra o São José, no Estádio Martins Pereira, às 19 horas.

TJD-SP marca julgamento de jogo suspenso entre USAC e Comercial para sexta-feira

Foto: Bárbara Pires / Comercial FC

Arbitragem e capitães conversam antes da suspensão do jogo

O Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), através de citação publicada nesta segunda-feira, dia 4, em seu site oficial, marcou para a próxima sexta-feira, dia 8, o julgamento da suspensão do jogo entre União Suzano AC e Comercial, que seria no último sábado, dia 2, no Estádio Francisco Marques Figueira, em Suzano, pelo Paulistão A3 2022. A partida não aconteceu por falta de médico na ambulância.

A partida, válida pela primeira rodada da segunda fase da competição, foi suspensa pelo árbitro Lucas Belotte após uma hora de espera. A ambulância UTI, obrigatória na partida, já chegou com cerca de 25 minutos de atraso (o jogo estava marcado para começar às 15 horas).

Mesmo com o veículo no estádio, ele não contava com um médico, o que é necessário para a realização da partida. O árbitro chegou a esperar quase uma hora até confirmar a suspensão da partida. E nesta segunda-feira, o TJD-SP confirmou o julgamento.


Súmula - O árbtiro do jogo, Lucas Canetto Bellote, registrou na súmula os acontecidos no jogo. Confira:
Informo que a partida não foi iniciada por falta de médico na ambulância. Inicialmente, aguardamos a chegada da ambulância UTI, a qual chegou no estádio às 15h20, porém, sem o devido médico. Posteriormente, após aguardar o prazo mínimo estipulado de 30 minutos para a resolução do problema, fomos informados em quatro oportunidades de que o médico estaria chegando dentro de cinco minutos, fato que não se concretizou em nenhuma das oportunidades. Informo então que às 15h58, após ter aguardado os 30 minutos previstos no regulamento geral de competições e mais 28 minutos pela chegada do médico, decidi pelo não início da partida, informando a ambos os capitães e comissões técnicas.
O que deve ocorrer - O árbitro Lucas Canetto Belotte, esperou o tempo determinado conforme o regulamento da competição e deu como caso encerrado deixando agora a decisão e o abacaxi para a Federação Paulista de Futebol. Com isso, o TJD-SP vai julgar o caso e provavelmente, vendo a jurisprudência em casos parecidos, o Bafo deverá conquistar a vitória por WO, ou seja, 3 a 0.

Citação publicada no site do TJD-SP

TJD-SP decreta vitória do Paulista de Jundiaí sobre o Barcelona Capela por WO na Segundona

Foto: reprodução FPF TV

Uma das ambulâncias chegou no local, mesmo atrasada. Mas arbitragem suspendeu a partida

O Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), em julgamento da 2ª Comissão Disciplinar, realizado nesta segunda-feira, dia 13, decretou a vitória do Paulista de Jundiaí sobre o Barcelona Capela, por WO, em jogo válido pela Segunda Divisão Estadual, que seria realizado em 29 de agosto, no Estádio Nicolau Alayon, em São Paulo, e foi suspenso pelo atraso das ambulâncias.

A informação foi confirmada por Alexandre Costa Curta, que cuida do departamento de comunicação e marketing do Paulista de Jundiaí, através do site Esporte Jundiaí. O presidente do Paulista, Rodrigo Alves esteve acompanhando o julgamento em São Paulo. O mandatário do Barcelona Capela, Paulo Sérgio Moura, em contato com O Curioso do Futebol, também confirmou a informação.

O Barcelona foi julgado e considerado culpado pela não realização do jogo, pela terceira rodada do torneio, devido a falta de ambulância no estádio. O time da capital foi punido de acordo com o artigo 203 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – “Deixar de disputar, sem justa causa, partida na respectiva modalidade, ou dar causa à sua não realização ou à sua suspensão”.

Os auditores se basearam na palavra do árbitro da partida, Daniel Carfora Sottile que relatou as dificuldades em ter a partida, ocasionadas pelo Barcelona. Um dos auditores chegou a aconselhar o Elefante Paulistano a processar a empresa de ambulâncias.

O Barcelona Capela chegou a argumentar no julgamento que não teve culpa pelo atraso das ambulâncias e usou como exemplo a partida entre Osvaldo Cruz e Santacruzense, pela quarta rodada, que seria em 1º de setembro e foi suspenso por falta de policiamento. O TJD-SP entendeu que o Osvaldo Cruz não teve culpa e remarcou a partida para o dia 8, em Assis, onde a Santacruzense saiu vencedora por 2 a 0.


Além disso, quando o árbitro encerrou a partida, as ambulâncias já estavam no estádio. Porém, o árbitro suspendeu o jogo.

Pelo regulamento da competição, o Paulista vence a partida de forma administrativa pelo placar de 3 a 0. Com isso, oficialmente o Tricolor soma oito pontos no Grupo 4 e aparece na segunda colocação. Se a competição terminasse hoje, o Galo estaria classificado. Já o Barcelona é o sexto, com quatro pontos.

Osvaldo Cruz é absolvido pelo TJD-SP e jogo contra a Santacruzense é remarcado

Com informações do GE / TV Fronteira
Foto: Bill Paschoalotto/TV Fronteira

Equipes perfiladas, mas o jogo não teve

Nada de W.O.! O Osvaldo Cruz foi absolvido pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo (TJD-SP). O julgamento na tarde desta sexta-feira (3) foi para decidir se haveria penalização ao clube por conta da não realização da partida pela quarta rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão – quarto patamar estadual. Sem policiamento, não houve o duelo contra a Santacruzense, na última quarta (1º), no Estádio Breno Ribeiro do Val.

O TJD-SP decidiu pela remarcação da partida, e a Federação Paulista de Futebol (FPF) definiu uma nova data: próxima quarta-feira (8), às 15h, no Estádio Antônio Viana da Silva, o Tonicão, em Assis.

“Por unanimidade absolveram o Osvaldo Cruz Futebol Clube das infrações aos artigos 203 (deixar de disputar, sem justa causa, partida, prova ou o equivalente na respectiva modalidade, ou dar causa à sua não realização ou à sua suspensão) e 191 - item III (deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial, de competição) do CBJD em acordo artigo 27 do regulamento Geral de Competições. Ademais, determinaram que seja oficiada a Federação Paulista de Futebol para que o Departamento de Competições realize a remarcação da partida”, foi a determinação do TJD.

Relembre - Após 50 minutos de espera, a arbitragem resolveu não dar início ao jogo entre Azulão e Santacruzense. Na súmula, o árbitro Douglas Marques das Flores informou que "devido à não chegada do policiamento, a partida não foi realizada".

Prefeita fala - O julgamento foi realizado poucas horas depois da prefeita de Osvaldo Cruz, Vera Morena (PP), conceder entrevista coletiva. Entre os assuntos, ela falou sobre a interdição do Brenão e a busca pelo novo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), já obtido, inclusive, nesta sexta. As explicações aos jornalistas ocorreram no auditório do Centro Cultural "Maria Conceição de Arruda Villaça".

Ao solicitar nova vistoria na última quinta (2), a Prefeitura foi informada que somente um item estava pendente: iluminação de emergência sem funcionamento. Inclusive, o novo documento foi emitido, com validade para 3 de setembro de 2022.

Além de falar do futuro, Vera Morena explicou o passado. Segundo a prefeita, não houve tempo hábil para a renovação do laudo, já que a Prefeitura foi comunicada, pela direção do clube, somente no dia da partida, que a portaria que estendia até 31 de agosto a validade das licenças expiradas em meio à pandemia não tinha sido renovada.


Polícia Militar - Em nota, a PM deu detalhes do procedimento adotado na última quarta-feira, tanto no jogo do Azulão quanto na partida em Presidente Prudente, que terminou com vitória do Grêmio sobre o Assisense por 4 a 1. Assim como o Brenão, o Prudentão aparecia com laudos vencidos até o começo desta tarde no site da FPF.
O Comando de Policiamento do Interior Oito (CPI-8), que tem como área de atuação 67 municípios compreendendo as regiões de Presidente Prudente, Dracena, Assis e Presidente Venceslau, desenvolvendo ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública através de seus Batalhões territoriais esclarece que, no contexto da pandemia do Covid-19 e das restrições impostas para conter a disseminação da doença, a partida desportiva que ocorreu no Estádio Paulo Constantino (“Prudentão”) teve os portões fechados, ou seja, não aberto ao público, tendo sido designado policiamento exclusivamente para atuar na escolta da equipe de arbitragem, garantindo sua integridade física.

Já em relação ao Estádio Breno Ribeiro do Val (“Brenão”), cumpre esclarecer que a Polícia Militar cumpriu decisão judicial emitida pelo Excelentíssimo Juiz de Direito da Comarca de Osvaldo Cruz, que determinou a interdição do estádio, vedando a realização do jogo marcado para as 15h do dia 01/09/2021, ou qualquer outro jogo até a regularização do estádio.

Neste sentido, reforçamos não haver qualquer tipo de distinção quanto aos procedimentos adotados pela Instituição, independente de qualquer natureza, estando a Polícia Militar pautada no atendimento imparcial das pessoas e instituições, de maneira organizada e legalista.

Presidente do TJD-SP admite que futebol em São Paulo será paralisado por 15 dias

Foto: divulgação Alesp

Olim é presidente do TJD-SP e deputado estadual

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo (TJD-SP) e deputado estadual Antonio Assunção de Olim, conhecido como Delegado Olim, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes, que o futebol paulista será paralisado por 15 dias. De acordo com ele, a informação foi dada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.

"Eu recebi do Marco Vinholi a informação da suspensão do Paulista e, além disso, novas restrições serão anunciadas daqui a pouco", disse o Delegado Olim, durante a entrevista para José Luiz Datena. Já comenta-se nos bastidores que o próprio presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, já admite a paralisação.

O presidente do TJD-SP ainda disse na entrevista para José Luiz Datena que é bem provável que a FPF procure uma forma de continuar a competição, com jogos em outros estados e que Reinaldo Carneiro Bastos pode romper relações com o governador João Doria.

Recomendação do Ministério Público - Na terça-feira, dia 11, o Ministério Público de São Paulo recomendou oficialmente a paralisação do futebol ao governador do Estado, João Dória. Devido ao momento vivido pelo país, o mais indicado seria suspender as atividades esportivas, na qual o futebol profissional estaria envolvido, enquanto estão em vigor as regras da fase vermelha do plano de contingência da pandemia.

A recomendação partiu do procurador-geral de justiça, Mario Sarrubbo. Além do futebol, ele sugere também que não haja cultos, missas e demais atividades religiosas neste período. A decisão de parar ou não cabe ao governador.


No mesmo dia, A FPF divulgou nota oficial se posicionando contra a recomendação do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, do MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), ao governo do estado de paralisar o futebol paulista.

Desde a manhã desta quarta-feira, dia 10, aconteceram diversas reuniões envolvendo representantes do Governo de São Paulo, MP-SP e FPF para discutir o assunto. Ainda na quarta, as rodadas do Paulistão A2 e A3 ocorreram normalmente. Porém, a paralisação deve ser confirmada nesta quinta.
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